sexta-feira, 9 de maio de 2008

Santos vence na Colômbia e está classificado na Libertadores

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Por Leonardo Martins


O último classificado as quartas-de-final é o Santos. Em jogo disputado nesta madrugada, em Cucuta na Colômbia, o Peixe repetiu o placar feito aqui no Brasil e venceu por 2 a 0.

Como havia perdido o primeiro na Vila Belmiro, quinta passada, por 2 a 0, o Cúcuta precisava vencer por três gols de diferença. Já o Peixe passaria às quartas mesmo perdendo por um gol. Mas parecia que era o contrário. Tanto que o time de Emerson Leão começou a pressionar desde a saída e criou a primeira chance logo aos nove segundos de jogo, com Kléber Pereira, que recebeu de Kléber, mas arrematou mal, em cima da zaga. Marcando muito bem no meio-de-campo, o Santos anulava o meia Torres, o mais habilidoso jogador do adversário. Assim, o Cúcuta tentava a ligação direta em chutões a partir da defesa. Sem nenhum sucesso. O Peixe, colocando a bola no chão, ia tocando a bola, superando o gramado muito irregular, e envolvendo o adversário.

Kléber Pereira voltou a desperdiçar a chance aos 12. Após receber passe de Molina, ele tentou um chute colocado, de esquerda, mas pegou muito mal na bola e apenas atrasou para o goleiro. O artilheiro ainda desperdiçou outra chance, a melhor delas, quando recebe de Molina livre pela direita, mas em vez de chutar direto, tentou driblar o goleiro e acabou desarmado. O Cúcuta só teve uma chance na primeira etapa. Aos 17, Torres recebeu na intermediária, dominou e chutou forte. Fábio Costa espalmou. Foi o único lance em que o camisa 10 da equipe colombiana conseguiu receber em condições. Mas quem mandava no jogo era o Santos. Aos 19, Fabão chegou a marcar o gol, mas estava impedido após o lançamento de Kléber. Aos 40, porém, não teve jeito. Kléber Pereira, que já havia perdido três gols, não deixou passar o quarto. Ele lançou Marcinho Guerreiro na direita. O volante chutou forte e o goleiro Castellanos espalmou. Na sobra, Kléber Pereira bateu de chapa, de pé direito, e acertou o ângulo. Um golaço.

Precisando de quatro gols para se classificar, o Cúcuta arriscou tudo no segundo tempo. Deixou de marcar e se lançou com todos os jogadores para o ataque: o jogo, então, ficou a caráter para os atacantes santistas, que mataram o adversários nos contra-ataques.Aos nove minutos, Molina, totalmente livre, avançou com a bola dominada e abriu na direita para Kléber Pereira, que recebeu e rolou para Lima vir de trás e mandar a bomba de pé direito: 2 a 0, muito fácil. A primeira chance de gol do Cúcuta no segundo tempo só saiu aos 19 minutos. James Castro mandou uma bomba de fora da área, de pé direito, e Fábio Costa fez grande defesa, espalmando para escanteio.

No mais, o jogo era do Peixe. O terceiro quase saiu aos 32 minutos. Quiñonez, que entrou no lugar de Molina, recebeu pela esquerda e foi em direção ao gol sem ser incomodado. O equatoriano invadiu a área, limpou o marcador e chutou de direita. A bola passou raspando o pé da trave esquerda. A partir daí virou treino. O Peixe chegava em campo com tanta facilidade que parecia que tinha jogadores sobrando. O time poderia ter voltado da Colômbia com uma goleada histórica se não tivesse desperdiçado tantas chances. O Cúcuta ainda teve um lampejo aos 43, quando o Arriaga recebeu de frente para Fábio Costa e mandou para o gol. Mas o impedimento já estava marcado.

O Santos agora enfrenta o carrasco flamenguista, o América do México, nas quartas-de-final.

Outros jogos

Flamengo-BRA 0x3 América-MEX – América classificado
River Plate-ARG 2x2 San Lorenzo-ARG – San Lorenzo Classificado

Quartas-de-final

Fluminense-BRA x São Paulo-BRA
Santos-BRA x América-MEX
LDU-EQU x San Lorenzo-ARG
Atlas-MEX x Boca Juniors-ARG

Galo e Botafogo não saem do zero

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Por Leonardo Martins


Depois de quase um ano da polemica decisão entre Atlético-MG e Botafogo pela copa do Brasil 2007. As duas equipes voltaram a se enfrentar pela mesma competição e fase (quartas-de-final). Assim como em 2007, o jogo de ida aconteceu no Mineirão e as duas equipes não saíram de um empate sem gols.

Ambas equipes entraram em campo querendo esquecer as decisões perdidas nos estaduais e realizaram um jogo aberto no 1º tempo. O Galo, empurrado por sua massa que compareceu em grande número ao estádio, começou atacando e criou as primeiras chances da partida com Coelho e Danilinho que assustaram o goleiro botafoguense.

O Botafogo explorava bem os contra-ataques e também levava perigo a Juninho. O atacante Fábio, que substituía o artilheiro Wellington Paulista, acertou 2 vezes a trave atleticana. A 1ª foi em uma cabeçada e a 2ª, o atacante driblou Vinicius e chutou no travessão.

Os mandantes criavam mais chances. Aos 21 minutos, Petkovic cobrou falta mas os jogadores não concluíram e a bola ficou com Renan. Aos 32, outra chance perdida pelos mineiros, Petkovic achou Almir, mas a bola correu muito e ficou com o goleiro carioca. O goleiro do Botafogo quase entregou o gol, aos 45 minutos, ele saiu errado e deu a bola nos pés de Danilinho, que tentou o encobrir, mas o goleiro se recuperou e defendeu a bola.

As duas equipes voltaram no mesmo ritmo para a segunda etapa. Porém, os cariocas estavam melhor e criaram duas boas chances com Lúcio Flávio, em cobrança de falta, e Alessandro, de letra, mas a bola teimou em não entrar. O Galo começou a desperdiçar inúmeras chances. Renan, Marques e Petkovic desperdiçaram ótimas chances de gol, o que fazia com que a torcida entrasse em desespero. O alvinegro carioca chegou com Zé Carlos, mas a bola foi longe.

O Atlético parecia que o gol estava próximo, pois as chances eram tantas, mas a falta de pontaria de seu ataque o atrapalhou. Renan Oliveira, que entrou no lugar de Marques, e Almir erraram chances incríveis. O Botafogo tentou acertar a marcação ao tirar Zé Carlos e Bruno Costa e colocar Túlio Souza e André Luis, mas a equipe carioca continuava oferecendo espaços ao Galo. Mas o Bota criou uma chance com Túlio Souza que chutou ao lado. As últimas chances do Galo foram no final, mas a bola insistia em não entrar e o jogo terminou mesmo com um empate sem gols.

As duas equipes voltarão a se enfrentar na semana que vem, no Rio de Janeiro. O Galo poderá empatar com gols que se classificará as semifinais. O Bota só a vitória interessa.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

São Paulo vence e segue na Libertadores

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Por Leonardo Martins


Na noite desta quarta-feira, no Morumbi, São Paulo e Nacional do Uruguai realizaram a partida de volta das oitavas-de-final da Libertadores. O tricolor paulista fez o que precisava para seguir adiante na competição, venceu por 2 a 0.

Sem Jorge Wagner, machucado, o São Paulo sofreu durante o primeiro tempo com a falta de criatividade no meio-campo. O Tricolor começou o jogo disposto a sair com a vitória, e procurou o gol desde o início, já que o empate sem gols levaria a partida para a disputa de pênaltis. O problema é que o time estava sentindo dificuldade na armação de jogadas. Ainda assim, na marca dos 17 minutos, a torcida soltou um grito de gol. Éder Luís bateu cruzado da grande área e Miranda deu um carrinho para empurrar a bola para a rede. Mas o juiz viu impedimento no lance e anulou a jogada. O primeiro lance realmente perigoso aconteceu somente aos 33 minutos, com uma cabeçada de Adriano. O goleiro Vieira foi obrigado a se esticar todinho para garantir a defesa. Aos 37, o Imperador acertou a pontaria. Éder Luís lançou a bola na área e Adriano, oportunista, aproveitou a falha na zaga rival e, da pequena área, chutou de perna esquerda para abrir o placar no Morumbi. Aos 40, Rogério Ceni quase ampliou a vantagem após cobrança de falta.

Logo no início do segundo tempo, o lateral Caballero fez outra falta dura e, como tinha amarelo, foi expulso. A torcida tricolor ficou na expectativa de ver o time melhorar em campo. Apesar de ainda ter dificuldades na criação, a vantagem de ter um homem a mais fez com que o São Paulo chegasse mais à área adversária. O Nacional apostava nos contra-ataques e assustou Rogério Ceni aos 11 minutos, em um chute cruzado de Bertolo. Aos 13, a resposta tricolor: Richarlyson arrisca pela esquerda e obriga o goleiro Viera a fazer grande defesa.Na tentativa de aproveitar os espaços e o fato de o adversário tem apenas dez homens em campo, o técnico Muricy Ramalho tirou Éder Luis e colocou Dagoberto para formar um trio de frente com Borges e Adriano. O camisa 11 passou a ser o encarregado de criar as chances para os dois atacantes de área. Adriano ainda ajudava, saindo mais da área para buscar a bola do que costuma fazer. Aos 23 minutos, Hugo perdeu um gol incrível. Sozinho, de cara para o gol, o meia jogou a bola para fora, à esquerda do gol de Vieira Vendo que o São Paulo tinha dificuldades de marcar o segundo, e sabendo que um gol do Nacional dava a vaga aos uruguaios, Muricy fechou a equipe ao tirar Borges e colocar Fábio Santos. Só não esperava que Dagoberto fizesse um golaço. O atacante invadiu a área pela direita, com velocidade, e chutou cruzado, sem chances para Viera. Foi o primeiro dele na temporada. Emocionado, ele comemorou com os companheiros.

O São Paulo fará o clássico brasileiro pelas quartas-de-final contra o Fluminense. O primeiro jogo será no mesmo Morumbi, na próxima semana.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Cruzeiro luta, mas é eliminado da Libertadores

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Por Leonardo Martins


Foi um show da torcida azul no Mineirão, foram 61 mil presentes agora a noite para o jogo de volta das oitavas-de-final da Libertadores entre Cruzeiro e Boca Juniors da Argentina. Porém, os argentinos não sentiram a pressão e ganharam novamente por 2 a 1, classificando para as quartas-de-final da competição.

Precisando da vitória, a equipe celeste partiu para cima dos argentinos, principalmente pela esquerda com o trio Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner, mas a marcação do Boca era mais eficiente e não deixaram os brasileiros criarem chances. O Cruzeiro só chegou aos 20 minutos na cabeçada de Marcelo Moreno que Caranta defendeu. Os mineiros insistiam em cruzamentos para a área, em dois deles, assustou o goleiro argentino. Thiago Heleno e Guilherme desperdiçaram as chances. O Boca só chegou ao gol de Fábio aos 34 minutos, Rodrigo Palácio ganhou na corrida de Jonathan e chutou longe do gol. mas aos 37 minutos, o atacante, do mesmo jeito que o lance anterior, driblou Espinoza e chutou no ângulo de Fábio, abrindo o placar no Mineirão. Restava a Raposa virar o jogo para levar a decisão aos pênaltis, mas a equipe brasileira sentiu o gol e o Boca logo aproveitou para praticamente garantir a classificação ao fazer o segundo gol. Aos 44 minutos, após boa troca de passes entre Riquelme e Monzon, o lateral cruzou para o artilheiro Palermo fazer, de cabeça, o segundo gol argentino. Agora, os mandantes tinham que fazer 4 gols para se classificar, ou seja, a missão era praticamente impossível.

Mas empurrado pela torcida, o Cruzeiro achou que era possível a virada e começou o 2º tempo imprimindo um bom ritmo no campo de jogo, criando chances de marcar, mas a cada momento que passava, a equipe azul ficava mais nervosa. Uma pontinha de esperança pintou quando Wagner fez um golaço, pegando de voleio um rebote da defesa Argentina, aos 11 minutos.

Faltava 3 gols em 34 minutos para a classificação improvável vir e o Cruzeiro na base da luta continuou tentando os gols, mas o dia era mesmo da equipe de Buenos Aires. Os brasileiros tiveram ótimas chances para marcar o gol, mas os atacantes falharam. Na melhor oportunidade azul, Marcelo Moreno acertou a trave de Caranta, era a última chance para virada. O Boca só administrou a vantagem e ainda contou com a expulsão de Ramires para garantir a vaga à próxima fase da Libertadores. Ao final do jogo, a enorme torcida azul que compareceu ao estádio aplaudiu o time reconhecendo a luta da equipe em campo.

Agora o Boca pega o Atlas do México na próxima fase da Libertadores. já o Cruzeiro, agora só pensa no Brasileirão, onde tem estréia para este sábado, enfrentando o Vitória em Salvador.

Tricolor vence e é o 1º classificado na Libertadores

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Por Leonardo Martins


Na noite desta terça, no Maracanã, o Fluminense abriu os jogos de volta das oitavas-de-final da Libertadores ao enfrentar o Atlético Nacional da Colômbia. O tricolor só administrou o resultado obtido em terras colombianas e ganhou por 1 a 0, avançando pela primeira vez em sua história as quartas-de-final da competição.

O Flu entrou em campo com a volta de Dodô no time titular após 2 meses parado por contusão no rosto e administrando a vantagem conseguida no 1º jogo, com muita calma e não atacando muito. Os colombianos tinham vontade, mas faltava pontaria e não assustava o gol de Fernando Henrique.

O tricolor mesmo não atacando muito, criou chances. Dodô aos 7 e Washington aos 20, criaram as primeiras chances de gol da partida, mas os atacantes erraram. A lentidão do time brasileiro no gramado deixava a torcida irritada, surgindo as primeiras vaias. Enquanto isso, os colombianos começaram a se animar e a ir a frente. Aos 35 minutos, a 1ª grande chance colombiana. Arzue chutou em cima de Luiz Alberto e a bola sobrou para Muñoz chutar e Fernando Henrique fazer ótima defesa. O camisa 1 tricolor voltou a trabalhar quando o mesmo Muñoz fez fila e tocou na saída do goleiro que salvou com os pés. Cícero ainda teve chance de marcar mas o jogador não alcançou o cruzamento de Thiago Neves. O primeiro tempo terminou com muita vaia da torcida.

O 2º tempo começou e com ele a mesma lentidão apresentada pelo tricolor carioca. Mas contou com o iluminado Roger – que fazia seu 100º jogo com a camisa do Flu - para abrir o placar. Aos 7 minutos, ele escorou, livre de marcação, o cruzamento de Thiago Neves para abrir o placar, diminuindo por alguns minutos a vaia da torcida. Ao Atlético Nacional restava virar o jogo para levar a decisão por pênaltis, mas a pontaria e a falta de talento o atrapalharam.

As vaias voltaram quando Thiago Neves foi substituído por Maurício, o fato irritou o técnico da equipe carioca que fez gestos reclamando com a torcida. Outro que foi vaiado, desta vez em menos intensidade, foi Washington que deu lugar a Tartá. Os colombianos quase empataram novamente com Muñoz, mas Fernando Henrique estava atento e fez a defesa. O Fluminense respondeu logo em seguida e quase ampliou. Conca chutou e o goleiro colombiano, por pouco, não aceita o gol, a bola saiu ao lado. O Tricolor não fez uma boa partida, mas a vaga as quartas veio.

O clube espera o vencedor do duelo entre São Paulo e Nacional do Uruguai, que se enfrentam hoje (detalhes no Esporte é Vida amanhã), para conhecer seu adversário na próxima fase da Libertadores.

Outras partidas de ontem pela Libertadores

Estudiantes-ARG 2x1 LDU-EQU – LDU classificada

Atlas-MEX 2x2 – Lanús-ARG – Atlas classificado

Cuca Hermana Legal

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Por Matheus Mandy


Com dois gols de cabeça do argentino Herrera, Corinthians derrota Azulão

Jogando no estádio do Morumbi, pela abertura das quartas de final da Copa do Brasil, o Corithians recebeu o São Caetano com o apoio de mais de quarenta mil torcedores. Com dois gols de cabeça marcados pelo argentino Herrera, o time da capital derrotou o São Caetano por dois a um, o gol azulino foi marcado por Luan.

O jogo começou quente e com muitas faltas violantas, principalmente por parte do São Caetano. A primeira boa chance de gol foi do Corinthians. Após bola alçada na área a zaga falhou e Chicão por pouco não abriu o placar. O São Caetano, tentava surpreende nos contra-ataques e em um deles, a bola foi lançada para Rafinha. O jogador dominou e chutou a bola para fora, passando perto do gol de Felipe.

O Corinthians era ameaçada sempre pela direita, mas o time foi beneficiado com a expulsão de Wilton Goiano, lateral direito do adversário ainda no primeiro tempo. A partir daí, a equipe se comportou melhor na parte ofensiva e Herrera lançou para Dentinho chutar em cima de Luiz. Herrera ainda perdeu boa chance ao cabecear torto no final do primeiro tempo.

No início do segundo tempo, o Corinthians voltou com alterações. Uma delas foi a entrada de Acosta. Em seu primeiro lance, o uruguaio aproveitou cruzamento da direita e tocou de cabeça, Luiz defendeu e a bola ainda tocou na trave. Na nova cobrança, Lulinha escorou, mas a bola saiu pela direita.

De tanto tentar jogadas aéreas, o Corinthians conseguiu o seu gol. Lulinha cruzou bola de direita e o argentino Herrera aproveitou falha de Luiz, para de cabeça abrir o placar para o alvinegro.

O Corinthians ainda desperdiçava grandes chances de ampliar. Em uma delas, Chicão, William e Lulinha chutaram em confusão na área, nos chutes de Chicão e Lulinha, o goleiro Luiz fez duas defesas milagrosas, já William sem goleiro, isolou a bola.

Aos trinta e oito do minutos do segundo tempo, após chutão de Neto Gaúcho, Luan ganhou na corrida de William e chutou cruzado sem chances para Felipe, um a um no placar.

Quando todos esperavam o empate, novamente apareceu a bola aérea. Dentinho cruzou da esquerda, o goleiro Luiz ameaçou sair e ficou parado, Herrera penetrou-se na zaga e testou com firmeza para as redes do São Caetano, dois a um para o Corinthians.

A partir daí, o Timão ficou se segurando e garantiu a vitória. No entanto o gol marcado fora de casa animou os jogadores do São Caetano.


Os times voltam a se enfrentar na próxima terça-feira pelo jogo de volta da Copa do Brasil, em Ribeirão Preto, mas, antes o Corinthians receberá o CRB e o São Caetano a Ponte Preta pela abertura da Série B.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Cruzeiro ganha o caneco em Minas

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Por Leonardo Martins


Muitos encaravam o 2º jogo da Final do Campeonato Mineiro como uma festa azul, devido ao placar feito pelo Cruzeiro no 1º jogo. A festa só ficou por conta da torcida cruzeirense, que foi ao Mineirão em quase sua totalidade. Aos poucos atleticanos que compareceram ao estádio na tarde deste domingo, restavam um pouco de esperança na improvável vitória por 6 gols de diferença sobre o rival, que lhe daria o bicampeonato. Mas o Cruzeiro ganhou mais uma vez do rival, desta vez por 1 a 0, e levantou a taça de Campeão Estadual pela 34ª vez.

O Cruzeiro, sabendo da ótima vantagem conquistada no 1º jogo, entrou com um time misto, poupando para a partida de 4ª feira contra o Boca pela Libertadores. Enquanto o Atlético se lançava ao ataque, acreditando no que era quase impossível, fazer 6 gols no rival. Por isso tivemos um jogo franco e cheio de oportunidades no 1º tempo. O Galo chegou logo no primeiro minuto de jogo com Gérson. 4 minutos mais tarde, Marcelo Moreno respondeu para a raposa em um chute por cima do gol. As duas equipes alternaram chances de gols. O Galo chegou com Danilinho e Eduardo, que assustaram o gol de Fábio. A Raposa chegou em uma chance incrível. O goleiro Juninho falhou em um cruzamento de Wagner, mas o atacante Marcinho chegou atrasado na bola e ela passou.

O título estava longe dos atleticanos, mas o Galo queria terminar o campeonato de forma honrosa. Por isto, o Galo voltou querendo a vitória na 2ª etapa. O Lateral Coelho tentou 2 vezes, sem sucesso. O próprio Coelho saiu minutos mais tarde por contusão, assim como Jadilson, da Raposa. A vitória atleticana começaria a se complicar quando Renan, que havia entrado na 2ª etapa, se desentendeu com o árbitro e foi expulso. A partir daí, quem ficou mais próximo da vitória foram os azuis. Tanto que o técnico celeste tirou o volante Fabrício para a entrada de Guilherme e logo deu resultado. Aos 30 minutos, Wagner cruzou da esquerda para a entrada do artilheiro Marcelo Moreno fazer o gol que explodiu o Mineirão.

Cenas lamentáveis ocorreram a partir daí, aos 38. Danilinho revidou uma provocação de Charles com um tapa na cara e foi expulso. O fato gerou um princípio de confusão generalizada, foram 5 minutos com o jogo parado. Depois da confusão, o volante cruzeirense também foi expulso. Porém, este fato não diminuiu a festa azul no Mineirão e após o jogo, o Cruzeiro comemorou e muito este título.

Passado o Campeonato Estadual, os dois finalistas voltam a campo neste meio de semana e no Mineirão. Os celestes enfrentam o Boca da Argentina, precisando vencer para continuar na Copa Libertadores. E os alvinegros fazem o jogo de ida pelas quartas-de-final da Copa do Brasil contra o Botafogo.