Por Leonardo Martins
Neste meio de semana aconteceu a 4ª rodada da Liga dos Campeões e as primeiras equipes classificadas a próxima fase foram conhecidas. Vamos aos resultados
Grupo A
Roma-ITA 3x1 Chelsea-ING
Panucci e Vucinic(2); Terry
Cluj-ROM 1x2 Bordeaux-FRA
Dani; Gorcuff e Wendell
Grupo B
Anorthosis-CHP 3x3 Internazionale-ITA
Bardon, Frousos e Panagi; Balotelli, Materazzi e Cruz
Werder Bremen-ALE 0x3 Panathinaikos-GRE
Mantzios, Karagounis e Tzolis
Grupo C
Barcelona-ESP 1x1 Basel-SUI
Messi; Derdiyok
Sporting-POR 1x0 Shaktar Donetsk-UCR
Derlei
Barcelona e Sporting classificados
Grupo D
Liverpool-ING 1x1 Atlético de Madrid-ESP
Gerrard; Maxi Rodriguez
Olympique Marseille-FRA 3x0 PSV-HOL
Koné e Niang(2)
Grupo E
Celtic-ESC 1x1 Manchester United-ING
McDonald; Giggs
Aalborg-DIN 2x2 Villareal-ESP
Rossi e Franco; Curth e Due
Grupo F
Lyon-FRA 2x0 Steaua Bucharesti-ROM
Juninho Pernambucano e Reveilliere
Fiorentina-ITA 1x1 Bayern de Munique-ALE
Mutu; Borowski
Grupo G
Arsenal-ING 0x0 Fenerbahçe-TUR
Dynamo Kiev-UCR 1x2 Porto-POR
Milievsky; Rolando e Lucho Gonzalez
Grupo H
Real Madrid-ESP 0x2 Juventus-ITA
Del Piero(2)
BATE Borisov-BLR 0x1 Zenit-RUS
Pogrebnyak
A próxima rodada acontece nos dias 25 e 26 de novembro,
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Título de Massa escapa na última curva
Por Leonardo Martins
Foi uma decisão inesquecível em Interlagos, na última prova da temporada 2008 da Fórmula 1. Ontem a tarde em São Paulo, aconteceu o GP do Brasil de F1. Uma decisão que teve todos os ingredientes de uma grande decisão e o Campeonato foi decidido na última curva. Para a tristeza de um país inteiro, o brasileiro Felipe Massa fez sua parte ao vencer a corrida, mas viu o título mundial escapar na última curva para o inglês Lewis Hamilton.
A largada foi com pista molhada e os pilotos largaram com pneus para pista molhada. Massa largou bem e permaneceu na liderança, agora só restava secar o inglês, que estava em 4º, resultado que dava o título para o inglês. O brasileiro Nelsinho Piquet rodou sozinho e não passou da 1ª volta. Outro que não passou da 1ª volta foi o escocês David Coulthard, que fez sua despedida da categoria em São Paulo. Este acidente de Coulthard fez com que o Safety Car entrasse.
Após a relargada, a pista secou e os pilotos tiveram que colocar pneus para pista seca. Depois da rodada de pit-stops, Massa abria vantagem na frente e Hamilton foi para 7º, agora o título mundial ficaria com Massa, mas logo o inglês foi para 5º ao ultrapassar Trulli e Fisichella.
O Alemão Vettel, com pouca gasolina, começou a ameaçar a liderança do brasileiro, mas Massa foi seguro e continuava acelerando na frente. Vettel foi ultrapassado pelo espanhol Fernando Alonso e Hamilton consolidava o título com um 4º lugar e parecia que não teria dificuldades para conquistar o título. Após a 2ª rodada de paradas, nada mudou e Vettel continuava pressionando Massa na liderança.
A corrida só voltou a ter emoção quando a chuva voltou a 8 voltas do fim da corrida. Os pilotos tiveram que recolocar os pneus intermediários e Hamilton foi para quinto, pois o alemão da Toyota, Timo Glock, decidiu arriscar e não colocou os pneus de chuva. A 2 voltas do fim, o sonho do título de Massa se tornaria realidade, porque Vettel passou o inglês e Hamilton passou para 6º, resultado que o brasileiro precisava. Restava ao alemão segurar o inglês, já que a vitória de Massa estava consolidada. Mas a estratégia errada de Glock decidiu o campeonato, pois o alemão vinha lento e na última curva, Hamilton e Vettel passaram o piloto da Toyota, foi um banho de água fria para a torcida que já comemoravam o título de Massa. Resultado final, Massa ganhou a corrida e o inglês foi o 5º e se tornou o piloto mais jovem a conquistar um título mundial com 23 anos de idade.
Alonso foi o 2º e Raikkonen completou o pódio em 3º. Outro brasileiro, Rubens Barrichello, foi o 15º e pode dar adeus a categoria, já que o piloto ainda não garantiu vaga em nenhuma equipe para a próxima temporada.
A Ferrari conquistou o título de construtores com 172 pontos. Ano que vem tem mais uma temporada da Fórmula 1.
A largada foi com pista molhada e os pilotos largaram com pneus para pista molhada. Massa largou bem e permaneceu na liderança, agora só restava secar o inglês, que estava em 4º, resultado que dava o título para o inglês. O brasileiro Nelsinho Piquet rodou sozinho e não passou da 1ª volta. Outro que não passou da 1ª volta foi o escocês David Coulthard, que fez sua despedida da categoria em São Paulo. Este acidente de Coulthard fez com que o Safety Car entrasse.
Após a relargada, a pista secou e os pilotos tiveram que colocar pneus para pista seca. Depois da rodada de pit-stops, Massa abria vantagem na frente e Hamilton foi para 7º, agora o título mundial ficaria com Massa, mas logo o inglês foi para 5º ao ultrapassar Trulli e Fisichella.
O Alemão Vettel, com pouca gasolina, começou a ameaçar a liderança do brasileiro, mas Massa foi seguro e continuava acelerando na frente. Vettel foi ultrapassado pelo espanhol Fernando Alonso e Hamilton consolidava o título com um 4º lugar e parecia que não teria dificuldades para conquistar o título. Após a 2ª rodada de paradas, nada mudou e Vettel continuava pressionando Massa na liderança.
A corrida só voltou a ter emoção quando a chuva voltou a 8 voltas do fim da corrida. Os pilotos tiveram que recolocar os pneus intermediários e Hamilton foi para quinto, pois o alemão da Toyota, Timo Glock, decidiu arriscar e não colocou os pneus de chuva. A 2 voltas do fim, o sonho do título de Massa se tornaria realidade, porque Vettel passou o inglês e Hamilton passou para 6º, resultado que o brasileiro precisava. Restava ao alemão segurar o inglês, já que a vitória de Massa estava consolidada. Mas a estratégia errada de Glock decidiu o campeonato, pois o alemão vinha lento e na última curva, Hamilton e Vettel passaram o piloto da Toyota, foi um banho de água fria para a torcida que já comemoravam o título de Massa. Resultado final, Massa ganhou a corrida e o inglês foi o 5º e se tornou o piloto mais jovem a conquistar um título mundial com 23 anos de idade.
Alonso foi o 2º e Raikkonen completou o pódio em 3º. Outro brasileiro, Rubens Barrichello, foi o 15º e pode dar adeus a categoria, já que o piloto ainda não garantiu vaga em nenhuma equipe para a próxima temporada.
A Ferrari conquistou o título de construtores com 172 pontos. Ano que vem tem mais uma temporada da Fórmula 1.
domingo, 2 de novembro de 2008
Tricolor vence e assume a liderança isolada
Por Leonardo Martins
Na noite deste domingo, no Morumbi, o São Paulo recebeu os reservas do Inter querendo continuar na liderança do Campeonato Brasileiro. O Tricolor venceu bem por 3 a 0 e assumiu a liderança isolada da competição.
O técnico Muricy Ramalho convocou e a torcida compareceu em grande número, mesmo com a chuva forte que caiu na capital paulista durante o dia. Mas o anfitrião demorou um pouco a ameaçar o Inter, que veio com time misto, só que não abriu mão de atacar.
A primeira grande chance da partida aconteceu aos 18, quando Zé Luis cruzou na área e Borges, de cabeça, acertou a trave esquerda de Lauro. Dagoberto pegou a sobra, mas o goleiro espalmou. A torcida são-paulina se empolgou. A resposta do Inter veio aos 23 minutos. Após boa arrancada de Taison, Walter recebeu e chutou forte, obrigando Rogério Ceni a espalmar em boa defesa.
Mas quem arriscava mais era o São Paulo, e a recompensa chegou aos 29 minutos. Depois da cobrança de escanteio, Miranda escorou de cabeça e Borges, oportunista, deu um toque na bola, empurrando para a rede. O atacante não marcava há quase dois meses. O último gol havia saído contra o Atlético-MG.
O dono da casa ainda criou mais oportunidades, mas não conseguiu ampliar. Aos 44, Jorge Wagner fez bela jogada pela esquerda, passou por dois marcadores, e tocou para Borges, que tentou de primeira, mas a bola subiu. O Inter segurou o ímpeto de atacar. E o Tricolor paulista deixou o gramado no intervalo com a liderança provisória do Brasileiro, pois o Grêmio empatava com o Figueirense naquele momento.
Não se sabe se Muricy informou que o resultado parcial do Grêmio colocava o São Paulo na liderança do Brasileiro, mas o time voltou para o segundo tempo com fome de fazer o segundo gol.
Não demorou muito para que isso acontecesse. E veio de forma espetacular. Aos sete minutos, Dagoberto arrancou do círculo central, levou a bola com rapidez, e ao chegar na área, deu um toque na bola com o bico da chuteira, levantando a redonda sutilmente e impedindo o goleiro Lauro de tentar algo. Um golaço, que deixou a torcida alucinada!
Com uma bomba, Hernanes tentou ampliar, aos 12, mas Lauro espalmou. Aos 19, Alex cobrou uma falta, mas Hugo tirou o perigo pelo alto. O Tricolor paulista diminuiu um pouco o ritmo, mas ainda tinha o domínio da partida. Aos 29, Hernanes cobrou falta perto da grande área, mas a bola foi pela linha de fundo.
O Inter assustou aos 31. Alex cobrou falta de longa distância e Rogério Ceni espalmou para frente. André Dias salvou o São Paulo, tirando a bola do alcance de Rosinei. Mas a noite era são-paulina. Aos 36 minutos, Hugo acertou um chute forte no travessão. A bola voltou para ele que, de cabeça, fez o terceiro do anfitrião e comemorou como se dirigisse um carro, em homenagem a Massa. Festa geral da torcida!
O Inter ainda tentou diminuir, mas não passou por Ceni, que era ovacionado a cada defesa. Nos minutos finais, já em festa total, a torcida gritava "olé". Depois do fim da partida, os torcedores ainda esperaram o fim do jogo do Grêmio e comemoraram a liderança.
O Tricolor foi aos 62 pontos e assume pela 1ª vez a liderança no Campeonato Brasileiro e na próxima rodada, o São Paulo faz o clássico contra a Portuguesa. Já o Inter caiu para o 9º lugar com 48 pontos e agora o Colorado pensa somente na Sul-Americana onde tem jogo na quinta-feira contra o Boca na Argentina.
Outros jogos
Fluminense 0x1 Vasco
Wágner Diniz
Atlético-PR 1x0 Sport
Rafael Moura
Grêmio 1x1 Figueirense
Reinaldo; Marquinho
Amanhã tem os detalhes dos jogos entre Atlético-MG x Botafogo e Santos x Palmeiras
O técnico Muricy Ramalho convocou e a torcida compareceu em grande número, mesmo com a chuva forte que caiu na capital paulista durante o dia. Mas o anfitrião demorou um pouco a ameaçar o Inter, que veio com time misto, só que não abriu mão de atacar.
A primeira grande chance da partida aconteceu aos 18, quando Zé Luis cruzou na área e Borges, de cabeça, acertou a trave esquerda de Lauro. Dagoberto pegou a sobra, mas o goleiro espalmou. A torcida são-paulina se empolgou. A resposta do Inter veio aos 23 minutos. Após boa arrancada de Taison, Walter recebeu e chutou forte, obrigando Rogério Ceni a espalmar em boa defesa.
Mas quem arriscava mais era o São Paulo, e a recompensa chegou aos 29 minutos. Depois da cobrança de escanteio, Miranda escorou de cabeça e Borges, oportunista, deu um toque na bola, empurrando para a rede. O atacante não marcava há quase dois meses. O último gol havia saído contra o Atlético-MG.
O dono da casa ainda criou mais oportunidades, mas não conseguiu ampliar. Aos 44, Jorge Wagner fez bela jogada pela esquerda, passou por dois marcadores, e tocou para Borges, que tentou de primeira, mas a bola subiu. O Inter segurou o ímpeto de atacar. E o Tricolor paulista deixou o gramado no intervalo com a liderança provisória do Brasileiro, pois o Grêmio empatava com o Figueirense naquele momento.
Não se sabe se Muricy informou que o resultado parcial do Grêmio colocava o São Paulo na liderança do Brasileiro, mas o time voltou para o segundo tempo com fome de fazer o segundo gol.
Não demorou muito para que isso acontecesse. E veio de forma espetacular. Aos sete minutos, Dagoberto arrancou do círculo central, levou a bola com rapidez, e ao chegar na área, deu um toque na bola com o bico da chuteira, levantando a redonda sutilmente e impedindo o goleiro Lauro de tentar algo. Um golaço, que deixou a torcida alucinada!
Com uma bomba, Hernanes tentou ampliar, aos 12, mas Lauro espalmou. Aos 19, Alex cobrou uma falta, mas Hugo tirou o perigo pelo alto. O Tricolor paulista diminuiu um pouco o ritmo, mas ainda tinha o domínio da partida. Aos 29, Hernanes cobrou falta perto da grande área, mas a bola foi pela linha de fundo.
O Inter assustou aos 31. Alex cobrou falta de longa distância e Rogério Ceni espalmou para frente. André Dias salvou o São Paulo, tirando a bola do alcance de Rosinei. Mas a noite era são-paulina. Aos 36 minutos, Hugo acertou um chute forte no travessão. A bola voltou para ele que, de cabeça, fez o terceiro do anfitrião e comemorou como se dirigisse um carro, em homenagem a Massa. Festa geral da torcida!
O Inter ainda tentou diminuir, mas não passou por Ceni, que era ovacionado a cada defesa. Nos minutos finais, já em festa total, a torcida gritava "olé". Depois do fim da partida, os torcedores ainda esperaram o fim do jogo do Grêmio e comemoraram a liderança.
O Tricolor foi aos 62 pontos e assume pela 1ª vez a liderança no Campeonato Brasileiro e na próxima rodada, o São Paulo faz o clássico contra a Portuguesa. Já o Inter caiu para o 9º lugar com 48 pontos e agora o Colorado pensa somente na Sul-Americana onde tem jogo na quinta-feira contra o Boca na Argentina.
Outros jogos
Fluminense 0x1 Vasco
Wágner Diniz
Atlético-PR 1x0 Sport
Rafael Moura
Grêmio 1x1 Figueirense
Reinaldo; Marquinho
Amanhã tem os detalhes dos jogos entre Atlético-MG x Botafogo e Santos x Palmeiras
Cruzeiro tem apagão e perde em Goiânia
Por Leonardo Martins
Na tarde deste domingo, no Serra Dourada, Cruzeiro e Goiás fizeram partida válida pela 33ª Rodada do Campeonato Brasileiro. Os goianos aproveitaram um apagão dos mineiros para fazer 3 gols em 16 minutos e vencer por 3 a 0, complicando a situação da Raposa.
Foi um verdadeiro apagão do Cruzeiro, aliado a competência do time goiano, que aproveitou as chances para fazer o placar em 16 minutos. A Raposa entrou em campo cometendo falhas na marcação e o Goiás logo marcou os 3 gols. O primeiro veio aos 2 minutos, Júlio César chutou para a defesa de Fábio e a bola sobrou limpa para Paulo Baier fuzilar o gol. Paulo Baier que fez o 2º gol também aos 8. após vacilo de Espinoza, Iarley tomou a bola do zagueiro e fez um belo passe para o camisa 10 tocar na saída de Fábio. O 3º gol veio aos 16 minutos, Júlio César cobrou escanteio na cabeça de Henrique que subiu mais que a zaga e mandou para o fundo das redes.
Os 3 gols do Goiás parece que não acordaram a equipe azul, pois continuava sonolenta e cometendo inúmeras falhas de passe e de marcação. A equipe esmeraldina diminuiu o ritmo, mas continuava anulando as principais jogadas azuis. Para se ter uma idéia o Cruzeiro no 1º tempo só chegou em alguns chutes que passaram por cima do gol e uma cabeçada de Thiago Ribeiro que passou ao lado. O Goiás quase marcou o 4º aos 29 minutos em um chute de Fábio Bahia que exigiu uma boa defesa de Fábio. No resto do tempo, o Goiás se limitou a tocar a bola e passar o tempo.
O mesmo ritmo que o Goiás impôs na segunda etapa, o Cruzeiro ainda fez algumas alterações. Tirou Guilherme e Espinoza para colocar Camilo e Léo Fortunato, mas o Cruzeiro continuava sendo muito marcado e criava poucas chances. Os goianos tiveram um gol mal anulado de Iarley que o juiz alegou impedimento. Adilson Batista tirou Fernandinho para colocar Maurinho e Jonathan foi para o meio e o lateral criou as melhores chances em 2 chutes que Harlei fez ótimas defesas. Mas não foi o suficiente para se mudar o resultado do jogo.
O Cruzeiro foi para o 4º lugar com 58 e ficou mais longe do título. O Goiás subiu para o 8º lugar com 48 pontos. Na próxima rodada a Raposa recebe o Fluminense e o Goiás visita o Sport na capital pernambucana.
Foi um verdadeiro apagão do Cruzeiro, aliado a competência do time goiano, que aproveitou as chances para fazer o placar em 16 minutos. A Raposa entrou em campo cometendo falhas na marcação e o Goiás logo marcou os 3 gols. O primeiro veio aos 2 minutos, Júlio César chutou para a defesa de Fábio e a bola sobrou limpa para Paulo Baier fuzilar o gol. Paulo Baier que fez o 2º gol também aos 8. após vacilo de Espinoza, Iarley tomou a bola do zagueiro e fez um belo passe para o camisa 10 tocar na saída de Fábio. O 3º gol veio aos 16 minutos, Júlio César cobrou escanteio na cabeça de Henrique que subiu mais que a zaga e mandou para o fundo das redes.
Os 3 gols do Goiás parece que não acordaram a equipe azul, pois continuava sonolenta e cometendo inúmeras falhas de passe e de marcação. A equipe esmeraldina diminuiu o ritmo, mas continuava anulando as principais jogadas azuis. Para se ter uma idéia o Cruzeiro no 1º tempo só chegou em alguns chutes que passaram por cima do gol e uma cabeçada de Thiago Ribeiro que passou ao lado. O Goiás quase marcou o 4º aos 29 minutos em um chute de Fábio Bahia que exigiu uma boa defesa de Fábio. No resto do tempo, o Goiás se limitou a tocar a bola e passar o tempo.
O mesmo ritmo que o Goiás impôs na segunda etapa, o Cruzeiro ainda fez algumas alterações. Tirou Guilherme e Espinoza para colocar Camilo e Léo Fortunato, mas o Cruzeiro continuava sendo muito marcado e criava poucas chances. Os goianos tiveram um gol mal anulado de Iarley que o juiz alegou impedimento. Adilson Batista tirou Fernandinho para colocar Maurinho e Jonathan foi para o meio e o lateral criou as melhores chances em 2 chutes que Harlei fez ótimas defesas. Mas não foi o suficiente para se mudar o resultado do jogo.
O Cruzeiro foi para o 4º lugar com 58 e ficou mais longe do título. O Goiás subiu para o 8º lugar com 48 pontos. Na próxima rodada a Raposa recebe o Fluminense e o Goiás visita o Sport na capital pernambucana.
Flamengo vacila no Maraca e pode ficar longe do título
Por Leonardo Martins
Na noite deste sábado, com um bom público no Maracanã, o Flamengo recebeu a Portuguesa querendo embolar mais ainda a disputa pelo título. O empate em 2 a 2 atrapalhou os planos flamenguistas de voltar a disputa e ainda pode ficar mais longe do caneco.
Cientes de que a torcida não perdoaria mais uma noite de pesadelo como na derrota por 3 a 0 diante do Atlético-MG, os jogadores do Flamengo começaram a partida a mil por hora. Marcando forte a saída de bola da Lusa, o time carioca assustou logo aos 2 minutos, quando Obina, Juan e Ibson fizeram uma boa triangulação, mas o volante errou o último passe. Na seqüência, Rai fez boa jogada individual e tentou colocar a Portuguesa no jogo, mas errou feio o chute. Aos 5, o primeiro gol rubro-negro. E um gol as avessas.
Após escanteio mal cobrado por Marcelinho Paraíba, a bola sobrou para Jaílton no bico da área. O volante fez o papel de ponta, deixou Erick para trás e já na linha de fundo levantou a bola na pequena área para...Fábio Luciano. Cheio de estilo, o capitão concluiu como um legítimo atacante e de voleio fuzilou Gottardi para marcar. Na comemoração, ele imitou o gesto eternizado por Bebeto na Copa de 94 e "embalou" a filha Isabella, que nasceu no último domingo.
Em vantagem, o Flamengo seguiu pressionando e os zagueiros seguiram se mandando para o ataque. Aos 7, Kleberson fez o cruzamento e Bruno Rodrigo evitou o gol de Ronaldo Angelim. No minuto seguinte, foi Marcelinho Paraíba quem avançou pela esquerda e buscou Fábio Luciano na área. Dessa vez, o camisa 3 errou a bola.
Seguro na defesa, o Flamengo até deixava a Portuguesa trocar passes, mas, sem penetração na área, os paulistas apelavam para bolas aéreas sem sucesso. Se Obina continuava apagado, Fábio Luciano não se privava de atacar. Aos 17, Paraíba cobrou falta com efeito, Gottardi falhou, mas sofreu falta do zagueiro, que desperdiçou boa chance. Aos 21, Rai mais uma vez tentou acordar a Lusa, só que mais um chute totalmente torto sequer chamou a atenção de Bruno.
Relaxado, o Flamengo apresentava bom volume de jogo. Entretanto, não concluía. Aos 35, os cariocas já tinham cobrado sete escanteios. Em um deles, Marcelinho Paraíba quase fez o gol olímpico. Gottardi, esperto, tirou de soco. Sempre na base do chuveirinho, a Portuguesa arriscava timidamente, e quase empatou aos 38. Patrício fez o cruzamento, Athirson desviou de cabeça e Erick acertou a rede pelo lado de fora.
E a Lusa que estava tímida passou a pressionar. Aos 42, Rai fez a festa pela esquerda, deixou Jaílton caído e rolou para Athirson, na marca do pênalti, isolar. Logo depois, o próprio lateral-esquerdo trocou passes com Edno e da pequena área bateu fraquinho para a defesa de Bruno.
A essa altura, o Rubro-Negro que iniciou o jogo de forma avassaladora já não era o mesmo e foi para o intervalo ao som de vaias e gritos de Fierro.
Ainda apático, o Flamengo viu a Portuguesa atropelar no início da segunda etapa. Aos 4, Rai, sempre ele, arriscou da intermediária. Dessa vez, o meia acertou o alvo e Bruno defendeu em dois tempo. Era apenas o primeiro chute do bombardeio da Lusa. Aos 6, Erick foi quem limpou a jogada na entrada da área e bateu cruzado para mais uma defesa do camisa 1. Dois minutos depois, entretanto, não teve perdão. Com muita liberdade, Jonas recebeu no bico da área pela esquerda, girou e chutou no cantinho esquerdo do goleiro rubro-negro para decretar o empate.
Totalmente perdido em campo e errando muitos passes, o Flamengo assustou aos 13 com Fábio Luciano, que chutou cruzado para o corte de Bruno Rodrigo na pequena área. No lance seguinte, desilusão rubro-negra. Após vacilo dos cariocas na saída de bola, Erick dominou sozinho pela direita, olhou para área e cruzou na medida para Athirson escorar de cabeça e dançar o vira: 2 a 1 Portuguesa.
O placar adverso deixou o Flamengo, além de desorganizado, desesperado. Mesmo com os gritos de burro vindos das arquibancadas, Caio Júnior tirou Jaílton, que foi muito aplaudido, e colocou Maxi Biancucchi. O argentino incendiou a equipe e quase empatou aos 23. Em seu primeiro lance, ele recebeu cruzamento de Juan, mas foi desarmado por Bruno Rodrigo antes de concluir de cabeça. Nos minutos seguintes, Juan e Ibson ainda desperdiçaram boas chances. Aos 25, o lateral-esquerdo ficou com sobra de bate e rebate na área e isolou. Um minuto depois, o volante arriscou de longe, mas Gottardi fez grande defesa e evitou o gol.
Na base do desespero, o Flamengo seguiu no ataque. Errando tudo que tentava, Juan passou a ser muito vaiado pelo torcedor, que pedia também que Caio Júnior aceitasse uma proposta do futebol japonês. Aos 38, Everton fez boa jogada individual pela esquerda e cruzou no segundo pau. O baixinho Maxi escorou de cabeça, a bola explodiu no travessão e no rebote o próprio argentino escorou para as redes. Na pressa para buscar a bola no fundo das redes, Obina e Patrício se desentenderam e acabaram expulsos. O atacante deixou o campo aplaudido.
Depois disso, muita pressão do lado rubro-negra, pouca criação e mais uma decepção com o apito final de Héber Roberto Lopes.
O Flamengo continua fora da zona da Libertadores em 5º com 57 pontos e torce para tropeços dos primeiros colocados para permanecer na briga pelo título. Já a Lusa caiu uma posição e continua ameaçada pela zona de rebaixamento com 36 pontos na 16ª posição. Na próxima rodada, o Flamengo encara o Botafogo, domingo, às 19h10m, em partida marcada inicialmente para o Maracanã. A Lusa também tem um clássico pela frente, contra o São Paulo, sábado, às 18h30m, no Canindé.
Outros jogos
Cientes de que a torcida não perdoaria mais uma noite de pesadelo como na derrota por 3 a 0 diante do Atlético-MG, os jogadores do Flamengo começaram a partida a mil por hora. Marcando forte a saída de bola da Lusa, o time carioca assustou logo aos 2 minutos, quando Obina, Juan e Ibson fizeram uma boa triangulação, mas o volante errou o último passe. Na seqüência, Rai fez boa jogada individual e tentou colocar a Portuguesa no jogo, mas errou feio o chute. Aos 5, o primeiro gol rubro-negro. E um gol as avessas.
Após escanteio mal cobrado por Marcelinho Paraíba, a bola sobrou para Jaílton no bico da área. O volante fez o papel de ponta, deixou Erick para trás e já na linha de fundo levantou a bola na pequena área para...Fábio Luciano. Cheio de estilo, o capitão concluiu como um legítimo atacante e de voleio fuzilou Gottardi para marcar. Na comemoração, ele imitou o gesto eternizado por Bebeto na Copa de 94 e "embalou" a filha Isabella, que nasceu no último domingo.
Em vantagem, o Flamengo seguiu pressionando e os zagueiros seguiram se mandando para o ataque. Aos 7, Kleberson fez o cruzamento e Bruno Rodrigo evitou o gol de Ronaldo Angelim. No minuto seguinte, foi Marcelinho Paraíba quem avançou pela esquerda e buscou Fábio Luciano na área. Dessa vez, o camisa 3 errou a bola.
Seguro na defesa, o Flamengo até deixava a Portuguesa trocar passes, mas, sem penetração na área, os paulistas apelavam para bolas aéreas sem sucesso. Se Obina continuava apagado, Fábio Luciano não se privava de atacar. Aos 17, Paraíba cobrou falta com efeito, Gottardi falhou, mas sofreu falta do zagueiro, que desperdiçou boa chance. Aos 21, Rai mais uma vez tentou acordar a Lusa, só que mais um chute totalmente torto sequer chamou a atenção de Bruno.
Relaxado, o Flamengo apresentava bom volume de jogo. Entretanto, não concluía. Aos 35, os cariocas já tinham cobrado sete escanteios. Em um deles, Marcelinho Paraíba quase fez o gol olímpico. Gottardi, esperto, tirou de soco. Sempre na base do chuveirinho, a Portuguesa arriscava timidamente, e quase empatou aos 38. Patrício fez o cruzamento, Athirson desviou de cabeça e Erick acertou a rede pelo lado de fora.
E a Lusa que estava tímida passou a pressionar. Aos 42, Rai fez a festa pela esquerda, deixou Jaílton caído e rolou para Athirson, na marca do pênalti, isolar. Logo depois, o próprio lateral-esquerdo trocou passes com Edno e da pequena área bateu fraquinho para a defesa de Bruno.
A essa altura, o Rubro-Negro que iniciou o jogo de forma avassaladora já não era o mesmo e foi para o intervalo ao som de vaias e gritos de Fierro.
Ainda apático, o Flamengo viu a Portuguesa atropelar no início da segunda etapa. Aos 4, Rai, sempre ele, arriscou da intermediária. Dessa vez, o meia acertou o alvo e Bruno defendeu em dois tempo. Era apenas o primeiro chute do bombardeio da Lusa. Aos 6, Erick foi quem limpou a jogada na entrada da área e bateu cruzado para mais uma defesa do camisa 1. Dois minutos depois, entretanto, não teve perdão. Com muita liberdade, Jonas recebeu no bico da área pela esquerda, girou e chutou no cantinho esquerdo do goleiro rubro-negro para decretar o empate.
Totalmente perdido em campo e errando muitos passes, o Flamengo assustou aos 13 com Fábio Luciano, que chutou cruzado para o corte de Bruno Rodrigo na pequena área. No lance seguinte, desilusão rubro-negra. Após vacilo dos cariocas na saída de bola, Erick dominou sozinho pela direita, olhou para área e cruzou na medida para Athirson escorar de cabeça e dançar o vira: 2 a 1 Portuguesa.
O placar adverso deixou o Flamengo, além de desorganizado, desesperado. Mesmo com os gritos de burro vindos das arquibancadas, Caio Júnior tirou Jaílton, que foi muito aplaudido, e colocou Maxi Biancucchi. O argentino incendiou a equipe e quase empatou aos 23. Em seu primeiro lance, ele recebeu cruzamento de Juan, mas foi desarmado por Bruno Rodrigo antes de concluir de cabeça. Nos minutos seguintes, Juan e Ibson ainda desperdiçaram boas chances. Aos 25, o lateral-esquerdo ficou com sobra de bate e rebate na área e isolou. Um minuto depois, o volante arriscou de longe, mas Gottardi fez grande defesa e evitou o gol.
Na base do desespero, o Flamengo seguiu no ataque. Errando tudo que tentava, Juan passou a ser muito vaiado pelo torcedor, que pedia também que Caio Júnior aceitasse uma proposta do futebol japonês. Aos 38, Everton fez boa jogada individual pela esquerda e cruzou no segundo pau. O baixinho Maxi escorou de cabeça, a bola explodiu no travessão e no rebote o próprio argentino escorou para as redes. Na pressa para buscar a bola no fundo das redes, Obina e Patrício se desentenderam e acabaram expulsos. O atacante deixou o campo aplaudido.
Depois disso, muita pressão do lado rubro-negra, pouca criação e mais uma decepção com o apito final de Héber Roberto Lopes.
O Flamengo continua fora da zona da Libertadores em 5º com 57 pontos e torce para tropeços dos primeiros colocados para permanecer na briga pelo título. Já a Lusa caiu uma posição e continua ameaçada pela zona de rebaixamento com 36 pontos na 16ª posição. Na próxima rodada, o Flamengo encara o Botafogo, domingo, às 19h10m, em partida marcada inicialmente para o Maracanã. A Lusa também tem um clássico pela frente, contra o São Paulo, sábado, às 18h30m, no Canindé.
Outros jogos
Ipatinga 2x0 Coritiba
Ferreira(2)
Náutico 1x0 Vitória
Felipe
Ferreira(2)
Náutico 1x0 Vitória
Felipe
sábado, 1 de novembro de 2008
Com ajuda do juiz, Tigres vence Aperibeense; Bangu ganha fora
Por Matheus Mandy
A Série B do Carioca está pegando fogo no quadrangular. Bangu e Tigres venceram e estão na liderança, já o Olaria perdeu outra e se complicou.
O jogo ainda estava morno, quando aos 11 minutos, o árbitro, Adricélio André dos Santos marcou um pênalti inexistente a favor do Tigres. Roberto cobrou com categoria a abriu o placar, 1 a 0. O jogo começava a ficar quente e o juiz continuava a se complicar. Após falta não marcada, o Tigres armou contra-ataque e após falha de Ronzei, o goleiro Zé Romário fez uma bela defesa em chute de Oziel.
Aos 26 minutos, o Aperibeense começou a entrar no jogo. Após chute de Aécio rebatido pela zaga, o meia Jonathan acertou um lindo chute e Marcos Paulo fez grande defesa. O time do noroeste se animou e Neném fez grande jogada e a bola beliscou a trave de Marcos Paulo.
No final do primeiro tempo houve mais confusão. Neném reclamou com a arbitragem e o juiz começou a disparar cartões contra o time alvine-negro. Zé Romário, Everton, Elmo além do próprio Neném receberam cartões. Ronzei também recebeu amarelo após fazer falta dura.
No segundo tempo, foi a vez do goleiro Zé Romário aparecer. Após chute de Roberto, o goleiro do Aperibeense fez uma defesa espetacular. O Aperibeense só acordou aos 20 minutos, quando Zé Carlos falhou e Jonathan obrigou o goleiro Marcos Paulo a fazer grande defesa. No fim da partida ainda sobrou tempo para Zé Romário fazer duas defesas espetaculares em chutes de Lino e Oziel.Na outra partida da rodada, o Olaria perdeu em casa de virada para o Bangu por 2 a 1.
Classificação
1-Bangu 4Pts 1Sg 3Gp 2Gc
2-Tigres 4Pts 1Sg 2Gp 1Gc
3-Aperibeense 3Pts 0Sg 2Gp 2Gc
4-Olaria 0Pts -2Sg 2Gp 4Gc
Próxima Rodada
Quarta-Feira – 16h
Aperibeense x Bangu (Aperibé)
Olaria x Tigres (A Definir)
A Série B do Carioca está pegando fogo no quadrangular. Bangu e Tigres venceram e estão na liderança, já o Olaria perdeu outra e se complicou.
O jogo ainda estava morno, quando aos 11 minutos, o árbitro, Adricélio André dos Santos marcou um pênalti inexistente a favor do Tigres. Roberto cobrou com categoria a abriu o placar, 1 a 0. O jogo começava a ficar quente e o juiz continuava a se complicar. Após falta não marcada, o Tigres armou contra-ataque e após falha de Ronzei, o goleiro Zé Romário fez uma bela defesa em chute de Oziel.
Aos 26 minutos, o Aperibeense começou a entrar no jogo. Após chute de Aécio rebatido pela zaga, o meia Jonathan acertou um lindo chute e Marcos Paulo fez grande defesa. O time do noroeste se animou e Neném fez grande jogada e a bola beliscou a trave de Marcos Paulo.
No final do primeiro tempo houve mais confusão. Neném reclamou com a arbitragem e o juiz começou a disparar cartões contra o time alvine-negro. Zé Romário, Everton, Elmo além do próprio Neném receberam cartões. Ronzei também recebeu amarelo após fazer falta dura.
No segundo tempo, foi a vez do goleiro Zé Romário aparecer. Após chute de Roberto, o goleiro do Aperibeense fez uma defesa espetacular. O Aperibeense só acordou aos 20 minutos, quando Zé Carlos falhou e Jonathan obrigou o goleiro Marcos Paulo a fazer grande defesa. No fim da partida ainda sobrou tempo para Zé Romário fazer duas defesas espetaculares em chutes de Lino e Oziel.Na outra partida da rodada, o Olaria perdeu em casa de virada para o Bangu por 2 a 1.
Classificação
1-Bangu 4Pts 1Sg 3Gp 2Gc
2-Tigres 4Pts 1Sg 2Gp 1Gc
3-Aperibeense 3Pts 0Sg 2Gp 2Gc
4-Olaria 0Pts -2Sg 2Gp 4Gc
Próxima Rodada
Quarta-Feira – 16h
Aperibeense x Bangu (Aperibé)
Olaria x Tigres (A Definir)
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Empate não foi bom negócio em São Januário
Por Leonardo Martins
Na noite desta quinta-feira, em São Januário, Vasco e Atlético-PR fizeram jogo dos desesperados válido pela 32ª Rodada do Campeonato Brasileiro. O empate por 2 a 2 foi um péssimo negócio para as duas equipes, pois continuam na zona de rebaixamento.
Empurrado por sua torcida, o Vasco tomou a iniciativa do jogo, buscando tocar a bola para chegar ao gol de Galatto. Porém, o AtléticoPR foi quem teve as primeiras chances do jogo. Na primeira, aos 13, após um cruzamento na área, Pedro Oldoni quase marcou de cabeça. Um minuto depois, Netinho arriscou de fora da área e o goleiro Rafael defendeu com tranqüilidade.
O Vasco deu o seu primeiro chute a gol aos 17. Madson passou por um adversário pelo lado direito, entrou na área e chutou à esquerda de Galatto. No lance seguinte, Pedro Oldoni quase marcou para o Furacão. Aos 20 minutos, o atacante aproveitou cruzamento e tocou para o gol cruzmaltino. Rafael fez uma linda defesa, salvando o time da Colina.
A equipe carioca não se encontrava em campo e errava muitos passes, dando a chance do Furacão ter maior posse de bola. Com Leandro Bomfim pouco inspirado, o time sentia dificuldades em criar lances de perigo. Em um lampejo, Madson cruzou para Edmundo, que desviou de Galatto com o bico da chuteira. Por pouco, o Animal não marcar o primeiro.
A partir do lance de Edmundo, o Vasco e a torcida acordaram em São Januário. O Animal fez um lindo lançamento para Mateus já dentro da área. O volante olhou para o lado esquerdo e cruzou para Valmir, que tocou para marcar o primeiro do time da Colina. Festa na arquibancada.
O Atlético-PR voltou a assustar o Vasco em uma cobrança de falta de Netinho. Aos 36, o ala cobrou falta da direita e Rafael defendeu no susto. O lance seguintes, aos 38, Edmundo deu ótimo passe para Alex Teixeira. O meia driblou um adversário e ficou de frente para Galatto. O chute saiu prensado e os cariocas não conseguiram ampliar o marcador.
Em uma jogada bisonha de Jorge Luiz, o Atlético-PR empatou a partida. Mateus recuou de cabeça e o zagueiro ficou protegendo a bola, pensando que o lance era dos cariocas. Em cobrança de escanteio, após bate-rebate na área cruzmaltina, Júlio Santos aproveitou a sobra e empatou o jogo, aos 43.
Reclamando de dores na parte posterior da coxa esquerda, Edmundo nem voltou para o segundo tempo. Na volta do vestiário, sem o Animal, Renato Gaúcho optou pela entrada de Alan Kardec. Além disso, o treinador sacou o lateral-esquerdo Valmir e apostou na entrada de Rodrigo Antônio.
A partida seguiu nervosa, principalmente pela posição das duas equipes na tabela de classificação. Aos seis, Pedro Oldoni bateu prensado e a bola passou à direita de Rafael. Quatro minutos depois, Madson arriscou, Galatto fez uma bela defesa e a bola sobrou para Alex Teixeira. O meia chutou por cima do gol. Os cariocas seguiram pressionando e Mateus quase marcou após um belo chute de fora da área, aos 12.
Em outra bobeada da defesa, desta vez do volante Jonílson, o Atlético-PR virou o jogo. Aos 16, Pedro Oldoni ganhou na corrida, entrou na área e chutou fraco. O goleiro Rafael aceitou: 2 a 1 Furacão. Renato Gaúcho optou por colocar o time ainda mais para frente. O treinador sacou o volante Mateus e colocou o atacante chileno Maurício Pinilla.
Mal arrumado dentro de campo, o Vasco atacava o Furacão de forma desordenada. O lateral-direito Baiano era o único que ainda tentava alguma jogada diferente. Aos 22, ele arriscou de fora da área e o goleiro Galatto fez um milagre em São Januário.
O Atlético-PR teve a chance de matar o jogo, mas a sorte estava ao lado do Vasco. Em dois lances consecutivos, aos 27, a bola só não entrou por falta de capricho dos atacantes do Furacão. O time da Colina assustava em jogadas de bola parada. Aos 31, Madson cobrou alta de fora área e Galatto fez outra bela defesa. No minuto seguinte, Jorge Luiz quase marcou de cabeça em cobrança de escanteio.
Aos 40, Pedro Oldoni invadiu a área sozinho e Rafael fez uma grande defesa, salvando o Vasco novamente. Dois minutos, o alívio para os torcedores que lotaram Sâo Januário. Madson arriscou de fora da área e encobriu o goleiro Galatto, incendiando a Colina. Mesmo empurrado pelos torcedores, o time não conseguiu virar o jogo e frustrou os cruzmaltinos.
As duas equipes continuam na zona vermelha, o Atlético em 18° com 32 e o Vasco vem uma posição e um ponto a menos. Na próxima rodada, o Vasco faz o clássico contra o Fluminense no Maracanã e o Atlético recebe o Sport na Arena da Baixada.
Outro jogo completo de ontem
Sport(11º) 1x1 Santos(12º)
Fumagalli; Kleber Pereira
Apagão em Floripa
O jogo entre Figueirense e Fluminense será completo na quarta-feira. O problema aconteceu devido a um apagão no estádio Orlando Scarpelli causado por uma torcida do time da casa. As duas equipes esperaram por 1h45 até solucionar o problema e a luz voltou ao campo, quando o jogo começou. Com a bola rolando, o Flu perdeu um pênalti com Washington, mas conseguiu abrir o placar com Arouca aos 12 minutos. Mas aos 15, o estádio ficou as escuras novamente e o juiz teve que paralisar a partida. O jogo continua como estava na quarta-feira.
Na noite desta quinta-feira, em São Januário, Vasco e Atlético-PR fizeram jogo dos desesperados válido pela 32ª Rodada do Campeonato Brasileiro. O empate por 2 a 2 foi um péssimo negócio para as duas equipes, pois continuam na zona de rebaixamento.
Empurrado por sua torcida, o Vasco tomou a iniciativa do jogo, buscando tocar a bola para chegar ao gol de Galatto. Porém, o AtléticoPR foi quem teve as primeiras chances do jogo. Na primeira, aos 13, após um cruzamento na área, Pedro Oldoni quase marcou de cabeça. Um minuto depois, Netinho arriscou de fora da área e o goleiro Rafael defendeu com tranqüilidade.
O Vasco deu o seu primeiro chute a gol aos 17. Madson passou por um adversário pelo lado direito, entrou na área e chutou à esquerda de Galatto. No lance seguinte, Pedro Oldoni quase marcou para o Furacão. Aos 20 minutos, o atacante aproveitou cruzamento e tocou para o gol cruzmaltino. Rafael fez uma linda defesa, salvando o time da Colina.
A equipe carioca não se encontrava em campo e errava muitos passes, dando a chance do Furacão ter maior posse de bola. Com Leandro Bomfim pouco inspirado, o time sentia dificuldades em criar lances de perigo. Em um lampejo, Madson cruzou para Edmundo, que desviou de Galatto com o bico da chuteira. Por pouco, o Animal não marcar o primeiro.
A partir do lance de Edmundo, o Vasco e a torcida acordaram em São Januário. O Animal fez um lindo lançamento para Mateus já dentro da área. O volante olhou para o lado esquerdo e cruzou para Valmir, que tocou para marcar o primeiro do time da Colina. Festa na arquibancada.
O Atlético-PR voltou a assustar o Vasco em uma cobrança de falta de Netinho. Aos 36, o ala cobrou falta da direita e Rafael defendeu no susto. O lance seguintes, aos 38, Edmundo deu ótimo passe para Alex Teixeira. O meia driblou um adversário e ficou de frente para Galatto. O chute saiu prensado e os cariocas não conseguiram ampliar o marcador.
Em uma jogada bisonha de Jorge Luiz, o Atlético-PR empatou a partida. Mateus recuou de cabeça e o zagueiro ficou protegendo a bola, pensando que o lance era dos cariocas. Em cobrança de escanteio, após bate-rebate na área cruzmaltina, Júlio Santos aproveitou a sobra e empatou o jogo, aos 43.
Reclamando de dores na parte posterior da coxa esquerda, Edmundo nem voltou para o segundo tempo. Na volta do vestiário, sem o Animal, Renato Gaúcho optou pela entrada de Alan Kardec. Além disso, o treinador sacou o lateral-esquerdo Valmir e apostou na entrada de Rodrigo Antônio.
A partida seguiu nervosa, principalmente pela posição das duas equipes na tabela de classificação. Aos seis, Pedro Oldoni bateu prensado e a bola passou à direita de Rafael. Quatro minutos depois, Madson arriscou, Galatto fez uma bela defesa e a bola sobrou para Alex Teixeira. O meia chutou por cima do gol. Os cariocas seguiram pressionando e Mateus quase marcou após um belo chute de fora da área, aos 12.
Em outra bobeada da defesa, desta vez do volante Jonílson, o Atlético-PR virou o jogo. Aos 16, Pedro Oldoni ganhou na corrida, entrou na área e chutou fraco. O goleiro Rafael aceitou: 2 a 1 Furacão. Renato Gaúcho optou por colocar o time ainda mais para frente. O treinador sacou o volante Mateus e colocou o atacante chileno Maurício Pinilla.
Mal arrumado dentro de campo, o Vasco atacava o Furacão de forma desordenada. O lateral-direito Baiano era o único que ainda tentava alguma jogada diferente. Aos 22, ele arriscou de fora da área e o goleiro Galatto fez um milagre em São Januário.
O Atlético-PR teve a chance de matar o jogo, mas a sorte estava ao lado do Vasco. Em dois lances consecutivos, aos 27, a bola só não entrou por falta de capricho dos atacantes do Furacão. O time da Colina assustava em jogadas de bola parada. Aos 31, Madson cobrou alta de fora área e Galatto fez outra bela defesa. No minuto seguinte, Jorge Luiz quase marcou de cabeça em cobrança de escanteio.
Aos 40, Pedro Oldoni invadiu a área sozinho e Rafael fez uma grande defesa, salvando o Vasco novamente. Dois minutos, o alívio para os torcedores que lotaram Sâo Januário. Madson arriscou de fora da área e encobriu o goleiro Galatto, incendiando a Colina. Mesmo empurrado pelos torcedores, o time não conseguiu virar o jogo e frustrou os cruzmaltinos.
As duas equipes continuam na zona vermelha, o Atlético em 18° com 32 e o Vasco vem uma posição e um ponto a menos. Na próxima rodada, o Vasco faz o clássico contra o Fluminense no Maracanã e o Atlético recebe o Sport na Arena da Baixada.
Outro jogo completo de ontem
Sport(11º) 1x1 Santos(12º)
Fumagalli; Kleber Pereira
Apagão em Floripa
O jogo entre Figueirense e Fluminense será completo na quarta-feira. O problema aconteceu devido a um apagão no estádio Orlando Scarpelli causado por uma torcida do time da casa. As duas equipes esperaram por 1h45 até solucionar o problema e a luz voltou ao campo, quando o jogo começou. Com a bola rolando, o Flu perdeu um pênalti com Washington, mas conseguiu abrir o placar com Arouca aos 12 minutos. Mas aos 15, o estádio ficou as escuras novamente e o juiz teve que paralisar a partida. O jogo continua como estava na quarta-feira.
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