domingo, 6 de julho de 2008

Transferências diárias – 05/07/08

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Por Matheus Mandy

Bangu
Juninho Acerola(M-Cabofriense)
Baiano(LE-Cabofriense)

Figueirense
Leandro Carvalho(V-Itumbiara)

Acadêmica-POR
Nunes(Z-Juventude)

Portuguesa
Ediglê(Z-Internacional)

Atlético-BA
Thomas(Z-São Paulo B)
Cristiano(V-São Paulo B)
Índio(M-São Paulo B)
Juninho(A-São Paulo B)
Raylon(A-São Paulo B)

Atlético Mineiro
Mariano(LD-Ipatinga)

Madureira
William Amendoim(M-Flamengo)

Rio Branco-RJ
Bráz(G-São João da Barra-RJ)
Leandro Balde(A-Americano)

Juventude
Abedi(M-Botafogo)

Gaziantespor-TUR
Rodrigo Tabada(M-Santos)

Sendas-RJ
Fábio Augusto(V-América-RJ)

Grêmio
Souza(M-PSG-FRA)

Braga-POR
Márcio Mossoró(M-Internacional)

Botafogo
Lenadro Zárate(A-Santa Fé-ARG)

Nova Iguaçu
Adriano(G-Friburguense)
Sérgio Gomes(LD-Friburguense)

Boavista-RJ
Têti(M-Cabofriense)

Botafogo
Vítor Castro(A-Orebro-SUE) (Volta de Empréstimo)

Ipatinga
Marinho(A-Atlético Mineiro)
Léo Silva(V-Cruzeiro)
Sandro(V-Cruzeiro)

Atlético Madrid-ESP
Paulo Assunção(V-Porto-POR)

Poli Timisoara-ROM
Éder(Z-Leiria-POR) (Jogou em 2005 pelo Vasco)

Liverpool-ING
Diego Cavalieri(G-Palmeiras)

Rio Claro
Thiago Chulapa(V-Barueri)

Nacional-POR
Rafael Bastos(M-Braga-POR)

Westerlo-BEL
Adalberto(V-Ipatinga)

Portimonense-POR
Philco(Z-Braga-POR)

Internacional
Ediglê(Z-Marítimo-POR)

Boavista-RJ
Victor(G-Vitória)
Róbson(V-Ceará)
Éverton(V-Fut.Árabe)

Fortaleza
Taílson(A-Voltou uma semana após ser dispensado)

América-MG
Rogério Josué(A-União São João)

Santos
Nélson Cuevas(A-Libertad-PAR)
Celsinho(M-SPorting-POR)

Metalurh Donetsk
Jajá(A-Westerlo-BEL) (Jogou em 2006 no Flamengo)

Ceará
Paulo(Z-Toledo-PR)

Linhares
Anderson(LE-Cruzeiro)

São Bento-SP
André Zuba(G-Palmeiras B)

Angra dos Reis
Viola(A-Duque de Caxias)

Criciúma
Luiz Mário(A-Paysandu)

Dispensados
Cláudio Pitbull(A-Porto-POR)
Adriano Louzada(A-Porto-POR)
Giovanni(A-Manchester City-ING)

Sport volta a vencer no Brasileirão

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Por Leonardo Martins


Na noite deste sábado, na Ilha do Retiro, o Sport recebeu o Cruzeiro pela abertura da 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os pernambucanos conseguiram vencer após 3 jogos de jejum por 1 a 0, em um jogo disputado.

O jogo começou com os mineiros melhores em campo, mais objetivo no ataque, o Cruzeiro foi a equipe que mais criou chances na etapa inicial, mas só chegava em chutes de longe, aproveitando o espaço deixado pelo meio campo pernambucano. Charles e Guilherme exigiram ótimas defesas de Magrão. O goleiro pernambucano só não conseguiu segurar o chute de Wágner, mas a sorte ajudou o camisa 1 rubro-negro, já que a bola bateu no travessão. Quando tinha a posse de bola, o Cruzeiro tinha paciência e trocava passes, até encontrar uma brecha na defesa que permitisse ao menos o chute de longe. Já o Sport, ao contrário, ficava pouco com a bola no meio-campo e apelava para chutões dos zagueiros. Carlinhos Bala e Enilton, com dificuldade de receber a bola, tinham de recuar. Quando tentavam se deslocar no ataque, ficavam em impedimento. O time pernambucano chegou a balançar a rede, mas numa cobrança de falta que deveria ser em dois lances. O estreante Fumagalli cobrou direto, longe do alcance de Fábio, e saiu comemorando, antes de ver o árbitro anulando o gol. Quase todas as jogadas de perigo do Sport saíram pela direita. Na melhor delas, aos 31 minutos, Luciano Henrique recebeu passe e entrou livre pelo bico da área, mas chutou mal, para fora.

Para o segundo tempo, cada técnico fez uma substituição. Nelsinho Baptista trocou Enilton por Fábio Gomes, e Adílson Batista tirou Jadílson e pôs Jonathan. O do Sport levou a melhor no duelo. Com a mudança no seu time, Luciano Henrique passou a jogar mais avançado. E foi com ele que o Sport conseguiu as melhores oportunidades. A então segura defesa do Cruzeiro começou a dar brechas, geralmente pelo seu lado direito, onde estava Thiago Heleno. Aos 14 minutos, Luciano Henrique chutou forte, e Fábio fez difícil defesa. Dois minutos depois, ele teve outra chance, dessa vez pelo alto, mas cabeceou para fora. O problema do Sport era a ausência de um armador no meio-campo. Fumagalli, que deveria ficar com a função, mostrou falta de ritmo e mal apareceu na partida - até cobrar a falta que resultou no gol rubro-negro. Aos 27 minutos, ele levantou a bola na área, e Marquinhos Paraná desviou para trás, enganando o goleiro Fábio e marcando contra. Depois do gol do Sport, a força ofensiva do Cruzeiro - que já não era muita - diminuiu. O time tocava a bola no meio-campo, mas não conseguia chegar ao ataque. Os rubro-negros também não levaram perigo ao gol de Fábio, deixando a partida sem emoção até o apito final.

Com o resultado o Sport subiu para o 11º lugar com 11 pontos e o Cruzeiro permaneceu em 3º com 17 pontos. Na próxima rodada, os pernambucanos visitam o Vasco e a Raposa faz o confronto mineiro contra o Ipatinga, no Vale do Aço.

Outros jogos de ontem

Atlético-PR(8º) 1x0 Santos(18º)
Alan Bahia

Flamengo(1º) 3x0 Náutico(6º)
Léo Moura, Marcinho e Kléberson

sábado, 5 de julho de 2008

Maracanazzo Equatoriano

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Por Leonardo Martins

Era um sonho se tornando pesadelo para a torcida tricolor. Pela 1ª vez, o “Maior do Mundo” recebia a taça da Libertadores e o Fluminense e a LDU que teriam o prazer de erguê-la pela 1ª vez. O Maracanã foi invadido por um mar tricolor, foram 90 mil pessoas que acreditavam numa virada após o mal 1º jogo no Equador. Esta virada até veio, mas não foi suficiente para que o Flu conquistasse a América pela 1ª vez. Após conseguir reverter a vantagem obtida no Equador pela LDU ao vencer por 3 a 1 e levar o jogo para a prorrogação, os brasileiros consagraram o goleiro equatoriano Cevallos, ao desperdiçar 3 cobranças na disputa de pênaltis e o futebol equatoriano conseguiu seu 1º título na Libertadores.

A festa estava linda, o Maraca vivia uma noite de gala, tudo estava preparado para uma virada tricolor. Para isto, o Fluminense tinha que ganhar o jogo por 3 gols de diferença ou 2 para levar a prorrogação e entrou com a mesma equipe que havia entrado na partida do Equador. A LDU também entrou com a mesma equipe que foi bem na partida de ida, usando a velocidade de Guerrón e Bolaños para contra-atacar e tendo os dois gols de vantagem.

A bola rolou no Maraca e se viu um Fluminense aguerrido, porém um pouco nervoso, dando espaços para os equatorianos atacarem. Aos 8 minutos, a vantagem da Liga aumentou. Guerrón avançou livre pela direita, driblou Ygor e cruzou para a área, Bolaños apareceu sem marcação e chutou no canto. 1 a 0 LDU, agora a missão tricolor ficara mais difícil, pois precisava de 3 gols para levar a prorrogação. No minuto seguinte, Washington recebeu livre na área e chutou para fora. 2 minutos mais tarde, foi a vez dos equatorianos atacarem, Bolaños cruzou e Bieler completou para fora. Por incrível que pareça, esse foi o último lance de perigo da equipe branca no tempo normal.

Novamente a sorte parecia estar ao lado dos tricolores, pois achou um gol logo em seguida que tomou. Aos 12, começou o show de Thiago Neves no tempo normal. Após um rebote da zaga, o camisa 10 driblou um marcador e chutou no canto, empatando a partida. Voltamos a estaca zero, novamente o Flu precisava de 2 gols para levar o jogo à prorrogação. Os brasileiros continuaram a ir com tudo para cima da Liga, só que a ansiedade os atrapalhavam, portanto, o jogo caiu muito, sem muitas chances para ambas equipes. Mas aos 28, os cariocas chegaram a virada. Júnior César cobrou lateral longo para Cícero, o atacante, livre de marcação, cruzou para a entrada de Thiago Neves, que só teve que completar para o gol. Faltavam 2 gols para o título. Os pontas equatorianos estavam tímidos e a equipe equatoriano fazia muita cera para ganhar tempo. A arbitragem prejudicou a equipe tricolor em 2 lances seguidos. Primeiro ao não dar pênalti claro em cima de Washington e depois em dar um impedimento errado em Cícero. O primeiro tempo terminou, mas muita emoção ainda estava por vir.

No intervalo, o Tricolor tirou Ygor para colocar o reserva de luxo, Dodô. Começou a etapa final com uma pressão tímida do Flu, que continuava nervoso em campo. E foi do artilheiro a primeira chance. Após receber na área, Dodô deixou o marcador no chão e chutou. A bola foi por cima do travessão. Dodô estava mordido realmente com a reserva. Aos sete minutos, o atacante dominou na área e chutou. A bola desviou em Calle e bateu na trave antes de sair para escanteio.

Aos 11 minutos, Thiago Neves sofreu falta na entrada da área. Ele mesmo cobrou. Com perfeição, no canto esquerdo de Cevallos, que pulou atrasado. Era o terceiro gol do Fluminense. O Maracanã tremeu tamanha a festa da torcida. Vale lembrar que na véspera da partida, no último treino nas Laranjeiras, o meia teve um aproveitamento espetacular nas cobranças de falta. Das sete que tentou, fez cinco gols e acertou uma vez o travessão. O jogo ficou nervoso. Com o resultado, a partida iria para a prorrogação. A LDU resolveu sair mais. Urrutia arriscou de fora da área, e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Logo depois, Bieler chutou da entrada da área e a bola bateu na trave direita do goleiro tricolor. O Fluminense diminuiu um pouco o ritmo. E deixou de explorar a insegurança do goleiro equatoriano Cevallos. Ele quase entregou em um chute de Conca no meio do gol. A defesa, toda atrapalhada, aconteceu com uma das mãos. Aos 36 minutos, falta perigosa a favor do Tricolor. Conca cruzou para a área, e Washington cabeceou por cima do travessão. Os torcedores voltaram a apoiar o time com os gritos de "Nense". Mas o Fluminense preferiu não se arriscar. E a partida foi para a prorrogação. Mais 30 minutos de emoção pela frente.

O tempo extra foi nervoso. A LDU tentava ganhar tempo nas bolas paradas, mas também atacava. Principalmente com Guerrón. O Fluminense tinha as melhores chances nos chutes de longe. Primeiro com Thiago Neves, depois com Thiago Silva. Ambos para fora. Junior Cesar também tentava aparecer pela esquerda, mas os cruzamentos paravam nas cabeças dos equatorianos. Em uma sobra, Dodô chutou com força por cima do travessão. O tempo parecia passar mais rápido. E terminou o primeiro tempo. Maurício entrou no lugar de Gabriel, bastante cansado. Mas o segundo tempo começou em ritmo lento. Aos 11 minutos, um lance polêmico. Cruzamento longo para a área, e Bieler fez o gol de cabeça. De forma errada, o bandeira Ricardo Casas marcou impedimento, e o árbitro Hector Baldassi anulou, prejudicando o time equatoriano. O jogo voltou a ficar emocionante. Thiago Neves recebeu na área e chutou cruzado. Cevallos fez difícil defesa e evitou o gol. Aos 14 minutos, contra-ataque rápido da LDU e Luiz Alberto é obrigado a derrubar Guerrón na entrada da área. O zagueiro, que já tinha cartão amarelo, foi expulso. Era o último lance da partida. Mas Ambrossi cobrou na barreira. E o título seria decidido nos pênaltis.

Nas cobranças. Urritia abriu a disputa. Um chute forte no meio do gol. Fernando Henrique caiu para o lado direito. LDU 1 a 0. Conca seria o primeiro cobrador tricolor. E o argentino perdeu. Chute forte, mas no meio. Cevallos defendeu. Campos bateu o segundo pênalti para a LDU. E Fernando Henrique defendeu. Festa no Maracanã. A torcida gritou o nome do goleiro tricolor. Thiago Neves tinha a missão de deixar tudo igual. Mas decepcionou. Chute rasteiro no lado direito de Cevallos, que defendeu com os pés. E Salas não perdoou. Fez o segundo gol da LDU. Cícero foi o terceiro cobrador tricolor. E finalmente fez o primeiro do Fluminense. Mas a vantagem ainda era equatoriana. Guerrón abriu a quarta série. E deixou o Fluminense em situação complicada: 3 a 1. Washington foi cobrar sob pressão. Se perdesse, a série acabava. O chute foi no canto direito. E Cevallos defendeu. A LDU era campeã da Libertadores. Silêncio e choro no Maracanã. Os torcedores, sem acreditar, não saíam da arquibancada. Mas a festa era equatoriana.

Foi o 1º título da Libertadores para o futebol equatoriano e a LDU garantiu a vaga ao mundial de Clubes, disputado no fim do ano no fim do ano.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Transferências diárias – 01/07/08

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Por Matheus Mandy

Boavista-RJ
Bruno Costa(Z-Botafogo)

Tigres-RJ
Édson(LD-Fluminense-BA)
Ailson(Z-Volta Redonda)
Guerra(LD-América-RJ)
Rafael Martins(A-Guanabara)

Pachuca-MEX
Christian(A-Portuguesa)

Porto-POR
Ibson(V-Flamengo) (Volta de Empréstimo)
Leandro(LE-Palmeiras) (Volta de Empréstimo)

Gama
Clodoaldo(A-Poohang-COR)

Treze
Frédson(A-Sousa-PB)

CRB
Leandrinho(A-Fut.Baiano)

Bologna-ITA
Coelho(LD-Atlético Mineiro)

Remo
Charles(Z-Ananindeua)
Paulinho Pitbull(M-Ananindeua)
Joãozinho(A-Paysandu)

Laussane-SUI
Marcelo Toscano(M-Paulista)

CSA
Fabiano Souza(M-Mirassol)
Anderson Lobão(A-Mirassol)

Linense-SP
André Gaspar(V-Bragantino)

Rio Branco-AC
Rossini(V-Treze) (Revelado pelO Santos)
Ronaldo(G-Social-MG)
Cézar Baiano(V-Ulbra-RO)
Chéfferson(LD-Social-MG)

Santa Cruz
Bruno(LD-Sport)

América Mineiro
Bruno(LD-Democrata SL-MG) (Revelado pelo Atlético Mineiro, jogou pelo Botafogo em 2002)

Paysandu
Sérgio(G-Remo)

Kortrikj/BEL
William(A-Rio Preto-SP) ("Batedor" de pênaltis do Botafogo)

Dispensados
Jean Carlos(A-Ceará) (Jogou pela Ponte Preta, São Paulo e Internacional) (Virou Pastor Evangélico)
Ronaldo(A-Milan-ITA) (Término de Contrato)
Reginaldo(Z-Ceará)
Allan Dellon(M-Ceará)
Ciel(A-Ceará)
Edimar(V-Paulista)

Furia no topo da Europa

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Por Maurício Fernando


As ruas de Madrid amanheceram em festa, motivo? Fúria ! Sim, ela passou por territórios suíço e austríaco e destruiu todos que estavam a sua frente. Russos, suecos, gregos, italianos, russos (persistentes) de novo e por fim, alemães. A seleção espanhola, também conhecida como “Fúria” sagrou-se no domingo (29), bi campeã européia de seleções, após bater a Alemanha por 1 a 0, gol de uma de suas estrelas maiores, o atacante Fernando “El Nino” Torres do Liverpool, também eleito o melhor jogador da final.


A partida foi realizada no estádio Ernst Happel em Viena, capital da Áustria, viu um embate memorável, entre as duas melhores seleções do continente. A Alemanha começou a partida tentando impor seu estilo de jogo, com jogadas pelos lados do campo, com Podolski e Schweinsteiger pelos lados, levando perigo ao gol de Casillas. Mas diferentemente do que ocorrer na partida contra Portugal (quartas de final), os alemães não conseguiram abrir o placar.

O ímpeto alemão cessou, e a Espanha passou a tomar conta do jogo, na primeira chegada de perigo, após cruzamento perfeito de Sergio Ramos, Torres ganhou na cabeçada do zagueiro grandalhão Metzelder , mas o bola tocou na trave, com Lehmann praticamente batido no lance

Dez minutos depois, aos 33 minutos, Xavi dá bom passe a Torres que ganha na corrida de Lahm, e da um toque por cima de Lehmann com categoria, abrindo o placar, para delírio dos espanhóis. Após o gol, a Espanha se manteve melhor, e após boa troca de passes, Silva perde mais uma boa chance. O primeiro termina em vantagem de um gol para o selecionado espanhol.

O segundo tempo se iniciou, e parecia que a Espanha seguiria no domínio da partida, mas a Alemanha, valente, voltou a chegar, Ballack quase marca em um chute de primeira de fora da área, assustando os espanhóis. Percebendo a volta do domínio alemão, Luis Aragonés, técnico que se despede da Fúria, mexeu no meio campo, colocou a jovem revelação Santi Cazorla e o experiente Xabi Alonso nos lugares de Fabregas e Silva. Com isso, a Espanha voltou a ter o controle da partida, os alemães tentaram com Kuranyi e Mario Gómez entrando, mas nada conseguiram, e a Espanha controlou a partida até o fim, sagrando-se bi campeã européia (1964 e 2008).

Melhores da Uefa Euro 2008

Melhor jogador:
Xavi Hernandez- Espanha


Seleção da Competição:

Goleiros:
Gianluigi Buffon (Itália), Iker Casillas (Espanha), Edwin van der Sar (Holanda);


Defensores: Bosingwa (Portugal), Philipp Lahm (Alemanha), Carlos Marchena (Espanha), Pepe (Portugal), Carles Puyol (Espanha), Yuri Zhirkov (Rússia);


Meio-campistas: Hamit Altintop (Turquia), Luka Modrić (Croácia), Marcos Senna (Espanha), Xavi (Espanha), Konstantin Zyryanov (Rússia), Michael Ballack (Alemanha), Cesc Fàbregas (Espanha), Andrés Iniesta (Espanha), Lukas Podolski (Alemanha), Wesley Sneijder (Holanda);


Atacantes: Andrei Arshavin (Rússia), Roman Pavlyuchenko (Rússia), Fernando Torres (Espanha), David Villa (Espanha).

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Transferências diárias – 30/06/08

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Por Matheus Mandy

Aperibeense
Ronaldo(M-Floresta-RJ) (Jogou pelo Botafogo em 2001 e 2002)

Colônia-ALE
Geromel(Z-Vit.Guimarães-POR)

Botafogo-SP
Nelinho(Z-Paysandu)

ABC
Ronaldo Capixaba(A-São José de Ijuí-RS)

América-RN
Tiago Carpini(V-Atlético Mineiro)
Júlio(V-Marília)
Romeu(M-Marília)

Sport
Lúcio Curió(A-CSP-PB)

Paulista
Marcio Guerreiro(V-Cruzeiro B) (Atuou em 2005 pelo Flamengo)
Andrezinho(LD-Corinthians)
Tiago(LD-América Mineiro)

Paysandu
Valdiram(A-Bonsucesso) (Jogou pelo Vasco)

Criciúma
Jardel(A-Sem Clube) (Veterano que jogou pelo Porto-POR)

Chelsea-ING
Deco(M-Barcelona-ESP)

Braga-POR
Edimar(LE-Ipatinga)

Ipatinga
Luiz Fernando(M-Cruzeiro B)

Guarani
Giuliano(M-Ponte Preta)

Desportivo Brasil (Clube Gerenciado pela Traffic)
Maicossuel(M-Cruzeiro)

Palmeiras
Jeci(Z-Coritiba)

Nacional-POR
Eliézio(Z-Cruzeiro)
Nenê(A-Cruzeiro)
Maicon(Z-Cruzeiro)

Tudo empatado no Clássico Gaúcho

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Por Leonardo Martins

Na noite deste domingo, no estádio Olímpico em Porto Alegre, o Grêmio recebeu o rival Internacional para o 1° clássico Grenal do ano. Como não poderia faltar, foi um jogo bem disputado e cheio de polêmicas e o empate por 1 a 1 saiu de bom tamanho para ambas equipes.

Coisas do Gre-Nal. Aquele Inter atrapalhado, que causava calafrios na torcida, incorporou o máximo de organização defensiva que uma equipe pode ter. Azar do Grêmio, que foi absolutamente anulado no primeiro tempo. O time de Celso Roth foi amarrado ao ponto de não entrar na área colorada. O máximo que conseguiu foram chutes de longa e média distância, geralmente sem perigo real. Com Marcão muito mais fixo do que o habitual, o Colorado praticamente teve três zagueiros. Edinho perseguiu Roger sem piedade. Magrão jogou demais. No ataque, com toda a empolgação do mundo, Taison incomodou. Correu o tempo todo, imitando Nilmar. Alex cadenciou o jogo. Dadas as situações das duas equipes, anular o Grêmio já seria bom para o Inter. Marcar um gol foi melhor ainda. Aconteceu aos 15 minutos, em um lance com uma irregularidade. E, ironicamente, em uma bola aérea, grande problema dos vermelhos recentemente. No cruzamento de Alex, Marcão cabeceou à queima-roupa. Nilmar, impedido, desviou, Victor defendeu, e Índio no rebote mandou para o gol: 1 a 0 Inter.

O natural seria o Grêmio ir para cima, mas foi impossível. O ferrolho vermelho impediu a chegada dos azuis nas proximidades da área de Renan. E o Inter acabou conseguindo as melhores chances do período. Aos 33, Nilmar recebeu de Magrão e mirou Victor. Seria gol se Pereirão não aparecesse para cortar na hora certa. Aos 44, Taison fez boa jogada pela esquerda, tramada com Guiñazu, e mandou para a área. No rebote, Alex mandou para o gol. Victor pegou.

O intervalo não mexeu no panorama do jogo. O Inter continuou dominando. Parecia ser ele o clube bem colocado na tabela, não o rival. A equipe de Tite, sempre sólida, quase ampliou já com três minutos. Taison puxou o contra-ataque e deixou com Alex, que mandou a bomba. A ponta dos dedos de Victor evitou estrago maior para o time da casa. Aos 13, Nilmar deixou Réver constrangido com lindo drible na ponta esquerda e cruzou. Alex chegou poucos segundos atrasado. Roth decidiu mexer o esquema. Tirou Léo e colocou Rafael Carioca. Aos 23, Nilmar fez jogadaça de novo e deixou com Ramon, que chutou forte, no travessão gremista. Tudo corria bem para os colorados até o lance do pênalti. A arbitragem marcou pênalti de Renan em Rodrigo Mendes. O goleiro, ao sair para defender a bola pelo alto, deixou o joelho no gremista. Renan foi expulso. Com Clemer no gol, Roger empatou. A torcida do Grêmio foi ao delírio e tentou empurrar o time para a virada. Guerreiro, mesmo com dez, o Inter ainda buscou o resultado. Mas não adiantou. O Gre-Nal 370 ficou no 1 a 1.

O Grêmio ficou na 2ª posição com 17 pontos e na próxima rodada enfrenta o Botafogo no Rio. Já o Inter ficou com o 14º lugar com 9 pontos e na próxima rodada recebe o Coritiba.