Por Matheus Mandy
Devido a problemas escolares, não pude atualizar as transferências esta semana, mas aí estão todas as transferências que movimentaram o mercado da bola.
Coritiba
Moacir(V-Central/PE)
João Henrique(M-Botafogo/SP)
Al Gharrafa/EAU
Fernandão(A-Internacional)
Aperibeense/RJ
Neném(LD-Cabofriense)
Boavista-RJ
Thiago Messias(Z-Friburguense)
Werley(Z-Atlético Mineiro)
Ênio(Z-Cruzeiro)
Silvio Luiz(G-Sem Clube)
CSA
Daniel Grando(A-Corinthians-SP)
Nacional-POR
Alex(Z-São Paulo)
Cedrola(Z-Tupi)
Nenê(A-Cruzeiro)
Rapid Bucharest-ROM
Juliano(M-Nacional-POR)
Bragantino
Fernando Voltolini(Z-São Bernardo-SP)
Nova Iguaçu
Gilcimar(A-Mesquita)
Márcio Bambu(A-Fut.Honkg Kong)
São Bernardo-SP
Silas(V-Oeste-SP)
Ponte Preta
Jairo(V-Paulista)
XV de Piracicaba
Vinicius(A-Caldense)
Adilson(A-SEV Bionico/SP)
Fabio Santos(A-America-SP)
São Caetano
Finazzi(A-Corinthians)
Francana
Rovilson(LE-Ex Palmeiras)
Rafael(Z-Portuguesa-SP)
Douglas Richard(A-SEV Bionico-SP)
Tigres-RJ
Jailson(Z-Mineiros/VEN)
Flavinho(M-Mineiros/VEN)
Edson(LE-Astro-BA)
Serginho(A-Pão de Açúcar/SP)
Macaé
Gérson(LE-Cabofriense)
Carlos Albero(M-Friburguense)
Duque de Caxias
Rodrigo Fernandes(LD-Revelado pelo Botafogo)
João Rodrigo(A-Tigres-RJ)
Cadu(V-Bacabal)
André MellO(M-Nova Iguaçu)
Bangu
Cléber(G-Boavista-RJ)
Marcinho(M-Portuguesa-RJ)
Marcos Marins(V-Cabofriense)
Léo Andrade(A-Friburguense)
Michel(M-Flamengo)
Angra dos Reis
Cadão(Z-Bangu)
Ziquinha(A-Bangu)
Céres-RJ
Léo Flores(G-Fut.Grego)
Ratinho(M-São Paulo)
Dinamo Kiev
Betão(Z-Santos)
Belenenses-POR
Alício(V-América Mineiro)
Matheus(Z-Atlético Paranaense)
Maykon Araújo(M-Gama)
Luverdense/MT
Caio(M-Rio Branco/SP)
Vitória de Setúbal/POR
Danilo Portugal(V-Ipatinga)
William(A-Rio Preto-SP) (O "batedor" de pênaltis do Botafogo)
Salgueiro-PE
Leo Fernandes(G-Fut.Boliviano)
Marin Morales(A-Fut.Uruguaio)
Alejandro Cardoso(M-Fut.Uruguaio)
América/RN
Max(A-Palmeiras)
Atlético Paranaense
Julio dos Santos(M-Grêmio)
Sport
Joélson(A-Porto-PE)
Bruno(LD-Porto-PE)
Juninho(M-Porto-PE)
Brasiliense
Alex Dias(A-Goiás)
Noroeste
Cafú(LD-Americano)
Carlinhos(Z-Remo)
Bruno Soares(M-Portuguesa)
Matheus(Z-Brasiliense)
Treze
Washington(A-ASA)
Luverdense-MT
Luiz Henrique(Z-Palmas)
ASA
Márcio(Z-Potiguar de Mossoró)
Ituano
Peter(LD-Desportivo Brasil) (Clube gerenciado pela Traffic)
Marcelo Nascimento(M-São Caetano)
Piaui(A-Flamengo-PI)
Atlético-GO
Rafael Córdova(G-Gama)
ABC
Alexandre(A-Figueirense)
Serginho(LE-SEV Biônico/SP)
Guarujá
David(M-Flamengo/SP)
Botafogo-SP
Chimba(M-Iraty)
Bruno(G-Olimpia-SP)
Torino/ITA
Alemão(A-Santos)
Fiorentina/ITA
Jéfferson(A-Paraná)
Santa Cruz
Wéscley(Z-Treze)
Tupi
Renato Peixe(LE-Guarani)
Náutico
Adriano(Z-Oeste)
Kortrijk/BEL
William(A-Botafogo de Ribeirão Preto)
Barueri
Pedrão(A-Futebol Coreano)
Diego Silva(A-Vitória)
Vila Nova de Goiás
FernandinhO(LE-Gama)
Altach-AUT
Zé Elias(V-Londrina) (Jogou pelo Corinthians e Santos)
São José-MA
Carabina(LD-Uniclinic)
Luis Carlos(M-Bacabal)
Rafael(A-Bacabal)
CRB
Geninho(V-Coruripe) Revelado pelo Internacional-RS
Madureira
Éverton(LE-Brasiliense)
Dispensados
Ricardo Laborde(A-Náutico)
Paulo César(LE-América de Natal)
Buiu(A-Botafogo/SP)
Claudionor(A-Botafogo/SP)
Hidalgo(LE-Grêmio)
Nelson(Z-CRB)
Matteus(Z-CRB)
Cafu(LD-CRB)
MarcinhO(LE-CRB)
Jamba(V-CRB)
Gueba(V-CRB)
Lairson(M-CRB)
Helder(M-CRB)
Cristiano(A-CRB)
Juliano(A-CRB)
Carlos Lima(V-Brasiliense)
Ludemar(A-Gama)
Fábio Santos(A-Mirassol)
Treinadores
Chegadas
João Carlos Costa(CRB)
Hélio dos Anjos(Goiás)
domingo, 22 de junho de 2008
Espanha vence batalha nos pênaltis

Por Leonardo Martins
A Espanha garantiu na tarde de hoje, a última vaga as semifinais da Eurocopa. Em uma verdadeira batalha, disputada em Viena, os espanhóis despacharam os atuais campeões mundiais, os italianos, nos pênaltis, após um empate sem gols tanto no tempo normal, quanto na prorrogação.
Sem Pirlo e Gattuso, suspensos, a Itália precisou lançar mão de Aquilani e Ambrosini para compor o meio ao lado de De Rossi e Perrotta, que foram titulares na vitória sobre a França. As mudanças acabaram por enfraquecer o setor, que perdeu qualidade na saída de bola. A Espanha manteve a equipe que venceu os dois primeiros jogos.
O primeiro tempo foi muito escamado, com as duas equipes cautelosas e se respeitando muito. A Espanha esteve ligeiramente melhor que os italianos, embora não tenha conseguido penetrar muito na área rival. As melhores chances da Fúria na primeira etapa surgiram em chutes de fora da área. David Silva deu trabalho a Buffon por duas vezes, enquanto seu xará Villa, em cobrança de falta, também obrigou o goleiro da Azzurra a fazer boa defesa. No lado da Itália, Cassano esteve sumido em campo e Luca Toni levou azar na única boa chance que teve. O camisa 9 cabeceou exatamente na cabeça de Marchena e a bola saiu da direção do gol.
Depois do intervalo, o panorama permaneceu o mesmo até a entrada de Camoranesi na seleção italiana (na vaga de Perrotta). O meia deu novo ânimo a seu time, que passou a chegar mais ao ataque. Na Espanha, Cazorla e Fábregas entraram nas vagas de Iniesta e Xavi, mas a Fúria apenas manteve seu desempenho inicial. A melhor chance na primeira metade do segundo tempo foi italiana: após bola levantada na área, Toni ajeitou de cabeça para Camoranesi, que soltou a bomba e obrigou Casillas a defender com o pé. O lance acendeu a Itália e fez com que a partida ficasse equilibrada. As duas equipes passaram a dividir a posse de bola e a tentar o ataque, embora as chances de gol continuassem escassas. Marcos Senna, com dois chutes de fora da área, por pouco não abriu o placar. No primeiro, de falta, Buffon fez uma grande defesa. No segundo, o goleirão engrossou feio e por pouco não papou um frangaço. A bola chutada por Senna foi no meio do gol, mas Buffon falhou ao tentar encaixá-la teve de correr atrás dela, que mansamente bateu na trave e não entrou.
Na prorrogação, a Espanha voltou animada e, aos dois minutos, esteve muito perto de abrir o placar. Após boa troca de passes, David Silva recolheu na entrada da área e bateu rasteiro. A bola passou muito perto da trave esquerda de Buffon. Em resposta, a Itália, aos cinco minutos, arrancou suspiros dos torcedores quando Di Natale, que entrou na vaga de Cassano, recebeu cruzamento na área e cabeceou com estilo. Casillas estava atento e voou para mandar para escanteio. No segundo tempo da prorrogação, a Itália queimou sua última substituição ao lançar o veterano meia-atacante Del Piero na vaga de Aquilani. Desgastadas, as duas equipes ainda tentaram buscar o ataque para matar a partida, mas a decisão foi mesmo para os pênaltis.
Nas penalidades, Casillas defendeu as cobranças de De Rossi e Di Natale. Buffon ainda deu esperanças à Itália, ao pegar o pênalti de Güiza, mas Fábregas fechou a série e fez a festa espanhola.
A Espanha faz uma das semifinais, na 5ª feira e na mesma Viena, contra a surpresa da competição, os Russos. No dia anterior, Alemanha e Turquia fazem a outra semifinal na Basiléia.
Cruzeiro se recupera no Mineirão

Por Leonardo Martins
Na noite deste sábado, no Mineirão, o Cruzeiro recebeu o Figueirense pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os mineiros conseguiram se recuperar da derrota sofrida na última rodada e venceram bem por 3 a 0, continuando entre os líderes da competição por mais uma rodada.
O Cruzeiro começou o jogo pressionando, com maior posse de bola, porém ficava preso a marcação catarinense e não chegava perto do gol. Os visitantes vinham com uma proposta bem defensiva, tentando só o empate e por isso não assustava o goleiro Fábio. A Raposa só criava chances em chutes de longe, mas a pontaria azul estava mal. Jonathan foi o primeiro a tentar, mas a zaga afastou. O Figueira chegou duas vezes sem perigo com Tadeu e Wellington Amorim, mas não aproveitaram. O Cruzeiro chegou com o reestreante da noite, Wéldon que cabeceou com perigo. Aos 34, Guilherme foi derrubado na área por Anderson Luiz e o juiz marcou pênalti. Na cobrança, o próprio Guilherme bateu bem e abriu o placar. após o gol, os cruzeirenses se animaram e foram para cima em busca do segundo gol, mas o intervalo veio com uma boa vitória.
O segundo tempo começou com o time da casa dando espaço para o Figueirense. Wellington Amorim cruzou para Tadeu aos sete minutos, mas o camisa 9 não dominou. Mas, de novo, a Raposa era quase fatal nos contra-golpes. Weldon perdeu um gol feito aos oito, com boa defesa de Wilson. Na seqüência, Espinoza quase surpreendeu tocando de costas, mas toda a defesa catarinense afastou após confusão na área.Até que, aos 11, do bico da grande área, Wagner fez um cruzamento perfeito para Weldon, que cabeceou para o chão no cantinho direito, aumentando o placar. A Raposa engrenou e marcou mais um ao 22. O lateral-esquerdo Jadílson driblou Franklin, meteu entre as pernas de Leandro Soares e cruzou para a área. a defesa alviinegra cortou, mas Weldon pegou de primeira e, com a perna esquerda, acertou o ângulo, fazendo 3 a 0. No restante do jogo, o Cruzeiro só sofreu risco aos 46, quando Fábio tirou uma bola dos pés de Edu Sales, que chegava sozinho em velocidade. A vitória foi convincente e espantou o incomodo causado pela goleada sofrida para o Palmeiras.
O Cruzeiro, mesmo com a vitória, continua em 3º com 16 pontos e na próxima rodada faz um jogaço contra o São Paulo no Mineirão. O Figueirense está numa situação perigosa na 14ª posição com 7 pontos e na próxima rodada joga contra o rival cruzeirense, o Atlético-MG em Florianópolis.
O Cruzeiro começou o jogo pressionando, com maior posse de bola, porém ficava preso a marcação catarinense e não chegava perto do gol. Os visitantes vinham com uma proposta bem defensiva, tentando só o empate e por isso não assustava o goleiro Fábio. A Raposa só criava chances em chutes de longe, mas a pontaria azul estava mal. Jonathan foi o primeiro a tentar, mas a zaga afastou. O Figueira chegou duas vezes sem perigo com Tadeu e Wellington Amorim, mas não aproveitaram. O Cruzeiro chegou com o reestreante da noite, Wéldon que cabeceou com perigo. Aos 34, Guilherme foi derrubado na área por Anderson Luiz e o juiz marcou pênalti. Na cobrança, o próprio Guilherme bateu bem e abriu o placar. após o gol, os cruzeirenses se animaram e foram para cima em busca do segundo gol, mas o intervalo veio com uma boa vitória.
O segundo tempo começou com o time da casa dando espaço para o Figueirense. Wellington Amorim cruzou para Tadeu aos sete minutos, mas o camisa 9 não dominou. Mas, de novo, a Raposa era quase fatal nos contra-golpes. Weldon perdeu um gol feito aos oito, com boa defesa de Wilson. Na seqüência, Espinoza quase surpreendeu tocando de costas, mas toda a defesa catarinense afastou após confusão na área.Até que, aos 11, do bico da grande área, Wagner fez um cruzamento perfeito para Weldon, que cabeceou para o chão no cantinho direito, aumentando o placar. A Raposa engrenou e marcou mais um ao 22. O lateral-esquerdo Jadílson driblou Franklin, meteu entre as pernas de Leandro Soares e cruzou para a área. a defesa alviinegra cortou, mas Weldon pegou de primeira e, com a perna esquerda, acertou o ângulo, fazendo 3 a 0. No restante do jogo, o Cruzeiro só sofreu risco aos 46, quando Fábio tirou uma bola dos pés de Edu Sales, que chegava sozinho em velocidade. A vitória foi convincente e espantou o incomodo causado pela goleada sofrida para o Palmeiras.
O Cruzeiro, mesmo com a vitória, continua em 3º com 16 pontos e na próxima rodada faz um jogaço contra o São Paulo no Mineirão. O Figueirense está numa situação perigosa na 14ª posição com 7 pontos e na próxima rodada joga contra o rival cruzeirense, o Atlético-MG em Florianópolis.
Russia espreme a Laranja

Por Leonardo Martins
Ontem, na Basiléia, a favorita Holanda entrou em campo para enfrentar a Rússia pelas quartas-de-final da Eurocopa. Só que o favoritismo holandês foi por água abaixo quando perdeu para os russos por 3 a 1 na prorrogação. O time surpreendente do Técnico Guus Hiddink espera o vencedor da partida entre Espanha e Itália para conhecer seu adversário nas semifinais.
Holanda começou o jogo com o mesmo time que encantou na primeira fase. No entanto, a Laranja atuou em ritmo lento e a Rússia, bem organizada em campo, teve uma atuação melhor que os favoritos no primeiro tempo. A seleção do técnico Guus Hiddink deu poucos espaços aos holandeses e ainda criou maior número de chances antes do intervalo. Pavlyuchenko foi o primeiro a assustar, em cabeçada por cima do gol de Van der Sar. A Holanda procurou equilibrar as ações e obrigou Afinkeev a fazer boa defesa em chute de Van Nistelrooy. Tocando bem a bola, a Rússia esteve bem perto de marcar quando Arshavin recebeu na área e bateu cruzado, para defesa difícil de Van der Sar. Na cobraça de escanteio, Kolodin pegou a sobra fora da área e soltou a bmba, obrigando o goleiro holandês a fazer mais uma boa defesa. A Laranja Mecânica ainda ganhou um presente da zaga russa, aos 43, mas Van der Vaart bateu em cima de Afinkeev, que conseguiu afastar o perigo.
No segundo tempo, a Holanda voltou com Van Persie na vaga de Kuyt. A mudança em nada adiantou e a equipe não conseguiu se tornar mais ofensiva. Calculista, a Rússia seguiu sólida na defesa e saindo na boa para chegar ao ataque. O mapa da mina para os russos começou a se desenhar pelo lado direito da defesa da Holanda. Boulahrouz levou cartão amarelo por falta violenta e, como tinha dificuldades para marcar no setor, acabou por dar lugar a Heitinga. A mudança, porém, também não deu muito certo. Aos 11 minutos, depois de boa jogada pela ponta esquerda, Semak cruzou baixo para a área e o artilheiro Pavlyuchenko escorou para a rede.
Em desvantagem, a Holanda, que se notabilizou pelos contragolpes mortais nesta Eurocopa, teve dificuldades para atacar. A Rússia seguiu serena no jogo, mas cometeu o erro de recuar demais nos minutos finais. Mais na base do abafa do que por apresentar um bom futebol, a Holanda foi em busca do empate. A Laranja Mecânica acabou premiada aos 41. Após cobrança de falta de Sneijder, Van Nistelrooy subiu no segundo pau para testar firme, no canto esquerdo do goleiro AKinfeev.
Na prorrogação, a Rússia voltou a se soltar mais no jogo. A Holanda, por sua vez, também não recuou. Em menos de cinco minutos, Sneijder, pela Laranja, e Arshavin, no time russo, deram trabalho aos goleiros rivais. A Holanda procurou se manter na frente, mas passou a dar muitos espaços para a Rússia. Arshavin chutou por cima uma boa oportunidade. Logo em seguida, Pavlyuchenko fez linda jogada e, do bico da grande área, soltou uma bomba que acertou o travessão de Van der Sar. Ainda aos oito minutos do primeiro tempo da prorrogação, Arshavin fez bela jogada de linha de fundo e rolou para Torbinski perder gol incrível, chutando fraco em cima do goleiro. Melhor na parte física que a Holanda, a Rússia passou a não correr mais perigos. Valorizando a posse de bola, os russos dominaram as ações. No segundo tempo da prorrogação, a Rússia seguiu criando chances. Pavlyuchenko chutou por cima outra boa oportunidade aos três minutos. De tanto tentar, a Rússia acabou por conseguir o segundo gol. Arshavin fez mais uma grande jogada de linha de fundo, desta vez pelo lado esquerdo, e cruzou para Torbinski escorar para a rede. Nocauteada, a Holanda ainda levou o terceiro, depois de Arshavin receber um lançamento proveniente de um arremesso lateral e, dentro da área, bater pelo meio das pernas de Van der Sar.
Holanda começou o jogo com o mesmo time que encantou na primeira fase. No entanto, a Laranja atuou em ritmo lento e a Rússia, bem organizada em campo, teve uma atuação melhor que os favoritos no primeiro tempo. A seleção do técnico Guus Hiddink deu poucos espaços aos holandeses e ainda criou maior número de chances antes do intervalo. Pavlyuchenko foi o primeiro a assustar, em cabeçada por cima do gol de Van der Sar. A Holanda procurou equilibrar as ações e obrigou Afinkeev a fazer boa defesa em chute de Van Nistelrooy. Tocando bem a bola, a Rússia esteve bem perto de marcar quando Arshavin recebeu na área e bateu cruzado, para defesa difícil de Van der Sar. Na cobraça de escanteio, Kolodin pegou a sobra fora da área e soltou a bmba, obrigando o goleiro holandês a fazer mais uma boa defesa. A Laranja Mecânica ainda ganhou um presente da zaga russa, aos 43, mas Van der Vaart bateu em cima de Afinkeev, que conseguiu afastar o perigo.
No segundo tempo, a Holanda voltou com Van Persie na vaga de Kuyt. A mudança em nada adiantou e a equipe não conseguiu se tornar mais ofensiva. Calculista, a Rússia seguiu sólida na defesa e saindo na boa para chegar ao ataque. O mapa da mina para os russos começou a se desenhar pelo lado direito da defesa da Holanda. Boulahrouz levou cartão amarelo por falta violenta e, como tinha dificuldades para marcar no setor, acabou por dar lugar a Heitinga. A mudança, porém, também não deu muito certo. Aos 11 minutos, depois de boa jogada pela ponta esquerda, Semak cruzou baixo para a área e o artilheiro Pavlyuchenko escorou para a rede.
Em desvantagem, a Holanda, que se notabilizou pelos contragolpes mortais nesta Eurocopa, teve dificuldades para atacar. A Rússia seguiu serena no jogo, mas cometeu o erro de recuar demais nos minutos finais. Mais na base do abafa do que por apresentar um bom futebol, a Holanda foi em busca do empate. A Laranja Mecânica acabou premiada aos 41. Após cobrança de falta de Sneijder, Van Nistelrooy subiu no segundo pau para testar firme, no canto esquerdo do goleiro AKinfeev.
Na prorrogação, a Rússia voltou a se soltar mais no jogo. A Holanda, por sua vez, também não recuou. Em menos de cinco minutos, Sneijder, pela Laranja, e Arshavin, no time russo, deram trabalho aos goleiros rivais. A Holanda procurou se manter na frente, mas passou a dar muitos espaços para a Rússia. Arshavin chutou por cima uma boa oportunidade. Logo em seguida, Pavlyuchenko fez linda jogada e, do bico da grande área, soltou uma bomba que acertou o travessão de Van der Sar. Ainda aos oito minutos do primeiro tempo da prorrogação, Arshavin fez bela jogada de linha de fundo e rolou para Torbinski perder gol incrível, chutando fraco em cima do goleiro. Melhor na parte física que a Holanda, a Rússia passou a não correr mais perigos. Valorizando a posse de bola, os russos dominaram as ações. No segundo tempo da prorrogação, a Rússia seguiu criando chances. Pavlyuchenko chutou por cima outra boa oportunidade aos três minutos. De tanto tentar, a Rússia acabou por conseguir o segundo gol. Arshavin fez mais uma grande jogada de linha de fundo, desta vez pelo lado esquerdo, e cruzou para Torbinski escorar para a rede. Nocauteada, a Holanda ainda levou o terceiro, depois de Arshavin receber um lançamento proveniente de um arremesso lateral e, dentro da área, bater pelo meio das pernas de Van der Sar.
sábado, 21 de junho de 2008
Turquia consegue outro milagre e chega as semifinais

Por Leonardo Martins
A Turquia está sendo a surpresa da Euro, pois consegue reverter jogos, praticamente, perdidos. Ontem, em Viena, os turcos novamente conseguiram outro milagre ao levar um gol da Croácia aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação e empatar aos 16, levando a decisão da vaga aos pênaltis. Nos pênaltis, os turcos venceram por 3 a 1 e chegaram as semifinais para enfrentar os alemães.
A Turquia, que entrou desfalcada do brasileiro naturalizado Mehmet Aurélio e do goleiro Volkan (suspensos), começou o jogo tentando pressionar, valorizando a posse de bola. A Croácia, no entanto, não demorou a mostrar por que venceu os três jogos de seu grupo na primeira fase. Primeiro, após boa jogada de linha de fundo de Rakitic pelo lado esquerdo, Hakan tirou a bola dos pés de Srna justamente quando o croata ia marcar, na entrada da pequena área. Aos 18 minutos, foi a vez de Olic, sozinho, perder o gol mais feito da Eurocopa ao escorar a bola no travessão, após lindo passe de Modric. Srna ainda pegou a sobra, mas mandou para fora. A partir daí, a Croácia diminuiu seu ímpeto, e o jogo ficou mais morno. A Turquia ameaçou apenas em chutes de longe no primeiro tempo, principalmente com Altintop e Topal. Por fim, as equipes foram para o descanso com o placar sem gols.
Depois do intervalo, o panorama não mudou muito. A Croácia seguiu levemente melhor. Logo aos três minutos, Olic aproveitou lambança da zaga turca e concluiu em gol duas vezes seguidas, mas não conseguiu mandar a bola para dentro. A Turquia tratou de cozinhar novamente a partida, e o segundo tempo se arrastou até perto do fim quase sem chances. As melhores, por sinal, foram mesmo da Croácia. Srna, de falta, obrigou Rustu a fazer grande defesa. Aos 44, Olic teve mais uma chance quase na pequena área, mas concluiu em cima do goleiro turco.
A Turquia está sendo a surpresa da Euro, pois consegue reverter jogos, praticamente, perdidos. Ontem, em Viena, os turcos novamente conseguiram outro milagre ao levar um gol da Croácia aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação e empatar aos 16, levando a decisão da vaga aos pênaltis. Nos pênaltis, os turcos venceram por 3 a 1 e chegaram as semifinais para enfrentar os alemães.
A Turquia, que entrou desfalcada do brasileiro naturalizado Mehmet Aurélio e do goleiro Volkan (suspensos), começou o jogo tentando pressionar, valorizando a posse de bola. A Croácia, no entanto, não demorou a mostrar por que venceu os três jogos de seu grupo na primeira fase. Primeiro, após boa jogada de linha de fundo de Rakitic pelo lado esquerdo, Hakan tirou a bola dos pés de Srna justamente quando o croata ia marcar, na entrada da pequena área. Aos 18 minutos, foi a vez de Olic, sozinho, perder o gol mais feito da Eurocopa ao escorar a bola no travessão, após lindo passe de Modric. Srna ainda pegou a sobra, mas mandou para fora. A partir daí, a Croácia diminuiu seu ímpeto, e o jogo ficou mais morno. A Turquia ameaçou apenas em chutes de longe no primeiro tempo, principalmente com Altintop e Topal. Por fim, as equipes foram para o descanso com o placar sem gols.
Depois do intervalo, o panorama não mudou muito. A Croácia seguiu levemente melhor. Logo aos três minutos, Olic aproveitou lambança da zaga turca e concluiu em gol duas vezes seguidas, mas não conseguiu mandar a bola para dentro. A Turquia tratou de cozinhar novamente a partida, e o segundo tempo se arrastou até perto do fim quase sem chances. As melhores, por sinal, foram mesmo da Croácia. Srna, de falta, obrigou Rustu a fazer grande defesa. Aos 44, Olic teve mais uma chance quase na pequena área, mas concluiu em cima do goleiro turco.
Na prorrogação, a Turquia demonstrou ter um pouco mais de pernas do que a Croácia e, mesmo sem apresentar nenhuma mudança drástica, subiu de produção. Comendo pelas beiradas, a equipe vermelha passou a criar suas chances. A melhor delas foi aos 11 minutos do primeiro tempo, quando Tuncay arrumou espaço na entrada da área e soltou a bomba rasteira. A bola passou muito perto da trave direita do goleiro croata Pletikosa. O segundo tempo da prorrogação foi arrastado. As duas seleções pareciam estar satisfeitas com o empate mas, a dois minutos do fim, o goleiro Rustu deu a chance que a Croácia precisava. O goleiro saiu do gol rente à linha de fundo, pelo lado direito da área, mas chegou atrasado, depois de Modric. O meia croata cruzou para Klasnic testar para a rede. Os jogadores da Croácia já pediam o apito final mas, nos acréscimos, após chutão de Rustu quase de uma área para a outra, a bola sobrou para Semih. O atacante encheu o pé e acertou o ângulo de Pletikosa para, assim, levar a decisão para os pênaltis.
Destruída psicologicamente, a Croácia entregou o jogo de bandeja nos pênaltis. Modric e Rakitic chutaram para fora suas cobranças, enquanto Petric teve sua penalidade defendida por Rustu. Final 3 a 1, e festa turca.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Outros jogos das Eliminatórias
Por Leonardo Martins
Além do Clássico mundial entre Brasil e Argentina, já destacado aqui no Blog, a 6ª rodada das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa de 2010 teve outros 4 jogos que movimentaram o continente.
Uruguai 6x0 Peru
No jogo que abriu a rodada, em Montevidéu, o Uruguai se recuperou do empate da rodada anterior e foi em grande estilo. Os uruguaios fizeram a maior goleada destas Eliminatórias ao derrotar o Peru por 6 a 0. Mesmo com a goleada, o Uruguai termina a rodada fora da zona de classificação a Copa em 6º com 8 pontos. O Peru ficou com a lanterna da competição com 3 pontos. O grande destaque da vitória uruguaia foi o atacante Forlán, autor de 3 gols. Bueno fez outros 2 e “El Loco” Abreu completou o placar.
Bolívia 4x2 Paraguai
Em La Paz, a Bolívia conseguiu sua 1ª vitória nas Eliminatórias ao vencer o Paraguai, líder da competição, por 4 a 2. Com o resultado, os bolivianos deixaram a lanterna e passou para o 9º lugar com 4 pontos. Os Paraguaios foram beneficiados com os outros resultados da rodada, já que se mantêm na liderança com 13 pontos. O destaque da vitória boliviana foi o atacante Botero, que fez 2 gols, Gutierrez e o ex-cruzeirense, Marcelo Moreno, fizeram os outros gols bolivianos. Valdez e Santa Cruz descontaram para os paraguaios.
Equador 0x0 Colômbia
Em Quito, Equador e Colômbia não balançaram as redes e realizaram um jogo morno. Melhor para os colombianos que, agora, é a única equipe sem derrotas nas Eliminatórias e permanecem na 3ª colocação com 10 pontos. O Equador continua em situação complicada com 5 pontos e na 8ª colocação.
Venezuela 2x3 Chile
Em Puerto La Cruz, a Venezuela recebeu o Chile tentando entrar na zona de classificação para a Copa, mas quem entrou nesta zona foram os Chilenos que venceram por 3 a 2 e assumiram o 4º lugar e deixaram o Brasil em 5º. Os venezuelanos terminaram a rodada em 7º com 7 pontos. Os gols da vitória chilena saíram com Suazo, autor de 2 gols, e Jara. Maldonado e Arango fizeram para os donos da casa.
Próxima rodada – 6 e 7/09
Chile x Brasil
Argentina x Paraguai
Peru x Venezuela
Equador x Bolívia
Colômbia x Uruguai
Além do Clássico mundial entre Brasil e Argentina, já destacado aqui no Blog, a 6ª rodada das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa de 2010 teve outros 4 jogos que movimentaram o continente.
Uruguai 6x0 Peru
No jogo que abriu a rodada, em Montevidéu, o Uruguai se recuperou do empate da rodada anterior e foi em grande estilo. Os uruguaios fizeram a maior goleada destas Eliminatórias ao derrotar o Peru por 6 a 0. Mesmo com a goleada, o Uruguai termina a rodada fora da zona de classificação a Copa em 6º com 8 pontos. O Peru ficou com a lanterna da competição com 3 pontos. O grande destaque da vitória uruguaia foi o atacante Forlán, autor de 3 gols. Bueno fez outros 2 e “El Loco” Abreu completou o placar.
Bolívia 4x2 Paraguai
Em La Paz, a Bolívia conseguiu sua 1ª vitória nas Eliminatórias ao vencer o Paraguai, líder da competição, por 4 a 2. Com o resultado, os bolivianos deixaram a lanterna e passou para o 9º lugar com 4 pontos. Os Paraguaios foram beneficiados com os outros resultados da rodada, já que se mantêm na liderança com 13 pontos. O destaque da vitória boliviana foi o atacante Botero, que fez 2 gols, Gutierrez e o ex-cruzeirense, Marcelo Moreno, fizeram os outros gols bolivianos. Valdez e Santa Cruz descontaram para os paraguaios.
Equador 0x0 Colômbia
Em Quito, Equador e Colômbia não balançaram as redes e realizaram um jogo morno. Melhor para os colombianos que, agora, é a única equipe sem derrotas nas Eliminatórias e permanecem na 3ª colocação com 10 pontos. O Equador continua em situação complicada com 5 pontos e na 8ª colocação.
Venezuela 2x3 Chile
Em Puerto La Cruz, a Venezuela recebeu o Chile tentando entrar na zona de classificação para a Copa, mas quem entrou nesta zona foram os Chilenos que venceram por 3 a 2 e assumiram o 4º lugar e deixaram o Brasil em 5º. Os venezuelanos terminaram a rodada em 7º com 7 pontos. Os gols da vitória chilena saíram com Suazo, autor de 2 gols, e Jara. Maldonado e Arango fizeram para os donos da casa.
Próxima rodada – 6 e 7/09
Chile x Brasil
Argentina x Paraguai
Peru x Venezuela
Equador x Bolívia
Colômbia x Uruguai
Alemanha faz despedida forçada a Felipão

Por Leonardo Martins
Terminou a Era Felipão em terras portuguesas. A Seleção de Portugal, comandada por Luis Felipe Scolari, enfrentou a Alemanha pela abertura das quartas-de-final da Eurocopa na tarde desta quinta-feira, na Basiléia. Em um ótimo jogo, os alemães venceram por 3 a 2 e garantiram a 1ª vaga as semifinais da Euro.
A Alemanha começou o jogo imprimindo um ritmo fortíssimo que surpreendeu a equipe lusitana, marcando no campo português e criando boas chances para marcar. Portugal, por sua vez, ficava preso a esta marcação. Podolski e Schweinsteiger formavam uma boa dupla e desta dupla nasceu o 1º gol alemão. Aos 23, Podolski cruza da esquerda e o meia aparece livre para tocar para o gol. O ritmo alemão envolvia os portugueses e não demorou muito para a equipe alemã ampliar o placar. Aos 26, Schweinsteinger cobrou falta na cabeça do artilheiro Klose para marcar. A vaga estava sendo assegurada.
Só depois que os germânicos marcaram o 2º, que Portugal foi para cima, mas a defesa alemã estava sempre segura. Cristiano Ronaldo, principal arma portuguesa, estava apagado em campo, mas na 1ª chance que teve, saiu o gol português. Aos 42, o craque avançou pela esquerda e chutou para a defesa de Lehmann, a bola sobrou livre para Nuno Gomes completar para o gol. O gol fez com que os portugueses ficassem esperançosos na segunda etapa.
Na segunda etapa, os papéis se inverteram com Portugal buscando o gol de empate e a Alemanha recuada em seu campo e exercendo uma marcação eficiente. A equipe lusitana tentava o gol a qualquer custo, mas esbarrava no paredão que era a defesa branca. Com a eficiência de sempre, apresentada pela seleção alemã, os alemães marcaram o 3º gol e foi muito parecido com o 2º. Novamente, Schweinsteiger cobrou falta para a área, desta vez, foi o capitão Ballack, aproveitando falha do goleiro Ricardo, completar de cabeça, aos 16 minutos. Mesmo com a desvantagem no placar, a equipe de Felipão nunca desistiu e batalhou para empatar e levar o jogo para a prorrogação. Até conseguiu um gol, aos 42, quando Nani cruzou para Postiga marcar, mas era tarde demais. E este foi o fim da Era Felipão em terras lusitanas.
Felipão, que trouxe novamente Portugal ao hall das grandes seleções mundiais, sendo vice-campeão na Euro 2004 e conquistando o 4º lugar na Copa do Mundo em 2006, larga o comando de Portugal e vai voltar a um clube para dirigir o poderoso Chelsea da Inglaterra. Enquanto os alemães esperam o vencedor do confronto entre Croácia e Turquia para conhecerem seu adversário nas semifinais da Eurocopa.
A Alemanha começou o jogo imprimindo um ritmo fortíssimo que surpreendeu a equipe lusitana, marcando no campo português e criando boas chances para marcar. Portugal, por sua vez, ficava preso a esta marcação. Podolski e Schweinsteiger formavam uma boa dupla e desta dupla nasceu o 1º gol alemão. Aos 23, Podolski cruza da esquerda e o meia aparece livre para tocar para o gol. O ritmo alemão envolvia os portugueses e não demorou muito para a equipe alemã ampliar o placar. Aos 26, Schweinsteinger cobrou falta na cabeça do artilheiro Klose para marcar. A vaga estava sendo assegurada.
Só depois que os germânicos marcaram o 2º, que Portugal foi para cima, mas a defesa alemã estava sempre segura. Cristiano Ronaldo, principal arma portuguesa, estava apagado em campo, mas na 1ª chance que teve, saiu o gol português. Aos 42, o craque avançou pela esquerda e chutou para a defesa de Lehmann, a bola sobrou livre para Nuno Gomes completar para o gol. O gol fez com que os portugueses ficassem esperançosos na segunda etapa.
Na segunda etapa, os papéis se inverteram com Portugal buscando o gol de empate e a Alemanha recuada em seu campo e exercendo uma marcação eficiente. A equipe lusitana tentava o gol a qualquer custo, mas esbarrava no paredão que era a defesa branca. Com a eficiência de sempre, apresentada pela seleção alemã, os alemães marcaram o 3º gol e foi muito parecido com o 2º. Novamente, Schweinsteiger cobrou falta para a área, desta vez, foi o capitão Ballack, aproveitando falha do goleiro Ricardo, completar de cabeça, aos 16 minutos. Mesmo com a desvantagem no placar, a equipe de Felipão nunca desistiu e batalhou para empatar e levar o jogo para a prorrogação. Até conseguiu um gol, aos 42, quando Nani cruzou para Postiga marcar, mas era tarde demais. E este foi o fim da Era Felipão em terras lusitanas.
Felipão, que trouxe novamente Portugal ao hall das grandes seleções mundiais, sendo vice-campeão na Euro 2004 e conquistando o 4º lugar na Copa do Mundo em 2006, larga o comando de Portugal e vai voltar a um clube para dirigir o poderoso Chelsea da Inglaterra. Enquanto os alemães esperam o vencedor do confronto entre Croácia e Turquia para conhecerem seu adversário nas semifinais da Eurocopa.
Assinar:
Postagens (Atom)