sexta-feira, 5 de junho de 2009

Grêmio vence e sobe de posição

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Por Leonardo Martins


Na abertura da 5ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio recebeu o Náutico na gelada Porto Alegre. A equipe mandante dominou o jogo inteiro e conseguiu uma ótima vitória por 3 a 0, melhorando um pouco sua situação no campeonato.

As duas equipes começaram a partida com 3 zagueiros. Mas o Grêmio, por estar atuando em casa e ter uma equipe superior, tinha que tomar a iniciativa do jogo. Porém, o Náutico criou inúmeras dificuldades para os gremistas no primeiro tempo.

O Timbu exercia uma forte marcação, mas não se arriscava muito, por isto o jogo foi chato. Nas vezes que os alvirrubros foram ao ataque, assustaram o goleiro Marcelo Grohe, como aos seis minutos quando o estreante Aílton chutou para a boa defesa do goleiro gremista. Gilmar também assustou o goleiro ao chutar por cima, aos 19.

O Grêmio, aos poucos, conseguia furar a forte marcação pernambucana, mas o alívio só veio aos 37, Alex Mineiro deu ótimo passe para Souza completar para o gol, festa da torcida no Olímpico.

No segundo tempo, o jogo melhorou pois as duas equipes partiram para o ataque. Gilmar cruzou para Carlinhos Bala concluir por cima a chance nauticana. Logo em seguida, Rever perdeu o gol quase em cima da linha e desperdiçou ótima chance para ampliar o placar. Mas aos 22, não teve jeito para os alvirrubros e o Grêmio fez o segundo, Joílson, que acabara de entrar em lugar de Ruy, cruzou e o argentino Máxi Lopez completou de cabeça para o gol.
Um jogador em especial fez uma partida exuberante, o autor do primeiro gol, Souza, marcou, tomou bolas, chutou, armou jogadas. Em jogada parecida com a do primeiro gol, o camisa 8 fechou o placar, Alex Mineiro achou o meia que tocou na saída de Eduardo. Três a zero Grêmio e vitória garantida.

O Grêmio na próxima rodada vai ao Rio enfrentar o Flu e o Náutico enfrenta o Atlético-MG no Mineirão.

Outro jogo de ontem

Santo André 3x3 Santos

No confronto paulista da rodada, o Santo André teve que buscar o empate 3 vezes diante do Santos. Kleber Pereira fez o primeiro do Santos. Nunes empatou para a equipe do ABC. Madson voltou a colocar os praianos na frente. Nunes, novamente, empatou para o Ramalhão. Fabão fez o 3º do Santos, mas Elvis empatou. Final no ABC: 3 a 3.

Brasileirão – Série E – 2009

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Por Matheus Mandy

Não amigos, esse blogueiro não está dando nenhum furo de uma nova competição da CBF, estou apenas debochando da falida e desprestigiada Série D, recém criada pela CBF. Tudo começou no fim do campeonato goiano, quando o Itumbiara conquistou a vaga para a Série D, mas acabou desistindo, depois disso várias equipes por todo o Brasil resolveram por problemas financeiros, não participar da competição. No Rio Grande do Sul, a vaga seria do Veranópolis, mas já passou pelas mãos do Santa Cruz e do Ulbra-Canoas. Em Minas, também aconteceram desistências, além do Democrata-GV, a equipe do Rio Branco também não se inscreveu, mesmo tendo esse direito. No Rio de Janeiro, o Bangu passou a vaga para o Friburguense. Em Goiás, após a desistência do Itumbiara, a vaga ficou com a Anapolina, afinal tanto Trindade, quanto Santa Helena declinaram ao convite. Ainda sobre desistências, em Alagoas um fato inusitado vai ocorrer: o CSA foi rebaixado para a segunda divisão alagoana, no entanto, com a desistência de Corinthians, Coruripe, Murici, Igaci, Ipanema e CSE, a vaga ficou com o time alvi-anil. Em Pernambuco, o Porto abandonou o futebol profissional e também está fora da Série D. Além disso, três equipes campeãs estaduais desistiram da competição: O Juventus do Acre, o ASSU do Rio Grande do Norte e o Sousa da Paraíba, as situações do Rio Grande do Norte e do Acre ainda estão longe de serem resolvidas. Na terra de Plácido de Castro, após a desistência do Juventus, o Atlético Acreano e o Vasco disseram “Não” ao convite, já no futebol potiguar, o Potyguar de Currais Novos não irá jogar a Série D.

Já tivemos 27 desistências na Série D 2009, se agente arrumar uns patrocinadores vai dar para fazer um torneio e criar a Série E.

Acre:
1-Juventus
2-Atlético
3-Vasco
4-Náuas

Alagoas:
5-Corinthians
6-Coruripe
7-Murici
8-Igaci
9-Ipanema
10-CSE

Goiás:
11-Itumbiara
12-Santa Helena
13-Trindade

Minas Gerais:
14-Rio Branco
15-Democrata de Governador Valadares

Paraíba:
16-Sousa

Pernambuco:
17-Porto

Rio de Janeiro:
18-Bangu

Rio Grande do Sul:
19-Veranópolis
20-Santa Cruz
21-Ulbra

Rio Grande do Norte:
22-ASSU
23-Potyguar de CN
24-Santa Cruz
25-Baraúnas
26-Potiguar de Mossoró

Rondônia:
27-Vilhena

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Corinthians segura empate e está na final

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Por Leonardo Martins


Na noite desta quarta-feira, na gelada São Paulo, o Corinthians recebeu o Vasco pela partida de volta das semifinais da Copa do Brasil. Como o Timão havia empatado por 1 a 1 no Rio, poderia empatar sem gols que ficava com a vaga à final e foi isto que aconteceu, mas com sustos para a fiel torcida.

As duas equipes contavam com a volta das suas principais estrelas, Ronaldo, do lado corintiano, e Carlos Alberto, do lado cruzmaltino. Como o Vasco precisava de gols, partiu para cima, mas quem fez a primeira chance foi o Corinthians. Aos 5, Elias cruzou e o Fenômeno chutou por cima

O jogo estava truncado com as marcações levando vantagem sobre os ataques. Mesmo com maior posse de bola, o Vasco tinha inúmeras dificuldades para ir ao ataque. Carlos Alberto, principal homem de criação estava bem marcado por Cristian. O Vasco só assustou o gol corintiano aos 23, em cobrança de escanteio, o artilheiro Elton exigiu uma ótima defesa de Felipe.

O Corinthians apresentava mais velocidade em campo, mas, também, pecava nas finalizações. Aos 35, Dentinho chutou para a defesa de Fernando Prass. Os cariocas voltaram a assustar aos 42, mas o jogo estava parado.

A pressão vascaína aumentou na segunda etapa, marcando no campo corintiano, o time pressionava, mas continuava preso à marcação dos paulistas, que, por sua vez, começava a segurar o empate sem gols que lhe valia a classificação.

A medida que o tempo passava, o time vascaíno ficava mais impaciente e começava a errar muitos passes. Mas, por pouco, a equipe carioca não abriu o placar. Aos 19, Nilton cabeceou com perigo em cobrança de escanteio.

O Corinthians acordou para o segundo tempo aos 24, Dentinho chutou para a defesa de Fernando Prass que mandou para escanteio. Na cobrança, William cabeceou com perigo. Aos 25, Boquita, que havia entrado no lugar de Jorge Henrique, apareceu na área e chutou, também com perigo.

Carlos Alberto saiu para a entrada de Enrico e Edgar entrou para explorar seu jogo aéreo no lugar de Rodrigo Pimpão. Mas foi a equipe paulista que quase abriu o placar. Aos 38, Ronaldo deu as suas famosas arrancadas, chegou a driblar Fernando Prass, mas o goleiro se recuperou e tomou a bola do Fenômeno. Nos últimos minutos, os paulistas seguraram o jogo e a classificação veio com sustos para a torcida corintiana.

O Vasco agora só se preocupa na volta à primeira divisão através da Série B, onde está em 3º lugar com 9 pontos. Já o Corinthians com esta final, tem a oportunidade de conquistar a vaga na Libertadores no ano de seu centenário.

Outra semifinal

Coritiba 1x0 Internacional (T: 2x3)

O Inter foi a Curitiba podendo perder por um gol de diferença que passava a final. Mas o Coxa queria dar uma alegria a sua torcida que lotou o Couto Pereira. Os paranaenses precisavam fazer 2 a 0 para conseguir a vaga e por isto partiram para cima, exigindo boas defesas de Lauro. Aos 30 minutos da segunda etapa, Ariel matou a bola no peito, girou e chutou no canto do gol colorado, abrindo o placar. Faltava apenas um gol para eliminar o poderoso Inter, porém, os gaúchos souberam tranqüilizar o ímpeto e a vaga colorada foi consolidada.

Corinthians e Inter fazem a final da Copa do Brasil nos dias 17 de junho (No Pacaembu) e 1º de julho (No Beira-Rio) e, é claro, terão cobertura do Esporte é Vida.

domingo, 31 de maio de 2009

Definida as 12 sedes da Copa 2014

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Por Leonardo Martins


Reunida em Nassau nas Bahamas, a FIFA anunciou as 12 cidades brasileiras que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014. Foi um anuncio sem surpresas e as cidades comemoraram o fato.

O Presidente da entidade, Joseph Blatter, anunciou as cidades com imensa satisfação. Após o anúncio das cidades, o presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa, Ricardo Teixeira, falou as cidades que ganharam o direito e garantiu a aquelas que ficaram de fora, que receberão eventos relacionados ao mundial.

As doze cidades foram escolhidas sobre diversos fatores, história futebolística, temas ambientais, força política. A FIFA queria uma sede no Pantanal, então Cuiabá ganhou o direito de Campo Grande, e também na Amazônia, Manaus ganhou a disputa regional contra Belém e Rio Branco. O nordeste terá quatro sedes, Natal, Recife, Fortaleza e Salvador. O Rio deve ficar com a final no Maracanã (nada mais justo). São Paulo e Brasília disputam a abertura da copa.

Vamos as sedes com os estádios prováveis, as capacidades na Copa e as obras previstas para eles:

Rio de Janeiro – Maracanã (Reforma)
Capacidade: 90 mil pessoas

São Paulo – Morumbi (reforma e construção de cobertura)
Capacidade: 62 mil pessoas

Belo Horizonte – Mineirão (Reforma dentro e no entorno)
Capacidade: 70 mil pessoas

Brasília – Estádio Nacional (Construção)
Capacidade: 70 mil pessoas

Porto Alegre – Beira-Rio (Reforma)
Capacidade: 62 mil pessoas

Curitiba – Arena da Baixada (reforma e ampliação)
Capacidade: 41 mil pessoas

Cuiabá – Verdão (reconstrução)
Capacidade: 45 mil pessoas

Salvador – Fonte Nova (reforma e construção de cobertura)
Capacidade: 55 mil pessoas

Recife – Arena Recife (construção)
Capacidade: 46 mil pessoas

Natal – Arena das Dunas (construção)
Capacidade: 45 mil pessoas

Fortaleza – Castelão (Reforma)
Capacidade: 53 mil Pessoas

Manaus – Vivaldão (Reconstrução)
Capacidade: 42 mil pessoas

A estas cidades cabe fazer tudo dentro do prazo estabelecido pela FIFA e pelo Comitê organizador. Além destas obras nos estádios, as cidades tem que realizar obras de infra-estrutura para receber os torcedores e as equipes da Copa.

São Paulo se recupera no Brasileiro

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Por Leonardo Martins

No segundo duelo desta semana ocorrido entre Cruzeiro e São Paulo, novamente quem foi o mandante que se saiu vencedor. Neste domingo foi válido pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro e foi no Morumbi, casa tricolor. O São Paulo foi mais objetivo e conseguiu fazer 3 a 0 no time azul.

As duas equipes começaram a partida diferente do jogo de quarta, os tricolores foram os que fizeram mais alterações, ao todo, foram 5 alterações feitas por Muricy Ramalho, destaque para a estréia do meio-campista Marlos, vindo do Coritiba. Do lado azul, as alterações foram por conta de contusões, Wellington Paulista e Léo Fortunato entraram no time de Adilson Batista.

O jogo começou com muito equilíbrio, o Cruzeiro tendo mais posse de bola, porém, tinha dificuldades para furar a marcação são-paulina. Aos 3, Henrique chutou de longe e Denis defendeu. O São Paulo foi mais objetivo e marcou o gol de abertura do placar. Aos 12, Washington aproveitou confusão da zaga cruzeirense e mandou de cabeça no canto de Fábio. 1 a 0 São Paulo.

No minuto seguinte, a melhor chance dos mineiros aconteceu. Wellington Paulista fez o cruzamento e Gérson Magrão aproveitou no segundo pau e mandou na trave. Foi a última chance azul na primeira etapa. Isto aconteceu devido a ótima marcação imposta pela equipe paulista, que anulou todas as jogadas do time cruzeirense. Por sua vez, a Raposa errava muitos passes e marcava mal.

Do lado paulista, o estreante Marlos era o melhor em campo e foi dele a jogada que culminou no segundo gol tricolor. Aos 32, Marlos deu um belo chapéu em Magrão e achou Zé Luis na linha de fundo, o lateral cruzou para a área e Borges se antecipou para marcar o segundo. Até o final do primeiro tempo não tivemos outras chances de ambas equipes.

No intervalo, Adilson Batista mudou o time cruzeirense, tirou Gérson Magrão para a entrada de Athirson, mas o segundo tempo começou e nada alterou. O Cruzeiro continuava preso a marcação do time do Morumbi e errava muitos passes. Por sua vez, o São Paulo acomodou-se em campo e parou de atacar, com isto, o jogo caiu muito de rendimento.

Aos 15, procurando mais ofensividade, o Cruzeiro trocou o ataque, tirou Wellington Paulista e entrou o autor do gol da vitória na partida da Libertadores, Zé Carlos, mas este também não alterou o ritmo do jogo. Kleber estava anulado pela marcação dos zagueiros André Dias e Miranda e pouco tentava.

Aos 23, Dagoberto entrou no time são-paulino no lugar de Washington e fechou o placar aos 32. O atacante aproveitou lançamento de Denis e falha da zaga azul para infiltrar na área e chutou na saída de Fábio. 3 a 0 Tricolor e vitória confirmada.

As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 17 de junho no Morumbi pela Libertadores, mas antes as equipes voltam a jogar pelo Brasileiro. O São Paulo vai a Florianópolis enfrentar o Avaí e o Cruzeiro recebe o líder Internacional em Belo Horizonte.

Outros jogos

Ontem

Atlético-MG 0x0 Santo André

Coritiba 1x3 Goiás
Marcelinho Paraíba; Felipe(2) e Iarley

Botafogo 2x2 Sport
Fahel e Tony; Wéldon e Wilson

Hoje

Santos 3x1 Corinthians
Paulo Henrique(2) e Madson; Renato

Flamengo 2x1 Atlético-PR
Antônio Carlos(contra) e Adriano; Rafael Moura

Vitória 1x0 Grêmio
Leandro Domingues

Náutico 1x1 Fluminense
Gilmar; Fred

Internacional 2x1 Avaí
Talles Cunha e Alecsandro; Lima

Barueri 2x2 Palmeiras
Obina e Keirrison; Pedrão(2)

Classificação após 4 rodadas

1º Internacional – 12pts
2º Vitória – 9pts
3º Santos – 8pts (5SG)
4º Náutico – 8pts (3SG)
5º Atlético-MG – 8pts (2SG)
6º Flamengo – 7pts
7º Cruzeiro – 6pts
8º São Paulo – 5pts (2SG)
9º Goiás – 5pts (1SG e 9GM)
10º Santo André – 5pts (1SG e 6GM)
11º Palmeiras – 5pts (-1SG)
12º Fluminense – 5pts (-2SG)
13º Grêmio – 4pts (0SG)
14º Corinthians – 4pts (-1SG)
15º Avaí – 3pts (-1SG e 5GM)
16º Barueri – 3pts (-1SG e 4GM)
17º Botafogo – 3pts (-2SG)
18º Sport – 2pts
19º Atlético-PR – 1pt (-4SG)
20º Coritiba – 1pt (-5SG)

Próxima Rodada

04/06 – 21h
Santo André x Santos
Grêmio x Náutico

06/06 – 18h30
Corinthians x Coritiba

07/06 – 16h
Atlético-PR x Atlético-MG
Avaí x São Paulo
Sport x Flamengo
Palmeiras x Vitória

18h30
Goiás x Barueri
Fluminense x Botafogo
Cruzeiro x Internacional

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Palmeiras empata em casa

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Por Leonardo Martins


Uma vitória no jogo de ontem era fundamental para o Palmeiras ir bem para o Uruguai, mas o Nacional conseguiu um belo resultado no Palestra Itália ao empatar em um gol. O jogo foi válido pelas quartas-de-final da Libertadores.


O Palmeiras começou a partida em cima do Nacional. Com Keirrison e Diego Souza na frente, a equipe pressionou. Na primeira oportunidade, foi Souza quem deu o primeiro chute, aos oito minutos. E ficou nisso. Conforme o ponteiro do relógio avançava, os uruguaios começavam a ganhar espaço e demonstravam ficar à vontade na área palmeirense.


É verdade que o Nacional abusou da cera. Nas cobranças de faltas, por exemplo, os atletas eram sempre advertidos verbalmente pelo árbitro Carlos Torres. Com a bola nos pés, chegaram a assustar Marcos. Aos 13, Coates, de cabeça, obrigou o goleiro a fazer boa defesa. Romero também tentou contra a meta brasileira, e novamente São Marcos apareceu para espalmar.


Mas o Palmeiras passou a ser outro a partir dos 28 minutos, quando Marquinhos e Obina substituíram Fabinho Capixaba e Souza, respectivamente. Vanderlei Luxemburgo, que havia pedido paciência com o lateral-direito, não a teve. E com o novo atacante em campo, o Alviverde conseguiu segurar mais o oponente em seu campo.

Obina não foi só um homem de área. O camisa 24 procurou o jogo, deu carrinhos e foi aplaudido pelos torcedores. Aliás, ele já mexeu com a torcida desde o momento em que começou a aquecer para entrar em campo.


Mas a melhor oportunidade foi perdida por Keirrison, artilheiro do time no ano, com 20 gols, aos 40 minutos. Na jogada, Diego Souza tocou de calcanhar para o camisa 9 chutar cruzado, rente à trave. Por pouco Obina, que deu um carrinho para arrematar, não chegou na bola.


Quem esperava gols de Keirrison ou Obina acabou vendo um outro atleta se destacar no segundo tempo. Um dos principais nomes do time na temporada, especialmente nas disputas da Libertadores, Diego Souza marcou o tão esperado gol palmeirense, logo aos dez minutos.


Na jogada, Keirrison recebeu de costas para o zagueiro e tocou para o camisa 7 bater rasteiro no canto direito de Muñoz. O arqueiro uruguaio ainda tocou na bola, mas falhou na sua tentativa de defesa. O 1 a 0 acendeu a torcida alviverde, que passou a gritar e vibrar com qualquer carrinho ou bola espirrada para fora.


Vendo que seu time perdia demais o meio-campo, Gerardo Pelusso sacou Biscayzacú, atacante que vem sendo badalado no Uruguai, e colocou Angel Morales, passando a ter cinco homens no setor. Na resposta palmeirense, Luxemburgo tirou Keirrison, que saiu entre aplausos e vaias, e colocou Jumar.


E quando o jogo parecia se arrastar, o Nacional conseguiu o empate. Foi Santiago Garcia, o único atacante que os uruguaios tinham em campo, que arrancou a igualdade no Palestra Itália. Ao receber perto da pequena área, aos 35 minutos, ele não teve dificuldades com a zaga palmeirense antes do arremate. Marcos nem mesmo esboçou reação e a bola entrou no seu canto esquerdo.


Nos minutos finais, o Palmeiras avançou desesperado para o ataque, mas sem sucesso. O 1 a 1 estava decretado, levando dramaticidade para a partida que acontece no Uruguai, onde a equipe palmeirense joga por um empate com mais de dois gols, o sem gols favorece aos uruguaios.


Outro jogo das quartas-de-final


Defensor-URU 0x1 Estudiantes-ARG

Desábato


Os jogos da Libertadores darão uma parada por conta das Eliminatórias para a Copa e só voltam no dia 17 de junho com as partidas de volta das quartas-de-final.

Cruzeiro sai na frente nas quartas

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Por Leonardo Martins


Com o maior público desta Libertadores, 52 mil pagantes no Mineirão, Cruzeiro e São Paulo iniciaram a disputa de uma vaga nas semifinais da competição. Em um bom jogo, a Raposa conseguiu uma vitória por 2 a 1, abrindo vantagem na disputa.

As duas equipes se estudaram no inicio de jogo, os azuis tinham maior posse de bola, porém, encontravam inúmeras dificuldades de furar a marcação são-paulina, que, por sua vez, atacava pouco e satisfeito com o empate. Alem da dificuldade de atacar, o Cruzeiro estava muito nervoso e errando muitos passes, por isto, a equipe da casa chegava em chutes de longe. Como aos 20, Gérson Magrão chutou de longe e assustou Denis. Logo depois, Jonathan também fez o mesmo em chute de longe. A partida estava nervosa em campo. Richarlyson chutou o lateral cruzeirense e houve um princípio de confusão

Aos poucos, a calma cruzeirense se instaurava em campo e as jogadas começaram a fluir. Aos 34, Ramires parou na defesa do goleiro são-paulino e a bola bateu em André Dias e quase entrou. Aos 45, em jogada parecida, Henrique entrou pela direita e chutou para Denis defender para escanteio. Na cobrança, Gérson Magrão cruzou na cabeça de Leonardo Silva que subiu mais que a zaga e mandou de cabeça para o fundo das redes. O gol cruzeirense foi o último lance do primeiro tempo.

No intervalo, Thiago Ribeiro saiu machucado para a entrada do meia Athirson, a alteração foi considerada defensiva. Esta alteração trouxe o São Paulo para o campo cruzeirense e a equipe tricolor conseguiu o que queria, fez o gol. Aos 13, Zé Luis cruzou, Dagoberto cabeceou para a defesa parcial de Fábio e Washington completou o rebote para o gol. 1 a 1 e vantagem para o São Paulo.

O próprio Adilson Batista admitiu que errou nesta substituição cruzeirense e tratou de consertar o erro ao colocar o recém-chegado Zé Carlos no lugar de Gérson Magrão. E deu o resultado esperado, pois o Cruzeiro voltou a dominar e o atacante, que estreara na Libertadores, fez o gol. Aos 19, após boa trama do ataque azul, Jonathan achou Zé que mandou um foguete e Denis acabou colaborando e a bola entrou. 2 a 1 Cruzeiro.

Para tentar o empate, Muricy Ramalho resolveu mudar o ataque, tirou Washington e Dagoberto para colocar Borges e André Lima, mas não alterou o ritmo de jogo, o Cruzeiro dominava as ações e o São Paulo, pobre de variações de jogadas, ia pouco ao ataque. Mas colocou o goleiro Fábio para trabalhar em chutes de longe. Aos 28, Eduardo Costa exigiu boa defesa do capitão azul.

O Cruzeiro perdeu boas chances de ampliar o placar. Primeiro, Athirson exigiu boa defesa de Denis. Depois, foi Zé Carlos que chutou com perigo e a bola passou por cima do gol. Os paulistas ainda tiveram boa chance com André Lima que exigiu nova intervenção de Fábio e garantiu a vitória azul na 1ª batalha das quartas.

Os azuis jogam pelo empate na partida de volta, dia 17 de junho, no Morumbi, ao São Paulo resta uma vitória por 1 a 0 para seguir adiante na Libertadores. Porém, no domingo as duas equipes se enfrentam, também no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro.

Outro jogo das quartas-de-final

Caracas-VEN 1x1 Grêmio

O Grêmio foi a Venezuela e arrancou um bom empate diante do Caracas, trazendo a vantagem do empate sem gols para o Olímpico na partida de volta. Os venezuelanos saíram na frente com Rey no inicio de jogo. Depois de inúmeras dificuldades, os gremistas conseguiram o empate com gol de Fábio Santos.