domingo, 12 de setembro de 2010

Cruzeiro ganha e chega na briga

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Por Leonardo Martins


O Cruzeiro despontou como um dos favoritos ao título brasileiro, o jogo de hoje contra o Avaí em Florianópolis foi uma prova disto. O time mineiro fez uma boa partida e contou com a sorte para vencer por 2 a 1 e encostar, de vez, na briga pelo título.

A Raposa continuou sem os titulares Montillo e Wellington Paulista, Roger e Farias continuavam no time. Já o Avaí queria dar um basta no jejum de vitórias com o veterano Sávio comandando o meio.

O jogo começou com muito equilíbrio e poucos ataques de ambas equipes, a partida foi truncada no meio campo e os goleiros não trabalharam no inicio de jogo. O Cruzeiro, aos poucos, foi dominando o jogo e, no primeiro lance de maior perigo, o gol saiu. Aos 23, após bate-rebate na área, Fabrício foi derrubado por Davi na área e o juiz marcou pênalti, na cobrança, Roger bateu bem e abriu o placar.

O gol desestabilizou a equipe catarinense e o time azul passou a dominar mais as ações do jogo. Fabrício fazia uma boa partida e quase fez o segundo, mas o chute foi por cima. O Avaí só chegou uma vez, mas parou em Fábio.

No segundo tempo, o técnico do Azurra, Antonio Lopes, foi expulso ao reclamar da arbitragem. O lance originou o desespero avaiano, mas o time criou chance com Caio que parou no Capitão Azul, Fábio. A pressão mandante aumentou quando Marquinhos Paraná recebeu o segundo amarelo e deu adeus a partida com a expulsão.

Para fechar o meio, Cuca colocou Fabinho no lugar de Farias, deixando Thiago Ribeiro isolado na frente. E não é que deu certo. Aos 26, ele recebeu belo passe de Fabrício, avançou sozinho, fintou o marcador e chutou na trave e a bola voltou nas costas de Renan, entrando no gol. Festa mineira na Ressacada.

Com o segundo gol, Cuca colocou Pablo no lugar de Roger e nos últimos 15 minutos pressão total do Avaí. Eram os mineiros fechados em seu campo e o Avaí tentando furar este bloqueio azul. Conseguiu apenas uma vez, aos 35, Jéferson cruzou para Laércio completar para o gol. A expectativa para o empate surgiu.

Mas o Cruzeiro colocou logo o jogo em banho-maria e passou a administrar o jogo com maestria e os três pontos importantíssimos vieram. O Cruzeiro é um candidato ao título brasileiro deste ano.
Curtinhas

- O Botafogo conseguiu uma vitória importante que o colocou na briga pelo título, venceu o São Paulo no Engenhão e continua em terceiro no Campeonato. Edno e Loco Abreu garantiram os três pontos para o Fogão no segundo tempo.

- O Galo conseguiu uma vitória importante ao derrotar o Grêmio Prudente por 1 a 0 em Sete Lagoas. Mesmo com a vitória, o Atlético continua na incomoda zona de rebaixamento, assim como o Prudente. O gol da vitória saiu aos 42 do segundo tempo feito por Obina.

De casa nova, Fla busca empate contra o Vitória

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Por Gabriel Seixas

Ainda está muito longe do ideal, mas a torcida do Flamengo já tem algum motivo pra comemorar. Após sofrer com a seca de apenas 3 gols marcados em 1000 minutos, a torcida rubro-negra ganhou dois gols de presente na partida contra o Vitória, disputada em Volta Redonda. É bem verdade que os baianos marcaram outros dois e forçaram o empate, mas um dos traumas do Fla parece estar devidamente enterrado.

Não é exagero dizer que dois gols em uma única partida é um luxo ao Flamengo, principalmente nesta edição do Campeonato Brasileiro. Apenas contra o Grêmio Prudente, ainda na terceira rodada, o Fla marcou mais de um gol num só jogo (vitória por 3 a 1). Os gols marcados podem dar mais confiança ao time daqui pra frente, mas muitos erros ainda precisam ser corrigidos.

Mais uma vez, Silas escalou mal o time. Mudou o esquema tático para 3-4-1-2 e isolou Petkovic na armação. Deivid e Val Baiano foram figuras absolutamente nulas na etapa inicial, ainda que o primeiro tenha buscado jogo em alguns momentos – mas só apareceu efetivamente quando reclamou da arbitragem. Everton Silva, substituto de Leo Moura na lateral-direita, subiu ao ataque tanto quanto Juan pela esquerda: nenhuma vez.

Willians foi outro jogador que fez muita falta. Não só pela pegada na marcação, como pelo apoio no flanco direito, que ficou completamente abandonado na presença de Everton Silva. Correa e Toró, volantes do time, limitavam-se a marcar. Com um time mais compacto e esperto nos contra-ataques, foi o Vitória quem jogou melhor no primeiro tempo, principalmente nos dez minutos finais. Marcelo Lomba evitou o pior para o Fla, sempre fazendo ótimas intervenções.

No intervalo, Silas corrigiu seu equívoco com a entrada de Kleberson na vaga do cansado Ronaldo Angelim. O zagueiro, que pediu para ser substituído, é só um dos que evidenciam a má forma física do time, motivada pela maratona de jogos (dois por semana). A alteração colocou o Fla de novo na partida, mas ainda era o Vitória quem estava mais bem organizado. Pouco antes de Schwenck substituir o apagado Elkeson, Júnior abriu o placar para os visitantes.

Na base do abafa, Diego Mauricio entrou no lugar do lateral Everton Silva, quando Rafael Galhardo já havia substituído o cansado Petkovic. Com dois atacantes abertos pelos flancos e os meias chegando de trás, o Flamengo achou o empate aos 33 minutos, com Kleberson aproveitando grande jogada do garoto Diego Mauricio.

Os 15 últimos minutos de partida foram de tirar o fôlego. Quando Schwenck colocou novamente o Vitória na frente, aos 38 (um golaço num sem-pulo de fora da área), o Fla reagiu um minuto depois, quando Kleberson empurrou pras redes uma bola que insistiu em não entrar nas finalizações de Galhardo e Val Baiano. Kleberson, heroi do jogo, certamente ganharia uma estátua no Raulino de Oliveira se a linda finalização da intermediária aos 45 minutos não tivesse parado no travessão.

Pelo contraste das duas etapas, o empate foi justo. O Flamengo finalmente deve ter a chance de jogar com o time completo, e de alma lavada após os dois gols marcados, pode finalmente embalar no campeonato. Silas certamente terá uma boa dor de cabeça com a grande atuação de Kleberson, tendo a opção de colocá-lo no time na vaga de Toró, sem perder a pegada na marcação e ganhando em qualidade na frente.

O Vitória, que vive o mesmo dilema do Fla em brigar contra o rebaixamento, também pode alcançar voos mais altos. Muito se falou em boicote ao ex-técnico Toninho Cecilio, demitido na última quinta-feira, e de comando novo – provavelmente a ser confirmado na segunda-feira -, pode resgatar a moral e a motivação perdidas após o vice-campeonato da Copa do Brasil. É só um palpite, mas acho que o destino reserva boas surpresas para ambos os rubro-negros.

Curtinha:

- Os líderes do campeonato, Fluminense e Corinthians, não escaparam da derrota. O Flu visitou o Atlético Goianiense e perdeu por 2 a 1, de virada, nos acréscimos, enquanto o Timão recebeu o Grêmio e foi derrotado por 1 a 0. Os cariocas seguem líderes com 41 pontos, três a mais que os paulistas.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Botafogo ganha e Galo arranca empate no Rio

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Por Leonardo Martins


Nesta quinta-feira, a rodada 20 foi completada com três jogos e poucos gols nas partidas. Vamos a um resumo.

O Atlético-MG conseguiu um empate salvador no Rio, empatou em um gol com o Vasco. O Empate pode marcar o inicio da fuga atleticana da zona de Rebaixamento. O primeiro tempo foi do Vasco e o gol vascaíno veio com o ex-atleticano Éder Luis, mas o segundo foi do alvinegro mineiro e o empate veio com Ricardinho em cobrança de pênalti.

No Pacaembu, outro confronto alvinegro entre Santos e Botafogo, duas equipes com chances de título, melhor para o Botafogo que venceu o Peixe por 1 a 0 e assumiu a terceira colocação. O jogo foi bastante equilibrado com chances das duas equipes e boas defesas dos goleiros. O gol foi de Loco Abreu depois de linda jogada.

Em Presidente Prudente, outro empate em um gol entre Prudente e Avaí, mas que foi ruim para as duas equipes. Os paulistas continuam no Z-4 e o Avaí amarga seqüência de jogos sem vitórias. Rudinei abriu o placar para os catarinenses e Rafael Santos empatou para os mandantes.

São Paulo bate Flamengo e encosta no G-6

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Por Gabriel Seixas


Há mais ou menos três rodadas, quando o interino Sergio Baresi era duramente criticado no comando do São Paulo, demonstrei meu apoio a continuidade do trabalho do técnico tricolor, contrariando a ideia praticamente unânime de que o tricolor deveria buscar no mercado um treinador mais experiente. Com três vitórias consecutivas, a última sobre o Flamengo na noite de ontem, o promissor Baresi parece ter se firmado de vez no cargo.


Onde eu quero chegar? Simples: da mesma forma que a torcida do São Paulo precisou ter paciência com o trabalho de Baresi, à medida que o treinador implantava a integração de jovens valores da base ao time profissional e mudava a filosofia de jogo do time, é preciso que a torcida rubro-negra confie no trabalho de Silas. É bem verdade que são situações diferentes e que o tempo fica cada vez mais curto e a agonia aumenta a cada rodada, mas com alguns ajustes, o time do Flamengo deve (e vai) embalar.

A atuação do Fla no jogo de ontem foi pavorosa. Uma sucessão de erros custou a derrota. Marcelinho, o jogador mais veloz e insinuante do São Paulo, teve liberdade total para criar jogadas e aparecer nas costas dos zagueiros. Em uma de suas arrancadas sem marcação, ele achou Marlos, que entrou nas costas de Leo Moura e Jean, dominou a bola, driblou Marcelo Lomba com facilidade e tocou pras redes.

Silas tentou corrigir o time e o deixou ainda mais exposto. Natural para quem ainda está conhecendo o elenco. A entrada de Vinicius Pacheco na vaga de Correa deixou o time sem saída de bola. O treinador simplesmente sacou o jogador de melhor passe e qualidade na marcação, tendo a opção de sacar Toró, por exemplo. Willians, que começou como ponta direita, foi recuado para auxiliar Toró no combate. Aliás, as jogadas combinadas de Leo Moura e Willians pela direita foram totalmente combatidas pelo tricolor, que tinha Jorge Wagner, Richarlyson e Miranda no combate naquele setor.

Sem qualquer tipo de criatividade no meio-campo, Diogo fez o ‘favor’ de deixar o time também sem ataque. Para quem veio do futebol da Grécia, nada melhor do que um presente de grego. Uma falta desnecessária em Richarlyson e uma tentativa ridícula de cavar um pênalti custaram-lhe dois cartões amarelos praticamente consecutivos. Deivid, visivelmente fora de forma, ficou isolado na frente. Renato Abreu vive o mesmo dilema. Até nas cobranças de falta, nas quais um dia foi muito eficiente.

O São Paulo jogou com profunda tranquilidade. O gol no início fez com que as jogadas da equipe fluíssem com ainda mais naturalidade. Numa delas, Jorge Wagner cruzou da esquerda para Fernandão, que “marcado” por Ronaldo Angelim e Juan (que juntos não devem ter metade da altura do centroavante), testou pras redes.

A vitória do tricolor praticamente não foi ameaçada. E quando o Flamengo esporadicamente chegou ao ataque, Rogério Ceni, que completava 20 anos de carreira, estava lá para segurar a onda. Uma vitória convincente e sem sofrer gols foi pouco para este goleiro que, além de artilheiro, é um mito. Momentaneamente, o São Paulo fica a apenas três pontos do G-6. Para quem até outro dia brigava contra o rebaixamento, nada mal, não?

E é justamente no adversário de ontem que o Flamengo se espelha para embalar no campeonato. Displicência, apatia e principalmente falta de gols não serão mais toleradas pelo torcedor rubro-negro. É a hora da verdade. Posso estar sendo precipitado, mas o próximo jogo, contra o Vitória, vai determinar quais são as pretensões do Fla nesta competição. A do São Paulo já está bem definida: briga pela Libertadores. O peso da camisa e a nova filosofia de jogo podem fazer a diferença, para um e para outro.

Curtinhas:

- Na Arena da Baixada, muita polêmica no empate entre Atlético-PR e Corinthians em 1 a 1. Ronaldo, do Timão, e Bruno Mineiro, do Furacão, marcaram gols em pênaltis mal marcados. O resultado mantém os paulistas em segundo, porém a três pontos do líder Fluminense.

- Vitória e Palmeiras empataram em 1 a 1 no Barradão. Elkeson marcou para os baianos, que perderam o técnico Toninho Cecilio no dia seguinte após o empate, e Tadeu empatou para o Palmeiras, que segue no meio da tabela, nem pra lá, e nem pra cá.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Cruzeiro ganha e encosta nos líderes

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Por Leonardo Martins


Um grande jogo aconteceu pela abertura do returno do Campeonato em Uberlândia. Dois candidatos ao título se enfrentaram, Cruzeiro e Internacional, e a Raposa conseguiu uma vitória, novamente por 1 a 0, importante e chegou a terceira colocação.

Foi um resultado importante tendo em vista os desfalques azuis de Fabrício, Montillo e Wellington Paulista, nos lugares entraram Everton, Roger e Farias. Do lado do Colorado, também, haviam desfalques, D’Alessandro e Alecsandro, que já não haviam jogado no Final de semana.

Everton foi o nome do jogo em Uberlândia, o meia era a válvula de escape azul e dava ótimos passes armando a equipe, como aos 9, ao deixar Thiago Ribeiro na cara, mas o atacante chutou por cima.

Mas cinco minutos depois, o próprio Everton resolveu a parada em um golaço. Jonathan cruzou e o camisa 5 apareceu como um elemento surpresa e acertou um belo chute sem pulo. Festa azul no Parque do Sabiá. 1 a 0.

A pressão azul continuou e a marcação fortíssima também, não deixava o Colorado atacar. Somente aos 29, o Inter teve uma chance com Leandro Damião, mas o atacante completou mal o cruzamento de Wilson Matias.

E Everton voltou a aparecer no ataque, Farias cruzou e lá estava ele na área para chutar, porém, o chute saiu mal e a bola ficou com a zaga gaúcha. Mas foi só e Fábio foi um mero espectador no primeiro tempo.

No segundo tempo, o nível técnico da partida caiu consideravelmente. Com a vantagem no placar, o Cruzeiro limitava-se a marcar e a sair nos contra-ataques, principalmente pelas laterais. Com isso, o Internacional, pouco inspirado, não conseguia fugir da marcação adversária.

os poucos, o Cruzeiro foi perdendo o gás, e o time gaúcho começou a pressionar. Com Giuliano e Tinga com mais liberdade no meio-campo, o time gaúcho pecava nos passes finais. Mesmo assim, Fábio trabalhou um pouco mais e teve que aparecer para evitar o empate colorado. Já no fim da partida, Giuliano fez grande jogada ao driblar dois e chutar rasteiro para mais uma boa defesa do goleiro cruzeirense, que mandou para escanteio.

O técnico Cuca ainda alterou a equipe, buscando dar mais força defensiva ao time. Celso Roth, ao contrário, colocou Andrezinho em campo e foi para cima do Cruzeiro. Porém, a zaga celeste, formada por Gil e Léo, e o apoio de Henrique e Marquinhos Paraná, não deu chance para o empate. O Cruzeiro conseguiu a terceira vitória seguida na competição e chegou, enfim, ao G-4 do Campeonato Brasileiro.

O Cruzeiro chegou ao terceiro lugar e na próxima rodada enfrenta o Avaí em Florianópolis e o Inter recebe o Goiás em Porto Alegre.


Curtinhas

- O Fluminense se reencontrou com a vitória ao derrotar o Ceará por 3 a 1 no Engenhão e mantém a liderança do Campeonato. Mariano e Washington, por duas vezes, marcaram para o Flu e Geraldo descontou para os cearenses.

- O Grêmio deu um alivio no sufoco perto do Z-4 ao frear a sensacional reação do Atlético-GO e vencer por 2 a 0 no Olímpico. Douglas e Borges, jogadores contestados pela torcida, fizeram os gols gremistas.

- O lanterna Goiás conseguiu quebrar um longo jejum sem derrotas ao derrotar o Guarani por 3 a 1 em Goiânia. O destaque do jogo foi o atacante Felipe, que marcou dois gols. Rafael Moura fez o outro do Esmeraldino Mário Lúcio fez o gol de honra dos visitantes

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Série B – 20ª rodada

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Por Leonardo Martins


A Série B abriu o segundo turno neste feriado com 10 jogos, uma rodada completa, e é claro muitos gols e mudanças na tabela. Vamos a um resumo da rodada.

O líder Figueirense abriu uma folga na liderança ao derrotar o São Caetano por 1 a 0 em Florianópolis. A vice-liderança está divida entre Coritiba e Ponte Preta. O Coxa venceu bem o Náutico por 3 a 1 e a Macaca frustrou a torcida ao apenas empatar sem gols com o ASA em Casa. O G-4 é completado pelo Bahia, que foi a Natal e derrotou o América-RN por 2 a 0.

Esta foi a rodada dos visitantes, além do já citado Bahia, outras três equipes venceram fora de casa. O América-MG venceu o Bragantino por 2 a 1 e colou no G-4, mesma situação do Guaratinguetá que repetiu o placar do Coelho no Duque de Caxias. Outro 2 a 1 de visitante foi do Paraná sobre o Ipatinga em Minas.

O Vila Nova mostra sinais de recuperação e chegou ao 5º jogo sem derrotas ao vencer a Portuguesa por 2 a 1. O Sport também vem em ascensão dentro do Campeonato e levou um grande público a Ilha do Retiro na vitória sobre o Brasiliense por 3 a 0, chegando ao nono jogo de invencibilidade. Fechando a rodada, um empate em um gol entre Santo André e Icasa.

Classificação

1° Figueirense – 39pts
2° Coritiba – 36pts (11V)
3° Ponte Preta – 36pts (10V)
4° Bahia – 34pts
5° América-MG – 33pts (10V)
6° Guaratinguetá – 33pts (8V)
7° Náutico – 31pts
8° Sport – 30pts
9° Portuguesa – 28pts (6SG)
10° Icasa – 28pts (2SG)
11° São Caetano – 28pts (1SG)
12° Paraná – 27pts
13° Duque de Caxias – 26pts
14° Brasiliense – 24pts
15° ASA – 23pts
16° Bragantino – 22pts
17° Santo André – 21pts
18° Vila Nova – 20pts
19° América-RN – 16pts
20° Ipatinga – 15pts

Zona do Acesso
Zona do Rebaixamento

Brasil dá adeus a Turquia

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Por Leonardo Martins


O grande duelo das oitavas-de-final do mundial de Basquete aconteceu no dia da independência do Brasil. O jogo contra a Argentina era tratado como uma volta aos tempos áureos do basquete brasileiro, mas no fim, mais uma derrota sofrida por 93 a 89 e mais uma eliminação em mundiais.

Como Ruben Magnano e a equipe hermana se conhecem muito bem, já que o treinador conseguiu o ouro olímpico em 2004, o treinador tentou surpreender na escalação com Guilherme Giovannoni no lugar de Thiago Splitter para marcar a estrela Scola. O pivô hermano era a principal esperança de vitória com seus 29 pontos de média.

Quando a bola subiu se viu um jogo equilibradíssimo e empolgante, com belas jogadas de ambos os lados e nervoso como qualquer encontro entre os rivais. O pivô Scola começava a se destacar do lado argentino e Marcelinho Huertas respondia do lado brasileiro. Quando um abria uma vantagem, o outro buscava e deixava o jogo empatado. No final do primeiro quarto, empate em 25 pontos.

O equilíbrio também foi a tônica do jogo no segundo quarto, com Scola e os arremessos de três colocando a Argentina na frente, mas Marcelinho Huertas e Leandrinho comandando o Brasil. O placar marcava 46x42 para os Hermanos quando Huertas acertou uma bola de três sensacional e ainda sofreu a falta técnica, resultado virada na ida para o intervalo, 48 a 46.

O Brasil, no embalo, conseguiu sua maior vantagem no jogo no inicio do terceiro quarto colocou 55 a 48, abrindo uma ótima vantagem em um jogo equilibrado. Mas do outro lado, tinha um jogador fantástico, Scola, que acertava tudo no jogo e, rapidamente, a equipe argentina empatou o jogo. As duas equipes foram para o quarto decisivo empatadas em 66 pontos.

O último quarto chegou e com ele, o equilíbrio se distanciou da quadra e Scola deu show assim como o time argentino. O Brasil com Huertas, Marcelinho Machado, Leandrinho e Varejão, mostrava muita garra e tentou até o último minuto, mas a experiência do time campeão olímpico falou mais alto e a derrota brasileira veio com 93 a 89.

Mas a campanha e as exibições do Brasil neste mundial trouxeram de volta a dignidade e a torcida ao basquete brasileiro.

Outros jogos das oitavas-de-final

Sérvia 73x72 Croácia
Espanha 80x72 Grécia
Turquia 95x77 França
Eslovênia 87x58 Austrália
Estados Unidos 122x66 Angola
Rússia 78x56 Nova Zelândia
Lituânia 78x67 China


Confronto das quartas-de-final

Sérvia x Espanha
Turquia x Eslovênia
Estados Unidos x Rússia
Lituânia x Argentina