quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A beleza no tênis

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Por Leonardo Martins

Quando se fala em tênis feminino logo se lembra da beleza das tenistas do circuito profissional. A época é de Australian Open, o primeiro dos quatro torneios Grand Slam da temporada, onde as mais belas tenistas do circuito da WTA desfilam um bom tênis e é claro, a sua beleza pelas quadras de Melbourne.

A humilde opinião deste blogueiro (e uma certa paixonite) é que não tem tenista mais bela que a Sérvia Ana Ivanovic. Ivanovic, com sua cara de anjo e suas madeixas morenas, cativa a todos e, também, sua simpatia, que é uma das marcas da bela sérvia. Mas últimamente, a musa vem apresentando um tênis irregular e a ex-número 1 amarga a posição 20 no ranking, para piorar, Ivanovic foi derrotada na estréia do torneio australiano. Uma pena para os fãs.

Quem vem agradando em cheio quanto os fãs do bom tênis como os fãs de beleza nas quadras é a dinamarquesa Caroline Wozniacki. A atual número 1 é uma loura que é característica do povo nórdico, mas, além de uma carinha bonita, Wozniacki apresenta um belo tênis e consistente desde o ano passado. Enfim, a bela dinamarquesa reúne todas as características que uma bela jogadora reúne.

Além das duas citadas, outra musa que é famosa por sua beleza é a russa Maria Sharapova. A loura, também famosa por seus gritos em quadra, chama atenção dos fãs do tênis com seus modelos ousados de roupas que acentuam as curvas da tenista. A musa russa já foi campeã de alguns grand-slams como o Australian Open e Wimbledon.

Mas o circuito já teve outras musas como a suíça Martina Hingis, que, também, foi numero 1 do mundo, e a bela argentina Gabriela Sabatini. Belas que cativavam os fãs com suas belezas e seus tênis jogados.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Neymaravilha

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Por Leonardo Martins

Na estréia do Brasil no Sul-Americano Sub-20 contra o Paraguai em Tacna no Peru, um jogador brilhou sensacionalmente, como havia a expectativa, mas Neymar superou todas as expectativas ao marcar os 4 gols da vitória canarinho por 4 a 2.

O Brasil levou para o Peru uma equipe rápida e ofensiva armada por Ney Franco e o jogo de ontem se viu isto. Com uma linha de 3 meias-atacantes (Oscar, Lucas e Neymar), o treinador privilegiou o ataque para conseguir a vaga Olímpica (os dois primeiros da competição garantem vaga para Londres em 2012).

O jogo de ontem mostrou algumas dificuldades para vencer a marcação paraguaia, a Seleção começou nervosa em campo. Mas bastou uma jogada de talento, no caso do volante técnico Casemiro, para tranqüilizar as coisas. O volante fez ótima jogada e foi derrubado por Ovando na área, pênalti que foi bem convertido por Neymar, o primeiro do dono da noite.

Depois do primeiro, começou o show do atacante do Santos, titular da Seleção Principal também. Os paraguaios tentavam coibir a habilidade do jogador com faltas e violência, mas não conseguiam. O segundo gol de Neymar não demorou, o atacante recebeu de Oscar, driblou dois defensores e chutou no canto, um bonito gol no segundo.

O único atacante de oficio, Henrique, pouco se movimentava e via Neymar brilhar. E o primeiro tempo terminou com tranqüilidade para a nossa seleção.

Tranqüilidade que não voltou para o segundo tempo, especialmente, para Zé Eduardo. O volante do Parma recebeu dois cartões amarelos em 4 minutos da segunda etapa e foi expulso de campo. Com a expulsão, os paraguaios se animaram em busca da reação no jogo. O gol de Vieira, aproveitando falha da defensiva brasileira, ligou o sinal de alerta.

Mas aí apareceu Neymar, novamente, para tranqüilizar as coisas para a Seleção. Aproveitando a velocidade do ataque, o jovem craque santista marcou seu terceiro gol ao dividir com o goleiro paraguaio e cutucar de cabeça para o gol.

Para fechar o show, não poderia faltar uma obra-prima do atacante. O camisa 7 recebeu ótimo passe de Rafael Galhardo e deu um lindo toque por cobertura. Um verdadeiro golaço em Tacna. E ainda poderia ter sido mais, mas com os 4 gols, a Seleção diminuiu o ritmo e passou a poupar energias.

O Paraguai ainda diminuiu o marcador com o gol de Montenegro. Mas ainda sobrou tempo para as expulsões de Henrique e do técnico Ney Franco, porém, nada que tirasse o brilho da noite de Neymar. O caminho rumo a primeira medalha dourada do nosso futebol não poderia ter começado tão bem. O próximo jogo acontece na quinta-feira quando enfrentamos a Colômbia, também em Tacna.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Os estaduais pelo Brasil – 16/01/11

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Por Leonardo Martins

O Esporte é Vida estreia uma nova coluna na sua cobertura dos estaduais, é “Os Estaduais pelo Brasil”. Nesta coluna você irá conferir algumas informações a cada rodada dos estaduais pelo país todo.

Em São Paulo, o Santos, sem Ganso e Neymar, estreou como terminou o Campeonato passado, goleando. Goleou o fraco e recém-promovido Linense por 4 a 1, com destaque para Maikon Leite, autor de dois gols. Já o conturbado Palmeiras entrou em 2011, mas parece que 2010 não acabou, pois o futebol continua o mesmo no empate sem gols com o Botafogo no Pacaembu.

O mesmo Pacaembu viu o gol olímpico de Roberto Carlos, o segundo da vitória corintiana sobre a Lusa no clássico paulistano da rodada de abertura do Paulista e Ronaldo estreou como capitão do time do Parque São Jorge. Já o outro grande que estreou neste domingo, o São Paulo, conseguiu uma boa vitória em Mogi Mirim por 2 a 0 e Rogério Ceni chegou ao gol 94 na carreira. O estreante São Bernardo foi o destaque dos outros jogos ao derrotar o Prudente por 3 a 1.

No Rio Grande do Sul, os grandes vacilaram, especialmente o Grêmio que entregou o jogo para o Lajeadense após abrir dois gols e tomou o empate em casa. A partida marcou alguns protestos da torcida contra Ronaldinho Gaúcho que escolheu o Flamengo. Já o Time B do Inter, que começará o Gaúcho foi a Canoas e perdeu para o recém-promovido Cruzeiro por 1 a 0.

O Campeão da Série B 2010, Coritiba, estreou bem no Paranaense ao enfrentar a torcida fanática do Operário em Ponta Grossa. Com gol de Marcos Aurélio, o Coxa conseguiu a vitória em cima do Fantasma. Já os rivais de Curitiba, Paraná e Atlético, perderam em casa e entristeceram suas torcidas. O tricolor tomou 3 a 1 do Corinthians  e o Furacão perdeu na Arena para o modesto Arapongas por 2 a 1.

No Pernambucano, dos três grandes, só o Santa Cruz ganhou e lidera o Campeonato. O Santinha derrotou o Ypiranga por 2 a 1 de virada. Já os rivais Náutico e Sport empataram, os dois times obtiveram o mesmo resultado. O Leão empatou em um gol com o Petrolina e o Timbu parou no Arapina.

Na Bahia, a dupla Ba-Vi perdeu na estreia. O Bahia perdeu para o Serrano por 2 a 1 e o Vitória foi derrotado pelo Colo-Colo por 1 a 0 em Salvador. Já em Santa Catarina, os grandes, Avaí e Figueirense, também não conseguiram vencer na estreia. O Azurra perdeu para o Chapecoense em casa por 2 a 1 e o Figueira empatou com o Metropolitano em 1 a 1.

Amistosos dos cariocas

Os times do Rio fizeram amistosos importantes. O Flamengo fez uma linda festa para Ronaldinho Gaúcho e venceu o América-MG por 2 a 1 com grande público em Londrina. O jogo foi bem cara de amistoso mesmo, mas serviu para que as duas equipes treinassem o time para os seus estaduais. O América dificultou as coisas para o time rubro-negro que só marcou o gol da vitória aos 40 do segundo tempo.

Outro duelo entre cariocas e mineiros aconteceu entre Botafogo e Democrata no Engenhão. Foi um passeio carioca na vitória por 5 a 1 sobre a Pantera. Já o Vasco teve um desafio internacional, a equipe cruzmaltina recebeu o Cerro Porteño do Paraguai e conseguiu uma vitória pelo placar mínimo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Obrigado Coração Valente

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Por Leonardo Martins

Um dos jogadores mais simpáticos e batalhadores do nosso futebol anunciou a sua aposentadoria nesta quinta. É o atacante Washington, o “Coração Valente”, que foi vencido pelos problemas de saúde, mas deixa uma carreira bonita dentro do futebol.

Washington, gaúcho, começou a sua carreira no Caxias e depois passou pelo Internacional sem muito destaque. A carreira começou a deslanchar quando foi para a Ponte Preta no inicio dos anos 2000, lá ele foi artilheiro do Paulista e um dos destaques da campanha da Macaca no Brasileiro de 2001. Neste ano de 2001, Washington passou pela fatídica Seleção Brasileira comandada por Emerson Leão, a única passagem do atacante pela Seleção.

O destaque na Macaca lhe rendeu uma transferência em 2002 para o Fenerbahçe, mas na Turquia aconteceu uma coisa que mudaria o rumo da sua carreira. Washington descobriu que tinha problemas cardíacos e voltou ao Brasil, sem assistência do clube turco. Nessa época, o atacante pensou em parar com o futebol, mas fez um cateterismo e voltou a treinar. Para muitos, Washington nunca mais voltaria a jogar em alto nível, porém, o Atlético-PR acreditou no jogador e cedeu o seu CT para a recuperação.

Lá no CT do Caju, CT do Furacão, Wash foi bem recebido e recebeu o convite para voltar aos gramados em 2004. E Washington não decepcionou os seus fãs na volta aos gramados. Como uma Fênix, ressurgiu fazendo o que fazia de melhor, gols. Se tornou o principal nome da equipe do Furacão na surpreendente campanha no Brasileirão daquele ano em que terminou com o vice-campeonato. Além de ser o grande nome do time, Washington se tornou o maior artilheiro de Brasileiros em uma única edição com 34 gols, marca que dificilmente alguém atingirá um dia. Estava de volta o “Coração Valente”, apelido que ganhou em Curitiba.

Depois de sair do Furacão, a Terra do Sol Nascente brilhou para o jogador, Washington foi para o Urawa Reds e lá também foi artilheiro do Japonês e ajudou a equipe a se tornar Campeã Asiática em 2007 e a chance de disputar o Mundial de Clubes. Washington, no Mundial, já estava apalavrado com o Fluminense para a disputa da Libertadores 2008, mesmo assim, foi artilheiro do Mundial de Clubes, comprovando ser um artilheiro nato.

Esta Libertadores foi inesquecível para os Tricolores e, principalmente, para Washington. O “Coração Valente” foi peça fundamental para que o Flu chegasse a Final da Competição. Qual torcedor tricolor não esquece o gol que deu a vaga as semifinais eliminando o São Paulo, marcado aos 46 do segundo tempo? Foi o ápice de Washington. O título não veio, mas esta Libertadores está na memória de Washington.

No segundo semestre de 2008, Washington se tornou, novamente, artilheiro do Brasileiro, desta vez, com 21 gols e empatado com Kleber Pereira e Keirrison. Esta artilharia despertou o interesse do seu algoz na Libertadores, o São Paulo, e foi parar no Tricolor Paulista. Mas no time do Morumbi, Washington não repetiu o mesmo sucesso do Flu, mas fez seus golzinhos.

No ano passado, insatisfeito no time paulista e querendo jogar, Washington voltou ao Rio e ao Fluminense, onde chegou para ser o substituto de Fred, machucado, mas já mostrava sinais de decadência, porém, foi importante na campanha do título Brasileiro do Fluminense.

Washington sempre foi uma pessoa simpática e alegre, com determinação para superar as dificuldades, especialmente, os de coração. O futebol se despede de um grande homem, claro que não tinha muita técnica, mas tinha o faro do gol.

Obrigado Coração Valente pelos serviços prestados para o futebol.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A estreia de Leonardo na Inter

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Por Leonardo Martins

A rodada de ontem do Campeonato Italiano foi marcada pela estreia de Leonardo no comando técnico da Internazionale em jogo contra o 3º colocado Napoli em San-Siro. Foi uma vitória bem convincente da Campeã Mundial por 3 a 1, mesmo com vários desfalques.

Em seu primeiro jogo, Leonardo não alterou muito o esquema tático da Inter, mas contou com vários desfalques, dentre eles, Sneijder e Eto’o, destaques da equipe na última temporada. No lugar do holandês entrou Stankovic e Pandev formou o ataque com Milito.

A equipe foi consistente graças ao trio de volantes sul-americanos formado por Cambiasso, Zanetti e Thiago
Motta. Este último, também, foi destaque na frente, aos 3 minutos, um belo chute de longe do volante brasileiro abriu o placar para os interistas, um gol para a alegria do elegante Leonardo.

O Napoli mostrava porque está na briga pelo Scudetto e não se assustou com o gol, os napolitanos tem um bom time com os atacantes sul-americanos Lavezzi e Cavani. O gol de empate de Pazienza veio para dar equilíbrio ao jogo.

Mas a Inter, animada com o novo treinador, foi para cima e conseguiu o gol de desempate e mais um gol sul-americano aconteceu. Maicon cruzou com perfeição e o argentino Cambiasso concluiu para o gol. Milito não estava em uma noite inspirada e pouco contribuía para o time.

No segundo tempo, os donos da casa engoliram os visitantes, iniciaram uma pressão incrível ao gol napolitano. Em uma noite que um brasileiro era a principal atração, outro brasileiro se destacou. Thiago Motta fez outro golaço, dessa vez, de cabeça, aos 9 da segunda etapa e tranqüilizou as coisas.

Depois do terceiro gol, o que se viu foi um jogo tranqüilo por parte da Inter, mas as chances também reapareceram, porém, não houve mais gols. A Internazionale, nas mãos do ótimo Leonardo, tem tudo para melhorar no Calcio e brigar por uma vaga pela Liga dos Campeões.

- Outros destaques do Italiano

Em meio a chatíssima novela sobre o futuro de Ronaldinho, o Milan aumentou a vantagem na liderança na estreia de Cassano com a vitória de 1 a 0. O estreante pelo time rossonero entrou no segundo tempo e já deu um passe para o gol da vitória em Cagliari.

Já o esquentadinho Felipe Melo voltou a aprontar e prejudicou a Juventus ao ser expulso no inicio de jogo. Resultado: derrota da Vecchia Sinhora em casa por 4 a 1 para o Parma.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Quando a chatice extrapola o ideal

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Por Leonardo Martins

Estes últimos dias, o Brasil presencia uma novela que parece interminável. Muitos dirão se é o mistério acerca da morte do personagem Totó em “Passione”, mas não é sobre o personagem de Tony Ramos que vamos falar. É sobre a novela Ronaldinho Gaúcho no Brasil em 2011; que já esgotou a paciência de muitos torcedores, inclusive a minha, mas vamos falar sobre ela.

Se trata de um grande jogador querendo voltar ao país de origem, isso é inegável, e quem não quer um jogador da classe de Ronaldinho desfilando seu belo futebol em nossas terras tupiniquins. Será muito bom ter o craque de volta ao Brasil, por mais que muitos ainda o critiquem por seu fraco desempenho nos últimos anos, tenho certeza que sobrará no nosso fragilizado futebol.

Mas a minha crítica nessa novela é compartilhada por muitos torcedores, inclusive dos clubes envolvidos. O leilão que o irmão e procurador de Ronnie, Assis, está fazendo para se definir o futuro do craque é algo inacreditável e que vem irritando a todo mundo. Outra coisa que vem tirando a paciência de torcedores é o número de notícias que aparece nessa história, cada minuto o Ronaldinho está em um local, no Flamengo, no Grêmio ou no Palmeiras, hoje apareceu na imprensa até que o Corinthians estaria na briga também.

A falta de uma definição por parte do Ronaldinho e de Assis só traz mais irritação a todos que estão de olho nesta contratação que é um marco para o futebol brasileiro.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Paixão Celeste

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Por Leonardo Martins


Hoje, dia 2 de janeiro, é uma data muito especial para todos os cruzeirenses, no qual me incluo. O Cruzeiro completa 90 anos de vida e de glórias para o esporte nacional, um clube respeitado por todo o mundo chega aos 90 anos com muitas conquistas. Mas, neste domingo, darei licença ao jornalista e escreverei uma crônica como torcedor.

A paixão celeste que move milhões de torcedores é a mesma que moveu seus fundadores em 1921. De Palestra Itália, seu primeiro nome, até esse nome  que carrega e que virou marca de Minas e do Brasil, muitas batalhas vencidas aconteceram, mas, também, derrotas doídas que só serviram para o crescimento do time.

Bom, esta paixão celeste que moveu o time nas conquistas memoráveis, a Taça Brasil de 66, vencendo o imbatível Santos do Rei Pelé. Esta conquista que entrou para a história do futebol brasileiro e foi o motor do futebol mineiro na década de 60 e 70. O time de 66 tinha a genialidade de um jovem camisa 10 chamado Tostão, que, posteriormente, participara do time sensacional que foi campeão mundial em 70, também tinha um genial ponta chamado Dirceu Lopes, este, injustamente, nunca recebera uma chance no escrete canarinho.

Esta paixão que moveu o time a conquista memorável da Libertadores em 76. O time havia perdido Roberto Batata, morto em um acidente durante a campanha, e ele lá de cima, guiou Joãozinho a acertar a falta que deu o gol da conquista. A América era azul.

Estas conquistas memoráveis eu, infelizmente, não vi por não ter nascido na época, mas o Cruzeiro me deu alegrias inesquecíveis. O Bi da Libertadores em 97 sofrido, o gol de Elivélton sacudiu o mundo azul no Mineirão. E quem não se lembra do gol de Geovanni aos 46 minutos do segundo tempo, gol que fez muita gente chorar com a conquista do Tri da Copa do Brasil.

Só as estrelas do uniforme azul nos deram um time estrelar, um time com operários unidos a uma grande estrela, Alex. Resultado disto, um ano inesquecível para nossa torcida em 2003, com a conquista da tríplice coroa e um futebol que encantou o Brasil e o mundo.

Obrigado por existir meu amor azul, a paixão que move uma nação aos estádios e nos enche de orgulho. Parabéns pelos 90 anos de glórias.