Por Leonardo Martins
Série C
A terceirona definiu ontem os dois finalistas da competição. Em jogos de muita emoção, alagoanos e mineiros comemoraram a vaga a final.
Icasa-CE 2x3 ASA-AL
O ASA surpreendeu o Icasa em Juazeiro do Norte e assegurou vaga à final da Série C com a vitória por 3 a 2. Os mandantes saíram na frente com Marcos Vinicius, Leandro empatou, mas Diogo fez o 2 a 1 para os cearenses, resultado que lhe dava a vaga. Mas em dois minutos, o ASA virou o jogo com Didira e Rodriguinho. Festa alagoana no Ceará.
América-MG 2x1 Guaratinguetá-SP (P: 7x6)
O América precisou dos pênaltis para eliminar o Guaratinguetá no Independência, novamente, com um grande público. O Coelho abriu o placar com Irênio, no inicio do jogo. Laércio empatou e estava dando a vaga aos paulistas. Mas Moisés, no fim do jogo, fez o 2° dos americanos e levou a disputa de pênaltis. Nas cobranças, 100% de aproveitamento até a sétima quando Diego Araújo chutou para longe e Moisés fez o gol da classificação mineira.
ASA e América começam a decidir a série C no dia 13 de setembro em Alagoas.
Série D
A quarta divisão começou a disputa de sua 3ª fase com 5 jogos por todo o Brasil.
Jogo 1
São Raimundo-PA 4x1 Cristal-AP
Michel(4); Demir
Jogo 2
Sergipe-SE 3x1 Alecrim-RN
Magno, Hugo Henrique e Fabinho Cambalhota; Eduardo
Jogo 3
Tupi-MG 1x1 Macaé-RJ
Fabrício Soares; Gedeil
Jogo 4
Uberaba-MG 2x0 Araguaia-MT
Alemão(2)
Jogo 5
Chapecoense-SC 2x1 Londrina-PR
Luis André e Willian Amaral; Silvinho
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Virou rotina: Botafogo empata e arbitragem prejudica equipe alvinegra

Por Matheus Mandy (http://mercadodabolafc.blogspot.com/)
Pela décima primeira vez nesse Campeonato Brasileiro, o Botafogo saiu de campo com um empate, mas pela terceira vez seguida o time foi prejudicado pela arbitragem. O Grêmio fez um bom jogo, mas contou com a ajuda do árbitro paulista, Rodrigo Martins Cintra.
A partida começou com o Botafogo indo para cima e logo aos 2 minutos, Reinaldo arrancou e entrou na área, mas parou no goleiro Victor. Logo depois, Juninho cobrou falta com violência e Victor defendeu em dois tempos.
O Grêmio não ameaçava e o Botafogo ia para cima, em uma roubada de bola de Michael, ele rolou para Lúcio Flávio cruzar, Reinaldo chutou duas vezes para vencer Victor e abrir o placar no Engenhão. Não demorou muito para o Grêmio empatar. Wellington falhou e Peréa cruzou para Jonas, o atacante perdeu dois gols incríveis chutando na trave, mas na terceira chance empatou a partida. Antes do intervalo, Juninho tentou cruzar e obrigou Victor a operar grande defesa.
No segundo tempo, o Botafogo abriu o placar aos 2 minutos com Victor Simões aproveitando lançamento de Reinaldo. A partir daí, o árbitro Rodrigo Cintra apareceu na partida. Tcheco lançou Mário Fernandes pela linha de fundo, o lateral tricolor cruzou a bola quando a mesma já havia saído, a zaga do Botafogo parou e Jonas tocou para as redes. Revolta do time alvinegro.
Dez minutos mais tarde o Grêmio virou a partida. Souza cobrou falta e a bola passou por todo mundo morrendo no canto do goleiro Castillo. Aos 40 minutos mais um erro grave de arbitragem. Thiaguinho entrou na área e levantou buscando Ricardinho, Tcheco esticou o braço e cortou a bola, mas o árbitro nada marcou.
Na base do desespero o Botafogo conseguiu o empate. André Lima rolou para Leandro Guerreiro chutar de fora da área. A bola desviou e entrou no ângulo: 3 a3. O Botafogo ainda teve chance de virar a partida, mas Ricardinho perdeu um gol feito.
O Grêmio folga durante a semana e ficará só treinando, já o Botafogo enfrenta fora de casa o Atlético-PR pela Copa Sulamericana.
Classificação após 22 rodadas
1° Palmeiras – 41pts
2° Goiás – 38pts
3° Internacional – 37pts (11V)
4° São Paulo – 37pts (10V)
5° Atlético-MG – 34pts (7SG e 36GM)
6° Avaí – 34pts – 34pts (7SG e 33GM)
7° Corinthians – 33pts (9V)
8° Barueri – 33pts (8V)
9° Grêmio – 32pts (9V)
10° Santos – 32pts (8V)
11° Flamengo – 30pts
12° Vitória – 29pts (-3SG)
13° Cruzeiro – 29pts (-6SG)
14° Atlético-PR – 27pts
15° Coritiba – 25pts
16° Santo André – 24pts (-9SG)
17° Náutico – 24pts (-12SG)
18° Botafogo – 23pts
19° Sport – 17pts
20° Fluminense – 16pts
Próximos jogos
Jogo atrasado – 02/09 – 21h
Internacional x Atlético-MG
23ª Rodada
02/09 – 21h50
Corinthians x Santos
05/09 – 18h30
Sport x Botafogo
Palmeiras x Barueri
Grêmio x Vitória
06/09 – 16h
Goiás x Coritiba
Cruzeiro x São Paulo
Atlético-PR x Flamengo
18h30
Avaí x Internacional
Santo André x Atlético-MG
Fluminense x Náutico
Classificação após 22 rodadas
1° Palmeiras – 41pts
2° Goiás – 38pts
3° Internacional – 37pts (11V)
4° São Paulo – 37pts (10V)
5° Atlético-MG – 34pts (7SG e 36GM)
6° Avaí – 34pts – 34pts (7SG e 33GM)
7° Corinthians – 33pts (9V)
8° Barueri – 33pts (8V)
9° Grêmio – 32pts (9V)
10° Santos – 32pts (8V)
11° Flamengo – 30pts
12° Vitória – 29pts (-3SG)
13° Cruzeiro – 29pts (-6SG)
14° Atlético-PR – 27pts
15° Coritiba – 25pts
16° Santo André – 24pts (-9SG)
17° Náutico – 24pts (-12SG)
18° Botafogo – 23pts
19° Sport – 17pts
20° Fluminense – 16pts
Próximos jogos
Jogo atrasado – 02/09 – 21h
Internacional x Atlético-MG
23ª Rodada
02/09 – 21h50
Corinthians x Santos
05/09 – 18h30
Sport x Botafogo
Palmeiras x Barueri
Grêmio x Vitória
06/09 – 16h
Goiás x Coritiba
Cruzeiro x São Paulo
Atlético-PR x Flamengo
18h30
Avaí x Internacional
Santo André x Atlético-MG
Fluminense x Náutico
Inter supera Goiás com facilidade; Fernandão é expulso na estreia

Por Gabriel Seixas
O que era pra ser um dos jogos mais equilibrados da rodada, se decidiu em poucos minutos da etapa inicial. Em 15 minutos, o colorado já vencia por 2 a 0. E melhor, já estava com um jogador a mais, porque Fernandão foi expulso pelo esmeraldino, logo aos 13 minutos. A reestreia não poderia ser pior, e justo contra seu ex-clube. Falando em estreias, Fabiano Eller e Edu fizeram as suas pelo colorado, e contribuíram para a vitória por 4 a 0 – porém, não marcaram. Marquinhos, Guiñazu, Giuliano e Kleber fizeram os gols que deixaram o time a 4 pontos do Palmeiras. A diferença pode diminuir para um ponto neste meio de semana, caso o Inter vença o jogo adiado da 17ª rodada, em casa, contra o Atlético-MG.
Desfalques importantes do meio pra frente
Tite tinha problemas para escalar o ataque do Internacional. A dupla titular, Taison e Alecsandro – este artilheiro do time, com dez gols – desfalcava a equipe. O certo era que Edu jogaria no ataque, mas não se sabia quem seria o companheiro dele. O técnico ameaçou escalar Léo, mas acabou indo com o garoto Marquinhos de início. E, certamente, não se arrependeu. O garoto fez excelente partida, e marcou um dos gols da goleada – sendo que deu assistência para outro, e incomodou com seus dribles de perna esquerda.
Do outro lado, Hélio dos Anjos fazia sua primeira partida sem Felipe Menezes, vendido para o Benfica na sexta-feira. Ele aproveitou para fazer a estreia de Fernandão, atuando no meio-campo esmeraldino. Os laterais, Vítor e Júlio César, e a dupla de ataque, Felipe e Iarley, estavam prontos para surpreender o Inter no Beira-Rio.
Superioridade confirmada em 15 minutos
Tite decidiu preservar o meia Andrezinho, ainda fora de forma, colocando-o no banco de reservas, decidindo dar continuidade a Giuliano no meio-campo. E o camisa 10 deu conta do recado. Ele deu bom passe entre dois marcadores para Marquinhos na área, que com categoria, limpou Ernando e tocou de perna esquerda por cima de Harlei. Eram apenas cinco minutos de partida.
Aos treze, o lance mais polêmico do jogo. Fernandão, de costas para Magrão, tentava proteger a bola, mas foi imprudente e jogou as costas no adversário. O árbitro entendeu como cotovelada, e expulsou o jogador do Goiás.
O Goiás sentiu o baque, e dois minutos depois, tomou o segundo gol. Novamente com participação de Marquinhos. Ele recebeu de Guiñazu na área e devolveu com um toque entre as pernas do adversário para o argentino, que entrou livre na área e bateu de perna esquerda, no canto de Harlei: 2 a 0 colorado.
A partir daí, o time esmeraldino não conseguiu jogar, até porque Hélio dos Anjos decidiu tirar o que seria o articulador do time, Léo Lima, para colocar Everton Hora. Ele abria mão de uma possível reação, que àquela altura, parecia impossível.
E a garotada colorada continuou inspirada. Aos 31 minutos, Giuliano recebeu pela direita, limpou Leandro Euzébio e bateu firme, pra fora. Quatro minutos depois foi a vez de Kleber, que ainda não iniciara seu show particular. Ele chutou de fora da área, mas Harlei defendeu tranquilamente.
Show da garotada, e goleada no Beira-Rio
Em meio a reclamações pelo lance da expulsão de Fernandão, os dois times voltaram para o segundo tempo com objetivos diferentes. O Inter com claras chances de aumentar o placar contra um adversário direto, enquanto o Goiás buscava alternativas para espantar suas próprias limitações dentro do jogo.
Mas o panorama continuou o mesmo do primeiro tempo, e o Inter precisou de apenas seis minutos para marcar o seu terceiro gol. Kleber deu lindo lançamento para Marquinhos na esquerda, que avançou e tentou um toque por cima de Harlei. A bola caminhava para sair em tiro de meta, mas Edu conseguiu evitar a saída com um carrinho, colocando na cabeça de Giuliano, que testou firme para o gol.
O quarto gol não saiu por muito pouco. Kleber, o melhor do time no segundo tempo, arriscou um bom chute da ponta esquerda e acertou o travessão. O Goiás, numa rara oportunidade de ataque também tentou descontar, mas Leandro Euzébio cabeceou por cima do gol de Lauro, que quase não teve sua presença notada no jogo.
O Inter criava chances claras de gol, e teve boa oportunidade com Bolaños – que substituiu Edu -, mas o equatoriano mandou por cima do gol de Harlei, desperdiçando ótima chance. A insistência valeu ao colorado o quarto gol, aos 33 minutos: Kleber, que estava deslocado na ponta direita, aproveitou Harlei adiantado e tocou por cobertura, marcando um golaço no Beira-Rio.
Na melhor oportunidade depois que o time já estava fazendo 4 a 0, Bolaños teve outra chance de marcar o dele em contra-ataque puxado pelo próprio, mas ele bateu pra fora. Não fez falta para o colorado, que segue a caça ao Palmeiras no campeonato. O Goiás continua bem posicionado, ainda na vice-liderança a três pontos do líder.
O que era pra ser um dos jogos mais equilibrados da rodada, se decidiu em poucos minutos da etapa inicial. Em 15 minutos, o colorado já vencia por 2 a 0. E melhor, já estava com um jogador a mais, porque Fernandão foi expulso pelo esmeraldino, logo aos 13 minutos. A reestreia não poderia ser pior, e justo contra seu ex-clube. Falando em estreias, Fabiano Eller e Edu fizeram as suas pelo colorado, e contribuíram para a vitória por 4 a 0 – porém, não marcaram. Marquinhos, Guiñazu, Giuliano e Kleber fizeram os gols que deixaram o time a 4 pontos do Palmeiras. A diferença pode diminuir para um ponto neste meio de semana, caso o Inter vença o jogo adiado da 17ª rodada, em casa, contra o Atlético-MG.
Desfalques importantes do meio pra frente
Tite tinha problemas para escalar o ataque do Internacional. A dupla titular, Taison e Alecsandro – este artilheiro do time, com dez gols – desfalcava a equipe. O certo era que Edu jogaria no ataque, mas não se sabia quem seria o companheiro dele. O técnico ameaçou escalar Léo, mas acabou indo com o garoto Marquinhos de início. E, certamente, não se arrependeu. O garoto fez excelente partida, e marcou um dos gols da goleada – sendo que deu assistência para outro, e incomodou com seus dribles de perna esquerda.
Do outro lado, Hélio dos Anjos fazia sua primeira partida sem Felipe Menezes, vendido para o Benfica na sexta-feira. Ele aproveitou para fazer a estreia de Fernandão, atuando no meio-campo esmeraldino. Os laterais, Vítor e Júlio César, e a dupla de ataque, Felipe e Iarley, estavam prontos para surpreender o Inter no Beira-Rio.
Superioridade confirmada em 15 minutos
Tite decidiu preservar o meia Andrezinho, ainda fora de forma, colocando-o no banco de reservas, decidindo dar continuidade a Giuliano no meio-campo. E o camisa 10 deu conta do recado. Ele deu bom passe entre dois marcadores para Marquinhos na área, que com categoria, limpou Ernando e tocou de perna esquerda por cima de Harlei. Eram apenas cinco minutos de partida.
Aos treze, o lance mais polêmico do jogo. Fernandão, de costas para Magrão, tentava proteger a bola, mas foi imprudente e jogou as costas no adversário. O árbitro entendeu como cotovelada, e expulsou o jogador do Goiás.
O Goiás sentiu o baque, e dois minutos depois, tomou o segundo gol. Novamente com participação de Marquinhos. Ele recebeu de Guiñazu na área e devolveu com um toque entre as pernas do adversário para o argentino, que entrou livre na área e bateu de perna esquerda, no canto de Harlei: 2 a 0 colorado.
A partir daí, o time esmeraldino não conseguiu jogar, até porque Hélio dos Anjos decidiu tirar o que seria o articulador do time, Léo Lima, para colocar Everton Hora. Ele abria mão de uma possível reação, que àquela altura, parecia impossível.
E a garotada colorada continuou inspirada. Aos 31 minutos, Giuliano recebeu pela direita, limpou Leandro Euzébio e bateu firme, pra fora. Quatro minutos depois foi a vez de Kleber, que ainda não iniciara seu show particular. Ele chutou de fora da área, mas Harlei defendeu tranquilamente.
Show da garotada, e goleada no Beira-Rio
Em meio a reclamações pelo lance da expulsão de Fernandão, os dois times voltaram para o segundo tempo com objetivos diferentes. O Inter com claras chances de aumentar o placar contra um adversário direto, enquanto o Goiás buscava alternativas para espantar suas próprias limitações dentro do jogo.
Mas o panorama continuou o mesmo do primeiro tempo, e o Inter precisou de apenas seis minutos para marcar o seu terceiro gol. Kleber deu lindo lançamento para Marquinhos na esquerda, que avançou e tentou um toque por cima de Harlei. A bola caminhava para sair em tiro de meta, mas Edu conseguiu evitar a saída com um carrinho, colocando na cabeça de Giuliano, que testou firme para o gol.
O quarto gol não saiu por muito pouco. Kleber, o melhor do time no segundo tempo, arriscou um bom chute da ponta esquerda e acertou o travessão. O Goiás, numa rara oportunidade de ataque também tentou descontar, mas Leandro Euzébio cabeceou por cima do gol de Lauro, que quase não teve sua presença notada no jogo.
O Inter criava chances claras de gol, e teve boa oportunidade com Bolaños – que substituiu Edu -, mas o equatoriano mandou por cima do gol de Harlei, desperdiçando ótima chance. A insistência valeu ao colorado o quarto gol, aos 33 minutos: Kleber, que estava deslocado na ponta direita, aproveitou Harlei adiantado e tocou por cobertura, marcando um golaço no Beira-Rio.
Na melhor oportunidade depois que o time já estava fazendo 4 a 0, Bolaños teve outra chance de marcar o dele em contra-ataque puxado pelo próprio, mas ele bateu pra fora. Não fez falta para o colorado, que segue a caça ao Palmeiras no campeonato. O Goiás continua bem posicionado, ainda na vice-liderança a três pontos do líder.
Santos complica situação do Fluminense no Brasileirão

Por Gabriel Seixas
A situação do Fluminense na tabela não permitia que a equipe fosse à Vila Belmiro jogar apenas por um empate contra o Santos. Mas a falta de atitude, e porque não de técnica, impediu o Flu de jogar, principalmente no primeiro tempo – até porque no segundo o tricolor teve total domínio da partida. O Santos foi mais objetivo, e mesmo sem finalizar tantas vezes, conseguiu marcar com o garoto André, que teve a dura missão de substituir Kleber Pereira – e conseguiu -, e Ganso, um dos principais articuladores dessa equipe. O Peixe mantém vivo o sonho da Libertadores, enquanto apenas um milagre tira o Fluminense da segundona. O tricolor precisa conquistar 85% dos pontos que disputar até o fim do campeonato – sendo que tem 24,2% de aproveitamento no campeonato.
Fred e Kleber Pereira? Fica pra próxima...
O confronto poderia marcar, porque não, o duelo de um dos dois melhores centroavantes do futebol brasileiro. Mas não aconteceu. Kleber Pereira, expulso no jogo anterior contra o Internacional, e Fred, entregue ao departamento médico, não puderam jogar. Aliás, no caso do time de Fred, eram dez desfalques, somando os jogadores que estão no departamento médico, e aqueles que treinam separadamente. Os times apresentaram novidades, como o zagueiro Gum atuando pelo Fluminense, e o volante Emerson, ex-seleção brasileira pelo Peixe. Mas a maior delas veio das categorias de base: Sem Kleber Pereira, Luxemburgo decidiu escalar o jovem André, de 18 anos no ataque santista. E funcionou. O garoto deu trabalho, e ainda abriu caminho pra vitória do Santos.
Prazer, meu nome é André
O jogo começou com promessa de ser muito agitado do início ao fim. Em quatro minutos, foram três chances de gol. Logo no minuto inicial, Mádson cruzou para o garoto André, que dentro da área, tocou de primeira por cima do gol de Rafael. A reação do Flu veio dois minutos depois, quando Conca cobrou falta da direita, e Luiz Alberto, sem marcação, escorou para o lado ao invés de chutar em direção ao gol. Um time que precisa sair da zona de rebaixamento a qualquer custo não poderia perder gols assim.
Aos 4 minutos, outra jogada de bola parada, dessa vez do Santos. Domingos cabeceou falta cobrada da direita e exigiu linda defesa de Rafael. Aliás, o goleiro do Flu vêm demonstrando segurança desde o afastamento de Fernando Henrique.
Mas logo os dois times comprovaram suas situações na tabela e quebraram o ritmo do jogo. Foram poucas chances criadas desde aí. Diguinho, aos 38 minutos tentou um chute de longa distância, mas pegou fraco. O troco do Santos veio com Léo, que invadiu pelo flanco esquerdo, e cortou para o pé direito, mas também chutou fraco – não é o bom dele.
Então, aos 44 minutos, um castigo para a torcida tricolor, que começava a ter um pesadelo com as faltas cobradas por George Lucas. O lateral santista cobrou falta na cabeça de André, que testou pro fundo das redes de Rafael. Detalhe: A falta foi marcada por causa de excesso de reclamação do zagueiro Luiz Alberto com o árbitro Evandro Roman, que provocou tiro livre indireto. Os tricolores ainda reclamam de um possível puxão de camisa de André em Ruy na área, que resultou no gol. Polêmicas à parte, o Santos vai para o intervalo na frente.
Tricolor esboça reação, mas vacila e entrega o jogo
Na volta para o segundo tempo, quem veio mudado foi o Santos. O volante Emerson pediu pra sair, e deu lugar ao jovem Alan, outra aposta de Luxemburgo.
O ímpeto do Fluminense foi outro, e o time passou a ter o domínio da partida. Aos 11 minutos, Conca cobrou falta da direita e Gum cabeceou, no segundo pau, em direção a Kieza. O atacante se esticou, mas não alcançou a bola.
Então, Renato Gaúcho decidiu colocar o time pra frente. Ele sacou Diogo e colocou o meia Raphael Augusto, para dar mais qualidade ofensiva ao Flu. Deu certo. Aos 19 minutos, Raphael Augusto roubou bola e tocou para Kieza, livre na área. Ele deu um drible desconcertante em Domingos e, de frente para o gol, bateu pra fora. Foi a melhor oportunidade do jogo para um possível empate.
O castigo veio aos 28 minutos. George Lucas, sempre ele, cobrou falta pela esquerda e Ganso, livre, cabeceou no canto do goleiro Rafael. A vitória parecia definida a favor do time santista.
O Fluminense não tinha capacidade técnica e nem tranqüilidade para buscar o resultado. Renato Gaúcho tentou lançar o meia Marquinho e o atacante Maicon, indo para o tudo ou nada, mas não funcionou. A vitória era alvinegra, fazendo com que o time praiano ficasse a apenas 5 pontos da zona da Libertadores. O Fluminense está a oito pontos do 16º lugar, que evitaria o rebaixamento tricolor. Em 16 rodadas, é possível reverter. Mas, na situação em que está, e pelo histórico do Campeonato em pontos corridos – que, nessa altura do campeonato, aponta o lanterna como um dos quatro rebaixados no final -, é praticamente irreversível.
domingo, 30 de agosto de 2009
Vitória arranca empate no fim

Por Leonardo Martins
Em mais um jogo da 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, Vitória e Cruzeiro se enfrentaram em Salvador. Em um bom jogo, os azuis abriram 3 a 1, mas cederam o empate no final aos baianos por 3 a 3.
As duas equipes iniciaram o jogo com desfalques. Os baianos não tiveram a dupla emprestada pelo Cruzeiro, Apodi e Leandro Domingues, que não pode jogar por força de contrato. Já pelo lado azul, não jogaram Kleber, Fábio, Marquinhos Paraná e Wellington Paulista. Guerrón, que iniciou contra o Botafogo, foi para o banco dando lugar a Soares. Para o lugar de Paraná no meio, colocou-se o zagueiro Gil e mudou o esquema de jogo para o 3-5-2.
O Vitória foi surpreendido logo na 1ª jogada de ataque. Aos 3, Jancarlos invadiu a área e chutou para a defesa de Viáfra que deu rebote bem aproveitado por Gilberto. 1 a 0 Cruzeiro.
Era tudo que o Cruzeiro queria, explorar a velocidade de seus atacantes, mas isto não aconteceu na 1ª etapa, pois a equipe rubro-negra imprimiu um ritmo forte dentro de campo e foi ajudado pela frouxa marcação azul. Resultado disto: pressão do Vitória e Andrey salvando.
Vamos a sequências de defesas de Andrey na 1ª etapa. Primeiro, Ramón cobrou falta e o camisa 12 mandou para escanteio. Depois, Neto Berola chutou e Andrey defendeu. Ainda teve Nino Paraibano e Roger, por duas vezes, que exigiram as 5 defesas que garantiram a vantagem do time azul na etapa inicial.
Mas o principal personagem da 1ª etapa foi a arbitragem, esta comandada pelo carioca Marcelo Lima Henrique. Em várias jogadas duvidosas, o arbitro revoltou o técnico rubro-negro que foi expulso.
No 2º tempo, o panorama continuou o mesmo, o Cruzeiro tentando, sem sucesso explorar, as jogadas velozes e o Vitória pressionando, em menor escala. Aos 15, Neto Berola tentou driblar Andrey mas chutou para fora. Aos 18, Fabrício foi empurrado por Fábio Ferreira na área e o juiz deu pênalti. Na cobrança, Gilberto bateu bem e ampliou o placar. 2 a 0 Cruzeiro.
O Vitória deu esperanças a sua torcida quando Ramón cruzou e o artilheiro Roger apareceu livre entre a zaga para mandar para o gol. 2 a 1, aos 21. O técnico Adilson resolveu colocar o lateral/zagueiro Vinicius no lugar de Jancarlos e Vagner Mancini colocou no Vitória Jackson e Leandrão para aumentar a ofensividade do time.
Aos 29, Guerrón entrou no lugar de Soares e foi dos pés dele que começou a jogada do 3º gol. O equatoriano deu ótimo passe para Fabrício que lançou Thiago Ribeiro, o atacante tocou na saída de Viáfra para ampliar o marcador. 3 a 1 Mineiros aos 31.
Mas o jogo não estava ganho e a situação começou a se complicar quando Thiago Heleno foi expulso aos 36. A marcação azul, que já era falha, se complicou demais e o empate veio em 3 minutos. Aos 40, Roger fez o pivô e tocou para Ramón fuzilar Andrey. Aos 43, Roger foi lançado e chutou por cima, marcando um belo gol de empate. O Vitória ainda teve chance de virar, mas o empate foi comemorado pela torcida como uma vitória.
O Cruzeiro, na próxima rodada, recebe o São Paulo e o Vitória vai a Porto Alegre enfrentar o Grêmio.
Logo Mais, os jogos de Santos, Inter e Botafogo com textos no Esporte é Vida, confiram.
As duas equipes iniciaram o jogo com desfalques. Os baianos não tiveram a dupla emprestada pelo Cruzeiro, Apodi e Leandro Domingues, que não pode jogar por força de contrato. Já pelo lado azul, não jogaram Kleber, Fábio, Marquinhos Paraná e Wellington Paulista. Guerrón, que iniciou contra o Botafogo, foi para o banco dando lugar a Soares. Para o lugar de Paraná no meio, colocou-se o zagueiro Gil e mudou o esquema de jogo para o 3-5-2.
O Vitória foi surpreendido logo na 1ª jogada de ataque. Aos 3, Jancarlos invadiu a área e chutou para a defesa de Viáfra que deu rebote bem aproveitado por Gilberto. 1 a 0 Cruzeiro.
Era tudo que o Cruzeiro queria, explorar a velocidade de seus atacantes, mas isto não aconteceu na 1ª etapa, pois a equipe rubro-negra imprimiu um ritmo forte dentro de campo e foi ajudado pela frouxa marcação azul. Resultado disto: pressão do Vitória e Andrey salvando.
Vamos a sequências de defesas de Andrey na 1ª etapa. Primeiro, Ramón cobrou falta e o camisa 12 mandou para escanteio. Depois, Neto Berola chutou e Andrey defendeu. Ainda teve Nino Paraibano e Roger, por duas vezes, que exigiram as 5 defesas que garantiram a vantagem do time azul na etapa inicial.
Mas o principal personagem da 1ª etapa foi a arbitragem, esta comandada pelo carioca Marcelo Lima Henrique. Em várias jogadas duvidosas, o arbitro revoltou o técnico rubro-negro que foi expulso.
No 2º tempo, o panorama continuou o mesmo, o Cruzeiro tentando, sem sucesso explorar, as jogadas velozes e o Vitória pressionando, em menor escala. Aos 15, Neto Berola tentou driblar Andrey mas chutou para fora. Aos 18, Fabrício foi empurrado por Fábio Ferreira na área e o juiz deu pênalti. Na cobrança, Gilberto bateu bem e ampliou o placar. 2 a 0 Cruzeiro.
O Vitória deu esperanças a sua torcida quando Ramón cruzou e o artilheiro Roger apareceu livre entre a zaga para mandar para o gol. 2 a 1, aos 21. O técnico Adilson resolveu colocar o lateral/zagueiro Vinicius no lugar de Jancarlos e Vagner Mancini colocou no Vitória Jackson e Leandrão para aumentar a ofensividade do time.
Aos 29, Guerrón entrou no lugar de Soares e foi dos pés dele que começou a jogada do 3º gol. O equatoriano deu ótimo passe para Fabrício que lançou Thiago Ribeiro, o atacante tocou na saída de Viáfra para ampliar o marcador. 3 a 1 Mineiros aos 31.
Mas o jogo não estava ganho e a situação começou a se complicar quando Thiago Heleno foi expulso aos 36. A marcação azul, que já era falha, se complicou demais e o empate veio em 3 minutos. Aos 40, Roger fez o pivô e tocou para Ramón fuzilar Andrey. Aos 43, Roger foi lançado e chutou por cima, marcando um belo gol de empate. O Vitória ainda teve chance de virar, mas o empate foi comemorado pela torcida como uma vitória.
O Cruzeiro, na próxima rodada, recebe o São Paulo e o Vitória vai a Porto Alegre enfrentar o Grêmio.
Logo Mais, os jogos de Santos, Inter e Botafogo com textos no Esporte é Vida, confiram.
Tudo empatado no Clássico Paulista

Por Leonardo Martins
No duelo mais aguardado da 22ª Rodada, com vários atrativos em campo e fora também, São Paulo e Palmeiras fizeram um jogo de seis pontos no Morumbi. Mas o jogo frustrou um pouco pelo futebol apresentado pelas duas equipes e o empate sem gols foi melhor para o Palmeiras, que continua na frente.
Era a volta do técnico Muricy ao Morumbi depois da passagem vitoriosa pelo Tricolor e o técnico foi recebido com respeito pela torcida são-paulina e com muito carinho pelos ex-comandados do São Paulo. Quanto aos times, as duas equipes tiveram o que tinha de melhor em campo. Richarlyson, pelo lado são-paulino, e Cleiton Xavier, pelos palmeirenses, que eram dúvidas durante a semana, confirmaram presença.
Quando a bola rolou, o clima de clássico se instaurou em campo, muita disputa e marcação de ambas equipes. O Palmeiras assustou 1º com Armero em chute que passou perto.
Depois, a marcação tricolor falou mais alto e Dagoberto começou a desequilibrar com seus dribles curtos e bons passes. Em um deles, Washington chutou por cima. Jorge Wagner e o próprio Dagoberto exigiram boas defesas de Marcos. O Palmeiras teve que mudar antes dos 20 minutos, Maurício Ramos machucou-se e Marcão entrou em seu lugar. Com Marcão, Armero foi mais para a frente, mas o Verdão foi muito marcado pelos são-paulinos.
Dagoberto deu ótimo passe de calcanhar e Washington chutou para a defesa de Marcos. No mais, ambas equipes ficaram presas a marcação adversária, por isso, o jogo foi morno na 1ª etapa.
Para a segunda etapa, Hernanes sentiu dores no joelho e teve que dar lugar a Arouca no São Paulo. No Palmeiras, Muricy tirou Ortigoza e colocou Souza, esta alteração na teoria foi defensiva, mas na prática melhorou a situação palmeirense no jogo.
Com Diego Souza no ataque, o Verde melhorou no jogo e dominou as ações no inicio da segunda etapa. O próprio Diego e Obina assustaram a zaga mandante e o goleiro Ceni.
Aos 13, Ricardo Gomes trocou Washington por Borges e o jogo voltou a se equilibrar. Arouca arriscou de longe e Marcos foi novamente exigido aos 21. A tônica do primeiro tempo se repetiu na segunda etapa, com muita marcação e pouco futebol. Jorge Wagner ainda tentou o gol. As duas equipes também voltaram a mudar. Cleiton Xavier, cansado, deu lugar a Deyvid Sacconi, no Porco e no São Paulo, Hugo entrou no lugar de Dagoberto.
Nos últimos minutos, os goleiros voltaram a trabalhar. Danilo exigiu de Rogério Ceni de cabeça e Jorge Wagner acertou a barreira. Mas o 0 a 0 ficou de bom tamanho para os Verdes, que seguraram o Tricolor e continuam na frente.
Na próxima rodada, o São Paulo vai ao Mineirão enfrentar o Cruzeiro e o Palmeiras recebe o Barueri no Palestra Itália.
Outro jogo
Atlético-MG 1x1 Sport
No Mineirão, o Galo decepcionou, mais uma vez, a torcida ao empatar com o desesperado Sport em um gol. Arce fez para o Sport no inicio da segunda etapa e Renan Oliveira salvou a equipe alvinegra de um vexame ao empatar aos 31 da segunda etapa.
Era a volta do técnico Muricy ao Morumbi depois da passagem vitoriosa pelo Tricolor e o técnico foi recebido com respeito pela torcida são-paulina e com muito carinho pelos ex-comandados do São Paulo. Quanto aos times, as duas equipes tiveram o que tinha de melhor em campo. Richarlyson, pelo lado são-paulino, e Cleiton Xavier, pelos palmeirenses, que eram dúvidas durante a semana, confirmaram presença.
Quando a bola rolou, o clima de clássico se instaurou em campo, muita disputa e marcação de ambas equipes. O Palmeiras assustou 1º com Armero em chute que passou perto.
Depois, a marcação tricolor falou mais alto e Dagoberto começou a desequilibrar com seus dribles curtos e bons passes. Em um deles, Washington chutou por cima. Jorge Wagner e o próprio Dagoberto exigiram boas defesas de Marcos. O Palmeiras teve que mudar antes dos 20 minutos, Maurício Ramos machucou-se e Marcão entrou em seu lugar. Com Marcão, Armero foi mais para a frente, mas o Verdão foi muito marcado pelos são-paulinos.
Dagoberto deu ótimo passe de calcanhar e Washington chutou para a defesa de Marcos. No mais, ambas equipes ficaram presas a marcação adversária, por isso, o jogo foi morno na 1ª etapa.
Para a segunda etapa, Hernanes sentiu dores no joelho e teve que dar lugar a Arouca no São Paulo. No Palmeiras, Muricy tirou Ortigoza e colocou Souza, esta alteração na teoria foi defensiva, mas na prática melhorou a situação palmeirense no jogo.
Com Diego Souza no ataque, o Verde melhorou no jogo e dominou as ações no inicio da segunda etapa. O próprio Diego e Obina assustaram a zaga mandante e o goleiro Ceni.
Aos 13, Ricardo Gomes trocou Washington por Borges e o jogo voltou a se equilibrar. Arouca arriscou de longe e Marcos foi novamente exigido aos 21. A tônica do primeiro tempo se repetiu na segunda etapa, com muita marcação e pouco futebol. Jorge Wagner ainda tentou o gol. As duas equipes também voltaram a mudar. Cleiton Xavier, cansado, deu lugar a Deyvid Sacconi, no Porco e no São Paulo, Hugo entrou no lugar de Dagoberto.
Nos últimos minutos, os goleiros voltaram a trabalhar. Danilo exigiu de Rogério Ceni de cabeça e Jorge Wagner acertou a barreira. Mas o 0 a 0 ficou de bom tamanho para os Verdes, que seguraram o Tricolor e continuam na frente.
Na próxima rodada, o São Paulo vai ao Mineirão enfrentar o Cruzeiro e o Palmeiras recebe o Barueri no Palestra Itália.
Outro jogo
Atlético-MG 1x1 Sport
No Mineirão, o Galo decepcionou, mais uma vez, a torcida ao empatar com o desesperado Sport em um gol. Arce fez para o Sport no inicio da segunda etapa e Renan Oliveira salvou a equipe alvinegra de um vexame ao empatar aos 31 da segunda etapa.
Flamengo volta a jogar bem e vence Santo André

Por Gabriel Seixas
Desta vez, os desfalques não foram empecilhos para que o Flamengo vencesse o Santo André, no Maracanã por 3 a 0, e interrompesse uma série de jogos sem vencer no Brasileirão, sem contar a eliminação na Sul-Americana. O time voltou a fazer uma partida convincente, e marcou com Denis Marques, Léo Moura de pênalti (que voltou de um longo tempo parado) e Zé Roberto, o melhor em campo – fez, sem sombra de dúvida, sua melhor partida pelo time rubro-negro. Agora o Flamengo ocupa momentaneamente o 10º lugar, podendo cair para o 12º até o complemento da rodada, mas ainda assim permanecerá na zona da Sul-Americana. O Ramalhão vive situação complicada, e pode terminar a rodada na temida zona do rebaixamento, caso o Botafogo vença o Grêmio neste domingo, no Engenhão.
Muitos problemas...e a solução? No banco de reservas
Andrade esteve desfalcado novamente da sua dupla de ataque, Emerson e Adriano. Então, deu mais uma chance a Denis Marques e Zé Roberto, que cumpriram muitíssimo bem seus papeis. Em compensação, o técnico pôde contar com as estreias de Álvaro, que começou a partida desde o início, e Maldonado, que entrou na segunda etapa, além do lateral Léo Moura, recuperado de lesão.
Do outro lado, o técnico Gallo viveu uma semana conturbada, onde cinco jogadores foram afastados do elenco principal, dentre eles o meia Elvis, carrasco do próprio Flamengo na fatídica final da Copa do Brasil de 2004. O técnico optou pelo esquema 3-6-1, aproveitando a juventude de Júnior Dutra no meio-campo, municiando o centroavante Nunes – e deixando Marcelinho Carioca e Rodrigo Fabri no banco. Não funcionou.
Massacre rubro-negro no Maraca
Os quase 15.000 torcedores que compareceram ao Maracanã viram um Flamengo com muito entusiasmo, disposto a apagar o vexame da Sul-Americana e das partidas anteriores no Brasileiro. E começaram rápido. Aos 4 minutos, Fierro recebeu na ponta direita e bateu cruzado, assustando o goleiro Neneca.
Com pouco mais de sete minutos, o Flamengo já fazia por merecer seu gol. E fez. Petkovic cobrou falta, Ronaldo Angelim escorou de cabeça e Denis Marques, sozinho, empurrou pras redes. É o seu segundo gol consecutivo com a camisa rubro-negra, mostrando que agora adquiriu, de vez, ritmo de jogo.
O segundo não saiu graças a um milagre de Neneca. Zé Roberto tocou para Léo Moura, que devolveu pra Zé. O atacante bateu forte, mas o goleiro se esticou e espalmou a bola, evitando o segundo gol logo aos 13 minutos.
O que o Flamengo não contava era que, aos 24 minutos, uma queda de energia interrompesse a partida por 11 minutos. Mas, para quem pensou que o ímpeto rubro-negro ia diminuir, se enganou. Zé Roberto estava inspirado, e deu novamente trabalho a zaga do Ramalhão. Ele chutou, mas o zagueiro travou o chute, evitando novamente o maduro gol rubro-negro.
E ele saiu antes do fim do primeiro tempo. Aos 49 minutos, Petkovic encontrou Zé Roberto livre na área. Ele saiu cara a cara com Neneca, deu um drible da vaca no goleiro, e foi derrubado. Pênalti, e apenas cartão amarelo para o goleiro paulista. Erros a parte, Léo Moura cobrou o penal com categoria e deslocou o arqueiro, marcando 2 a 0.
Flamengo só administra e amplia o placar
Gallo tentou mudar o ímpeto da equipe, e lançou Marcelinho Carioca no lugar do apagado Ricardo Goulart. Ao menos o time conseguiu levar perigo ao gol de Bruno, quando Malaquias invadiu pela esquerda e bateu cruzado, pra fora. O Ramalhão chegou a ter o domínio da partida, mas não convertia em finalizações.
Petkovic teve boa chance de marcar aos 16 minutos, quando arriscou de fora da área para boa defesa de Neneca. Aliás, o sérvio, quando está em campo, dá um ritmo muito mais empolgante e avassalador para o time do Mengo, sempre com passe precisos e chutes perigosos.
E foi dele a jogada para outra tentativa de gol, aos 29 minutos. Ele encontrou Everton na esquerda, que bateu e exigiu boa defesa de Neneca. No rebote, Zé Roberto perdeu chance incrível de ampliar.
Com as entradas de Maldonado, que fez sua estreia no Fla, e do lateral Rafael Galhardo, no lugar de Léo Moura – que fez as pazes com a torcida -, o time apenas administrou o jogo, mas conseguiu ampliar. Petkovic, dentro da área, limpou o zagueiro e acertou a trave. No rebote, Zé Roberto coroou a boa atuação e marcou o terceiro e derradeiro gol. Finalmente, o Flamengo jogou como Flamengo no Campeonato Brasileiro.
Curtinhas:
- No Estádio do Aflitos, o Náutico venceu, mas não deixou a zona de rebaixamento – apenas pelo saldo de gols, critério em que é derrotado pelo Santo André. O Timbu fez 3 a 0 no Atlético-PR, que vem subindo na tabela desde a chegada de Antônio Lopes. Carlinhos Bala, Michel (ex-Atlético) e Derley fizeram os gols da vitória que aliviam o ambiente em Recife. Na próxima rodada, os pernambucanos tem confronto direto contra o Fluminense, enquanto o Furacão recebe o embalado Flamengo.
- Quem também acalmou os ânimos foi o Coritiba, que derrotou o surpreendente Avaí por 2 a 0 e se afastou um pouco mais da zona do rebaixamento. Marcelinho Paraíba e Pereira marcaram os gols do triunfo, quebrando a invencibilidade de 11 jogos sem perder dos catarinenses, que permanecem momentaneamente em quinto. O Coxa é 15º e terminará a rodada fora do Z-4, independente de qualquer resultado.
Desta vez, os desfalques não foram empecilhos para que o Flamengo vencesse o Santo André, no Maracanã por 3 a 0, e interrompesse uma série de jogos sem vencer no Brasileirão, sem contar a eliminação na Sul-Americana. O time voltou a fazer uma partida convincente, e marcou com Denis Marques, Léo Moura de pênalti (que voltou de um longo tempo parado) e Zé Roberto, o melhor em campo – fez, sem sombra de dúvida, sua melhor partida pelo time rubro-negro. Agora o Flamengo ocupa momentaneamente o 10º lugar, podendo cair para o 12º até o complemento da rodada, mas ainda assim permanecerá na zona da Sul-Americana. O Ramalhão vive situação complicada, e pode terminar a rodada na temida zona do rebaixamento, caso o Botafogo vença o Grêmio neste domingo, no Engenhão.
Muitos problemas...e a solução? No banco de reservas
Andrade esteve desfalcado novamente da sua dupla de ataque, Emerson e Adriano. Então, deu mais uma chance a Denis Marques e Zé Roberto, que cumpriram muitíssimo bem seus papeis. Em compensação, o técnico pôde contar com as estreias de Álvaro, que começou a partida desde o início, e Maldonado, que entrou na segunda etapa, além do lateral Léo Moura, recuperado de lesão.
Do outro lado, o técnico Gallo viveu uma semana conturbada, onde cinco jogadores foram afastados do elenco principal, dentre eles o meia Elvis, carrasco do próprio Flamengo na fatídica final da Copa do Brasil de 2004. O técnico optou pelo esquema 3-6-1, aproveitando a juventude de Júnior Dutra no meio-campo, municiando o centroavante Nunes – e deixando Marcelinho Carioca e Rodrigo Fabri no banco. Não funcionou.
Massacre rubro-negro no Maraca
Os quase 15.000 torcedores que compareceram ao Maracanã viram um Flamengo com muito entusiasmo, disposto a apagar o vexame da Sul-Americana e das partidas anteriores no Brasileiro. E começaram rápido. Aos 4 minutos, Fierro recebeu na ponta direita e bateu cruzado, assustando o goleiro Neneca.
Com pouco mais de sete minutos, o Flamengo já fazia por merecer seu gol. E fez. Petkovic cobrou falta, Ronaldo Angelim escorou de cabeça e Denis Marques, sozinho, empurrou pras redes. É o seu segundo gol consecutivo com a camisa rubro-negra, mostrando que agora adquiriu, de vez, ritmo de jogo.
O segundo não saiu graças a um milagre de Neneca. Zé Roberto tocou para Léo Moura, que devolveu pra Zé. O atacante bateu forte, mas o goleiro se esticou e espalmou a bola, evitando o segundo gol logo aos 13 minutos.
O que o Flamengo não contava era que, aos 24 minutos, uma queda de energia interrompesse a partida por 11 minutos. Mas, para quem pensou que o ímpeto rubro-negro ia diminuir, se enganou. Zé Roberto estava inspirado, e deu novamente trabalho a zaga do Ramalhão. Ele chutou, mas o zagueiro travou o chute, evitando novamente o maduro gol rubro-negro.
E ele saiu antes do fim do primeiro tempo. Aos 49 minutos, Petkovic encontrou Zé Roberto livre na área. Ele saiu cara a cara com Neneca, deu um drible da vaca no goleiro, e foi derrubado. Pênalti, e apenas cartão amarelo para o goleiro paulista. Erros a parte, Léo Moura cobrou o penal com categoria e deslocou o arqueiro, marcando 2 a 0.
Flamengo só administra e amplia o placar
Gallo tentou mudar o ímpeto da equipe, e lançou Marcelinho Carioca no lugar do apagado Ricardo Goulart. Ao menos o time conseguiu levar perigo ao gol de Bruno, quando Malaquias invadiu pela esquerda e bateu cruzado, pra fora. O Ramalhão chegou a ter o domínio da partida, mas não convertia em finalizações.
Petkovic teve boa chance de marcar aos 16 minutos, quando arriscou de fora da área para boa defesa de Neneca. Aliás, o sérvio, quando está em campo, dá um ritmo muito mais empolgante e avassalador para o time do Mengo, sempre com passe precisos e chutes perigosos.
E foi dele a jogada para outra tentativa de gol, aos 29 minutos. Ele encontrou Everton na esquerda, que bateu e exigiu boa defesa de Neneca. No rebote, Zé Roberto perdeu chance incrível de ampliar.
Com as entradas de Maldonado, que fez sua estreia no Fla, e do lateral Rafael Galhardo, no lugar de Léo Moura – que fez as pazes com a torcida -, o time apenas administrou o jogo, mas conseguiu ampliar. Petkovic, dentro da área, limpou o zagueiro e acertou a trave. No rebote, Zé Roberto coroou a boa atuação e marcou o terceiro e derradeiro gol. Finalmente, o Flamengo jogou como Flamengo no Campeonato Brasileiro.
Curtinhas:
- No Estádio do Aflitos, o Náutico venceu, mas não deixou a zona de rebaixamento – apenas pelo saldo de gols, critério em que é derrotado pelo Santo André. O Timbu fez 3 a 0 no Atlético-PR, que vem subindo na tabela desde a chegada de Antônio Lopes. Carlinhos Bala, Michel (ex-Atlético) e Derley fizeram os gols da vitória que aliviam o ambiente em Recife. Na próxima rodada, os pernambucanos tem confronto direto contra o Fluminense, enquanto o Furacão recebe o embalado Flamengo.
- Quem também acalmou os ânimos foi o Coritiba, que derrotou o surpreendente Avaí por 2 a 0 e se afastou um pouco mais da zona do rebaixamento. Marcelinho Paraíba e Pereira marcaram os gols do triunfo, quebrando a invencibilidade de 11 jogos sem perder dos catarinenses, que permanecem momentaneamente em quinto. O Coxa é 15º e terminará a rodada fora do Z-4, independente de qualquer resultado.
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