Por Leonardo Martins
- Safina é campeã no Japão
A tenista russa Dinara Safina mantém boa fase e faturou o WTA de Tóquio ao vencer a compatriota Svetlana Kuznetsova por 2 sets a 0 (6/1 e 6/3)
- Stock Car
Ricardo Maurício venceu neste domingo a primeira prova da superfinal da Stock Car 2008, disputada em Curitiba; e assumiu a liderança da competição ao lado de Marcos Gomes que encerrou em 2º a corrida de ontem. Completou o pódio Thiago Camilo.
- Vôlei de praia
Neste final de semana aconteceu as finais da etapa brasileira do Circuito Mundial, realizada no Guarujá, litoral paulista. No sábado, Larissa e Vivian ganharam a etapa no feminino ao derrotar Ágatha e Shaylyn, em uma final brasileira, por 2 sets a 0 (21/19 e 29/27). No domingo, os brasileiros Pedro e Harley derrotaram os alemães Brink e Dieckmann por 2 sets a 1 (24/26, 21/19 e 15/13) e conquistaram o título da etapa e do Circuito Mundial. No feminino, Shelda e Ana Paula já haviam conquistado o título do Circuito.
- Brasil fora da Davis
A equipe brasileira da Copa Davis continua mais um ano na segunda divisão da competição. Neste fim de semana, na Croácia, a equipe foi derrotada por 4 a 1 pelos donos da casa. No jogo que definiu a vaga croata, Thomaz Bellucci foi derrotado por Ivo Karlovic por 3 sets a 1 (7/6, 6/4, 6/7 e 7/6).
- Finasa fatura mais um título no vôlei
O Finasa/Osasco faturou neste domingo a Copa Brasil de Vôlei, primeira competição da temporada no Brasil. Na final disputada em Curitiba, o Finasa fez o clássico contra São Caetano e venceu por 3 sets a 2 (25/21, 18/25, 25/21, 19/25 e 15/12). O bronze ficou com o Rexona/Ades do Rio que venceu o Brasil Telecom/Brusque na decisão do 3º lugar por 2 sets a 0 (25/19 e 25/12).
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Fla volta ao G-4

Por Leonardo Martins
No fechamento da 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã, o Flamengo recebeu o Ipatinga para tentar voltar ao G-4. A vitória magra sobre o lanterna cumpriu com esse objetivo, mas a torcida rubro-negra saiu chateada com a atuação do time.
Como era de se esperar, o Flamengo partiu com tudo para cima da equipe mineira, tinha total posse de bola, mas tinha pouca criatividade e criava pouquíssimas jogadas. Nos primeiros 15 minutos foi apenas uma chance clara de gol. Léo Moura aproveitou cruzamento da esquerda e chutou para a defesa de Fernando.
Depois desse ímpeto inicial do Flamengo, o Ipatinga equilibrou o jogo e passou a ir mais a frente no jogo. As primeiras vaias da torcida flamenguista surgiram e os mineiros chegaram em um chute de Gian que exigiu uma ótima defesa de Bruno.
Quando as vaias a equipe flamenguista aumentavam, Marcelinho Paraíba recebeu perto da área e chutou rasteiro para abrir o placar. Alivio no Maracanã aos 35 minutos. Até o fim do primeiro tempo não houve outras chance de gol.
No 2º tempo, Caio Júnior promoveu a estréia do chileno Fierro no lugar do inócuo Everton e o meia entrou bem pelo lado direito. Logo no 1º minuto, Ibson perdeu ótima chance na cara do goleiro Fernando. Aos 13, Fierro e Marcelinho Paraíba fizeram boa jogada e cruzou para Kleberson que chutou longe. Depois, o jogo perdeu muito em emoção e as equipes se limitaram a tocar a bola.
O Ipatinga só foi ao ataque nos últimos dez minutos e exigiu boas intervenções do goleiro rubro-negro em cobranças de falta, mas foi pouco para se conseguir o empate. Aos cariocas restaram ouvir as vaias da torcida diante o futebol apresentado, no fim do jogo.
O Flamengo assumiu o 4º lugar com 43 pontos e o Ipatinga voltou a lanterna com 24. Na próxima rodada, o Flamengo mede esforços com o Sport também no Rio e o Ipatinga tem confronto direto contra o Vasco no Vale do Aço.
Outros jogos
Atlético-PR(16º) 0x0 Grêmio(1º)
Sport(10º) 0x0 São Paulo(5º)
Portuguesa(18º) 3x1 Botafogo(6º)
Edno(2) e Fellype Gabriel; Wellington Paulista
Internacional (11º) 1x0 VItória(7º)
Alex
Palmeiras(2º) 2z0 Vasco(17º)
Diego Souza e Alex Mineiro
Como era de se esperar, o Flamengo partiu com tudo para cima da equipe mineira, tinha total posse de bola, mas tinha pouca criatividade e criava pouquíssimas jogadas. Nos primeiros 15 minutos foi apenas uma chance clara de gol. Léo Moura aproveitou cruzamento da esquerda e chutou para a defesa de Fernando.
Depois desse ímpeto inicial do Flamengo, o Ipatinga equilibrou o jogo e passou a ir mais a frente no jogo. As primeiras vaias da torcida flamenguista surgiram e os mineiros chegaram em um chute de Gian que exigiu uma ótima defesa de Bruno.
Quando as vaias a equipe flamenguista aumentavam, Marcelinho Paraíba recebeu perto da área e chutou rasteiro para abrir o placar. Alivio no Maracanã aos 35 minutos. Até o fim do primeiro tempo não houve outras chance de gol.
No 2º tempo, Caio Júnior promoveu a estréia do chileno Fierro no lugar do inócuo Everton e o meia entrou bem pelo lado direito. Logo no 1º minuto, Ibson perdeu ótima chance na cara do goleiro Fernando. Aos 13, Fierro e Marcelinho Paraíba fizeram boa jogada e cruzou para Kleberson que chutou longe. Depois, o jogo perdeu muito em emoção e as equipes se limitaram a tocar a bola.
O Ipatinga só foi ao ataque nos últimos dez minutos e exigiu boas intervenções do goleiro rubro-negro em cobranças de falta, mas foi pouco para se conseguir o empate. Aos cariocas restaram ouvir as vaias da torcida diante o futebol apresentado, no fim do jogo.
O Flamengo assumiu o 4º lugar com 43 pontos e o Ipatinga voltou a lanterna com 24. Na próxima rodada, o Flamengo mede esforços com o Sport também no Rio e o Ipatinga tem confronto direto contra o Vasco no Vale do Aço.
Outros jogos
Atlético-PR(16º) 0x0 Grêmio(1º)
Sport(10º) 0x0 São Paulo(5º)
Portuguesa(18º) 3x1 Botafogo(6º)
Edno(2) e Fellype Gabriel; Wellington Paulista
Internacional (11º) 1x0 VItória(7º)
Alex
Palmeiras(2º) 2z0 Vasco(17º)
Diego Souza e Alex Mineiro
Cruzeiro se recupera em Floripa

Por Leonardo Martins
Na tarde deste domingo, em Florianópolis, Figueirense e Cruzeiro realizaram jogo válido pela 26ª Rodada do Campeonato Brasileiro. Em um jogo de muitos gols e aberto, os mineiros venceram por 4 a 3 e entraram novamente na briga pelo título.
O Figueirense que re-estreava Mário Sérgio no comando técnico começou mais atento ao jogo, mas as falhas de sua defesa logo mostrou que o jogo seria de muitos gols. Aos 8, Guilherme não chegou em um cruzamento de Thiago Ribeiro. Aos 12, foi a vez de Guilherme deixar Thiago na cara do gol, mas o atacante desperdiçou. No minuto seguinte, primeiro gol da partida. Após falha da zaga catarinense, Guilherme achou Wágner livre e chutou para a defesa de Wilson que deu rebote e o camisa 11 marcou. 1 a 0 Cruzeiro.
O gol deixou os mineiros mais tranqüilos em campo que dominaram a partida. Mas aos 26, foi a vez da defesa azul falhar e o Figueira aproveitar. Diogo entrou na defesa com facilidade e deu um ótimo passe para Bruno Santos limpar a jogada e chutar para empatar a partida.
Mas nem deu tempo da torcida da casa comemorar. Dois minutos mais tarde, o Cruzeiro estava no comando do placar e em mais uma falha da defesa catarinense. Wágner cobrou escanteio, a zaga desviou para trás e o ex-jogador do Furacão do Estreito, Henrique, acertou um chute de primeira indefensável para Wilson. 2 a 1 e com 28 minutos.
A Raposa passou a dominar inteiramente o jogo e a perder ótimas chances de ampliar o marcador. Aos 30, Thiago Ribeiro recebeu livre, driblou Wilson, mas chutou longe. Mais uma falha da defesa que resultou em gol. Aos 36, Bruno Santos cruzou para Ramón, livre de marcação, cabecear para o gol e empatar novamente a partida para o Figueirense, o lance contou com a ajuda do goleiro Fábio, que falhou na tentativa de defesa. 2 a 2 e um ótimo jogo. Antes do fim da etapa, os cruzeirenses perderam outra chance espetacular, Guilherme isolou a bola em um chute da grande área.
O Cruzeiro entrou para a etapa final totalmente desligado, tanto que a equipe alvinegra exerceu uma pressão terrível. Esta pressão resultou na virada do time de Floripa e o gol veio em mais um descuido da defesa cruzeirense. Bruno Santos, destaque do jogo pelo lado dos catarinenses, entrou driblando na área azul e a bola sobrou para Diogo fuzilar Fábio. 3 a 2 Figueirense aos 13 minutos.
Os atacantes mineiros estavam dispostos a perder chances. No minuto seguinte, Guilherme entrou livre na área e tentou driblar Wilson que fez ótima intervenção. Para tentar a virada, Adilson Batista colocou Camilo no lugar de Elicarlos e fez a re-estréia de Maurinho no lugar de Jonathan. No primeiro lance do lateral campeão pelo clube em 2003, ele deu um ótimo lançamento para Camilo que ajeitou para a chegada de Thiago Ribeiro, o atacante driblou o zagueiro e tocou para as redes, empatando novamente a partida.
Aos 33, nova virada no jogo, desta vez do time visitante. Após boa jogada de Thiago Ribeiro e Marquinhos Paraná, o camisa 9 azul chutou para a defesa do goleiro e, assim como no 1º gol, Guilherme aproveitou o rebote para marcar seu 15º gol no campeonato e virar o jogo para a Raposa.
Nos últimos minutos, o Figueirense foi para o desespero tentar empatar o jogo, mas não criou chances para isso e o jogo terminou com a recuperação do time mineiro.
Os mineiros permaneceram na 3ª colocação, mas diminuíram a diferença para o líder Grêmio para 4 pontos, 50 a 46 para os gaúchos, na próxima rodada, o Cruzeiro faz confronto direto contra o São Paulo no Morumbi. Já os catarinenses se aproximaram da zona vermelha com 28 pontos e na 15ª colocação e na próxima rodada, enfrenta o rival do Cruzeiro, o Galo no Mineirão.
O Figueirense que re-estreava Mário Sérgio no comando técnico começou mais atento ao jogo, mas as falhas de sua defesa logo mostrou que o jogo seria de muitos gols. Aos 8, Guilherme não chegou em um cruzamento de Thiago Ribeiro. Aos 12, foi a vez de Guilherme deixar Thiago na cara do gol, mas o atacante desperdiçou. No minuto seguinte, primeiro gol da partida. Após falha da zaga catarinense, Guilherme achou Wágner livre e chutou para a defesa de Wilson que deu rebote e o camisa 11 marcou. 1 a 0 Cruzeiro.
O gol deixou os mineiros mais tranqüilos em campo que dominaram a partida. Mas aos 26, foi a vez da defesa azul falhar e o Figueira aproveitar. Diogo entrou na defesa com facilidade e deu um ótimo passe para Bruno Santos limpar a jogada e chutar para empatar a partida.
Mas nem deu tempo da torcida da casa comemorar. Dois minutos mais tarde, o Cruzeiro estava no comando do placar e em mais uma falha da defesa catarinense. Wágner cobrou escanteio, a zaga desviou para trás e o ex-jogador do Furacão do Estreito, Henrique, acertou um chute de primeira indefensável para Wilson. 2 a 1 e com 28 minutos.
A Raposa passou a dominar inteiramente o jogo e a perder ótimas chances de ampliar o marcador. Aos 30, Thiago Ribeiro recebeu livre, driblou Wilson, mas chutou longe. Mais uma falha da defesa que resultou em gol. Aos 36, Bruno Santos cruzou para Ramón, livre de marcação, cabecear para o gol e empatar novamente a partida para o Figueirense, o lance contou com a ajuda do goleiro Fábio, que falhou na tentativa de defesa. 2 a 2 e um ótimo jogo. Antes do fim da etapa, os cruzeirenses perderam outra chance espetacular, Guilherme isolou a bola em um chute da grande área.
O Cruzeiro entrou para a etapa final totalmente desligado, tanto que a equipe alvinegra exerceu uma pressão terrível. Esta pressão resultou na virada do time de Floripa e o gol veio em mais um descuido da defesa cruzeirense. Bruno Santos, destaque do jogo pelo lado dos catarinenses, entrou driblando na área azul e a bola sobrou para Diogo fuzilar Fábio. 3 a 2 Figueirense aos 13 minutos.
Os atacantes mineiros estavam dispostos a perder chances. No minuto seguinte, Guilherme entrou livre na área e tentou driblar Wilson que fez ótima intervenção. Para tentar a virada, Adilson Batista colocou Camilo no lugar de Elicarlos e fez a re-estréia de Maurinho no lugar de Jonathan. No primeiro lance do lateral campeão pelo clube em 2003, ele deu um ótimo lançamento para Camilo que ajeitou para a chegada de Thiago Ribeiro, o atacante driblou o zagueiro e tocou para as redes, empatando novamente a partida.
Aos 33, nova virada no jogo, desta vez do time visitante. Após boa jogada de Thiago Ribeiro e Marquinhos Paraná, o camisa 9 azul chutou para a defesa do goleiro e, assim como no 1º gol, Guilherme aproveitou o rebote para marcar seu 15º gol no campeonato e virar o jogo para a Raposa.
Nos últimos minutos, o Figueirense foi para o desespero tentar empatar o jogo, mas não criou chances para isso e o jogo terminou com a recuperação do time mineiro.
Os mineiros permaneceram na 3ª colocação, mas diminuíram a diferença para o líder Grêmio para 4 pontos, 50 a 46 para os gaúchos, na próxima rodada, o Cruzeiro faz confronto direto contra o São Paulo no Morumbi. Já os catarinenses se aproximaram da zona vermelha com 28 pontos e na 15ª colocação e na próxima rodada, enfrenta o rival do Cruzeiro, o Galo no Mineirão.
domingo, 21 de setembro de 2008
Galo vence e alivia um pouco a crise

Por Leonardo Martins
O Galo vive uma crise política no ano do centenário, o ex-presidente Ziza Valadares renunciou ao cargo na quinta-feira última. Para aliviar um pouco a crise, a vitória sobre o Náutico, na abertura da 26ª Rodada do Campeonato Brasileiro no Mineirão, era fundamental. O Atlético soube muito bem deixar de fora a crise e venceu o clube pernambucano por 2 a 1, afastando também o perigo de rebaixamento.
A partida teve um primeiro tempo interessante e surpreendente, com várias mudanças que justificaram o empate de 1 a 1. Na tentativa de chamar logo o apoio da torcida presente no Mineirão - quase 15 mil pagantes -, o Galo procurava as jogadas velozes para sair na frente do Náutico. Aos 5, Márcio Araújo, fazendo a ligação com o ataque, foi à linha de fundo e centrou com perigo, mas ninguém na área alcançou. Dois minutos depois, Marques deu um belo toque de calcanhar para Lenílson, que no entanto isolou.
O Timbu deu a senha de que exploraria os contra-ataques quando, aos 8, Kuki, lançado pela direita, arrancou livre para marcar, mas Edson apareceu bem e tocou para escanteioDepois do susto, o Atlético, com o meio-campo tocando rápido, criou mais uma boa chance quando Marques bateu com perigo de fora da área aos 10. Dessa vez, foi o goleiro Eduardo que apareceu bem.
Os times buscavam a velocidade, cada um à sua maneira. O Galo explorava as infiltrações pelas laterais. O Náutico procurava aproveitar as falhas de marcação da defesa atleticana e depositava as fichas em Kuki, que aos 17 minutos armou um contra-ataque ao lançar uma bola pela esquerda que resultou em gol. Alessandro recebeu e centrou. Edson saiu para dividir no alto com Clodoaldo e largou a bola nos pés de Ruy, que aproveitou a falha do goleiro para tocar livre para as redes: 1 a 0.
Foi um duro golpe para o Galo, que perdeu o ritmo inicial e ainda assistiu na maior parte da primeira etapa a um Náutico vibrante e inteligente. O time visitante procurava aproveitar os buracos deixados pela lenta zaga alvinegra. Os alas tinham importância fundamental. Aos 29, Ruy, pelo meio, lançou Clodoaldo, que levou vantagem sobre a zaga, mas perdeu a dividida para o goleiro Edson.
Aos 37, um lance resumia bem o quadro que se instalava. Lenílson tocou para trás bola fraca para Mariano, que errou a jogada pela direita. Alessandro tomou-a, arrancou pela esquerda em velocidade e centrou para Clodoaldo, que na cara do gol tocou por cima. Ou seja: o Atlético, sem criatividade no meio-campo e errando muito na defesa, dava a um Náutico veloz espaços e a chance de ampliar.
Só que uma chance perdida mostra: o futebol muda a cada minuto. E quando a torcida alvinegra estava mais desanimada, Renan Oliveira fez o que o time não conseguia mais: com ousadia, arrancou em velocidade pelo meio, invadiu a área e tocou no canto, à direita, sem defesa para Eduardo, aos 42: 1 a 1. O empate no primeiro tempo acabou fazendo justiça pelo que fizeram as duas equipes.
Roberto Fernandes mexeu no Náutico para o segundo tempo: trocou o volante Ticão, que já tinha cartão amarelo, por Alceu - que acabou sendo advertido também aos 11. E apesar da falta de criatividade do meio-campo, o Galo foi quem esteve primeiro mais perto do desempate: aos 13, Marques centrou com perfeição e Márcio Araújo tocou por cima de Eduardo, para fora.
Aos 16, o técnico Marcelo Oliveira resolveu arriscar ao trocar dois do Galo de uma vez. pôs Petkovic e Castillo nos lugares de Lenílson e Renan Oliveira. Deu certo: aos 21, Pet cobrou uma falta na área, Castillo cabeceou no travessão e, no rebote, o zagueiro Vinícius, também de cabeça, desempatou para o Galo.
Mais lento do meio-campo para o ataque, o Náutico já não chegava à frente com ímpeto. O técnico Roberto Fernandes mexeu novamente: trocou Valdeir por William. A partida ficou lenta. Com Petkovic no meio, o Galo cadenciou o jogo - o que já o interessava para garantir o resultado. Mas a defesa ainda cochilava. Aos 34, em jogada pela direita, os dois zagueiros se confundiram. A bola sobrou para Felipe, que tocou na área para a jogada de Derlei, que só não empatou porque Edson saiu bem do gol e salvou.
A partida teve um primeiro tempo interessante e surpreendente, com várias mudanças que justificaram o empate de 1 a 1. Na tentativa de chamar logo o apoio da torcida presente no Mineirão - quase 15 mil pagantes -, o Galo procurava as jogadas velozes para sair na frente do Náutico. Aos 5, Márcio Araújo, fazendo a ligação com o ataque, foi à linha de fundo e centrou com perigo, mas ninguém na área alcançou. Dois minutos depois, Marques deu um belo toque de calcanhar para Lenílson, que no entanto isolou.
O Timbu deu a senha de que exploraria os contra-ataques quando, aos 8, Kuki, lançado pela direita, arrancou livre para marcar, mas Edson apareceu bem e tocou para escanteioDepois do susto, o Atlético, com o meio-campo tocando rápido, criou mais uma boa chance quando Marques bateu com perigo de fora da área aos 10. Dessa vez, foi o goleiro Eduardo que apareceu bem.
Os times buscavam a velocidade, cada um à sua maneira. O Galo explorava as infiltrações pelas laterais. O Náutico procurava aproveitar as falhas de marcação da defesa atleticana e depositava as fichas em Kuki, que aos 17 minutos armou um contra-ataque ao lançar uma bola pela esquerda que resultou em gol. Alessandro recebeu e centrou. Edson saiu para dividir no alto com Clodoaldo e largou a bola nos pés de Ruy, que aproveitou a falha do goleiro para tocar livre para as redes: 1 a 0.
Foi um duro golpe para o Galo, que perdeu o ritmo inicial e ainda assistiu na maior parte da primeira etapa a um Náutico vibrante e inteligente. O time visitante procurava aproveitar os buracos deixados pela lenta zaga alvinegra. Os alas tinham importância fundamental. Aos 29, Ruy, pelo meio, lançou Clodoaldo, que levou vantagem sobre a zaga, mas perdeu a dividida para o goleiro Edson.
Aos 37, um lance resumia bem o quadro que se instalava. Lenílson tocou para trás bola fraca para Mariano, que errou a jogada pela direita. Alessandro tomou-a, arrancou pela esquerda em velocidade e centrou para Clodoaldo, que na cara do gol tocou por cima. Ou seja: o Atlético, sem criatividade no meio-campo e errando muito na defesa, dava a um Náutico veloz espaços e a chance de ampliar.
Só que uma chance perdida mostra: o futebol muda a cada minuto. E quando a torcida alvinegra estava mais desanimada, Renan Oliveira fez o que o time não conseguia mais: com ousadia, arrancou em velocidade pelo meio, invadiu a área e tocou no canto, à direita, sem defesa para Eduardo, aos 42: 1 a 1. O empate no primeiro tempo acabou fazendo justiça pelo que fizeram as duas equipes.
Roberto Fernandes mexeu no Náutico para o segundo tempo: trocou o volante Ticão, que já tinha cartão amarelo, por Alceu - que acabou sendo advertido também aos 11. E apesar da falta de criatividade do meio-campo, o Galo foi quem esteve primeiro mais perto do desempate: aos 13, Marques centrou com perfeição e Márcio Araújo tocou por cima de Eduardo, para fora.
Aos 16, o técnico Marcelo Oliveira resolveu arriscar ao trocar dois do Galo de uma vez. pôs Petkovic e Castillo nos lugares de Lenílson e Renan Oliveira. Deu certo: aos 21, Pet cobrou uma falta na área, Castillo cabeceou no travessão e, no rebote, o zagueiro Vinícius, também de cabeça, desempatou para o Galo.
Mais lento do meio-campo para o ataque, o Náutico já não chegava à frente com ímpeto. O técnico Roberto Fernandes mexeu novamente: trocou Valdeir por William. A partida ficou lenta. Com Petkovic no meio, o Galo cadenciou o jogo - o que já o interessava para garantir o resultado. Mas a defesa ainda cochilava. Aos 34, em jogada pela direita, os dois zagueiros se confundiram. A bola sobrou para Felipe, que tocou na área para a jogada de Derlei, que só não empatou porque Edson saiu bem do gol e salvou.
técnico Marcelo Oliveira fez a última mexida no Atlético: tirou Marques, cansado, e botou Gedeon. O Náutico saiu mais para buscar o empate. Mas não conseguiu.
O Galo abriu 4 pontos do Timbu e continuou em 12º lugar com 33 pontos e os pernambucanos vem uma posição atrás. Na próxima rodada, o Galo recebe o Figueirense e o Náutico encara o Palmeiras no Recife.
Outras partidas de ontem
Goiás(9º) 4x1 Santos(14º)
Paulo Baier, Anderson Gomes, Iarley e Rafael Marques; Pará
Fluminense(19º) 2x3 Coritiba(8º)
Washington(2); Carlinhos Paraíba e Keirrison(2)
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Palmeiras elimina Vasco da Sul-Americana

Por Leonardo Martins
Em confronto que fechou a fase brasileira da Sul-Americana, na noite desta quarta-feira em São Paulo, o Palmeiras conseguiu reverter a vantagem vascaína e o eliminou da competição ao vencer por 3 a 0.
O técnico Vanderlei Luxemburgo mandou um misto quente a campo. A defesa toda titular, com Leo Lima e Jumar, que vêm se revezando na posição no meio-campo, e Alex Mineiro no ataque. O Vasco também veio a campo com a base da equipe principal e as duas equipes correram atrás da classificação.
A partida começou com a temperatura na casa dos 12 graus. O frio afastou o público do estádio e os jogadores tentaram dar velocidade ao jogo para não congelar na geladeira que se transformou o Palestra Itália. O Vasco chegou co perigo logo aos seis minutos, quando Leandro Amaral lançou Alan Kardec, mas Marcou deixou o gol em velocidade e evitou o gol com os pés.
Apesar de tentarem colocar velocidade na partida, a falta de criatividade ficou evidente nas duas equipes. As jogadas pelas laterais do campo também deixaram a desejar. Mesmo assim, o Vasco continuou mais aceso no setor ofensivo. Aos 23, Madson invadiu a área em velocidade, tentou driblar Marcos, que acabou fazendo boa defesa e impedindo novamente o gol.
Na primeira real chance de gol do Palmeiras, Thiago Cunha fez um golaço! Aos 32 minutos, Maicosuel fez um lançamento milimétrico, com muita categoria, para o atacante, que, de primeira, em um voleio brilhante, de canhota, balançou a rede do Vasco com uma jogada maravilhosa: 1 a 0.
O Vasco ainda assustou Marcos, com um chute forte de Leandro Amaral, de fora da área, aos 34. Mas o goleiro palmeirense espalmou a bola para escanteio. O Verdão deu o troco aos 44, quando Elder Granja, após Alex Mineiro desviar de cabeça, chutou a bola para fora. E o resultado dava a vaga ao Vasco ainda no intervalo
Com Kléber no lugar de Alex Mineiro, o Palmeiras voltou ao segundo tempo com mais velocidade no segundo tempo. Mas foi o Vasco que quase empatou o jogo, aos seis minutos, quando Madson cruzou, Leandro Amaral cabeceou, e Marcos fez uma defesa sensacional.
Quem não faz, toma. O ditado foi seguido à risca. Aos 11, Kléber foi lançado e empurrou Marquinho, que desabou no gramado. O juiz não marcou falta, Kléber cruzou fraco e rasteiro. O goleiro Roberto tentou encaixar, falhou, a bola tocou em seu joelho, e sobrou para Denílson, livre de marcação, apenas empurrar para o fundo da rede: 2 a 0. Era o que a equipe da casa precisava para classificar a próxima fase.
Mas, se teve um gol irregular marcado a seu favor, o Palmeiras também foi prejudicado pela arbitragem. Aos 17, após cruzamento de Elder Granja, Thiago Cunha foi derrubado por Eduardo Luiz. Pênalti claro, que Carlos Eugênio Simon não marcou nada.
Na base do tudo ou nada, Tita mandou a campo Rodrigo Antônio e Edmundo, nas vagas de Mateus e Alex Teixeira, respectivamente. Tudo para buscar o gol da classificação. O jogo ficou aberto, com chances de gols para os dois lados. Porém, o Verdão matou o jogo aos 38, quando Thiago Cunha, oportunista, encheu o pé, dentro da área, e estufou a rede vascaína para fazer o terceiro gol.
O Verdão enfrenta na próxima fase da competição, o desconhecido Sport Acash do Peru. Mas antes, o confronto de ontem se repete no domingo válido pelo Campeonato Brasileiro, também no Palestra Itália.
O técnico Vanderlei Luxemburgo mandou um misto quente a campo. A defesa toda titular, com Leo Lima e Jumar, que vêm se revezando na posição no meio-campo, e Alex Mineiro no ataque. O Vasco também veio a campo com a base da equipe principal e as duas equipes correram atrás da classificação.
A partida começou com a temperatura na casa dos 12 graus. O frio afastou o público do estádio e os jogadores tentaram dar velocidade ao jogo para não congelar na geladeira que se transformou o Palestra Itália. O Vasco chegou co perigo logo aos seis minutos, quando Leandro Amaral lançou Alan Kardec, mas Marcou deixou o gol em velocidade e evitou o gol com os pés.
Apesar de tentarem colocar velocidade na partida, a falta de criatividade ficou evidente nas duas equipes. As jogadas pelas laterais do campo também deixaram a desejar. Mesmo assim, o Vasco continuou mais aceso no setor ofensivo. Aos 23, Madson invadiu a área em velocidade, tentou driblar Marcos, que acabou fazendo boa defesa e impedindo novamente o gol.
Na primeira real chance de gol do Palmeiras, Thiago Cunha fez um golaço! Aos 32 minutos, Maicosuel fez um lançamento milimétrico, com muita categoria, para o atacante, que, de primeira, em um voleio brilhante, de canhota, balançou a rede do Vasco com uma jogada maravilhosa: 1 a 0.
O Vasco ainda assustou Marcos, com um chute forte de Leandro Amaral, de fora da área, aos 34. Mas o goleiro palmeirense espalmou a bola para escanteio. O Verdão deu o troco aos 44, quando Elder Granja, após Alex Mineiro desviar de cabeça, chutou a bola para fora. E o resultado dava a vaga ao Vasco ainda no intervalo
Com Kléber no lugar de Alex Mineiro, o Palmeiras voltou ao segundo tempo com mais velocidade no segundo tempo. Mas foi o Vasco que quase empatou o jogo, aos seis minutos, quando Madson cruzou, Leandro Amaral cabeceou, e Marcos fez uma defesa sensacional.
Quem não faz, toma. O ditado foi seguido à risca. Aos 11, Kléber foi lançado e empurrou Marquinho, que desabou no gramado. O juiz não marcou falta, Kléber cruzou fraco e rasteiro. O goleiro Roberto tentou encaixar, falhou, a bola tocou em seu joelho, e sobrou para Denílson, livre de marcação, apenas empurrar para o fundo da rede: 2 a 0. Era o que a equipe da casa precisava para classificar a próxima fase.
Mas, se teve um gol irregular marcado a seu favor, o Palmeiras também foi prejudicado pela arbitragem. Aos 17, após cruzamento de Elder Granja, Thiago Cunha foi derrubado por Eduardo Luiz. Pênalti claro, que Carlos Eugênio Simon não marcou nada.
Na base do tudo ou nada, Tita mandou a campo Rodrigo Antônio e Edmundo, nas vagas de Mateus e Alex Teixeira, respectivamente. Tudo para buscar o gol da classificação. O jogo ficou aberto, com chances de gols para os dois lados. Porém, o Verdão matou o jogo aos 38, quando Thiago Cunha, oportunista, encheu o pé, dentro da área, e estufou a rede vascaína para fazer o terceiro gol.
O Verdão enfrenta na próxima fase da competição, o desconhecido Sport Acash do Peru. Mas antes, o confronto de ontem se repete no domingo válido pelo Campeonato Brasileiro, também no Palestra Itália.
Paraolimpíadas termina com saldo altamente positivo

Por Leonardo Martins
Para muita gente que não está atenta com o noticiário esportivo, aviso que hoje terminou as Paraolimpíadas de Pequim. Foram 10 dias de muita superação e vitórias destes guerreiros. Ao contrário das Olimpíadas que foram uma decepção para o Brasil, nas Paraolimpíadas nosso esporte brilhou e conquistou um número recorde de medalhas.
O maior destaque brasileiro em Pequim foi o nadador Daniel Dias. Daniel ofuscou o herói de 2004, Clodoaldo Silva, que teve que mudar de categoria poucos dias antes dos jogos. Esta manobra de outros países contra Clodoaldo o prejudicou nos resultados na China, o tubarão, como é conhecido o nadador, trouxe apenas 2 medalhas em revezamentos e nenhuma dourada. Mas voltemos a Daniel, o nadador deu show no Cubo D’água e conquistou 9 medalhas em 9 provas disputadas, sendo 4 ouros e 3 recordes mundiais.
Outro que brilhou na natação foi André Brasil, da categoria S10. André, assim como Daniel conquistou 4 medalhas de ouro. Só os dois nadadores conquistaram metade das medalhas de ouro que conquistou o Brasil nos Jogos, 8 dos 16. A natação feminina foi ao pódio pela primeira vez nas Para.
No atletismo, tivemos com destaque Lucas Prado, da categoria T11 para deficientes visuais, ele faturou 3 ouros nos 100, 200 e 400m rasos. Terezinha Guilhermina faturou 3 medalhas, uma de cada cor. O Brasil conseguiu ótimos resultados em outras provas do atletismo com várias medalhas.
Antonio Tenório do judô virou uma lenda dos Jogos ao conquistar sua quarta medalha na história paraolimpica. Tivemos outras medalhas na Bocha, no tênis de mesa, no remo. O futebol de 5 para deficientes visuais conquistou o bicampeonato ao derrotar os donos da casa. O Brasil conquistou 46 medalhas e 16 de ouro, um novo recorde de medalhas em uma edição de Jogos Paraolímpicos
Assim como nas Olimpíadas, a China liderou o quadro de medalha das Paraolimpíadas com 89 de ouro e 211 no total.
O maior destaque brasileiro em Pequim foi o nadador Daniel Dias. Daniel ofuscou o herói de 2004, Clodoaldo Silva, que teve que mudar de categoria poucos dias antes dos jogos. Esta manobra de outros países contra Clodoaldo o prejudicou nos resultados na China, o tubarão, como é conhecido o nadador, trouxe apenas 2 medalhas em revezamentos e nenhuma dourada. Mas voltemos a Daniel, o nadador deu show no Cubo D’água e conquistou 9 medalhas em 9 provas disputadas, sendo 4 ouros e 3 recordes mundiais.
Outro que brilhou na natação foi André Brasil, da categoria S10. André, assim como Daniel conquistou 4 medalhas de ouro. Só os dois nadadores conquistaram metade das medalhas de ouro que conquistou o Brasil nos Jogos, 8 dos 16. A natação feminina foi ao pódio pela primeira vez nas Para.
No atletismo, tivemos com destaque Lucas Prado, da categoria T11 para deficientes visuais, ele faturou 3 ouros nos 100, 200 e 400m rasos. Terezinha Guilhermina faturou 3 medalhas, uma de cada cor. O Brasil conseguiu ótimos resultados em outras provas do atletismo com várias medalhas.
Antonio Tenório do judô virou uma lenda dos Jogos ao conquistar sua quarta medalha na história paraolimpica. Tivemos outras medalhas na Bocha, no tênis de mesa, no remo. O futebol de 5 para deficientes visuais conquistou o bicampeonato ao derrotar os donos da casa. O Brasil conquistou 46 medalhas e 16 de ouro, um novo recorde de medalhas em uma edição de Jogos Paraolímpicos
Assim como nas Olimpíadas, a China liderou o quadro de medalha das Paraolimpíadas com 89 de ouro e 211 no total.
Esperamos que este resultado em Pequim traga mais investimentos para o esporte paraolímpico.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
O show vai começar nos gramados europeus

Por Leonardo Martins e Matheus Mandy
Nesta terça-feira começa mais uma edição da Liga dos Campeões da Europa, a competição interclubes mais importante do mundo. E como o futebol brasileiro é muito importante no mundo, a presença de brasileiros é muito importante nesta competição. Este ano teremos até técnico brasileiro presente na Liga.
Uma das grandes ausências da Liga neste aspecto é a presença do Milan e seus brasileiros no time, mas vamos aos grupos e a presença brasileira na competição.
Grupo A
Chelsea-ING: Deco(M), Alex(Z), Belletti(LD) e Luiz Felipe Scolari(T)
Roma-ITA: Doni(G), Júlio Sérgio(G), Artur(G), Cicinho(LD), Juan(Z), Taddei(V), Júlip Baptista(A), Filipe Ribeiro(M)
Bordeaux-FRA: Menegazzo(V), Wendell(M), Henrique(Z) e Jussiê(A)
Cluj-ROM: Didi(A), Hugo(Z) e Galassi(LE)
Grupo B
Inter-ITA: Júlio César(G), Maxwell(LE), Maicon(LD), Adriano(A) e Mancine(A)
Panathinaikos-GRE: Gabriel(LD), Marcelo Mattos(V), Gilberto Silva(V), Souza(A) e Cleyton(A)
Werder-ALE: Diego(M) e Naldo(Z)
Anorthosis-CHP: Sávio(A)
Grupo C
Barcelona-ESP: Sylvinho(LE) e Daniel Alves(LD)
Shakhtar-UCR: Ilsinho(LD), Fernandinho(M), Jádson(M), Willian(M), Luiz Adriano(A) e Brandão(A)
Sporting-POR: Pedro(LD), Polga(Z), Ronny(LE), Rochemback(V), Derlei(A), Tiui(A) e Liédson(A)
Basel-SUI: Eduardo(A)
Grupo D
Liverpool-ING: Cavalieri(G), Fábio Aurélio(LE) e Lucas(V)
Atlético Madrid-ESP: Paulo Assunção(V)
PSV: Cássio(G) e Jonathan(A)
Marselha-FRA: Não tem
Grupo E
Manchester-ING: Anderson(V), Fábio(LD), Rafael(LE) e Possebon(M)
Villareal-ESP: Senna(V) e Edmílson(V)
Celtic-ESC: Não tem
Aalborg: Cacá(A)
Grupo F
Bayern-ALE: Lúcio(Z), Breno(Z) e Zé Roberto(M)
Lyon-FRA: Cris(Z), Éderson(V), Juninho(V), Fábio Santos(V) e Fred(A)
Fiorentina-ITA: Felipe Melo(M)
Steaua-ROM: Não tem
Grupo G
Arsenal-ING: Denílson(V) e Eduardo da Silva(A)
Porto-POR: Helton(G), Lino(LE), Fernando(V) e Hulk(A)
Fenerbahçe-TUR: Roberto Carlos(LE), Alex(M), Deivid(A) e Edu Dracena(Z)
Dinamo Kiev-UCR: Betão(Z) e Corrêa(V)
Grupo H
Real Madrid-ESP: Marcelo(LE) e Pepe(Z)
Zenit-RUS: Não tem
Juventus-ITA: Amauri(A)
Bate-BIR: Não tem
Jogos da 1ª rodada
Todos serão às 15h45m (de Brasília)
Terça-feira
Chelsea x Bordeaux (Grupo A)
Roma x Cluj (Grupo A)
Panathinaikos x Internazionale (Grupo B)
Werder Bremen x Anorthosis (Grupo B)
Basel x Shakhtar (Grupo C)
Barcelona x Sporting (Grupo C)
PSV x Atlético de Madri (Grupo D)
Olympique de Marselha x Liverpool (Grupo D)
Quarta-feira
Manchester United x Villarreal (Grupo E)
Celtic x Aalborg (Grupo E) Steaua Bucareste x Bayern de Munique (Grupo F)
Lyon x Fiorentina (Grupo F)
Porto x Fenerbahçe (Grupo G)
Dínamo de Kiev x Arsenal (Grupo G)
Juventus x Zenit (Grupo H)
Real Madrid x BATE (Grupo H)
Uma das grandes ausências da Liga neste aspecto é a presença do Milan e seus brasileiros no time, mas vamos aos grupos e a presença brasileira na competição.
Grupo A
Chelsea-ING: Deco(M), Alex(Z), Belletti(LD) e Luiz Felipe Scolari(T)
Roma-ITA: Doni(G), Júlio Sérgio(G), Artur(G), Cicinho(LD), Juan(Z), Taddei(V), Júlip Baptista(A), Filipe Ribeiro(M)
Bordeaux-FRA: Menegazzo(V), Wendell(M), Henrique(Z) e Jussiê(A)
Cluj-ROM: Didi(A), Hugo(Z) e Galassi(LE)
Grupo B
Inter-ITA: Júlio César(G), Maxwell(LE), Maicon(LD), Adriano(A) e Mancine(A)
Panathinaikos-GRE: Gabriel(LD), Marcelo Mattos(V), Gilberto Silva(V), Souza(A) e Cleyton(A)
Werder-ALE: Diego(M) e Naldo(Z)
Anorthosis-CHP: Sávio(A)
Grupo C
Barcelona-ESP: Sylvinho(LE) e Daniel Alves(LD)
Shakhtar-UCR: Ilsinho(LD), Fernandinho(M), Jádson(M), Willian(M), Luiz Adriano(A) e Brandão(A)
Sporting-POR: Pedro(LD), Polga(Z), Ronny(LE), Rochemback(V), Derlei(A), Tiui(A) e Liédson(A)
Basel-SUI: Eduardo(A)
Grupo D
Liverpool-ING: Cavalieri(G), Fábio Aurélio(LE) e Lucas(V)
Atlético Madrid-ESP: Paulo Assunção(V)
PSV: Cássio(G) e Jonathan(A)
Marselha-FRA: Não tem
Grupo E
Manchester-ING: Anderson(V), Fábio(LD), Rafael(LE) e Possebon(M)
Villareal-ESP: Senna(V) e Edmílson(V)
Celtic-ESC: Não tem
Aalborg: Cacá(A)
Grupo F
Bayern-ALE: Lúcio(Z), Breno(Z) e Zé Roberto(M)
Lyon-FRA: Cris(Z), Éderson(V), Juninho(V), Fábio Santos(V) e Fred(A)
Fiorentina-ITA: Felipe Melo(M)
Steaua-ROM: Não tem
Grupo G
Arsenal-ING: Denílson(V) e Eduardo da Silva(A)
Porto-POR: Helton(G), Lino(LE), Fernando(V) e Hulk(A)
Fenerbahçe-TUR: Roberto Carlos(LE), Alex(M), Deivid(A) e Edu Dracena(Z)
Dinamo Kiev-UCR: Betão(Z) e Corrêa(V)
Grupo H
Real Madrid-ESP: Marcelo(LE) e Pepe(Z)
Zenit-RUS: Não tem
Juventus-ITA: Amauri(A)
Bate-BIR: Não tem
Jogos da 1ª rodada
Todos serão às 15h45m (de Brasília)
Terça-feira
Chelsea x Bordeaux (Grupo A)
Roma x Cluj (Grupo A)
Panathinaikos x Internazionale (Grupo B)
Werder Bremen x Anorthosis (Grupo B)
Basel x Shakhtar (Grupo C)
Barcelona x Sporting (Grupo C)
PSV x Atlético de Madri (Grupo D)
Olympique de Marselha x Liverpool (Grupo D)
Quarta-feira
Manchester United x Villarreal (Grupo E)
Celtic x Aalborg (Grupo E) Steaua Bucareste x Bayern de Munique (Grupo F)
Lyon x Fiorentina (Grupo F)
Porto x Fenerbahçe (Grupo G)
Dínamo de Kiev x Arsenal (Grupo G)
Juventus x Zenit (Grupo H)
Real Madrid x BATE (Grupo H)
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