Por Leonardo Martins
- Joanesburgo para em celebração a Copa
Uma linda festa durante todo o dia parou a principal cidade sul-africana (e outras também). Foi o “Vuvuzela Day” que surgiu após um apelo do governo do país para que as pessoas saíssem as ruas com a camisa dos Bafana-Bafana e tocando as barulhentas vuvuzelas para celebrar a chegada da Copa do Mundo. Para coroar este dia, a Seleção Anfitriã passeou em dois trios elétricos pelo centro da cidade, levando consigo mais de 200 mil pessoas eufóricas. Foi um dia inesquecível para todos os habitantes de Joanesburgo.
- Chile vence amistoso estranho
A Seleção chilena entrou em campo na manhã desta quarta-feira para realizar um amistoso contra outra equipe que estará no mundial, a Nova Zelândia. O que mais chamou a atenção foi que o amistoso teve 3 tempos de 30 minutos. Só no último tempo que tivemos gols, os dois para o Chile, um deles do flamenguista Fierro. Bielsa poupou titulares como o ídolo palmeirense, Valdivia, e o atacante Suazo.
- Notícias da Seleção Brasileira
Depois da folga de ontem, os jogadores voltaram aos treinos nesta quarta-feira, foi um treino físico. A boa notícia foi o retorno do goleiro Júlio César aos treinos depois de ser poupado do amistoso contra a Tanzânia e parece que deve estrear na Copa normalmente.
Os jogadores tiveram a visita surpresa do anti-dopping da FIFA na manhã de hoje. Este procedimento é adotado para que os jogadores se previnam contra o dopping, muito comum em outras copas.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Giro pela Copa – 08/06
Por Leonardo Martins
Além dos jogos, que terão cobertura completa do Esporte é Vida, o dia será fechado sempre com o “Giro Pela Copa”, que vai contar outras coisas que rolarem durante o mundial e trará a agenda de jogos do dia seguinte.
- Soccer City é testado para a abertura
O Soccer City, estádio da abertura e da final, foi testado na tarde desta terça-feira. Imprensa e organização testaram todos os equipamentos do estádio e que vão usar durante as transmissões dos jogos. Dois times sub-17 de Johannesburgo foram usados como “cobaias” e jogaram como se fosse o jogo de abertura entre África do Sul e México.
- Portugal vence, mas tem corte na equipe
A Seleção Portuguesa realizou seu último amistoso antes da estreia no mundial. O adversário do Brasil no Grupo G venceu fácil Moçambique por 3 a 0, os portugueses pouparam a estrela Cristiano Ronaldo, mas, antes do jogo, confirmaram o corte do atacante Nani. O jogador do Manchester United sofreu uma contusão no ombro e o seu substituto é Rubem Amorim do Benfica.
- Espanha goleia na despedida
A Espanha, favorita ao título da Copa, se despediu da torcida espanhola em grande estilo, jogando em Murcia, a Fúria Espanhola derrotou com enorme facilidade a Polônia por 6 a 0. Os espanhóis chegam a África amanhã.
- Notícias da Seleção Brasileira
Depois da vitória de 5 a 1 sobre a Tanzânia, os jogadores ganharam folga e voltam aos treinamentos na manhã desta quarta-feira. O técnico Dunga ajustará o time para a estreia contra a Coréia do Norte, na terça-feira que vem no Ellis Park.
Além dos jogos, que terão cobertura completa do Esporte é Vida, o dia será fechado sempre com o “Giro Pela Copa”, que vai contar outras coisas que rolarem durante o mundial e trará a agenda de jogos do dia seguinte.
- Soccer City é testado para a abertura
O Soccer City, estádio da abertura e da final, foi testado na tarde desta terça-feira. Imprensa e organização testaram todos os equipamentos do estádio e que vão usar durante as transmissões dos jogos. Dois times sub-17 de Johannesburgo foram usados como “cobaias” e jogaram como se fosse o jogo de abertura entre África do Sul e México.
- Portugal vence, mas tem corte na equipe
A Seleção Portuguesa realizou seu último amistoso antes da estreia no mundial. O adversário do Brasil no Grupo G venceu fácil Moçambique por 3 a 0, os portugueses pouparam a estrela Cristiano Ronaldo, mas, antes do jogo, confirmaram o corte do atacante Nani. O jogador do Manchester United sofreu uma contusão no ombro e o seu substituto é Rubem Amorim do Benfica.
- Espanha goleia na despedida
A Espanha, favorita ao título da Copa, se despediu da torcida espanhola em grande estilo, jogando em Murcia, a Fúria Espanhola derrotou com enorme facilidade a Polônia por 6 a 0. Os espanhóis chegam a África amanhã.
- Notícias da Seleção Brasileira
Depois da vitória de 5 a 1 sobre a Tanzânia, os jogadores ganharam folga e voltam aos treinamentos na manhã desta quarta-feira. O técnico Dunga ajustará o time para a estreia contra a Coréia do Norte, na terça-feira que vem no Ellis Park.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Guia da Copa de 2010
Por Gabriel Seixas, Leonardo Martins e Saimon Nouh
A Copa do Mundo da África do Sul começa na próxima sexta-feira, quando áfrica do Sul e México estiverem entrando em campo, o mundo estará se voltando para o Continente Africano. Em sua primeira cobertura de Copa do Mundo, o Esporte é Vida preparou um super guia para que vocês conheçam quem pode brilhar na Copa e algumas curiosidades sobre os 32 países que vão pisar nos gramados sul-africanos. Esperamos que gostem do conteúdo.
Grupo A
África do Sul
Continente: África
População: 47,9 Milhões de Habitantes
Capital: Cidade do Cabo (Legislativa), Pretória (Executiva) e Bloemfontein (Judiciária).
PIB: US$ 467,95 Bilhões
Moeda: Rand.
Curiosidade:
A África do Sul é o país de Nelson Mandela, Premio Nobel da Paz, por sua luta contra a segregação racial durante o Século XX naquele país.
Participações em Copas: 3
Melhores Participações: Primeira fase (1998, 2002)
Ranking da FIFA: 83º.
Craque do time: Steven Pienaar (M. Everton-ING)
Time-base: Khune; Gaxa, Mokoena, Khumalo e Masisela; Modise, Dikgacoi, Sibaya, Pienaar e Tshabalala; Mphela. T: Carlos Alberto Parreira.
Os anfitriões da Copa do Mundo esperam manter a tradição e passar a segunda fase, nunca na história a equipe da casa ficou na primeira fase. Mas os Bafana-Bafana vão ter dificuldades para chegar ao seu objetivo, pois, falta qualidade ao elenco sul-africano e tem um ataque fraco que não marca gols. Porem, no banco tem um técnico que pode fazer esse time jogar, Parreira, Campeão mundial em 94 pelo Brasil.
México
Continente: América do Norte
População: 109 milhões de habitantes
Capital: Cidade do México
PIB: US$ 1,346 trilhão
Moeda: Peso mexicano
Curiosidade:
O México tem como principal produto de exportação televisiva o seriado Chaves (El Chavo de Ocho), que conta, de uma maneira divertida, as histórias de um garoto que vive em uma vila. O Chaves já foi exportado para mais de 100 países e é sucesso há mais de 20 anos no Brasil.
Participações em Copas: 14
Melhores participações: quartas-de-final (1970, 1986)
Ranking da FIFA: 17º
Craque do time: Guardado (M. La Coruña-ESP)
Time-base: Ochoa; Osório, Rafa Marquez, Magallón e Salcido; Torrado, Castro e Guardado; Giovani dos Santos, Vela e Blanco. T: Javier Aguirre.
O México vem para mais uma Copa com um time mais experiente, com os veteraníssimos Blanco, Torrado e Rafa Márquez. O ponto forte é a defesa com Márquez, jogador do Barcelona. Outro jogador de destaque é o jovem Gio dos Santos que traz velocidade ao ataque mexicano. Com isto, os mexicanos esperam fazer um bom mundial.
Uruguai
Continente: América do Sul
População: 3,4 milhões de habitantes
Capital: Montevidéu
PIB: US$37,3 bilhões
Moeda: Peso Uruguaio
Curiosidade:
Por ser um país próximo ao Brasil e com ligações históricas, o Uruguai é o único pais do mundo não lusófono (que não fala o português), que a língua portuguesa é obrigatório nas escolas. O seu ensino se inicia a partir do sexto ano escolar.
Participações em Copas: 11
Melhores participações: Campeão (1930,1950)
Ranking da FIFA: 16º
Craque do time: Diego Forlán (A. Atlético de Madri-ESP)
Time-base: Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín (Scotti) e Cáceres (Fucile); Perez, Álvaro Pereira, Eguren e Lodeiro; Forlán e Suarez. T: Oscar Tabarez
A Celeste Olímpica retorna a Copa após a ausência em 2006 e promete fazer bonito mesmo num grupo equilibrado. Os Uruguaios contam com uma defesa sólida comandada pelo ex-são paulino Diego Lugano, hoje ídolo no Fenerbahçe. Outro setor de destaque é o ataque formado pelos ótimos Diego Forlán e Luis Suarez, que são promessas de gols na copa e no banco ainda tem o botafoguense Loco Abreu. Mas falta alguém de qualidade para servir ao ataque, função que hoje cabe a Lodeiro. Mesmo assim, o Uruguai espera ir longe na África do Sul.
França
Continente: Europa
População: 65,4 milhões de habitantes.
Capital: Paris
PIB: US$ 2,2 trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Na França acontece o principal festival cinematográfico da Europa, o Festival de Cannes, que, todos os anos, reúne os principais diretores e críticos do cinema mundial em busca da desejada Palma de Ouro, premio dado aos ganhadores.
Participações em Copas: 13
Melhores participações: Campeão (1998)
Ranking da FIFA: 9º
Craque do time: Franck Ribery (M. Bayern de Munique-ALE)
Time-base: Lloris; Sagna, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Diaby (Malouda) e Gourcuff; Ribery, Henry (Govou) e Anelka. T: Raymond Domenech.
O atual vice-campeão mundial entra para mais uma copa com um bom time e que quer brigar pelo Bicampeonato mundial. Para isto, o técnico “maluco”, Domenech, conta com um elenco homogêneo e bom. O destaque é para o ataque formado pelo craque Ribery e os experientes Henry e Anelka, mas tem um bom meio e que abastece esse ataque. O treinador francês, por seu jeito diferente de agir, gera desconfiança junto a torcida e cabe ao elenco dos Lês Bleus mandar a desconfiança para longe.
Grupo B
Argentina
Continente: América do Sul
População: 39,8 Milhões de Habitantes
Capital: Buenos Aires
PIB: US$ 523,7 Bilhões
Moeda: Peso Argentino
Curiosidade:
A carne argentina, além de constituir a base da alimentação neste país, também é conhecida por ser a melhor do mundo, tanto que o país é um dos principais fornecedores deste alimento para a União Europeia.
Participações em Copas: 15
Melhores participações: campeã (1978, 1986)
Ranking da FIFA: 7º
Craque do time: Lionel Messi (A. Barcelona-ESP)
Time-base: Romero; Otamendi, Samuel, Demichelis e Heinze; Mascherano, Verón, Jonás Gutierrez e Di Maria; Higuaín e Messi. T: Diego Maradona
Em busca do tricampeonato mundial, a Argentina chega para a disputa da Copa como uma das favoritas ao título. Em relação à última conquista, em 86, Diego Maradona continua presente, desta vez como treinador. E o maior craque do futebol argentino tem a missão de transformar um elenco de grandes estrelas, como Messi, Tevez, Higuaín e Milito, em um time vitorioso. O desempenho nas eliminatórias não foi bom, mas a qualidade técnica dos jogadores da albiceleste pode fazer a diferença.
Nigéria
Continente: África
População: 148 Milhões de Habitantes
Capital: Abuja
PIB: US$ 294,8 Bilhões
Moeda: Naira
Curiosidade:
A Nigéria tem a terceira maior indústria cinematográfica do mundo (apenas atrás de Hollywood e Bollywood), além de ser o país com a maior população ‘negra’ do planeta.
Participações em Copas: 4
Melhores participações: oitavas-de-final (1994, 1998)
Ranking da FIFA: 21º
Craque do time: Yakubu (A. Everton-ING)
Time-base: Enyeama; Odiah, Yobo, Shittu e Taiwo; Ayila, Kaita e Obasi; Yakubu, Martins (Obinna) e Odemwingie. T: Lars Lagerback
Grande parte da tradição da Nigéria em seu continente na década de 90 foi perdida ao longo dos anos, mas as Super Águias prometem surpreender na Copa do Mundo. Mesmo com uma campanha pouco empolgante nas eliminatórias, e uma recente troca de técnico (Lars Lagerback é o novo comandante), o objetivo continua sendo superar as quartas-de-final, o que nenhuma seleção africana conseguiu até hoje em Mundiais.
Coreia do Sul
Continente: Ásia
População: 49,5 Milhões de Habitantes
Capital: Seul
PIB: US$ 1,201 Trilhões
Moeda: Won
Curiosidade:
A Coreia do Sul é o país com a mais desenvolvida estrutura de tecnologia da informação existente, superando até mesmo as de Japão e Taiwan, e também dominando internacionalmente o setor de semicondutores.
Participações em Copas: 8
Melhores participações: 4° lugar (2002)
Ranking da FIFA: 47º
Craque do time: Park Ji-Sung (M. Manchester United-ING)
Time-base: Lee Woon-Jae; Oh Beom-Seok, Cho Yong-Hyung, Lee Jung-Soo e Le Young-Pyo; Lee Chung-Yong, Kim Jung-Woo, Ki Sung-Yong e Park Ji-Sung; Park Chu-Young e Lee Keun-Ho. T: Huh Jung-Moo
Semifinalista na Copa de 2002, a Coreia do Sul não tem pretensões tão altas nesta Copa do Mundo, mas àquela surpreendente campanha acaba servindo de inspiração para outras seleções que querem um lugar ao sol, inclusive os próprios sul-coreanos. Eles já se dão por satisfeitos em passarem da primeira fase, e para isso, contam com o talento individual de Park, meio-campista do Manchester United, da Inglaterra.
Grécia
Continente: Europa
População: 11,2 Milhões de Habitantes
Capital: Atenas
PIB: US$ 412,5 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Historicamente, a Grécia é o berço do nascimento da democracia, da filosofia ocidental, dos Jogos Olímpicos, da literatura ocidental e da historiografia, bem como da Ciência política e do teatro ocidental, incluindo gêneros como drama, tragédia e comédia.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: fase de grupos (1994)
Ranking da FIFA: 13º
Craque do time: Theofanis Gekas (A. Frankfurt-ALE)
Time-base: Tzorvas; Vyntra (Seitaridis), Krygiakos, Moras e Torosidis; Tziolis, Katsouranis e Karagounis; Salpingidis, Gekas e Samaras. T: Otto Rehhagel.
Mantendo relativamente a base da equipe campeã da Eurocopa em 2004, a Grécia chega para a disputa do seu segundo Mundial com um time experiente, que dificilmente sentirá o peso de jogar uma Copa. Gekas, recentemente transferido para o Frankfurt, foi o artilheiro das eliminatórias européias e é o grande trunfo do time comandado por Otto Rehhagel.
Grupo C
Inglaterra
Continente: Europa
População: 50,8 Milhões de Habitantes
Capital: Londres
PIB: US$ 1,9 trilhão
Moeda: Libra Esterlina
Curiosidade:
A Inglaterra faz parte do Reino Unido, juntamente com Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. E o Reino Unido é o único país que faz parte da União Européia que não adota o Euro como moeda, tem a tradicional Libra.
Participações em Copas: 13
Melhores Participações: Campeão (1966)
Ranking da FIFA: 8°
Craque do Time: Wayne Rooney (A. Manchester United-ING)
Time-Base: Green; Glen Johnson, King, Terry e Ashley Cole; Barry, Lampard, Gerrard e Lennon; Rooney e Defoe. T: Fabio Capello.
O Engilsh Team chega bem a mais uma copa. O time do ótimo treinador, Fabio Capello, é considerado um dos favoritos ao título na África e enche de esperanças a exigente torcida inglesa. Muitos na Inglaterra apontam esse time de 2010 o melhor desde a conquista da Copa em 66 e motivos não faltam para isso. O time conta com uma forte defesa formada por Terry e Ferdinand, um meio campo altamente criativo e que sabe fazer gols com Lampard e Gerrard e para completar, no ataque, Rooney que vem de uma temporada esplendorosa pelo Manchester United. Com todos estes atrativos, o English Team tem tudo para fazer uma ótima copa e, quem sabe, chegar ao segundo título.
Estados Unidos
Continente: América do Norte
População: 308,7 milhões de habitantes
Capital: Washington
PIB: US$ 14,02 Trilhões
Moeda: Dólar Americano
Curiosidade:
O dia de maior audiência na TV dos Estados Unidos é o dia do Super Bowl, a final do Futebol Americano. No Super Bowl de 2010, cerca de 200 milhões de americanos assistiram ao jogo.
Participações em Copas: 9
Melhor Participação: 3° lugar (1930)
Ranking da FIFA: 14º
Craque do Time: Landon Donovan (M. Los Angeles Galaxy-EUA)
Time-base: Howard; Spector, DeMerit, Onyewu e Bocanegra; Clark, Bradley, Dempsey, Holden e Donovan; Altidore. T: Bob Bradley.
Os EUA vem para mais uma copa com chances de passar para a segunda etapa do mundial. A base que surpreendeu na Copa das Confederações 2009 está mantida, com bons jogadores como o zagueiro Onyewu e o meia Dempsey. Mas a esperança norte-americana está nos pés do craque Donovan. Com estes nomes, a equipe americana espera ir bem na África.
Argélia
Continente: África
População: 32,5 milhões de habitantes
Capital: Argel
PIB: US$ 217,2 Bilhões
Moeda: Dinar Argelino
Curiosidade:
Por conta da recente independência da França (1962), muitos argelinos vão para a Europa tentar a vida, especialmente, na França. Um dos ícones desta emigração argelina é Zinedine Zidane, craque da França e filho de argelinos.
Participações em Copas: 3
Melhores participações: Primeira Fase (1982,1986)
Ranking da FIFA: 30º
Craque do Time: Karim Ziani (M. Wolfsburg-ALE)
Time-Base: Chaouchi; Yahia, Halliche, Bougherra e Belhadj; Yebda, Mansouri, Matmour e Ziani; Saifi e Ghezzal. T: Rabah Saadane.
A Argélia volta ao mundial após 24 anos de ausência e conseguiu um feito nas Eliminatórias, tirar o favorito e rival Egito em um jogo extra. Mas sofreu uma baixa importante as vésperas do mundial, perdeu o meia Meghni por contusão, agora, o líder da equipe em campo é Ziani, do Wolfsburg da Alemanha. Mesmo com caras não muito famosas, a Argélia pode surpreender na Copa.
Eslovênia
Continente: Europa
População: 2 Milhões de Habitantes
Capital: Ljubliana
PIB: US$ 47,8 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Um dos filhos mais ilustres da Eslovênia é o sociólogo Thomas Luckmann, autor do famoso livro “A Construção Social da Realidade” junto com Peter Berger.
Participações em Copas: 2
Melhor participação: Primeira Fase (2002)
Ranking da FIFA: 25°
Craque do time: Valter Birsa (M. Auxerre-FRA)
Time-Base: Samir Handanovic; Brecko, Suller, Bostjan Cesar e Jokic; Koren, Radosavljevic, Kirm (Krhin) e Birsa; Dedic e Novakovic. T: Matjaz Kek.
A Eslovênia disputa seu segundo mundial esse ano e tem um time que surpreendeu a favorita Rússia na Repescagem das Eliminatórias Européias. Foi um feito heróico dos eslovenos, mas eles sonham com muito mais na Copa, a chegada a Segunda fase e tem time para isto. A Eslovênia tem como destaque Valter Birsa do Auxerre da França, que conquistou uma vaga na próxima Liga dos Campeões.
Grupo D
Alemanha
Continente: Europa
População: 81,7 Milhões de Habitantes
Capital: Berlim
PIB: US$ 3, 26 Trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Os esportes, principalmente o futebol, são parte integrante da vida do povo alemão. Mais de 27 milhões de alemães são membros de um clube esportivo. A Federação Alemã de Futebol é a maior organização desportiva do mundo, e o Campeonato Alemão atrai a segunda maior média de público do planeta. Na Fórmula 1, a Alemanha também tem muita tradição, tanto em carros, equipes e pilotos, como Michael Schumacher.
Participações em Copas: 17
Melhores participações: campeã (1954, 1974, 1990)
Ranking da FIFA: 6º
Craque do time: Bastian Schweinsteiger (M. Bayern de Munique-ALE)
Time-base: Neuer; Boateng, Mertesacker, Friedrich e Lahm; Khedira, Schweinsteiger, Özil, Podolski e Müller; Cacau. T: Joachim Löw.
Sede da Copa de 2006, na qual ficou em 3º lugar, a Alemanha aposta na tradição para alcançar o título. Os torcedores estão preocupados, principalmente com a série de baixas que o elenco já sofreu por contusão: além de Adler, Rolfes, Westermann e Träsch, o capitão e estrela do time, Michael Ballack, também está fora do Mundial. Assim, o conjunto passa a ser a principal arma, com jogadores de qualidade, como Schweinsteiger, Özil e Klose.
Austrália
Continente: Oceania
População: 21,4 Milhões de Habitantes
Capital: Camberra
PIB: US$ 908,9 Bilhões
Moeda: Dólar Australiano
Curiosidade:
Apesar de fazer parte da Oceania, a seleção australiana, desde 2006, está integrada a Confederação Asiática de Futebol, disputando as eliminatórias com os asiáticos, e classificando-se pela primeira vez a uma Copa do Mundo sem a necessidade de disputar uma repescagem, o que era obrigatório após vencer as eliminatórias da Oceania.
Participações em Copas: 3
Melhores participações: oitavas-de-final (2006)
Ranking da FIFA: 20º
Craque do time: Harry Kewell (A. Galatasaray-TUR)
Time-base: Schwarzer; Chipperfield, Moore, Neill e Wilkshire; Grella, Culina, Cahill, Bresciano e Kewell; Kennedy. T: Pim Veerbek.
O bom desempenho na Copa de 2006, na qual chegou às oitavas-de-final, permite a Austrália sonhar com um bom desempenho na África do Sul. Individualmente, o time tem qualidade, contando com jogadores como Bresciano, Cahill e Kewell. Agora representante do continente asiático, os australianos sabem que são a terceira força do grupo, e devem batalhar com a Sérvia pelo segundo lugar.
Sérvia
Continente: Europa
População: 10,1 Milhões de Habitantes
Capital: Belgrado
PIB: US$ 41,6 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Se no futebol a Sérvia não é lá uma potência, no vôlei ela impõe bastante respeito. No voleibol masculino, por exemplo, os sérvios já paparam quatro medalhas de prata na Liga Mundial, e um ouro olímpico no ano de 2000, em Sydney. Nikola Grbic, Vladmir Grbic e Ivan Miljkovic são alguns dos nomes que tiveram (ou ainda tem) destaque pela seleção na história do vôlei.
Participações em Copas: 2 (*uma como Sérvia e Montenegro)
Melhores participações: primeira fase (2006)
Ranking da FIFA: 15º
Craque do time: Dejan Stankovic (M. Internazionale-ITA)
Time-base: Stojkovic; Ivanovic, Vidic, Subotic e Kolarov; Kuzmanovic, Milijas, Stankovic e Krasic; Pantelic e Zigic. T: Radomir Antic
A ótima campanha nas eliminatórias européias, desbancando com sobras a campeã mundial França em seu grupo, coloca a Sérvia como forte candidata a possível surpresa nesta Copa do Mundo. Individualmente, o time é muito bom, com uma defesa sólida, baseada na qualidade de jogadores como Vidic e Ivanovic, e um ataque também muito forte, tanto no 4-4-2, como no 4-3-3. Pela primeira vez como nação independente em Mundiais, a Sérvia pode aprontar.
Gana
Continente: África
População: 23,3 Milhões de Habitantes
Capital: Accra
PIB: US$ 31,2 Bilhões
Moeda: Cedi
Curiosidade:
Gana é o país de origem do diplomata Kofi Annan, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 2001. Por dez anos (entre 1997 e 2007), Annan foi o sétimo secretário-geral da ONU, mas já havia começado a trabalhar nas Nações Unidas ainda em 1962, na Organização Mundial da Saúde.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: oitavas-de-final (2006)
Ranking da FIFA: 32º
Craque do time: Sulley Muntari (M. Internazionale-ITA)
Time-base: Kingson; Inkoom, Mensah, Pantsil e Sarpei; Appiah, Asamoah, Annan e Muntari; Amoah e Gyan. T: Milovan Rajevac.
Gana surpreendeu na disputa de seu primeiro Mundial, em 2006, quando chegou às oitavas-de-final. Em solo africano, a confiança em superar o desempenho na Alemanha é grande, mas para isso, o time vai ter que se reestruturar sem o craque Essien, que foi cortado na última semana por motivo de contusão. Sem o cérebro da equipe, a missão dificultou ainda mais, mas os torcedores preferem se basear nos números: o vice-campeonato na Copa Africana das Nações inspirou confiança para o Mundial.
Grupo E
Holanda
Continente: Europa
População: 16,5 Milhões de Habitantes
Capital: Amsterdã
PIB: US$ 541 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
A culinária holandesa é feita a base de batata, geralmente, é acompanhado de carnes e vegetais cozidos.
Participações em Copas: 9
Melhores participações: Vice-Campeão (1974,1978)
Ranking da FIFA: 4º
Craque do Time: Wesley Sneijder (M. Internazionale-ITA)
Time-base: Stekelenburg; van der Wiel (Boulahrouz), Heitinga, Mathijsen e van Bronckhorst; van Bommel, de Jong e Sneijder; Kuyt, Robben e van Persie. T: Bert van Marwijk.
Uma das favoritas ao mundial desse ano, a Holanda chega creditada e com bons nomes em seu elenco. A defesa é o ponto fraco, mas do meio para frente, a Laranja conta com um timaço, comandado pelos ótimos Sneijder e Robben, que, recentemente, se enfrentaram na final da Liga dos Campeões, onde Sneijder saiu vencedor. Mas o técnico Bert van Marwijk ainda tem o atacante van Persie, esperança de gols da Holanda.
Dinamarca
Continente: Europa
População 5,5 Milhões de Habitantes
Capital: Copenhagem
PIB: US$ 198,5 Bilhões
Moeda: Coroa
Curiosidade:
O dinamarquês mais conhecido é o escritor Hans Christian Andersen, autor de vários contos de fada famosos como “As Roupas Novas do Imperador” e “O Patinho Feio”, livros que fazem sucesso entre as crianças.
Participações em Copas: 4
Melhores participações: Quartas-de-final (1998)
Ranking da FIFA: 36º
Craque do time: Nicklas Bendtner (A. Arsenal-ING)
Time-base: Sorensen; Lars Jacobsen, Kjaer, Kroldrup e Agger; Christian Poulsen, Daniel Jensen, Rommedahl e Kahlenberg; Bendtner e Tomasson. T: Morten Olsen.
Os dinamarqueses voltam ao mundial após a ausência na Alemanha e com um time bastante experiente com velhos conhecidos como o atacante Tomasson e o meia Rommedahl. Mas a grande esperança de boa campanha na África é o atacante Nicklas Bendnter, titular do Arsenal da Inglaterra, e artilheiro da seleção.
Japão
Continente Ásia
População: 127,4 Milhões de Habitantes
Capital: Tóquio
PIB: US$ 4,3 trilhões
Moeda: Yene
Curiosidade:
Um dos principais produtos de exportação da cultura do Japão são os Mangás, que são histórias desenhadas em quadrinhos e revela um pouco da cultura japonesa. As histórias em mangás tem fãs em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Participações em copas: 4
Melhor participação: Oitavas-de-final (2002)
Ranking da FIFA: 45°
Craque do time: Keishuke Honda (M. CSKA Moscou-RUS)
Time-base: Narazaki; Nakazawa, Tulio Tanaka, Uchida e Komano; Hasebe, Endo, Kengo Nakamura, Shunsuke Nakamura e Honda; Okubo. T: Takeshi Okada.
O Japão, presente nas últimas 3 copas, volta ao mundial querendo repetir o feito da Copa em que sediou em 2002, onde chegou as oitavas-de-final. Para isto, os japoneses apostam na velocidade de seu meio campo com Shunsuke Nakamura e Keisuke Honda, mas falta gente para compor o ataque.
Camarões
Continente: África
População: 18,5 Milhões de Habitantes
Capital: Yaoundé.
PIB: US$ 40 Bilhões
Moeda: Franco CFA
Curiosidade:
A República de Camarões tem dois tipos de Feriados Religiosos, os Cristãos (sexta-feira Santa, Domingo e Segunda de Páscoa) e os Muçulmanos ('Id al-Fitr e 'Id al-Adha), isto acontece porque há duas religiões oficiais, o Catolicismo e o Mulçumano.
Participações em Copas: 6
Melhor participação: Quartas-de-final (1990)
Ranking da FIFA: 19°
Craque do time: Samuel Eto’o (A. Internazionale-ITA)
Time-base: Kameni; Geremi, Rigobert Song, Nkoulou e Assou-Ekotto; Alexandre Song, Makoun, Enoh e Emana; Webo e Eto’o. T: Paul Le Guen.
Os Leões Indomáveis voltam a Copa após a ausência em 2006 e montaram um bom time que promete surpreender em seu continente. O bom técnico Paul Le Guen conta com bons nomes em todos os setores da equipe, todos eles liderados pelo craque da Inter de Milão, atual Campeã da Europa, Samuel Eto’o e seu faro de gol apuradíssimo. A esperança é repetir ou superar o feito de 1990, onde Camarões com o lendário Roger Millá, alcançou as quartas-de-final, e tem time para isto.
Grupo F
Itália
Continente: Europa
População: 60,3 Milhões de Habitantes
Capital: Roma
PIB: US$ 1,81 Trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Na culinária italiana, as massas são o alimento básico da população. Espaguete, macarrão, ravióli, lasanha, pizza e fettuccini foram difundidos pelos italianos, por exemplo (já que existem dúvidas sobre as verdadeiras origens de alguns destes tipos de massas).
Participações em Copas: 17
Melhores participações: campeã (1934, 1938, 1982, 2006)
Ranking da FIFA: 5º
Craque do time: Andrea Pirlo (M. Milan-ITA)
Time-base: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Criscito; De Rossi, Pirlo (Iaquinta), Marchisio e Camoranesi; Gilardino e Di Natale. T: Marcelo Lippi
A Itália luta contra a desconfiança para conquistar o bicampeonato mundial seguido, o que seria a conquista de sua 5ª Copa do Mundo, igualando-se ao Brasil no topo de maiores vencedores da competição. Com um grupo considerado envelhecido, a Azzurra tem na experiência o seu principal trunfo para ratificar novamente a sua grandeza. O destaque Pirlo se lesionou recentemente e é duvida para a Copa.
Paraguai
Continente: América do Sul
População: 6,1 Milhões de Habitantes
Capital: Assunção
PIB: US$ 28,3 Bilhões
Moeda: Guarani
Curiosidade:
No Paraguai, existem os chamados “brasiguaios”, estimados em 350 mil, que vivem em áreas fronteiriças com o Brasil. Em sua maioria, são agricultores de origem alemã ou italiana (que falam português), e a presença deste povo já provocou sentimentos nacionalistas e xenófobos entre os paraguaios, preocupados com a perda de sua identidade nacional.
Participações em Copas: 8
Melhores participações: oitavas-de-final (1986, 1998, 2002)
Ranking da FIFA: 31º
Craque do time: Roque Santa Cruz (A. Manchester City-ING)
Time-base: Villar; Verón, Cáceres, Paulo da Silva e Morel Rodriguez; Bonet, Vera e Barreto; Valdez (Cardozo), Barrios e Santa Cruz. T: Gerardo Martino.
Em sua quarta Copa do Mundo consecutiva, o Paraguai, antes reconhecido pela sua consistência defensiva, agora tem no ataque a sua arma letal: mesmo com o desfalque de Cabañas, baleado na cabeça em Janeiro, o técnico Gerardo Martino dispõe de jogadores como Barrios, Santa Cruz, Valdez e Cardozo. A ótima campanha nas eliminatórias sul-americanas, classificando-se com duas rodadas de antecedência, faz com que o Paraguai tenha condições de finalmente superar as oitavas-de-final em Mundiais.
Nova Zelândia
Continente: Ásia
População: 4,2 Milhões de Habitantes
Capital: Wellington
PIB: US$ 111,7 Bilhões
Moeda: Dólar da Nova Zelândia
Curiosidade:
Além de seu isolamento geográfico (a cerca de 2000 km da Austrália), a Nova Zelândia é um país desenvolvido, que tem bons números em desenvolvimento humano, qualidade de vida, alfabetização e educação pública, e suas cidades são consideradas as mais habitáveis do mundo.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: fase de grupos (1982)
Ranking da FIFA: 78º
Craque do time: Ryan Nelsen (Z. Blackburn-ING)
Time-base: Paston; Sigmund, Nelsen, Vicelich e Locchead; Bertos, Tim Brown e Elliott; Smeltz, Fallon e Killen. T: Ricki Herbert.
Considerada a seleção mais frágil da Copa do Mundo, a Nova Zelândia luta por uma missão praticamente impossível: deixar pra trás o status de coadjuvante. Em seu segundo Mundial na história, os All Whites ainda não abandonaram seu estilo de jogo ingênuo, e devem oferecer pouco perigo. Conquistar seu primeiro ponto em Copas já seria considerado um feito histórico.
Eslováquia
Continente: Europa
População: 5,4 Milhões de Habitantes
Capital: Bratislava
PIB: US$ 99,1 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Dentre as 32 seleções que disputarão essa edição da Copa do Mundo, a Eslováquia é a única estreante. Independente desde 1 de Janeiro de 1993, o país desbancou seleções como Polônia, República Tcheca e Eslovênia em sua chave para conquistar esse feito histórico, certamente o maior da história do futebol eslovaco.
Participações em Copas: 1
Melhores participações: -
Ranking da FIFA: 34º
Craque do time: Marek Hamsik (M. Napoli-ITA)
Time-base: Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik; Kozak, Kopunek (Stoch), Weiss, Hamsik; Sestak e Vittek. T: Vladimir Weiss
Dissolvida da Tchecoslováquia na década passada, a Eslováquia chega para a disputa de seu primeiro Mundial com um time consistente, que tem condições de ao menos superar a primeira fase. As esperanças recaem sobre o habilidoso meia Hamsik, destaque do Napoli, além do zagueiro Skrtel, do Liverpool, um dos responsáveis pela consistência defensiva dos eslovacos.
Grupo G
Brasil
Continente: América do Sul
População: 193 Milhões de Habitantes
Capital: Brasília
PIB: US$ 2 Trilhões
Moeda: Real
Curiosidade:
O Brasil é o maior país católico do mundo, cerca de 73% da população de nosso país se declara ser católico, mas as religiões evangélicas (ou protestantes) vem crescendo muito e tirando fiéis da Igreja Católica.
Participações em Copas: todas as 19 Copas
Melhores participações: Campeão (1958,1962,1970,1994,2002)
Ranking da FIFA: 1°
Craque do time: Kaká (M. Real Madrid-ESP)
Time-base: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. T: Dunga.
A nossa Seleção chega em busca do Hexa na África do Sul com uma equipe de confiança do técnico Dunga, mas de desconfiança do torcedor brasileiro. O setor defensivo é o único de unanimidade com os ótimos Júlio César, Maicon, Lúcio e Juan, mas do meio para frente as únicas unanimidades são Kaká e Luis Fabiano. O técnico brasileiro deixou de convocar bons nomes como Ronaldinho Gaúcho e Ganso, mas a favor do treinador, está o fato de que o time joga a muito tempo e é a base que foi Campeã da Copa das Confederações. Como é o Brasil, não podemos desprezar e deixar de apontar como um dos favoritos ao Mundial.
Coréia do Norte
Continente: Ásia
População: 24 milhões de habitantes
Capital: Pyongyang
PIB: US$ 40 bilhões
Moeda: Won norte-coreano
Curiosidade:
A Coréia do Norte é o único país que ainda mantém o comunismo como forma de economia e é uma ditadura fechada para o mundo. Os EUA acusam o governo norte-coreano de usar armas nucleares para fins militares e de fazer terrorismo.
Participações em Copas: 2
Melhor participação: Quartas-de-final (1966)
Ranking da FIFA: 105° lugar
Craque do time: Jong Tae-Se (A. Kawasaki Frontale-JAP)
Time-base: Myong-Guk; Jong-Hyok, Jun-Li, Nam-Chol e Kwang-Chon; Yun-Nam, In-Guk, Yong-Jun e Yong-Hak; Yong-Jo e Tae-Se. T: Kim Jong-Hum.
A seleção mais fechada do mundo conseguiu a classificação para sua segunda copa na história, a primeira foi em 1966, onde os norte-coreanos aprontaram uma das maiores zebras da história ao derrotar e eliminar a poderosa Itália, chegando a segunda fase. Como é uma seleção fechada, pouco se sabe sobre ela. O nome mais conhecido da Coréia é o atacante Jong Tae-Se, apelidado de Rooney Asiático, alusão ao porte físico ser semelhante ao do inglês, e é a esperança de surpresa na copa.
Costa do Marfim
Continente: África
População: 20,2 milhões de habitantes
Capital: Abdijan
PIB. US$ 32,8 bilhões
Moeda: Franco CFA
Curiosidade:
A Economia da Costa do Marfim é baseada na exportações de produtos tropicais, como banana, abacaxi e café. O país é o maior exportador de Cacau do mundo.
Participações em copas: 2
Melhor participação: 1ª fase (2006)
Ranking da FIFA: 27°
Craque do Time: Didier Drogba (A. Chelsea-ING)
Time-base: Barry; Eboué, Kolo Toure, Bamba e Tiené; Zokora, Yaya Touré e Tioté; Kalou, Gervinho e Drogba. T: Sven Göran Eriksson.
A Costa do Marfim chega a sua segunda Copa com um bom time formado pelo experiente técnico Eriksson, ex-treinador de México e Inglaterra. A equipe laranja da África tem bons nomes como o zagueiro Kolo Touré, o volante Yaya Toure, titulares de grandes equipes na Europa. Mas o grande destaque é o trio de ataque comandado pela estrela do Chelsea, Didier Drogba, que é a grande esperança dos Elefantes de chegar longe no Mundial.
Portugal
Continente: Europa
População: 10,6 milhões de habitantes
Capital: Lisboa
PIB: US$ 253,5 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Portugal foi um dos primeiros países do mundo a ter uma Auto-Estrada, inaugurada em 1944, a estrada liga o centro de Lisboa ao estádio Nacional, situado ao norte da capital portuguesa.
Participações em Copas: 4
Melhor participação: 3º lugar (1966)
Ranking da FIFA: 3º
Craque do time: Cristiano Ronaldo (A. Real Madrid-ESP)
Time-base: Eduardo; Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Fabio Coentrão; Pepe, Raul Meireles e Deco; Nani, Cristiano Ronaldo e Liédson. T: Carlos Queiroz.
Os portugueses recorreram ao talento brasileiro para montar o time para o Mundial. Além dos já naturalizados Deco e Pepe, se juntou a eles o atacante Liédson. O brasileiro chegou para suprir a principal carência do time português, a ausência de um matador. O ataque é o principal setor da equipe de Carlos Queiroz, além do brasileiro, Queiroz conta com os habilidosos Nani e Cristiano Ronaldo, craque do time e que já foi melhor do mundo. Dos pés do camisa 7 sai as esperanças portuguesas de ir longe na Copa do Mundo.
Grupo H
Espanha
Continente: Europa
População: 46,1 Milhões de Habitantes
Capital: Madri
PIB: US$ 1,43 Trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Na Espanha também existe carnaval! No final de fevereiro, existem algumas festas carnavalescas nos moldes das do Rio de Janeiro, sobretudo nas cidades de Tenerife e Cádiz. Podemos destacar ainda o hábito dos espanhois em dormir após o almoço, acarretando às vezes no fechamento do comércio local por pelo menos duas horas.
Participações em Copas: 13
Melhores participações: 3° lugar (1950)
Ranking da FIFA: 2º
Craque do time: Xavi Hernandez (M. Barcelona-ESP)
Time-base: Casillas; Sergio Ramos, Albiol, Puyol e Capdevila; Xabi Alonso, Xavi, Iniesta e Silva; Torres e Villa. T: Vicente del Bosque.
Não há nada mais incômodo para um espanhol no mundo do futebol do que a ausência de um título de uma Copa do Mundo. A conquista da Eurocopa em 2008 credencia a Espanha como uma das favoritas (se não a maior) para o título Mundial, mas para que isso se concretize, será necessário primeiramente espantar o estigma de sempre ‘morrer na praia’. O plantel é ótimo: talvez nenhuma outra seleção tenha tantos craques à disposição como a Fúria. Resta saber se, na prática, eles farão a diferença.
Suíça
Continente: Europa
População: 7,5 Milhões de Habitantes
Capital: Berna
PIB: US$ 315,7 Bilhões
Moeda: Franco Suíço
Curiosidade:
Mundialmente, existe o clichê de a Suíça ser o ‘país do chocolate’, justamente por esse produto ser fabricado no mais alto nível exigido no mercado. O chocolate foi levado à Europa no século XVI, mas só na segunda parte do século XIX ganhou destaque na Suíça, que o espalhou pelo mundo, e foi pioneira na invenção do famoso chocolate ao leite.
Participações em Copas: 9
Melhores participações: quartas-de-final (1934, 1938, 1954)
Ranking da FIFA: 24º
Craque do time: Tranquillo Barnetta (M. Bayer Leverkusen-ALE)
Time-base: Benaglio; Lichtsteiner, Senderos, Gritching e Magnin; Inler, Padalino, Gelson Fernandes e Barnetta; N’Kufo (Derdiyok) e Frei. T: Ottmar Hitzfeld.
Ninguém sabe ao certo o que esperar da Suíça na Copa do Mundo, mas dificilmente esta equipe conseguirá superar as oitavas-de-final, visto que deve brigar pelo segundo lugar em seu grupo, e caso consiga superar seus concorrentes, deve enfrentar Brasil, Portugal ou Costa do Marfim na fase final. A principal virtude desta equipe é a consistência defensiva, que foi eficiente na Copa de 2006 (não sofreu nenhum gol, mas acabou eliminada nos pênaltis para a Ucrânia).
Honduras
Continente: América do Norte
População: 7,8 Milhões de Habitantes
Capital: Tegucigalpa
PIB: US$ 30,6 Bilhões
Moeda: Lempira
Curiosidade:
O segundo maior país da América Central é conhecido como ‘a República das bananas’, pois 65% da população ativa está empregada no trabalho da cultura da banana, e é o segundo maior produtor deste fruto no mundo.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: fase de grupos (1982)
Ranking da FIFA: 38º
Craque do time: Wilson Palacios (V. Tottenham-ING)
Time-base: Valladares; Izaguirre, Chávez, Sabillón e Figueroa; Palacios, Alvarez, Guevara e De León; Suazo e Pavón. T: Reinaldo Rueda.
Após surpreender nas eliminatórias da Concacaf, ao superar a Costa Rica na briga pela terceira vaga do continente para a Copa do Mundo, Honduras também quer aprontar na África do Sul. Apesar das (poucas) expectativas que cercam a equipe, é fato que os hondurenhos são a quarta força do grupo, e entram como azarões na disputa. As esperanças recaem sobre o meia Palacios, do Tottenham, e o centroavante Suazo, que destoam tecnicamente do resto do time. O artilheiro Carlos Costly lesionou o pé e ficou de fora.
Chile
Continente: América do Sul
População: 16,5 Milhões de Habitantes
Capital: Santiago
PIB: US$ 160,7 Bilhões
Moeda: Peso Chileno
Curiosidade:
O esporte nacional do Chile é o Rodeo, em que dois cavalos e dois cavaleiros devem parar um touro em um cerco do esporte chamado medialuna. Os cavaleiros são chamados huasos. Também são tradicionalíssimos no país o futebol e o tênis.
Participações em Copas: 8
Melhores participações: 3° lugar (1962)
Ranking da FIFA: 18º
Craque do time: Humberto Suazo (A. Zaragoza-ESP)
Time-base: Bravo; Medel, Jara, Contreras e Ponce; Vidal, Carmona e Valdivia (Matias Fernandes); Beausejour, Alexis Sanchez e Suazo. T: Marcelo Bielsa.
Futebol ofensivo e objetivo. É essa a proposta do Chile para a Copa do Mundo, e para isso, dispõe de uma boa quantidade de jogadores tecnicamente muito bons, como Valdivia, Alexis Sanchez e o artilheiro Humberto Suazo. Os bons meias Fernandez e Mark Gonzalez ficam no banco. Comandada por Marcelo Bielsa, essa geração tem tudo para fazer bonito em solo africano. Os chilenos devem brigar pela segunda vaga do grupo, contra Suíça e Honduras, já que a Espanha é franca favorita sobre os demais.
A Copa do Mundo da África do Sul começa na próxima sexta-feira, quando áfrica do Sul e México estiverem entrando em campo, o mundo estará se voltando para o Continente Africano. Em sua primeira cobertura de Copa do Mundo, o Esporte é Vida preparou um super guia para que vocês conheçam quem pode brilhar na Copa e algumas curiosidades sobre os 32 países que vão pisar nos gramados sul-africanos. Esperamos que gostem do conteúdo.
Grupo A
África do Sul
Continente: África
População: 47,9 Milhões de Habitantes
Capital: Cidade do Cabo (Legislativa), Pretória (Executiva) e Bloemfontein (Judiciária).
PIB: US$ 467,95 Bilhões
Moeda: Rand.
Curiosidade:
A África do Sul é o país de Nelson Mandela, Premio Nobel da Paz, por sua luta contra a segregação racial durante o Século XX naquele país.
Participações em Copas: 3
Melhores Participações: Primeira fase (1998, 2002)
Ranking da FIFA: 83º.
Craque do time: Steven Pienaar (M. Everton-ING)
Time-base: Khune; Gaxa, Mokoena, Khumalo e Masisela; Modise, Dikgacoi, Sibaya, Pienaar e Tshabalala; Mphela. T: Carlos Alberto Parreira.
Os anfitriões da Copa do Mundo esperam manter a tradição e passar a segunda fase, nunca na história a equipe da casa ficou na primeira fase. Mas os Bafana-Bafana vão ter dificuldades para chegar ao seu objetivo, pois, falta qualidade ao elenco sul-africano e tem um ataque fraco que não marca gols. Porem, no banco tem um técnico que pode fazer esse time jogar, Parreira, Campeão mundial em 94 pelo Brasil.
México
Continente: América do Norte
População: 109 milhões de habitantes
Capital: Cidade do México
PIB: US$ 1,346 trilhão
Moeda: Peso mexicano
Curiosidade:
O México tem como principal produto de exportação televisiva o seriado Chaves (El Chavo de Ocho), que conta, de uma maneira divertida, as histórias de um garoto que vive em uma vila. O Chaves já foi exportado para mais de 100 países e é sucesso há mais de 20 anos no Brasil.
Participações em Copas: 14
Melhores participações: quartas-de-final (1970, 1986)
Ranking da FIFA: 17º
Craque do time: Guardado (M. La Coruña-ESP)
Time-base: Ochoa; Osório, Rafa Marquez, Magallón e Salcido; Torrado, Castro e Guardado; Giovani dos Santos, Vela e Blanco. T: Javier Aguirre.
O México vem para mais uma Copa com um time mais experiente, com os veteraníssimos Blanco, Torrado e Rafa Márquez. O ponto forte é a defesa com Márquez, jogador do Barcelona. Outro jogador de destaque é o jovem Gio dos Santos que traz velocidade ao ataque mexicano. Com isto, os mexicanos esperam fazer um bom mundial.
Uruguai
Continente: América do Sul
População: 3,4 milhões de habitantes
Capital: Montevidéu
PIB: US$37,3 bilhões
Moeda: Peso Uruguaio
Curiosidade:
Por ser um país próximo ao Brasil e com ligações históricas, o Uruguai é o único pais do mundo não lusófono (que não fala o português), que a língua portuguesa é obrigatório nas escolas. O seu ensino se inicia a partir do sexto ano escolar.
Participações em Copas: 11
Melhores participações: Campeão (1930,1950)
Ranking da FIFA: 16º
Craque do time: Diego Forlán (A. Atlético de Madri-ESP)
Time-base: Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín (Scotti) e Cáceres (Fucile); Perez, Álvaro Pereira, Eguren e Lodeiro; Forlán e Suarez. T: Oscar Tabarez
A Celeste Olímpica retorna a Copa após a ausência em 2006 e promete fazer bonito mesmo num grupo equilibrado. Os Uruguaios contam com uma defesa sólida comandada pelo ex-são paulino Diego Lugano, hoje ídolo no Fenerbahçe. Outro setor de destaque é o ataque formado pelos ótimos Diego Forlán e Luis Suarez, que são promessas de gols na copa e no banco ainda tem o botafoguense Loco Abreu. Mas falta alguém de qualidade para servir ao ataque, função que hoje cabe a Lodeiro. Mesmo assim, o Uruguai espera ir longe na África do Sul.
França
Continente: Europa
População: 65,4 milhões de habitantes.
Capital: Paris
PIB: US$ 2,2 trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Na França acontece o principal festival cinematográfico da Europa, o Festival de Cannes, que, todos os anos, reúne os principais diretores e críticos do cinema mundial em busca da desejada Palma de Ouro, premio dado aos ganhadores.
Participações em Copas: 13
Melhores participações: Campeão (1998)
Ranking da FIFA: 9º
Craque do time: Franck Ribery (M. Bayern de Munique-ALE)
Time-base: Lloris; Sagna, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Diaby (Malouda) e Gourcuff; Ribery, Henry (Govou) e Anelka. T: Raymond Domenech.
O atual vice-campeão mundial entra para mais uma copa com um bom time e que quer brigar pelo Bicampeonato mundial. Para isto, o técnico “maluco”, Domenech, conta com um elenco homogêneo e bom. O destaque é para o ataque formado pelo craque Ribery e os experientes Henry e Anelka, mas tem um bom meio e que abastece esse ataque. O treinador francês, por seu jeito diferente de agir, gera desconfiança junto a torcida e cabe ao elenco dos Lês Bleus mandar a desconfiança para longe.
Grupo B
Argentina
Continente: América do Sul
População: 39,8 Milhões de Habitantes
Capital: Buenos Aires
PIB: US$ 523,7 Bilhões
Moeda: Peso Argentino
Curiosidade:
A carne argentina, além de constituir a base da alimentação neste país, também é conhecida por ser a melhor do mundo, tanto que o país é um dos principais fornecedores deste alimento para a União Europeia.
Participações em Copas: 15
Melhores participações: campeã (1978, 1986)
Ranking da FIFA: 7º
Craque do time: Lionel Messi (A. Barcelona-ESP)
Time-base: Romero; Otamendi, Samuel, Demichelis e Heinze; Mascherano, Verón, Jonás Gutierrez e Di Maria; Higuaín e Messi. T: Diego Maradona
Em busca do tricampeonato mundial, a Argentina chega para a disputa da Copa como uma das favoritas ao título. Em relação à última conquista, em 86, Diego Maradona continua presente, desta vez como treinador. E o maior craque do futebol argentino tem a missão de transformar um elenco de grandes estrelas, como Messi, Tevez, Higuaín e Milito, em um time vitorioso. O desempenho nas eliminatórias não foi bom, mas a qualidade técnica dos jogadores da albiceleste pode fazer a diferença.
Nigéria
Continente: África
População: 148 Milhões de Habitantes
Capital: Abuja
PIB: US$ 294,8 Bilhões
Moeda: Naira
Curiosidade:
A Nigéria tem a terceira maior indústria cinematográfica do mundo (apenas atrás de Hollywood e Bollywood), além de ser o país com a maior população ‘negra’ do planeta.
Participações em Copas: 4
Melhores participações: oitavas-de-final (1994, 1998)
Ranking da FIFA: 21º
Craque do time: Yakubu (A. Everton-ING)
Time-base: Enyeama; Odiah, Yobo, Shittu e Taiwo; Ayila, Kaita e Obasi; Yakubu, Martins (Obinna) e Odemwingie. T: Lars Lagerback
Grande parte da tradição da Nigéria em seu continente na década de 90 foi perdida ao longo dos anos, mas as Super Águias prometem surpreender na Copa do Mundo. Mesmo com uma campanha pouco empolgante nas eliminatórias, e uma recente troca de técnico (Lars Lagerback é o novo comandante), o objetivo continua sendo superar as quartas-de-final, o que nenhuma seleção africana conseguiu até hoje em Mundiais.
Coreia do Sul
Continente: Ásia
População: 49,5 Milhões de Habitantes
Capital: Seul
PIB: US$ 1,201 Trilhões
Moeda: Won
Curiosidade:
A Coreia do Sul é o país com a mais desenvolvida estrutura de tecnologia da informação existente, superando até mesmo as de Japão e Taiwan, e também dominando internacionalmente o setor de semicondutores.
Participações em Copas: 8
Melhores participações: 4° lugar (2002)
Ranking da FIFA: 47º
Craque do time: Park Ji-Sung (M. Manchester United-ING)
Time-base: Lee Woon-Jae; Oh Beom-Seok, Cho Yong-Hyung, Lee Jung-Soo e Le Young-Pyo; Lee Chung-Yong, Kim Jung-Woo, Ki Sung-Yong e Park Ji-Sung; Park Chu-Young e Lee Keun-Ho. T: Huh Jung-Moo
Semifinalista na Copa de 2002, a Coreia do Sul não tem pretensões tão altas nesta Copa do Mundo, mas àquela surpreendente campanha acaba servindo de inspiração para outras seleções que querem um lugar ao sol, inclusive os próprios sul-coreanos. Eles já se dão por satisfeitos em passarem da primeira fase, e para isso, contam com o talento individual de Park, meio-campista do Manchester United, da Inglaterra.
Grécia
Continente: Europa
População: 11,2 Milhões de Habitantes
Capital: Atenas
PIB: US$ 412,5 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Historicamente, a Grécia é o berço do nascimento da democracia, da filosofia ocidental, dos Jogos Olímpicos, da literatura ocidental e da historiografia, bem como da Ciência política e do teatro ocidental, incluindo gêneros como drama, tragédia e comédia.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: fase de grupos (1994)
Ranking da FIFA: 13º
Craque do time: Theofanis Gekas (A. Frankfurt-ALE)
Time-base: Tzorvas; Vyntra (Seitaridis), Krygiakos, Moras e Torosidis; Tziolis, Katsouranis e Karagounis; Salpingidis, Gekas e Samaras. T: Otto Rehhagel.
Mantendo relativamente a base da equipe campeã da Eurocopa em 2004, a Grécia chega para a disputa do seu segundo Mundial com um time experiente, que dificilmente sentirá o peso de jogar uma Copa. Gekas, recentemente transferido para o Frankfurt, foi o artilheiro das eliminatórias européias e é o grande trunfo do time comandado por Otto Rehhagel.
Grupo C
Inglaterra
Continente: Europa
População: 50,8 Milhões de Habitantes
Capital: Londres
PIB: US$ 1,9 trilhão
Moeda: Libra Esterlina
Curiosidade:
A Inglaterra faz parte do Reino Unido, juntamente com Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. E o Reino Unido é o único país que faz parte da União Européia que não adota o Euro como moeda, tem a tradicional Libra.
Participações em Copas: 13
Melhores Participações: Campeão (1966)
Ranking da FIFA: 8°
Craque do Time: Wayne Rooney (A. Manchester United-ING)
Time-Base: Green; Glen Johnson, King, Terry e Ashley Cole; Barry, Lampard, Gerrard e Lennon; Rooney e Defoe. T: Fabio Capello.
O Engilsh Team chega bem a mais uma copa. O time do ótimo treinador, Fabio Capello, é considerado um dos favoritos ao título na África e enche de esperanças a exigente torcida inglesa. Muitos na Inglaterra apontam esse time de 2010 o melhor desde a conquista da Copa em 66 e motivos não faltam para isso. O time conta com uma forte defesa formada por Terry e Ferdinand, um meio campo altamente criativo e que sabe fazer gols com Lampard e Gerrard e para completar, no ataque, Rooney que vem de uma temporada esplendorosa pelo Manchester United. Com todos estes atrativos, o English Team tem tudo para fazer uma ótima copa e, quem sabe, chegar ao segundo título.
Estados Unidos
Continente: América do Norte
População: 308,7 milhões de habitantes
Capital: Washington
PIB: US$ 14,02 Trilhões
Moeda: Dólar Americano
Curiosidade:
O dia de maior audiência na TV dos Estados Unidos é o dia do Super Bowl, a final do Futebol Americano. No Super Bowl de 2010, cerca de 200 milhões de americanos assistiram ao jogo.
Participações em Copas: 9
Melhor Participação: 3° lugar (1930)
Ranking da FIFA: 14º
Craque do Time: Landon Donovan (M. Los Angeles Galaxy-EUA)
Time-base: Howard; Spector, DeMerit, Onyewu e Bocanegra; Clark, Bradley, Dempsey, Holden e Donovan; Altidore. T: Bob Bradley.
Os EUA vem para mais uma copa com chances de passar para a segunda etapa do mundial. A base que surpreendeu na Copa das Confederações 2009 está mantida, com bons jogadores como o zagueiro Onyewu e o meia Dempsey. Mas a esperança norte-americana está nos pés do craque Donovan. Com estes nomes, a equipe americana espera ir bem na África.
Argélia
Continente: África
População: 32,5 milhões de habitantes
Capital: Argel
PIB: US$ 217,2 Bilhões
Moeda: Dinar Argelino
Curiosidade:
Por conta da recente independência da França (1962), muitos argelinos vão para a Europa tentar a vida, especialmente, na França. Um dos ícones desta emigração argelina é Zinedine Zidane, craque da França e filho de argelinos.
Participações em Copas: 3
Melhores participações: Primeira Fase (1982,1986)
Ranking da FIFA: 30º
Craque do Time: Karim Ziani (M. Wolfsburg-ALE)
Time-Base: Chaouchi; Yahia, Halliche, Bougherra e Belhadj; Yebda, Mansouri, Matmour e Ziani; Saifi e Ghezzal. T: Rabah Saadane.
A Argélia volta ao mundial após 24 anos de ausência e conseguiu um feito nas Eliminatórias, tirar o favorito e rival Egito em um jogo extra. Mas sofreu uma baixa importante as vésperas do mundial, perdeu o meia Meghni por contusão, agora, o líder da equipe em campo é Ziani, do Wolfsburg da Alemanha. Mesmo com caras não muito famosas, a Argélia pode surpreender na Copa.
Eslovênia
Continente: Europa
População: 2 Milhões de Habitantes
Capital: Ljubliana
PIB: US$ 47,8 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Um dos filhos mais ilustres da Eslovênia é o sociólogo Thomas Luckmann, autor do famoso livro “A Construção Social da Realidade” junto com Peter Berger.
Participações em Copas: 2
Melhor participação: Primeira Fase (2002)
Ranking da FIFA: 25°
Craque do time: Valter Birsa (M. Auxerre-FRA)
Time-Base: Samir Handanovic; Brecko, Suller, Bostjan Cesar e Jokic; Koren, Radosavljevic, Kirm (Krhin) e Birsa; Dedic e Novakovic. T: Matjaz Kek.
A Eslovênia disputa seu segundo mundial esse ano e tem um time que surpreendeu a favorita Rússia na Repescagem das Eliminatórias Européias. Foi um feito heróico dos eslovenos, mas eles sonham com muito mais na Copa, a chegada a Segunda fase e tem time para isto. A Eslovênia tem como destaque Valter Birsa do Auxerre da França, que conquistou uma vaga na próxima Liga dos Campeões.
Grupo D
Alemanha
Continente: Europa
População: 81,7 Milhões de Habitantes
Capital: Berlim
PIB: US$ 3, 26 Trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Os esportes, principalmente o futebol, são parte integrante da vida do povo alemão. Mais de 27 milhões de alemães são membros de um clube esportivo. A Federação Alemã de Futebol é a maior organização desportiva do mundo, e o Campeonato Alemão atrai a segunda maior média de público do planeta. Na Fórmula 1, a Alemanha também tem muita tradição, tanto em carros, equipes e pilotos, como Michael Schumacher.
Participações em Copas: 17
Melhores participações: campeã (1954, 1974, 1990)
Ranking da FIFA: 6º
Craque do time: Bastian Schweinsteiger (M. Bayern de Munique-ALE)
Time-base: Neuer; Boateng, Mertesacker, Friedrich e Lahm; Khedira, Schweinsteiger, Özil, Podolski e Müller; Cacau. T: Joachim Löw.
Sede da Copa de 2006, na qual ficou em 3º lugar, a Alemanha aposta na tradição para alcançar o título. Os torcedores estão preocupados, principalmente com a série de baixas que o elenco já sofreu por contusão: além de Adler, Rolfes, Westermann e Träsch, o capitão e estrela do time, Michael Ballack, também está fora do Mundial. Assim, o conjunto passa a ser a principal arma, com jogadores de qualidade, como Schweinsteiger, Özil e Klose.
Austrália
Continente: Oceania
População: 21,4 Milhões de Habitantes
Capital: Camberra
PIB: US$ 908,9 Bilhões
Moeda: Dólar Australiano
Curiosidade:
Apesar de fazer parte da Oceania, a seleção australiana, desde 2006, está integrada a Confederação Asiática de Futebol, disputando as eliminatórias com os asiáticos, e classificando-se pela primeira vez a uma Copa do Mundo sem a necessidade de disputar uma repescagem, o que era obrigatório após vencer as eliminatórias da Oceania.
Participações em Copas: 3
Melhores participações: oitavas-de-final (2006)
Ranking da FIFA: 20º
Craque do time: Harry Kewell (A. Galatasaray-TUR)
Time-base: Schwarzer; Chipperfield, Moore, Neill e Wilkshire; Grella, Culina, Cahill, Bresciano e Kewell; Kennedy. T: Pim Veerbek.
O bom desempenho na Copa de 2006, na qual chegou às oitavas-de-final, permite a Austrália sonhar com um bom desempenho na África do Sul. Individualmente, o time tem qualidade, contando com jogadores como Bresciano, Cahill e Kewell. Agora representante do continente asiático, os australianos sabem que são a terceira força do grupo, e devem batalhar com a Sérvia pelo segundo lugar.
Sérvia
Continente: Europa
População: 10,1 Milhões de Habitantes
Capital: Belgrado
PIB: US$ 41,6 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Se no futebol a Sérvia não é lá uma potência, no vôlei ela impõe bastante respeito. No voleibol masculino, por exemplo, os sérvios já paparam quatro medalhas de prata na Liga Mundial, e um ouro olímpico no ano de 2000, em Sydney. Nikola Grbic, Vladmir Grbic e Ivan Miljkovic são alguns dos nomes que tiveram (ou ainda tem) destaque pela seleção na história do vôlei.
Participações em Copas: 2 (*uma como Sérvia e Montenegro)
Melhores participações: primeira fase (2006)
Ranking da FIFA: 15º
Craque do time: Dejan Stankovic (M. Internazionale-ITA)
Time-base: Stojkovic; Ivanovic, Vidic, Subotic e Kolarov; Kuzmanovic, Milijas, Stankovic e Krasic; Pantelic e Zigic. T: Radomir Antic
A ótima campanha nas eliminatórias européias, desbancando com sobras a campeã mundial França em seu grupo, coloca a Sérvia como forte candidata a possível surpresa nesta Copa do Mundo. Individualmente, o time é muito bom, com uma defesa sólida, baseada na qualidade de jogadores como Vidic e Ivanovic, e um ataque também muito forte, tanto no 4-4-2, como no 4-3-3. Pela primeira vez como nação independente em Mundiais, a Sérvia pode aprontar.
Gana
Continente: África
População: 23,3 Milhões de Habitantes
Capital: Accra
PIB: US$ 31,2 Bilhões
Moeda: Cedi
Curiosidade:
Gana é o país de origem do diplomata Kofi Annan, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 2001. Por dez anos (entre 1997 e 2007), Annan foi o sétimo secretário-geral da ONU, mas já havia começado a trabalhar nas Nações Unidas ainda em 1962, na Organização Mundial da Saúde.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: oitavas-de-final (2006)
Ranking da FIFA: 32º
Craque do time: Sulley Muntari (M. Internazionale-ITA)
Time-base: Kingson; Inkoom, Mensah, Pantsil e Sarpei; Appiah, Asamoah, Annan e Muntari; Amoah e Gyan. T: Milovan Rajevac.
Gana surpreendeu na disputa de seu primeiro Mundial, em 2006, quando chegou às oitavas-de-final. Em solo africano, a confiança em superar o desempenho na Alemanha é grande, mas para isso, o time vai ter que se reestruturar sem o craque Essien, que foi cortado na última semana por motivo de contusão. Sem o cérebro da equipe, a missão dificultou ainda mais, mas os torcedores preferem se basear nos números: o vice-campeonato na Copa Africana das Nações inspirou confiança para o Mundial.
Grupo E
Holanda
Continente: Europa
População: 16,5 Milhões de Habitantes
Capital: Amsterdã
PIB: US$ 541 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
A culinária holandesa é feita a base de batata, geralmente, é acompanhado de carnes e vegetais cozidos.
Participações em Copas: 9
Melhores participações: Vice-Campeão (1974,1978)
Ranking da FIFA: 4º
Craque do Time: Wesley Sneijder (M. Internazionale-ITA)
Time-base: Stekelenburg; van der Wiel (Boulahrouz), Heitinga, Mathijsen e van Bronckhorst; van Bommel, de Jong e Sneijder; Kuyt, Robben e van Persie. T: Bert van Marwijk.
Uma das favoritas ao mundial desse ano, a Holanda chega creditada e com bons nomes em seu elenco. A defesa é o ponto fraco, mas do meio para frente, a Laranja conta com um timaço, comandado pelos ótimos Sneijder e Robben, que, recentemente, se enfrentaram na final da Liga dos Campeões, onde Sneijder saiu vencedor. Mas o técnico Bert van Marwijk ainda tem o atacante van Persie, esperança de gols da Holanda.
Dinamarca
Continente: Europa
População 5,5 Milhões de Habitantes
Capital: Copenhagem
PIB: US$ 198,5 Bilhões
Moeda: Coroa
Curiosidade:
O dinamarquês mais conhecido é o escritor Hans Christian Andersen, autor de vários contos de fada famosos como “As Roupas Novas do Imperador” e “O Patinho Feio”, livros que fazem sucesso entre as crianças.
Participações em Copas: 4
Melhores participações: Quartas-de-final (1998)
Ranking da FIFA: 36º
Craque do time: Nicklas Bendtner (A. Arsenal-ING)
Time-base: Sorensen; Lars Jacobsen, Kjaer, Kroldrup e Agger; Christian Poulsen, Daniel Jensen, Rommedahl e Kahlenberg; Bendtner e Tomasson. T: Morten Olsen.
Os dinamarqueses voltam ao mundial após a ausência na Alemanha e com um time bastante experiente com velhos conhecidos como o atacante Tomasson e o meia Rommedahl. Mas a grande esperança de boa campanha na África é o atacante Nicklas Bendnter, titular do Arsenal da Inglaterra, e artilheiro da seleção.
Japão
Continente Ásia
População: 127,4 Milhões de Habitantes
Capital: Tóquio
PIB: US$ 4,3 trilhões
Moeda: Yene
Curiosidade:
Um dos principais produtos de exportação da cultura do Japão são os Mangás, que são histórias desenhadas em quadrinhos e revela um pouco da cultura japonesa. As histórias em mangás tem fãs em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Participações em copas: 4
Melhor participação: Oitavas-de-final (2002)
Ranking da FIFA: 45°
Craque do time: Keishuke Honda (M. CSKA Moscou-RUS)
Time-base: Narazaki; Nakazawa, Tulio Tanaka, Uchida e Komano; Hasebe, Endo, Kengo Nakamura, Shunsuke Nakamura e Honda; Okubo. T: Takeshi Okada.
O Japão, presente nas últimas 3 copas, volta ao mundial querendo repetir o feito da Copa em que sediou em 2002, onde chegou as oitavas-de-final. Para isto, os japoneses apostam na velocidade de seu meio campo com Shunsuke Nakamura e Keisuke Honda, mas falta gente para compor o ataque.
Camarões
Continente: África
População: 18,5 Milhões de Habitantes
Capital: Yaoundé.
PIB: US$ 40 Bilhões
Moeda: Franco CFA
Curiosidade:
A República de Camarões tem dois tipos de Feriados Religiosos, os Cristãos (sexta-feira Santa, Domingo e Segunda de Páscoa) e os Muçulmanos ('Id al-Fitr e 'Id al-Adha), isto acontece porque há duas religiões oficiais, o Catolicismo e o Mulçumano.
Participações em Copas: 6
Melhor participação: Quartas-de-final (1990)
Ranking da FIFA: 19°
Craque do time: Samuel Eto’o (A. Internazionale-ITA)
Time-base: Kameni; Geremi, Rigobert Song, Nkoulou e Assou-Ekotto; Alexandre Song, Makoun, Enoh e Emana; Webo e Eto’o. T: Paul Le Guen.
Os Leões Indomáveis voltam a Copa após a ausência em 2006 e montaram um bom time que promete surpreender em seu continente. O bom técnico Paul Le Guen conta com bons nomes em todos os setores da equipe, todos eles liderados pelo craque da Inter de Milão, atual Campeã da Europa, Samuel Eto’o e seu faro de gol apuradíssimo. A esperança é repetir ou superar o feito de 1990, onde Camarões com o lendário Roger Millá, alcançou as quartas-de-final, e tem time para isto.
Grupo F
Itália
Continente: Europa
População: 60,3 Milhões de Habitantes
Capital: Roma
PIB: US$ 1,81 Trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Na culinária italiana, as massas são o alimento básico da população. Espaguete, macarrão, ravióli, lasanha, pizza e fettuccini foram difundidos pelos italianos, por exemplo (já que existem dúvidas sobre as verdadeiras origens de alguns destes tipos de massas).
Participações em Copas: 17
Melhores participações: campeã (1934, 1938, 1982, 2006)
Ranking da FIFA: 5º
Craque do time: Andrea Pirlo (M. Milan-ITA)
Time-base: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Criscito; De Rossi, Pirlo (Iaquinta), Marchisio e Camoranesi; Gilardino e Di Natale. T: Marcelo Lippi
A Itália luta contra a desconfiança para conquistar o bicampeonato mundial seguido, o que seria a conquista de sua 5ª Copa do Mundo, igualando-se ao Brasil no topo de maiores vencedores da competição. Com um grupo considerado envelhecido, a Azzurra tem na experiência o seu principal trunfo para ratificar novamente a sua grandeza. O destaque Pirlo se lesionou recentemente e é duvida para a Copa.
Paraguai
Continente: América do Sul
População: 6,1 Milhões de Habitantes
Capital: Assunção
PIB: US$ 28,3 Bilhões
Moeda: Guarani
Curiosidade:
No Paraguai, existem os chamados “brasiguaios”, estimados em 350 mil, que vivem em áreas fronteiriças com o Brasil. Em sua maioria, são agricultores de origem alemã ou italiana (que falam português), e a presença deste povo já provocou sentimentos nacionalistas e xenófobos entre os paraguaios, preocupados com a perda de sua identidade nacional.
Participações em Copas: 8
Melhores participações: oitavas-de-final (1986, 1998, 2002)
Ranking da FIFA: 31º
Craque do time: Roque Santa Cruz (A. Manchester City-ING)
Time-base: Villar; Verón, Cáceres, Paulo da Silva e Morel Rodriguez; Bonet, Vera e Barreto; Valdez (Cardozo), Barrios e Santa Cruz. T: Gerardo Martino.
Em sua quarta Copa do Mundo consecutiva, o Paraguai, antes reconhecido pela sua consistência defensiva, agora tem no ataque a sua arma letal: mesmo com o desfalque de Cabañas, baleado na cabeça em Janeiro, o técnico Gerardo Martino dispõe de jogadores como Barrios, Santa Cruz, Valdez e Cardozo. A ótima campanha nas eliminatórias sul-americanas, classificando-se com duas rodadas de antecedência, faz com que o Paraguai tenha condições de finalmente superar as oitavas-de-final em Mundiais.
Nova Zelândia
Continente: Ásia
População: 4,2 Milhões de Habitantes
Capital: Wellington
PIB: US$ 111,7 Bilhões
Moeda: Dólar da Nova Zelândia
Curiosidade:
Além de seu isolamento geográfico (a cerca de 2000 km da Austrália), a Nova Zelândia é um país desenvolvido, que tem bons números em desenvolvimento humano, qualidade de vida, alfabetização e educação pública, e suas cidades são consideradas as mais habitáveis do mundo.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: fase de grupos (1982)
Ranking da FIFA: 78º
Craque do time: Ryan Nelsen (Z. Blackburn-ING)
Time-base: Paston; Sigmund, Nelsen, Vicelich e Locchead; Bertos, Tim Brown e Elliott; Smeltz, Fallon e Killen. T: Ricki Herbert.
Considerada a seleção mais frágil da Copa do Mundo, a Nova Zelândia luta por uma missão praticamente impossível: deixar pra trás o status de coadjuvante. Em seu segundo Mundial na história, os All Whites ainda não abandonaram seu estilo de jogo ingênuo, e devem oferecer pouco perigo. Conquistar seu primeiro ponto em Copas já seria considerado um feito histórico.
Eslováquia
Continente: Europa
População: 5,4 Milhões de Habitantes
Capital: Bratislava
PIB: US$ 99,1 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Dentre as 32 seleções que disputarão essa edição da Copa do Mundo, a Eslováquia é a única estreante. Independente desde 1 de Janeiro de 1993, o país desbancou seleções como Polônia, República Tcheca e Eslovênia em sua chave para conquistar esse feito histórico, certamente o maior da história do futebol eslovaco.
Participações em Copas: 1
Melhores participações: -
Ranking da FIFA: 34º
Craque do time: Marek Hamsik (M. Napoli-ITA)
Time-base: Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik; Kozak, Kopunek (Stoch), Weiss, Hamsik; Sestak e Vittek. T: Vladimir Weiss
Dissolvida da Tchecoslováquia na década passada, a Eslováquia chega para a disputa de seu primeiro Mundial com um time consistente, que tem condições de ao menos superar a primeira fase. As esperanças recaem sobre o habilidoso meia Hamsik, destaque do Napoli, além do zagueiro Skrtel, do Liverpool, um dos responsáveis pela consistência defensiva dos eslovacos.
Grupo G
Brasil
Continente: América do Sul
População: 193 Milhões de Habitantes
Capital: Brasília
PIB: US$ 2 Trilhões
Moeda: Real
Curiosidade:
O Brasil é o maior país católico do mundo, cerca de 73% da população de nosso país se declara ser católico, mas as religiões evangélicas (ou protestantes) vem crescendo muito e tirando fiéis da Igreja Católica.
Participações em Copas: todas as 19 Copas
Melhores participações: Campeão (1958,1962,1970,1994,2002)
Ranking da FIFA: 1°
Craque do time: Kaká (M. Real Madrid-ESP)
Time-base: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. T: Dunga.
A nossa Seleção chega em busca do Hexa na África do Sul com uma equipe de confiança do técnico Dunga, mas de desconfiança do torcedor brasileiro. O setor defensivo é o único de unanimidade com os ótimos Júlio César, Maicon, Lúcio e Juan, mas do meio para frente as únicas unanimidades são Kaká e Luis Fabiano. O técnico brasileiro deixou de convocar bons nomes como Ronaldinho Gaúcho e Ganso, mas a favor do treinador, está o fato de que o time joga a muito tempo e é a base que foi Campeã da Copa das Confederações. Como é o Brasil, não podemos desprezar e deixar de apontar como um dos favoritos ao Mundial.
Coréia do Norte
Continente: Ásia
População: 24 milhões de habitantes
Capital: Pyongyang
PIB: US$ 40 bilhões
Moeda: Won norte-coreano
Curiosidade:
A Coréia do Norte é o único país que ainda mantém o comunismo como forma de economia e é uma ditadura fechada para o mundo. Os EUA acusam o governo norte-coreano de usar armas nucleares para fins militares e de fazer terrorismo.
Participações em Copas: 2
Melhor participação: Quartas-de-final (1966)
Ranking da FIFA: 105° lugar
Craque do time: Jong Tae-Se (A. Kawasaki Frontale-JAP)
Time-base: Myong-Guk; Jong-Hyok, Jun-Li, Nam-Chol e Kwang-Chon; Yun-Nam, In-Guk, Yong-Jun e Yong-Hak; Yong-Jo e Tae-Se. T: Kim Jong-Hum.
A seleção mais fechada do mundo conseguiu a classificação para sua segunda copa na história, a primeira foi em 1966, onde os norte-coreanos aprontaram uma das maiores zebras da história ao derrotar e eliminar a poderosa Itália, chegando a segunda fase. Como é uma seleção fechada, pouco se sabe sobre ela. O nome mais conhecido da Coréia é o atacante Jong Tae-Se, apelidado de Rooney Asiático, alusão ao porte físico ser semelhante ao do inglês, e é a esperança de surpresa na copa.
Costa do Marfim
Continente: África
População: 20,2 milhões de habitantes
Capital: Abdijan
PIB. US$ 32,8 bilhões
Moeda: Franco CFA
Curiosidade:
A Economia da Costa do Marfim é baseada na exportações de produtos tropicais, como banana, abacaxi e café. O país é o maior exportador de Cacau do mundo.
Participações em copas: 2
Melhor participação: 1ª fase (2006)
Ranking da FIFA: 27°
Craque do Time: Didier Drogba (A. Chelsea-ING)
Time-base: Barry; Eboué, Kolo Toure, Bamba e Tiené; Zokora, Yaya Touré e Tioté; Kalou, Gervinho e Drogba. T: Sven Göran Eriksson.
A Costa do Marfim chega a sua segunda Copa com um bom time formado pelo experiente técnico Eriksson, ex-treinador de México e Inglaterra. A equipe laranja da África tem bons nomes como o zagueiro Kolo Touré, o volante Yaya Toure, titulares de grandes equipes na Europa. Mas o grande destaque é o trio de ataque comandado pela estrela do Chelsea, Didier Drogba, que é a grande esperança dos Elefantes de chegar longe no Mundial.
Portugal
Continente: Europa
População: 10,6 milhões de habitantes
Capital: Lisboa
PIB: US$ 253,5 Bilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Portugal foi um dos primeiros países do mundo a ter uma Auto-Estrada, inaugurada em 1944, a estrada liga o centro de Lisboa ao estádio Nacional, situado ao norte da capital portuguesa.
Participações em Copas: 4
Melhor participação: 3º lugar (1966)
Ranking da FIFA: 3º
Craque do time: Cristiano Ronaldo (A. Real Madrid-ESP)
Time-base: Eduardo; Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Fabio Coentrão; Pepe, Raul Meireles e Deco; Nani, Cristiano Ronaldo e Liédson. T: Carlos Queiroz.
Os portugueses recorreram ao talento brasileiro para montar o time para o Mundial. Além dos já naturalizados Deco e Pepe, se juntou a eles o atacante Liédson. O brasileiro chegou para suprir a principal carência do time português, a ausência de um matador. O ataque é o principal setor da equipe de Carlos Queiroz, além do brasileiro, Queiroz conta com os habilidosos Nani e Cristiano Ronaldo, craque do time e que já foi melhor do mundo. Dos pés do camisa 7 sai as esperanças portuguesas de ir longe na Copa do Mundo.
Grupo H
Espanha
Continente: Europa
População: 46,1 Milhões de Habitantes
Capital: Madri
PIB: US$ 1,43 Trilhões
Moeda: Euro
Curiosidade:
Na Espanha também existe carnaval! No final de fevereiro, existem algumas festas carnavalescas nos moldes das do Rio de Janeiro, sobretudo nas cidades de Tenerife e Cádiz. Podemos destacar ainda o hábito dos espanhois em dormir após o almoço, acarretando às vezes no fechamento do comércio local por pelo menos duas horas.
Participações em Copas: 13
Melhores participações: 3° lugar (1950)
Ranking da FIFA: 2º
Craque do time: Xavi Hernandez (M. Barcelona-ESP)
Time-base: Casillas; Sergio Ramos, Albiol, Puyol e Capdevila; Xabi Alonso, Xavi, Iniesta e Silva; Torres e Villa. T: Vicente del Bosque.
Não há nada mais incômodo para um espanhol no mundo do futebol do que a ausência de um título de uma Copa do Mundo. A conquista da Eurocopa em 2008 credencia a Espanha como uma das favoritas (se não a maior) para o título Mundial, mas para que isso se concretize, será necessário primeiramente espantar o estigma de sempre ‘morrer na praia’. O plantel é ótimo: talvez nenhuma outra seleção tenha tantos craques à disposição como a Fúria. Resta saber se, na prática, eles farão a diferença.
Suíça
Continente: Europa
População: 7,5 Milhões de Habitantes
Capital: Berna
PIB: US$ 315,7 Bilhões
Moeda: Franco Suíço
Curiosidade:
Mundialmente, existe o clichê de a Suíça ser o ‘país do chocolate’, justamente por esse produto ser fabricado no mais alto nível exigido no mercado. O chocolate foi levado à Europa no século XVI, mas só na segunda parte do século XIX ganhou destaque na Suíça, que o espalhou pelo mundo, e foi pioneira na invenção do famoso chocolate ao leite.
Participações em Copas: 9
Melhores participações: quartas-de-final (1934, 1938, 1954)
Ranking da FIFA: 24º
Craque do time: Tranquillo Barnetta (M. Bayer Leverkusen-ALE)
Time-base: Benaglio; Lichtsteiner, Senderos, Gritching e Magnin; Inler, Padalino, Gelson Fernandes e Barnetta; N’Kufo (Derdiyok) e Frei. T: Ottmar Hitzfeld.
Ninguém sabe ao certo o que esperar da Suíça na Copa do Mundo, mas dificilmente esta equipe conseguirá superar as oitavas-de-final, visto que deve brigar pelo segundo lugar em seu grupo, e caso consiga superar seus concorrentes, deve enfrentar Brasil, Portugal ou Costa do Marfim na fase final. A principal virtude desta equipe é a consistência defensiva, que foi eficiente na Copa de 2006 (não sofreu nenhum gol, mas acabou eliminada nos pênaltis para a Ucrânia).
Honduras
Continente: América do Norte
População: 7,8 Milhões de Habitantes
Capital: Tegucigalpa
PIB: US$ 30,6 Bilhões
Moeda: Lempira
Curiosidade:
O segundo maior país da América Central é conhecido como ‘a República das bananas’, pois 65% da população ativa está empregada no trabalho da cultura da banana, e é o segundo maior produtor deste fruto no mundo.
Participações em Copas: 2
Melhores participações: fase de grupos (1982)
Ranking da FIFA: 38º
Craque do time: Wilson Palacios (V. Tottenham-ING)
Time-base: Valladares; Izaguirre, Chávez, Sabillón e Figueroa; Palacios, Alvarez, Guevara e De León; Suazo e Pavón. T: Reinaldo Rueda.
Após surpreender nas eliminatórias da Concacaf, ao superar a Costa Rica na briga pela terceira vaga do continente para a Copa do Mundo, Honduras também quer aprontar na África do Sul. Apesar das (poucas) expectativas que cercam a equipe, é fato que os hondurenhos são a quarta força do grupo, e entram como azarões na disputa. As esperanças recaem sobre o meia Palacios, do Tottenham, e o centroavante Suazo, que destoam tecnicamente do resto do time. O artilheiro Carlos Costly lesionou o pé e ficou de fora.
Chile
Continente: América do Sul
População: 16,5 Milhões de Habitantes
Capital: Santiago
PIB: US$ 160,7 Bilhões
Moeda: Peso Chileno
Curiosidade:
O esporte nacional do Chile é o Rodeo, em que dois cavalos e dois cavaleiros devem parar um touro em um cerco do esporte chamado medialuna. Os cavaleiros são chamados huasos. Também são tradicionalíssimos no país o futebol e o tênis.
Participações em Copas: 8
Melhores participações: 3° lugar (1962)
Ranking da FIFA: 18º
Craque do time: Humberto Suazo (A. Zaragoza-ESP)
Time-base: Bravo; Medel, Jara, Contreras e Ponce; Vidal, Carmona e Valdivia (Matias Fernandes); Beausejour, Alexis Sanchez e Suazo. T: Marcelo Bielsa.
Futebol ofensivo e objetivo. É essa a proposta do Chile para a Copa do Mundo, e para isso, dispõe de uma boa quantidade de jogadores tecnicamente muito bons, como Valdivia, Alexis Sanchez e o artilheiro Humberto Suazo. Os bons meias Fernandez e Mark Gonzalez ficam no banco. Comandada por Marcelo Bielsa, essa geração tem tudo para fazer bonito em solo africano. Os chilenos devem brigar pela segunda vaga do grupo, contra Suíça e Honduras, já que a Espanha é franca favorita sobre os demais.
Inter pressiona, mas não passa de um empate com Palmeiras

Por Gabriel Seixas
- Internacional e Palmeiras entraram em campo neste domingo com objetivos semelhantes: espantar de uma vez por todas a crise, e terminar a “primeira fase” do Brasileirão com o sabor de uma vitória, cada vez mais raro no dia-a-dia destas equipes. Entretanto, apenas uma equipe fez por onde: o Inter, dono da casa, que teve as melhores chances, e na maioria delas, parou no goleiro Deola. Resultado: um 1 a 1 que esteve longe de satisfazer alguém.
- Com dois zagueiros e dois armadores, o Internacional desde o início teve o controle do jogo, geralmente controlando as jogadas pelo lado esquerdo, com Kleber e D’Alessandro, ou através da insistência de Walter. Contudo, foi o Palmeiras, até então tímido em campo, e em sua única oportunidade de gol na etapa inicial, quem abriu o placar. Pierre fez lançamento longo, Ewerthon amorteceu de cabeça e Lincoln, da entrada da área, acertou um chute forte de primeira, abrindo o placar.
- E foi só. Depois disso, o alviverde se fechou todo atrás, geralmente com até oito jogadores no campo de defesa. Foi o suficiente para o Inter exercer uma pressão alucinante. Aos 20 minutos, Giuliano acertou um chute de longe, que saiu com perigo pelo lado.
- No minuto seguinte, Giuliano lançou D’Alessandro, que de pé direito, chutou para boa defesa de Deola, que substituía Marcos na meta do Palmeiras (por sinal, o fez com muita personalidade). As chances coloradas só se sucediam, e na melhor delas, aos 42 minutos, Guiñazu chutou da entrada da área e Deola fez boa defesa.
- Na etapa final, o Palmeiras voltou mais ‘assanhado’, e até conseguiu chegar algumas vezes à frente, como Ewerthon, aos sete, que parou no goleiro Lauro. Mas era o Inter que continuava dominando completamente a partida, e Walter, aos 14 minutos, girou na área e finalizou com perigo pra fora. A essa altura, Taison já havia substituído Alecsandro no time colorado.
- Taison entrou bem no jogo, dando mobilidade ao time. Giuliano também cresceu em campo, e foi justamente dele o gol de empate. Taison cruzou do flanco e Giuliano finalizou, porém a bola bateu em Mauricio Ramos. No rebote, o mesmo Giuliano não perdoou: chute forte e certeiro, sem chances para Deola.
- Com Andrezinho no lugar do “volante-lateral” Glaydson, o Inter ficou ainda mais ofensivo, e consequentemente mais perigoso. Aos 26, Taison ajeitou de cabeça e Giuliano, de voleio, errou o alvo. Três minutos depois, foi a vez do apagado D’Alessandro arriscar de fora da área, e dessa vez Deola teve trabalho, espalmando pra escanteio.
- Em cobrança de falta, Andrezinho fez Deola trabalhar novamente. Graças ao goleiro alviverde, o placar terminou mesmo empatado. Ambos os times agora se voltam para a procura de um novo técnico, e porque não de reforços para o elenco, que ajudem as respectivas equipes a se recuperarem na competição.
- O Palmeiras é 10º, com nove pontos, e não vence há quatro rodadas; o Inter está ainda pior: é o 16º, na beira da zona de rebaixamento, com sete pontos. Para equipes que tem sete títulos brasileiros somados (quatro do Palmeiras e três do Inter), é pouco. Muito pouco.
Curtinhas
- O Atlético-GO finalmente conseguiu a primeira vitória na volta a elite. O Dragão venceu o Cruzeiro por 2 a 1 e entra na parada com um pouco de esperança. Rodrigo Tiuí abriu o marcador para o mandante, Wellington Paulista empatou para o Cruzeiro e o ex-Galo, Pedro Paulo, fez o gol da vitória em Goiânia.
- O Guarani é o time dos gols nos acréscimos. Assim como no jogo contra o Vasco, o gol da vitória sobre o Grêmio Prudente só veio aos 48 da segunda etapa e com o artilheiro Roger, desta vez, cobrando pênalti. O atacante Bugrino fez o sexto gol no campeonato e se isolou na artilharia com 6 gols.
- O Atlético-GO finalmente conseguiu a primeira vitória na volta a elite. O Dragão venceu o Cruzeiro por 2 a 1 e entra na parada com um pouco de esperança. Rodrigo Tiuí abriu o marcador para o mandante, Wellington Paulista empatou para o Cruzeiro e o ex-Galo, Pedro Paulo, fez o gol da vitória em Goiânia.
- O Guarani é o time dos gols nos acréscimos. Assim como no jogo contra o Vasco, o gol da vitória sobre o Grêmio Prudente só veio aos 48 da segunda etapa e com o artilheiro Roger, desta vez, cobrando pênalti. O atacante Bugrino fez o sexto gol no campeonato e se isolou na artilharia com 6 gols.
Classificação na parada para a Copa do Mundo
1° Corinthians – 17pts (7SG)
2° Ceará – 17pts (6SG)
3° Fluminense – 15pts
4° Santos – 12pts (5SG)
1° Corinthians – 17pts (7SG)
2° Ceará – 17pts (6SG)
3° Fluminense – 15pts
4° Santos – 12pts (5SG)
5° Guarani – 12pts (1SG)
6° São Paulo – 11pts
7° Goiás – 10pts
8° Botafogo – 9pts (2SG)
9° Flamengo – 9pts (1SG e 9GM)
10° Palmeiras – 9pts (1SG e 6GM)
11° Cruzeiro – 9pts (0SG)
12° Grêmio e Avaí – 8pts (-1SG e 10GM)
14° Vitória – 8pts (-1SG e 7GM)
15° Prudente – 8pts (-3SG)
16° Internacional – 7pts (-2SG)
17° Atlético-PR – 7pts (-5SG)
18° Atlético-MG – 6pts
19° Vasco – 5pts
20° Atlético-GO – 4pts
O Brasileirão pára para a disputa da Copa do Mundo na África do Sul e volta com a 8ª rodada no dia 14 de julho e vem aí, a grande cobertura do Esporte é Vida na Copa do Mundo.
6° São Paulo – 11pts
7° Goiás – 10pts
8° Botafogo – 9pts (2SG)
9° Flamengo – 9pts (1SG e 9GM)
10° Palmeiras – 9pts (1SG e 6GM)
11° Cruzeiro – 9pts (0SG)
12° Grêmio e Avaí – 8pts (-1SG e 10GM)
14° Vitória – 8pts (-1SG e 7GM)
15° Prudente – 8pts (-3SG)
16° Internacional – 7pts (-2SG)
17° Atlético-PR – 7pts (-5SG)
18° Atlético-MG – 6pts
19° Vasco – 5pts
20° Atlético-GO – 4pts
O Brasileirão pára para a disputa da Copa do Mundo na África do Sul e volta com a 8ª rodada no dia 14 de julho e vem aí, a grande cobertura do Esporte é Vida na Copa do Mundo.
domingo, 6 de junho de 2010
O jogo de um time só

Por Gabriel Seixas
- 34 minutos. Esse foi o tempo que o Vasco conseguiu – a trancos e barrancos – segurar o ímpeto do Santos na Vila Belmiro, que diga-se de passagem, não foi lá dos mais alucinantes. Depois disso, o Peixe nem precisou se esforçar muito para aplicar uma goleada por 4 a 0, que coloca a equipe no G-4 até o retorno do Brasileirão, que será na metade de Julho, pois a competição para com a disputa da Copa do Mundo.
- Classificado como ‘o futebol mais bonito do Brasil’, pelo menos hoje o Santos pregou pela eficiência. Apesar de ter feito quatro gols e perdido tantos outros, em muitos momentos o time pregou pela previsibilidade, muito pelos desfalques de Robinho e Neymar, e pela inoperância de Paulo Henrique Ganso, pouco notado em campo. O Vasco conseguiu fazer ainda pior: em 90 minutos, só conseguiu criar uma (UMA) jogada efetiva de gol. Serão difíceis 70 dias amargando a zona de rebaixamento.
- Entretanto, o início do jogo dava uma impressão diferente do que seria a partida. Apesar dos desfalques (Carlos Alberto, Nilton, Elton e tantos outros, o Vasco pressionava a saída de bola do adversário, e engatava alguns contragolpes. No melhor deles (e na única oportunidade clara de gol dos cariocas no jogo), Philippe Coutinho tabelou com o estreante Nilson, de 17 anos, e cara a cara com Rafael, parou no goleiro santista, que fez grande defesa.
- A partir daí, o Vasco apagou na partida. Jeferson e Philippe Coutinho sumiram da partida, deixando o garoto Nilson isolado na frente. Os laterais, Allan e Ernani, além de serem tímidos no apoio, também deixavam espaços na retaguarda. Aos poucos, o Santos começou a encontrar brechas na defesa adversária, mesmo sem jogar bem. Aos 15 minutos, Marquinhos cobrou falta, e Fernando Prass, meio sem jeito, defendeu em dois tempos.
- O ritmo da partida caiu consideravelmente, mas o Santos continuava tendo as melhores chances. No contra-ataque, aos 30 minutos, Madson serviu André, que ficou de frente para Fernando Prass e bateu cruzado. A bola bateu na trave e voltou para as mãos do goleiro vascaíno. Entretanto, dois minutos depois, o Peixe achou o caminho do gol em uma falha inacreditável do goleiro vascaíno.
- Pela direita, André cruzou pro meio da área. A bola encontrou o lateral Leo, que da ponta esquerda, mandou a bola novamente para o meio. Wesley desviou fraco, e Dedé, em cima da linha, amorteceu a bola, que depois foi defendida com as mãos (irregularmente, pois tratou-se de um recuo) por Fernando Prass. O juiz nada marcou, e acabou nem precisando. Na hora de sair jogando, Prass jogou a bola para o chão, sem olhar Leo logo atrás. Esperto, o lateral santista roubou a bola, driblou o goleiro e foi derrubado. Pênalti claro.
- O lance totalmente infantil e bisonho do goleiro cruzmaltino resultou no gol de André, cobrando a penalidade. Em vantagem no placar, o Santos passou a jogar com ainda mais autonomia, e num chute de longa distância de Marquinhos, por pouco não ampliou o placar.
- No segundo tempo, o golpe fatal santista veio aos oito minutos. Maranhão, que no minuto anterior havia substituído o lesionado Rodriguinho, arriscou um chute do flanco direito, dentro da área, e a bola bateu nas costas de Dedé. Na sobra, o mesmo Maranhão acertou mais um chute forte, que desta vez morreu no fundo das redes.
- Sem muitas opções, Celso Roth trocou tudo no sistema ofensivo: tirou Jeferson e Philippe Coutinho e lançou Fumagalli e Magno no time. Em vão. Aos 17 minutos, Madson fez grande jogada e tocou para André, que tocou na saída de Prass para fazer o terceiro. O que era difícil ficou ainda pior com a expulsão de Fumagalli, que acabara de entrar, após carrinho violento em Pará.
- Já com Zezinho no lugar do lesionado Leo, o Santos ainda achou tempo para marcar o quarto e último gol do jogo. Mesmo caído, Zezinho conseguiu driblar Thiago Martinelli no flanco esquerdo e cruzar para o meio da área. A bola passou por todo mundo, menos pelo melhor em campo, Madson, que escorou pras redes.
- Pouco depois, o apagado Paulo Henrique Ganso deu lugar ao jovem Breitner. O craque santista nem fez falta, mesmo porque o time criou inúmeras oportunidades de marcar mais gols. Fernando Prass fez pelo menos duas grandes defesas: uma em cabeçada de Edu Dracena, a queima-roupa, e outra em conclusão de Marquinhos, que estava de frente para o goleiro.
- Ao que parece, a parada para a Copa do Mundo deve beneficiar os dois times. O Santos, que está no G-4, para recuperar seu bom futebol e encostar nos líderes. Quanto ao Vasco, esse é o tempo para recuperar sua autoestima, contratar jogadores e ganhar confiança para deixar de uma vez por todas a zona de rebaixamento.
- Classificado como ‘o futebol mais bonito do Brasil’, pelo menos hoje o Santos pregou pela eficiência. Apesar de ter feito quatro gols e perdido tantos outros, em muitos momentos o time pregou pela previsibilidade, muito pelos desfalques de Robinho e Neymar, e pela inoperância de Paulo Henrique Ganso, pouco notado em campo. O Vasco conseguiu fazer ainda pior: em 90 minutos, só conseguiu criar uma (UMA) jogada efetiva de gol. Serão difíceis 70 dias amargando a zona de rebaixamento.
- Entretanto, o início do jogo dava uma impressão diferente do que seria a partida. Apesar dos desfalques (Carlos Alberto, Nilton, Elton e tantos outros, o Vasco pressionava a saída de bola do adversário, e engatava alguns contragolpes. No melhor deles (e na única oportunidade clara de gol dos cariocas no jogo), Philippe Coutinho tabelou com o estreante Nilson, de 17 anos, e cara a cara com Rafael, parou no goleiro santista, que fez grande defesa.
- A partir daí, o Vasco apagou na partida. Jeferson e Philippe Coutinho sumiram da partida, deixando o garoto Nilson isolado na frente. Os laterais, Allan e Ernani, além de serem tímidos no apoio, também deixavam espaços na retaguarda. Aos poucos, o Santos começou a encontrar brechas na defesa adversária, mesmo sem jogar bem. Aos 15 minutos, Marquinhos cobrou falta, e Fernando Prass, meio sem jeito, defendeu em dois tempos.
- O ritmo da partida caiu consideravelmente, mas o Santos continuava tendo as melhores chances. No contra-ataque, aos 30 minutos, Madson serviu André, que ficou de frente para Fernando Prass e bateu cruzado. A bola bateu na trave e voltou para as mãos do goleiro vascaíno. Entretanto, dois minutos depois, o Peixe achou o caminho do gol em uma falha inacreditável do goleiro vascaíno.
- Pela direita, André cruzou pro meio da área. A bola encontrou o lateral Leo, que da ponta esquerda, mandou a bola novamente para o meio. Wesley desviou fraco, e Dedé, em cima da linha, amorteceu a bola, que depois foi defendida com as mãos (irregularmente, pois tratou-se de um recuo) por Fernando Prass. O juiz nada marcou, e acabou nem precisando. Na hora de sair jogando, Prass jogou a bola para o chão, sem olhar Leo logo atrás. Esperto, o lateral santista roubou a bola, driblou o goleiro e foi derrubado. Pênalti claro.
- O lance totalmente infantil e bisonho do goleiro cruzmaltino resultou no gol de André, cobrando a penalidade. Em vantagem no placar, o Santos passou a jogar com ainda mais autonomia, e num chute de longa distância de Marquinhos, por pouco não ampliou o placar.
- No segundo tempo, o golpe fatal santista veio aos oito minutos. Maranhão, que no minuto anterior havia substituído o lesionado Rodriguinho, arriscou um chute do flanco direito, dentro da área, e a bola bateu nas costas de Dedé. Na sobra, o mesmo Maranhão acertou mais um chute forte, que desta vez morreu no fundo das redes.
- Sem muitas opções, Celso Roth trocou tudo no sistema ofensivo: tirou Jeferson e Philippe Coutinho e lançou Fumagalli e Magno no time. Em vão. Aos 17 minutos, Madson fez grande jogada e tocou para André, que tocou na saída de Prass para fazer o terceiro. O que era difícil ficou ainda pior com a expulsão de Fumagalli, que acabara de entrar, após carrinho violento em Pará.
- Já com Zezinho no lugar do lesionado Leo, o Santos ainda achou tempo para marcar o quarto e último gol do jogo. Mesmo caído, Zezinho conseguiu driblar Thiago Martinelli no flanco esquerdo e cruzar para o meio da área. A bola passou por todo mundo, menos pelo melhor em campo, Madson, que escorou pras redes.
- Pouco depois, o apagado Paulo Henrique Ganso deu lugar ao jovem Breitner. O craque santista nem fez falta, mesmo porque o time criou inúmeras oportunidades de marcar mais gols. Fernando Prass fez pelo menos duas grandes defesas: uma em cabeçada de Edu Dracena, a queima-roupa, e outra em conclusão de Marquinhos, que estava de frente para o goleiro.
- Ao que parece, a parada para a Copa do Mundo deve beneficiar os dois times. O Santos, que está no G-4, para recuperar seu bom futebol e encostar nos líderes. Quanto ao Vasco, esse é o tempo para recuperar sua autoestima, contratar jogadores e ganhar confiança para deixar de uma vez por todas a zona de rebaixamento.
Curtinhas
- O Corinthians é o líder do Campeonato Brasileiro na parada para Copa. O Timão adquiriu esta condição ao empatar com o Botafogo no Rio por 2 a 2. Bruno César abriu o placar para o time paulista, Renato Cajá e Lúcio Flávio, viraram o jogo para os cariocas, mas no fim do jogo, Paulo André garantiu a liderança para os corintianos.
- No Morumbi, o São Paulo garantiu a vitória e a tranqüilidade na parada ao vencer o Grêmio por 3 a 1, de virada. Hugo marcou para o Grêmio, mas o dono da tarde foi Dagoberto que garantiu a virada marcando os 3 gols da equipe são-paulina no jogo.
- O Corinthians é o líder do Campeonato Brasileiro na parada para Copa. O Timão adquiriu esta condição ao empatar com o Botafogo no Rio por 2 a 2. Bruno César abriu o placar para o time paulista, Renato Cajá e Lúcio Flávio, viraram o jogo para os cariocas, mas no fim do jogo, Paulo André garantiu a liderança para os corintianos.
- No Morumbi, o São Paulo garantiu a vitória e a tranqüilidade na parada ao vencer o Grêmio por 3 a 1, de virada. Hugo marcou para o Grêmio, mas o dono da tarde foi Dagoberto que garantiu a virada marcando os 3 gols da equipe são-paulina no jogo.
Galo se despede do Mineirão de forma melancólica

Por Leonardo Martins
No último jogo do Mineirão antes da reforma para a Copa de 2014, o Atlético-MG recebeu a sensação do campeonato, o Ceará. Em um péssimo jogo dos mineiros, o Ceará venceu o Galo por 1 a 0 e o Vovô termina esta fase do campeonato dividindo a liderança com o Corinthians.
O Ceará chegou a Belo Horizonte querendo aproveitar o mau momento atleticano e conseguiu, pois jogou com mais objetividade e mais tranqüilo. O Vovô começou assustando com Washington em cabeçada que passou ao lado do gol de Aranha.
O Galo tinha enormes dificuldades para criar chances e vencer a melhor defesa do Brasileiro. Enquanto isso, o Vovô criava chances para marcar e Oziel obrigou Aranha a fazer grande defesa.
As chances atleticanas vieram com Coelho, que exigiu boa defesa de Diego, e Werley, que cabeceou para a defesa do goleiro cearense. Mas Ernandes assustou o gol de Aranha em chute de longe. Vaias da torcida atleticana no fim do primeiro tempo.
Na volta do intervalo, Luxemburgo abriu mão dos três zagueiros ao tirar Lima e colocar Wendel, mas a apatia atleticana continuava. O Ceará, mais objetivo, conseguiu aproveitar os erros atleticanos, Aranha quase entregou o gol, mas Geraldo se jogou e o juiz não marcou nada. Mas aos 10 não teve como e os nordestinos conseguiram marcar, Misael driblou Jairo Campos e cruzou para Washington marcar, impedido, o gol dos visitantes.
O que era impaciência virou revolta da torcida atleticana com a atuação do time, que foi para o desespero. Coelho, em cobrança de falta, exigiu boa defesa de Diego, o ataque atleticano não correspondia em campo e a defesa, dava o campo aberto para os cearenses atacarem. Para aproveitar esse espaço, o técnico PC Gusmão tirou o Cérebro da equipe, Geraldo, para colocar o jovem Erick Flores. Luxemburgo colocou mais dois atacantes, Neto Berola e Ricardo Bueno, mas foi o Ceará que quase marcou.
Em rápido contra-ataque, Erick Flores acertou o travessão de Aranha. Nos últimos minutos, a torcida ironizou ao gritar “olé” para o Ceará e o Vovô conseguiu a vitória na despedida do Velho Mineirão. O Alvinegro nordestino passa a Copa da África do Sul na frente junto com o Corinthians.
O Estádio fecha para uma grande reforma visando a Copa de 2014 e só será reaberto em janeiro de 2013.
O Ceará chegou a Belo Horizonte querendo aproveitar o mau momento atleticano e conseguiu, pois jogou com mais objetividade e mais tranqüilo. O Vovô começou assustando com Washington em cabeçada que passou ao lado do gol de Aranha.
O Galo tinha enormes dificuldades para criar chances e vencer a melhor defesa do Brasileiro. Enquanto isso, o Vovô criava chances para marcar e Oziel obrigou Aranha a fazer grande defesa.
As chances atleticanas vieram com Coelho, que exigiu boa defesa de Diego, e Werley, que cabeceou para a defesa do goleiro cearense. Mas Ernandes assustou o gol de Aranha em chute de longe. Vaias da torcida atleticana no fim do primeiro tempo.
Na volta do intervalo, Luxemburgo abriu mão dos três zagueiros ao tirar Lima e colocar Wendel, mas a apatia atleticana continuava. O Ceará, mais objetivo, conseguiu aproveitar os erros atleticanos, Aranha quase entregou o gol, mas Geraldo se jogou e o juiz não marcou nada. Mas aos 10 não teve como e os nordestinos conseguiram marcar, Misael driblou Jairo Campos e cruzou para Washington marcar, impedido, o gol dos visitantes.
O que era impaciência virou revolta da torcida atleticana com a atuação do time, que foi para o desespero. Coelho, em cobrança de falta, exigiu boa defesa de Diego, o ataque atleticano não correspondia em campo e a defesa, dava o campo aberto para os cearenses atacarem. Para aproveitar esse espaço, o técnico PC Gusmão tirou o Cérebro da equipe, Geraldo, para colocar o jovem Erick Flores. Luxemburgo colocou mais dois atacantes, Neto Berola e Ricardo Bueno, mas foi o Ceará que quase marcou.
Em rápido contra-ataque, Erick Flores acertou o travessão de Aranha. Nos últimos minutos, a torcida ironizou ao gritar “olé” para o Ceará e o Vovô conseguiu a vitória na despedida do Velho Mineirão. O Alvinegro nordestino passa a Copa da África do Sul na frente junto com o Corinthians.
O Estádio fecha para uma grande reforma visando a Copa de 2014 e só será reaberto em janeiro de 2013.
Série B – 7ª rodada
Por Leonardo Martins
O Campeonato da Série B teve sua última rodada pré-copa disputada neste fim de semana. Foram 10 jogos e muitos gols nesta rodada.
O Líder na parada para a Copa é o Paraná, a equipe paranista venceu a ex-líder, Portuguesa, por 2 a 1. Em segundo vem o América-MG, que venceu o lanterna Vila Nova por 2 a 0. seguindo de perto o Coelho está o Náutico, o Timbu venceu o Ipatinga por 2 a 0. Completando o G-4 está o Coritiba, o Coxa conseguiu uma ótima vitória por 3 a 1 sobre o Santo André.
O Bahia decepcionou a torcida ao perder para o ex-lanterna Duque de Caxias por 1 a 0 O Figueirense venceu a Ponte Preta por 2 a 1 e subiu na classificação. Outro que subiu na classificação foi o ASA que venceu o Icasa por 3 a 0. Outro placar dilatado foi a goleada do Sport sobre o América-RN por 5 a 0. Empates ocorreram entre Guaratinguetá e Bragantino por 2 a 2 e Brasiliense e São Caetano por 1 a 1.
Classificação
1° Paraná – 15pts
2° América-MG – 14pts (8SG)
3° Coritiba – 14pts (3SG)
4° Náutico – 14pts (1SG)
5° Figueirense – 13pts (7SG)
6° Portuguesa – 13pts (5SG)
7° Bahia – 13pts (3SG)
8° São Caetano – 12pts (7SG)
9° Guaratinguetá – 12pts (2SG)
10° Icasa – 10pts (3V e 2SG)
11° ASA – 10pts (3V e -1SG)
12° Brasiliense – 10pts (2V)
13° Bragantino – 8pts
14° Sport – 7pts (-1SG)
15° Santo André – 7pts (-4SG)
16° Ponte Preta – 6pts (-3SG)
17° América-RN – 6pts (-7SG)
18° Ipatinga – 3pts (-9SG)
19° Duque de Caxias – 3pts (-11SG)
20° Vila Nova – 3pts (-13SG)
O Campeonato da Série B teve sua última rodada pré-copa disputada neste fim de semana. Foram 10 jogos e muitos gols nesta rodada.
O Líder na parada para a Copa é o Paraná, a equipe paranista venceu a ex-líder, Portuguesa, por 2 a 1. Em segundo vem o América-MG, que venceu o lanterna Vila Nova por 2 a 0. seguindo de perto o Coelho está o Náutico, o Timbu venceu o Ipatinga por 2 a 0. Completando o G-4 está o Coritiba, o Coxa conseguiu uma ótima vitória por 3 a 1 sobre o Santo André.
O Bahia decepcionou a torcida ao perder para o ex-lanterna Duque de Caxias por 1 a 0 O Figueirense venceu a Ponte Preta por 2 a 1 e subiu na classificação. Outro que subiu na classificação foi o ASA que venceu o Icasa por 3 a 0. Outro placar dilatado foi a goleada do Sport sobre o América-RN por 5 a 0. Empates ocorreram entre Guaratinguetá e Bragantino por 2 a 2 e Brasiliense e São Caetano por 1 a 1.
Classificação
1° Paraná – 15pts
2° América-MG – 14pts (8SG)
3° Coritiba – 14pts (3SG)
4° Náutico – 14pts (1SG)
5° Figueirense – 13pts (7SG)
6° Portuguesa – 13pts (5SG)
7° Bahia – 13pts (3SG)
8° São Caetano – 12pts (7SG)
9° Guaratinguetá – 12pts (2SG)
10° Icasa – 10pts (3V e 2SG)
11° ASA – 10pts (3V e -1SG)
12° Brasiliense – 10pts (2V)
13° Bragantino – 8pts
14° Sport – 7pts (-1SG)
15° Santo André – 7pts (-4SG)
16° Ponte Preta – 6pts (-3SG)
17° América-RN – 6pts (-7SG)
18° Ipatinga – 3pts (-9SG)
19° Duque de Caxias – 3pts (-11SG)
20° Vila Nova – 3pts (-13SG)
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