terça-feira, 9 de outubro de 2007

2º Lugar: O divisor de águas

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Por Edson Vinicius

“Caio é derrubado, é falta...”

Uma vida passou pelas cabeças rubro-negras naquele momento. Foram sete anos, desde 1992, em que a única alegria foi o título carioca (invicto) de 96, mesmo assim com adversários fraquíssimos! Nesse período vimos o Botafogo ser campeão brasileiro (95), o Fluminense nos tirar o título do centenário com um gol de barriga no final do jogo, e o Vasco...bem, o Vasco, nosso adversário dessa final, nosso maior rival, esse nós vimos ser tricampeão carioca, campeão brasileiro, sul-americano, e quase ser campeão mundial, perdendo por detalhes. A balança pendia para o lado cruzmaltino; títulos, conquistas, e eram muitas as gozações e sofrimentos que enfrentávamos...

“Ajeita a bola Rodrigo Mendes...”

Parecia que a mística rubro-negra havia acabado. Nesse período perdemos duas finais (copa do Brasil 98/Rio-SP 97) em pleno Maracanã lotado; Fomos eliminados na semifinal do Brasileiro 97 levando uma goleada do Vasco (ah, o Vasco, nosso adversário dessa final...); Assistimos o “melhor ataque do mundo” fracassar; Vimos um ídolo (Sávio) surgir e ir embora; Assistimos às indas e vindas de Romário...parecia que a camisa, o “manto sagrado” não pesava mais...

“Partiu, bateu rasteiro...”

E o Vasco vinha como franco favorito. Jogava pelo empate, era o atual campeão sul-americano, tinha Juninho, Ramon, Felipe, Pedrinho, Donizete...e Edmundo! Sim, o Animal, recém-chegado da Itália, ele que sempre fazia gols contra o Flamengo, fez os dois gols da final da Taça Rio e marcou no empate do primeiro jogo da final. E o Flamengo? Vinha com um time mediano, com Romário machucado (nem jogou o primeiro jogo), Iranildo contundido e vetado, Leandro Ávila voltando de 6 meses de inatividade...

“A bola passou pela barreira...”

E logo no início do jogo, aos 5 minutos, perdemos Romário, machucado. Parecia que a sina continuaria. Mas então, como Fênix, renasceu a mística rubro-negra. A torcida, maioria nas arquibancadas, levou o time no grito para o ataque. Atônito, o Vasco recuava. Que time era aquele que fazia aquilo? Caio, Rodrigo Mendes, Pimentel, Fábio baiano...não era possível! Mas era sim...torcida e time se uniram como se fossem uma entidade só, e quando Caio foi derrubado aos 30 minutos do segundo tempo, a reação de todos na arquibancada foi uma só: é agora!

“Gol...”

Confesso que chorei! Ainda faltavam 15 minutos pro final, mas o jogo em si acabou ali. Foi um divisor de águas. A balança novamente estava equilibrada. A mística rubro-negra estava de volta. Daí em diante, a história mudaria. Poderíamos não ter grandes times, poderíamos passar por dificuldades, mas o Flamengo voltava a ser campeão. O Flamengo voltava a ser Flamengo...

3º lugar: O ano em que o Botafogo ganhou a Libertadores

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Por Lucas Calil

2008 começou com a habitual queima de fogos em Copacabana, com a Tropa de Elite em todos os cinemas e bocas, com o presidente Lula contratando ministros e com o Botafogo de Garrincha inscrito na gloriosa Taça Libertadores da América, após 12 anos de ausência. O não menos glorioso Bebeto de Freitas, presidente do clube, virou o ano na Espanha, envolvido nas negociações faraônicas prometidas ao fim de Dezembro. A torcida botafoguense acendeu velinhas acreditando, pra variar, que agora o time iria, mas ninguém nunca soube exatamente para onde.

Janeiro veio e terminou em samba, no espírito do carnaval, que sempre inaugura o ano útil de todo país tropicaliente. Além dos novos casos de AIDS e dos trezentos turistas japoneses que entraram nas estatísticas policiais, o fim das festas trouxe Rivaldo para o Botafogo, como parte do projeto inovador e moderno idealizado por seu presidente. Com Rivaldo, apresentaram-se o argentino Riquelme e o lateral-esquerdo Roberto Carlos, e General Severiano viu 12 mil torcedores lotarem arquibancadas, ruas e demais adjacências.

Março iniciou a competição. O 3 a 0 contra o Once Caldas lá e o 2 a 2 daqui colocaram o time no grupo de River Plate, Cerro Porteño e Cúcuta. Um gol de Rivaldo, uma assistência de Riquelme e ingressos esgotados até a segunda fase. As camisas 10 e 8 sumiram das lojas e, apesar do fracasso no Campeonato Carioca, a torcida apoiava cada vez mais, o time empolgava com o inusitado carrossel e a agressividade ofensiva. Agora vai?

Vitória sobre o Cúcuta em casa, empate com o River fora, derrota por 3 a 1 para o Cerro, em pleno Engenhão. E a torcida cobra, e os jornais especulam, e o técnico explica e os jogadores justificam. Lesão de Rivaldo, só volta na semifinal, isso se o Botafogo chegar lá. No Brasileiro, oitavo lugar, time reserva e descaso do público. O que importa é Tóquio, não essas peladas contra o Juventude, lá no frio de 5 graus do Alfredo Jaconi.

De repente, não mais que de repente, o torcedor do Botafogo se viu no meio do mês de Maio, com o time classificado às oitavas-de-final na segunda vaga do grupo. E ainda mais surpreso o mesmo torcedor se viu no Maracanã, vibrando com o segundo gol de Dodô, aos 38 do segundo tempo. Mas não foi o 2 a 1 de virada, disputado e difícil. Foi fácil, Independiente de volta para casa.

Quartas-de-final, 14º lugar no Brasileirão, oito desfalques e salários atrasados. Crise. Roberto Carlos vai à imprensa, representando o elenco. Bebeto retruca, e o time, inseguro, sobe os 4 mil metros da Bolívia. Empate em 1 a 1 com o Potosí, discussão no vestiário. Crise

.Junho, jogo de volta. Vitória por 6 a 0. Festa, semifinal. Dodô artilheiro, torcida feliz. Crise, que crise? 16º lugar no Brasileiro, estádios vazios e Roberto Carlos volta à imprensa. Confiança, tranqüilidade. Primeiro jogo, 2 a 1 no São Paulo, show de Rivaldo, com dois golaços. No dia seguinte, os 12 mil voltam a General Severiano. Time ovacionado, técnico exaltado. Agora vai!1º de julho. O clube Botafogo de Futebol e Regatas chega, pela primeira vez em sua história, à final da Taça Libertadores da América. Enfrentará o Boca Juniors. Primeira narração de Galvão Bueno na história do clube. 84 mil pessoas no Maracanã, gol de Dodô, 1 a 0. 14 minutos do segundo tempo, gol de Riquelme, 2 a 0. O jogador argentino pede para sair.

Segundo jogo. É campeão.

O resto do ano não interessa. Não se sabe qual a posição final do time no Campeonato Brasileiro, ou se as estrelas continuaram, ou se os salários estão em dia. Mas a torcida sumiu. O dono do bar, o chefe da repartição, o engenheiro e o frentista botafoguenses não compram mais o jornal na segunda, nem ouvem mais o rádio. Porque o Botafogo não sofreu, e a torcida não chorou, e foi fácil. Valeu a pena?

Não. Porque não existe o Botafogo sem a expectativa, não existe o Botafogo sem a chance da derrota e a emoção da vitória difícil. Não existe torcedor do Botafogo que nunca tenha sofrido, desistido e se acostumado a isso. Até se apega a essa dor, despreza a conquista simples. A Libertadores acaba não interessando, e o torcedor sente falta das noites de angústia, das dores no coração e da iminência do fracasso.

Isso é o Botafogo. Esse é o time criticado, execrado e perseguido, mas acima de tudo amado. Apesar do Botafogo.

3º Lugar: Romário- Paixão e Ódio

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Por Bruno Candal

Uma paixão começa muitas vezes de maneira inexplicável... Não sei o motivo pelo qual decidi sentar em frente a TV, estava na casa da minha avó... devia estar cansado de tanto correr e fui ver o jogo com meu avô. Brasil x Uruguai decidindo uma vaga na Copa do Mundo de 1994. Não conhecia nenhum jogador de futebol... Mais um em especial estava encantando não só a mim, mais a todos os brasileiros, seu nome: Romário de Souza Faria. Provavelmente se eu não tivesse visto aquela partida com AQUELE jogador em campo futebol para mim o futebol não seria essa paixão. Apartir deste dia começei a me interessar e ver algumas partidas. A Copa do Mundo 94 foi especial, eu com 8 anos torci muito pelo meu ídolo, comemorava seus gols correndo pela Vila e sacaneando meu primo que gostava do Bebeto, entrei em escolinha de futebol por sua causa, chutava bolas na parede pensando ser Romário.

Romário decide voltar para o Brasil, mais exatamente para o Rio de Janeiro, eu me enchi de esperanças, meu ídolo jogando no meu time de coração(Vasco) era tudo o que eu queria ver. Depois de inúmeras expeculações Romário acaba indo parar na Gávea, eu não consegui entender como ele tinha feito isso comigo, a idolatria acabou nesse instante. A festa que foi feita me deixou ainda mais revoltado, os Flamenguistas riam dos Vascaínos por terem o melhor do mundo em seu time. No primeiro clássico Vasco x Flamengo o Baixinho marrento manda a torcida Vascaína levar lenços para o Maracanã para enchugar as lágrimas, o respeito se transformou em ódio. Cumprindo sua promessa Romário faz o gol e manda a torcida do Vasco calar a boca e enchugar as lágrimas. Romário acabou para mim neste dia. O Flamengo fracassou neste ano, o que me motivou ainda mais a ofender o Baixinho. Passei anos odiando ele, chamando de bichado e afirmando que ele só sabia fazer gol na banheira. Seus lindos gols eram ignorados por mim.

o Final de 99 Romário surge no VAsco... odiei e amei ao mesmo tempo, mais seus tempos de Flamengo ainda estavam na minha mente, e o sentimento de revolta foi grande, mais eu sabia o que ele poderia fazer. Logo ele tratou de me fazer esquecer os quase 5 anos na Gávea. O talento dele me encantou mais uma vez. O ano de 2000 foi incrivel, mesmo sem o carinho da torcida Romário com 34 anos fez gol de tudo que é jeito, levando o VAsco a ser Campeão Brasileiro e da Mercosul. Meu ódio sumiu e o respeito pelo Baixinho voltou. Romário sai do Vasco e vai para o Fluminense. O papel dele estava feito para mim, passei a admirar novamente seu futebol, sempre que via os jogos do Flu ficava esperando uma jogada para encantar meus olhos. No Início de 2005 e ele acaba voltando, decadente, mais como o time do Vasco estava mais decadente que ele não reclamei, foi um ano difícil e Romário era visto poucas vezes nos treinos, muitos acusavam ele de ser dono do time. O Baixinho calou a boca mais uma vez dos críticos, foi artilheiro do Brasileiro com 39 anos, jogando menos de 75% das partidas. Voltei a questionar Romário em 2006, ficava revoltado como ele usava meu clube de coração para bater seus recordes pessoais, o Vasco faz uma campanha ridicula no primeiro semestre e ele vai embora para os EUA. Em 2007 volta ao Vasco, mais uma vez para minha desgraça, continua usando o clube para atingir suas metas, o Vasco faz um primeiro semestre mediocre como no ano anterior. Romário finalmente atinge sua meta... o tão sonhado miléssimo gol, e sua motivação agora já não é mais a mesma. O tempo está se esgotando para ele, jogará quem sabe umas 3 partidas e vai parar, deixando um enorme vazio nas tardes de domingo no Maracanã e também no corações dos amantes do futebol que sabem que só ele pode proporcionar lances geniais em tão pouco espaço. Quando ele parar todos nós sentiremos esse vazio, alguns mais que outros, vamos nos lembrar de seus lances com grande saudade do MITO da pequena área.

Concurso de Textos da "Doentes por Futebol"

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A Comunidade do Orkut "Doentes por Futebol" realizou o 2º Concurso de textos sobre futebol. Os textos foram feitos no período de 28/09 a 05/10 pelos membros da Comunidade. E o Blog Esporte é Vida, que é parceiro da Comunidade, divulgará os textos vencedores na íntegra e citando o autor do texto. Serão divulgados os 3 primeiros lugares do concurso.

PR na rodada

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Por Daniel Castro

Fim de semana excelente para o Atlético, ruim para o Coritiba e desastroso para o Paraná. O primeiro ganhou do Vasco e deu um salto para a décima primeira colocação na tabela, na zona de classificação para Sul-americana. Na série B, o Coritiba perdeu novamente, dessa vez para o CRB, e viu sua diferença para o segundo colocado cair. Nada que assuste, mas é bom abrir o olho. O Paraná está em situação cada vez pior. Após ser goleado pelo Figueirense, Lori Sandri foi demitido e em seu lugar entrou Saulo, que terá a difícil missão de tirar o Paraná Clube da zona de rebaixamento.

Sábado, o Coritiba sofreu sua segunda derrota consecutiva, contra o CRB, em Maceió. Marcelo Nicácio marcou o único gol da partida. O Coritiba, atuando no 3-6-1, não deu conta do recado, e falhou muito na armação das jogadas, que não foram bem comandadas por Caíco e Ricardinho. Hugo, lá na frente, também não correspondeu, e as coisas só melhoraram com a entrada de Marlos, Henrique Dias e Edmilson. O Coritiba ainda está quatro pontos na frente do Criciúma (segundo colocado), e tem confronto direto na sexta feira.

No domingo o Atlético venceu o Vasco por um a zero, na Kyocera Arena, com um gol de Ferreira no final da partida, após falha do goleiro Silvio Luís. O jogo foi marcado pela falta de criatividade das equipes, com boa parte das jogadas sendo anuladas pelos volantes de ambas as equipes. Os destaques rubro-negros foram os colombianos Valencia e Ferreira, o primeiro com uma marcação implacável, e o segundo com toda criatividade que já é conhecida.

No Orlando Scarpelli, o Figueirense goleou o Paraná por 4 a 0. O zagueiro Chicão marcou duas vezes ( uma delas de pênalti), e os outros dois tentos foram marcados por Léo Mattos contra e por André Santos. O domínio da equipe da casa foi total, e o Paraná cada vez amis enfraquecido não conseguiu nem respirar durante a partida. A situação ficou ainda mais difícil com a expulsão de Vandinho.

Na próxima rodada o Atlético viaja para pegar o Juventude, enquanto o Paraná precisa da vitória contra o Flamengo, na Vila Capanema.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Conhecidos os oito que buscam chegar a Série B 2008

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Por Saimon Nouh

Neste domingo foram conhecidos os oito times que jogarão o octogonal final da Série C. Após 14 rodadas conheceremos os quatro classificados para a Série B 2008. A principal surpresa da rodada foi à classificação do Bahia. O time venceu com um gol aos 50 minutos do segundo tempo e ganhou a vaga do Rio Branco do Acre. Veja os jogos desse fim de semana.

Grupo 25
Rio Branco-AC 0x0 ABC-RN

O Rio Branco entrou em campo com um pé assegurado na ultima fase. Enfrentou o time reserva do ABC, que já classificado jogou sem muita vontade. Para os acreanos um empate poderia classificar o time desde que o Bahia não vencesse o Fast Clube. O ABC mesmo com os reservas não entregou o jogo. Aos 10 minutos de jogo o Rio Branco teve um pênalti a seu favor. O artilheiro Testinha foi pra bola e acertou a trave. O tempo foi passando, o jogo foi correndo e sem muitas chances de gol. Com isso o jogo terminou 0x0. O ABC garantiu o primeiro lugar do grupo, já o Rio Branco só perderia a vaga se o Bahia vencesse o Fast. Veja o que aconteceu nesse jogo.

Bahia-BA 1x0 Fast Clube-AM
Muitos dizem que o jogo foi comprado. Muitos dizem que o Fast se vendeu. Muitos dizem que tudo estava armado desde quinta-feira, mas a verdade mesmo vai demorar e muito para aparecer. O Fast estava melhor no jogo e terminou o primeiro tempo melhor, mas com o placar de 0x0. Vários torcedores do Bahia choravam na Fonte Nova até os 35 minutos do segundo tempo. Eles se animaram com a expulsão de dois jogadores do Fast. Pouco depois o Fast teve um pênalti não marcado. Os jogadores do Fast reclamaram das injustiças e ainda ficaram abismados com os seis minutos de acréscimos que o juiz deu. E aos 50 minutos o Bahia armou um contra-ataque e Charles marcou o gol da classificação do Bahia.

Grupo 26
Barras-PI 3x2 Nacional-PB

Barras e Nacional entraram em campo já classificados. Só entraram em campo para decidir quem ficaria com a liderança, e deu Barras. Os piauienses começaram com tudo e com 35 minutos já tinham feito 3x0 com gols de Niel, Felipe e outro de falta de Pantico. Ainda no primeiro tempo o Nacional diminuiu com Paulinho Guerreiro. Com um minuto do segundo tempo novamente Paulinho Guerreiro marcou para o Nacional. Os outros 44 minutos de jogo foram mais fracos e não houve gols. O Barras terminou folgado na liderança e o Nacional terminou na segunda posição, também classificado.

Coruripe-AL 2x1 Tuna Luso-PA
Ambas as equipes entraram em campo só para cumprir tabela. O Coruripe que fez boa campanha em fases anteriores entrou já eliminado, mas a torcida compareceu ao estádio. Mas quem marcou primeiro foi a Tuna Luso com Hallace. Ainda no primeiro tempo os alagoanos empataram com Vovô de falta. O empate era justo pelo que as equipes apresentaram no jogo. Mas o Coruripe foi à luta e aos 42 minutos do segundo tempo Caio chutou e marcou para o Coruripe que venceu por 2x1 o jogo e terminou na terceira posição.

Grupo 27
Esportivo-RS 2x2 Vila Nova-GO

O Vila Nova já estava garantido como primeiro do grupo e o Esportivo já não poderia sair da lanterna. Mas quem pensa que por isso o jogo não foi bom se enganou. O time de Bento Gonçalves saiu na frente com um gol de pênalti de Alessandro. O Esportivo queria terminar bem a sua campanha, mas no segundo tempo tomou a virada inesperada. Primeiro Escobar fez gol contra e foi muito vaiado no estádio. A virada saiu dos pés de Samuel. O Esportivo ainda arranjou um empate com um gol de Rodrigo Ribeiro. E terminou 3x2 para o Vila Nova, forte candidato ao acesso.

Atlético-GO 1x1 Villa Nova-MG
Nesse jogo estava em disputa uma das ultimas vagas para a fase final. O empate classificava o Atlético. O único jeito do Villa passar era vencendo. A situação ficou difícil quando Marquinhos de pênalti abriu o placar para o Dragão goiano. O Villa foi para cima e conseguiu o empate, mas já era meio tarde. Paulo César empatou faltando 20 minutos para o fim. O Villa foi para a cima com todas as suas forças, mas não deu certo e o Atlético ficou mesmo com a segunda vaga do grupo.

Grupo 28
CRAC-GO 0x0 Bragantino-SP
CRAC e Bragantino empataram na cidade de Catalão. Esse resultado fez com que as duas equipes chegassem à fase final. O CRAC já estava dentro. A situação do Bragantino era muito difícil, mas a classificação veio graças ao empate entre Ulbra e América. O jogo foi pouco movimentado e o resultado foi justo.

Ulbra-RS 2x2 América-RJ
A situação era difícil para ambas as equipes. E o empate fez as duas derem adeus ao acesso. A Ulbra que tinha média de 84 pessoas por jogo saiu na frente com Richardson de pênalti. O América empatou também de pênalti com Neném. No finzinho do primeiro tempo a Ulbra ficou novamente à frente com Richardson de novo. No fim do jogo Ernani empatou para o América e o jogo não saiu mais do empate e ficou 2x2.

Giro Esportivo

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Por Leonardo Martins

- Esquenta a briga na F1

O inglês Lewis Hamilton deixou escapar a oportunidade de ganhar o titulo mundial de F1 no GP da China disputado em Xangai. O inglês liderava a corrida quando errou na entrada do pit-stop e foi parar na brita. Deixando o caminho livre para a vitória de Kimi Raikkonen, o espanhol Fernando Alonso chegou atrás de Kimi. O resultado deixou o campeonato aberto e tudo será decidido na última corrida em Interlagos, dia 21, com 3 pilotos ainda com chances de títulos, Hamilton, Alonso e Raikkonen. O brasileiro Felipe Massa completou o pódio na China.

- Rússia Campeã

A Rússia conquistou neste domingo, na Itália, o Campeonato Europeu de Basquete Feminino. As russas derrotaram a Espanha na final por 74 a 68 e conquistaram a vaga direta para as olimpíadas de Pequim.

- Clássico no vôlei feminino

A hegemonia do Rexona/Rio e do Finasa/Osasco no vôlei feminino parece não ter fim. Ontem as duas equipes decidiram a Copa Brasil, competição disputada na cidade catarinense de Brusque, e mais uma vez fizeram um grande jogo. Desta vez a equipe carioca não tomou conhecimento do Finasa e derrotou por 3 sets a 0 (25/19, 25/20 e 25/18). A equipe do Fiat/Minas ficou com o bronze ao derrotar as donas da casa por 2 sets a 0 (25/16 e 25/18).