segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Giro esportivo

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Por Leonardo Martins

- Raikkonen ainda sonha...

Ontem foi disputado o GP da Bélgica de Fórmula 1, na pista difícil de SPA. A corrida não teve surpresas e a Ferrari conseguiu se recuperar da última corrida em monza. Os ferraristas conseguiram a dobradinha, com Kimi Raikkonen, que ainda sonha com o título de pilotos com 84 pontos, e Felipe Massa, que está sem chances no campeonato com 77 pontos. Os lideres do campeonato vieram atrás e acirraram mais ainda a disputa, Fernando Alonso ficou em 3º e está a 2 pontos do líder Lewis Hamilton que ficou em 4º e está com 97 pontos. O Brasileiro Rubens Barrichello continua com a má-fase e terminou em 13º.

- Liga de Ouro

Ontem foi disputada a última etapa da Liga de Ouro, competição que reúne os principais nomes do atletismo mundial em 4 etapas por cidades européias. A competição deste domingo foi disputada em Berlim. O premio desta Liga de Ouro é um milhão de dólares para quem conseguir ganhar as 4 etapas na mesma prova. Na edição deste ano, o prêmio foi dividido entre o fenômeno do salto em altura, a russa Yelena Isinbayeva, e a americana dos 400m rasos, Sanya Richards. O brasileiro Jadel Gregório manteve a boa fase no salto triplo e faturou o bronze em Berlim.

- Brasil brilha no tatame

Após a medalha de ouro do judoca Cristiano Correia, o Brasil conseguiu mais duas medalhas de ouro no mundial de Judô disputado na Arena Olímpica, no Rio. O gaúcho João Derly repetiu o feito de 2 anos atrás e conquistou o primeiro bicampeonato mundial da história do judô brasileiro. O paulista Tiago Camilo, em uma seqüência sensacional de ippons (a pontuação máxima do judô), também conquistou a medalha de ouro. Com as medalhas de ouro, o Brasil terminou com a melhor participação em mundiais, com 3 ouros e 1 bronze. Parabéns a eles.

Análise tática – Barcelona 07/08

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Por Gabriel Seixas

A partir de agora, inicia-se uma coluna especial no Blog Esporte é Vida. A iniciativa de enriquecer ainda mais o conteúdo deste projeto, ganha agora matérias sobre análises táticas das equipes européias. Começamos com o Barcelona, equipe catalã que conta com os badalados Ronaldinho Gaúcho, Thierry Henry e Lionel Andrés Messi.


Barcelona

Esquema tático: 4-2-1-3

Coach: Frank Riijkard

Mantendo a base da equipe campeã da temporada passada, o Barcelona visa agora, o bi-campeonato espanhol e o tão sonhado título da Champions League, que veio recentemente - mais precisamente na temporada retrasada, contra o Arsenal. A equipe comandada pelo holandês Frank Riijkard, ganhou reforços de grande expressão, e perdeu jogadores que seriam úteis para compor a equipe no momento.

A começar, o Barça trouxe o volante marfinense Yaya Touré, um dos destaques do Monaco na temporada passada. Neste início de temporada, Riijkard demonstra que o recém-contratado deve ter vaga cativa no time, ora atuando ao lado de Xavi, ora com Iniesta. Outro que também desembarcou na Catalunha foi o versátil Eric Abidal. O pentacampeão francês que estava no Lyon, atua tanto na lateral-esquerda, quanto na zaga – com a mesma eficácia em ambas as posições -, e visa repor a saída de Giovanni van Bronckhorst, que deu adeus ao clube e foi para o Feyenoord (como é um jogador novo, Abidal deve sobrar em relação ao ex-concorrente). Para a zaga, um dos setores mais contestados pelos torcedores – já que o rodízio de Puyol, Rafa Márquez e Thuram não convence -, chegou Gabriel Millito, zagueiro argentino do Zaragoza. Titular do seu ex-clube e da seleção hermana, Millito deve ter a companhia do experiente Puyol no comando de zaga.

Por fim, a contratação mais badalada no mercado espanhol: O atacante Thierry Henry, destaque nas últimas quatro temporadas atuando pelo Arsenal, não deixou escapar a oportunidade de atuar em um futebol com características diferentes do inglês, e chegou por um custo de 24 milhões de Euros, o que para um craque como Henry, é muito pouco, e obviamente, um investimento vantajoso para a equipe catalã.

No embalo de ‘idas e vindas’, cinco jogadores importantes na composição do elenco deixaram a equipe: Além de van Bronckhorst, citado anteriormente, o brasileiro Thiago Motta viajou para Madrid, assinando com o Atlético. Outro brasileiro que deu um “até breve” ao clube foi Belletti, contratado pelo Chelsea. O espanhol Javier Pedro Saviola, que provavelmente seria pouco aproveitado na temporada – já que a equipe dispõe de jogadores como Henry, Ronaldinho, Messi e Eto’o pra o setor -, escafedeu-se para o rival, o Real Madrid. Já a perda mais sentida da equipe presidida por Joan Laporta deve ser a de Ludovic Giuly: O meia, que concorria a uma vaga direta com Deco na armação da meia-cancha, não resistiu a uma proposta da Roma. A equipe não trouxe substitutos a altura, e Deco deve compor o setor com pouquíssimos concorrentes.

Além disso, dois jogadores com um futuro promissor devem compor a equipe principal do Barcelona: O primeiro deles é o mexicano Giovani dos Santos. Com descendência brasileira, já que seu pai nasceu no nosso país (Zizinho, ex-jogador do Santos), o meia-atacante, que já foi até mesmo comparado com o brazuca Ronaldinho Gaúcho, desempenhou um papel importantíssimo nas categorias Sub-17 e Sub-20 do México, e além de ser convocado para a seleção principal mexicana – atuando boa parte do segundo tempo contra o Brasil, em amistoso disputado em Boston -, deve ser mais bem aproveitado por Riijkard, que pouco o utilizou na temporada passada.

O outro garoto que tem um futuro promissor pela frente é espanhol: Chama-se Bojan Krkic. O pequeno craque, de apenas 17 anos, atuou pela primeira vez com a camisa catalã em um amistoso contra o Al Ahly, onde atuou 45 minutos e foi substituído por Dos Santos. O garoto mostrou personalidade e faro de gol, e logo na estréia, já deixou sua marca. No Barcelona B, contabilizando gols em todas as categorias, Bojan soma mais de 900 gols pelo clube. E, para fechar com chave de ouro, o atacante, após sagrar-se campeão Europeu Sub-17 com a Espanha (onde marcou um gol na final contra a Bélgica), participou do Mundial Sub-17, realizado neste mês, e foi artilheiro da Fúria, que chegou a final e foi vice-campeã – Bojan não atuou na final, por ter sido expulso contra Gana, nas Semifinais. O atacante é considerado a promessa espanhola de substituir ídolos como Emílio Butrageño e até mesmo o craque, gênio e um dos ídolos da história do Barça, o holandês Johan Cruyff.

Depois de tantas badalações, chegou a hora de ver o que Riijkard nos reserva para esta temporada...

Goleiro: Sem contar com goleiros de alto nível, o Barça deve manter o contestado Victor Valdés como guarda-redes da equipe, já que o reserva, Albert Jorquera, não inspira confiança alguma nos catalães. Especulava-se Petr Cech e Coupet, mas ambos permaneceram em seus clubes – Chelsea e Lyon, respectivamente.

Laterais: Sem muitas surpresas: Zambrotta pela direita e Abidal pela esquerda. O primeiro, que pode jogar nas duas laterais, deve ficar no setor direito, já que a lateral-esquerda está bem servida com Eric – este, que deve disputar vaga com o brasileiro Sylvinho e o espanhol Oleguer.

Zagueiros: A princípio, a dupla de zaga deve ser formada por Gabriel Millito e Puyol. Rafa Márquez e Thuram, reservas imediatos de ambos os zagueiros, cometeram erros imprescindíveis na temporada passada e perderam prestígio com o xerife holandês.

Meias: O recém-contratado Yaya Touré, e o ídolo Xavi Hernández, devem compor o setor defensivo no meio, que ainda dispõe de Andrés Iniesta para a posição. No meio, o luso-brasileiro Deco está mais firme do que nunca, já que Giuly deu adeus ao clube. A principal esperança fica por conta da revelação mexicana, Giovani dos Santos, ser o reserva imediato.

Atacantes: Disparado, o setor mais enriquecido da equipe. Com tantas opções de luxo ao seu dispor, Riijkard deve jogar com Messi aberto pela direita, e Ronaldinho pela esquerda, como na temporada anterior. A princípio, Thierry Henry – que não é bem um centroavante -, deve ganhar a vaga no ataque com Samuel Eto’o. Além deles, o islandês Eidur Gudjohnsen, que esteve próximo de acertar com o Newcastle, e o jovem atacante Bojan Krkic, correm por fora.

Portanto, esta deve ser a equipe de Frank:

-------------------------Valdés-------------------------
---------------Puyol-----------------Millito-------------
-Zambrotta--------------------------------------Abidal-
----------------------Yaya Touré------------------------
---------------Xavi--------------------------------------
--------------------------------------Deco---------------
----------------------------------------------------------
-Messi----------------------------------------Ronaldinho-
------------------------Henry----------------------------

Na minha humilde opinião, Riijkard está certo em seu pensamento inicial. Concordo com a alternativa da escalação de Touré, já que Xavi e Iniesta, por terem baixa estatura, não podem ser os cabeças-de-área da equipe. Entre Henry e Eto’o, por uma opção pessoal, optaria pelo primeiro, assim como Frank. De resto, pouquíssimas surpresas, e um futebol que deve encantar as platéias catalãs. Que venha o Real Madrid!

Flamengo e Vasco empatam no clássico; Resultado indigesto para ambas as equipes

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Por Gabriel Seixas


Flamengo e Vasco sempre é promessa de jogão. E como não poderia deixar de ser, este não foi diferente. Apesar de ter mostrado mais volume de jogo e ter ameaçado diversas vezes o goleiro Bruno, melhor em campo, o Vasco ficou apenas no empate com o Flamengo e perdeu uma posição na tabela, caindo pra sexto. Já o Flamengo, mesmo conseguindo apenas um ponto, ganhou uma posição – agora é 13º -, com 33 pontos.

O Flamengo, ainda com os desfalques de Ibson, Maxi Biancucchi e Roger, entrou em campo com um 4-2-1-2-1. Isto porque Cristian jogou um pouco mais avançado que Jaílton e Rômulo, como os rubro-negros imploravam. Renato Augusto e Toró – o segundo levemente mais adiantado, a pedido do primeiro -, eram os responsáveis pela criação de jogadas do Mengão.

Do outro lado, a equipe cruzmaltina, comandada por Celso Roth, manteve o 3-4-1-2, com Marcelinho fazendo companhia a Leandro Amaral no ataque. O argentino Emiliano Dudar, após um longo período de contusão, recuperou sua vaga na equipe.

O jogo foi polêmico do início ao fim, e o Flamengo, apesar de ter sido dominado em boa parte do jogo, teve dois lances onde o juiz não o “favoreceu”: O primeiro foi aos 3 minutos, quando Renato Augusto cobrou escanteio, e Jorge Luiz cortou com a mão. O segundo lance foi bem mais polêmico: Aos sete, Fábio Luciano, após cobrança de falta cobrada por Juan, reclamou de um suposto puxão de Dudar na área. O juiz nada marcou em ambos os lances.

Sem nenhum envolvimento com ambos os lances, quem marcou o primeiro gol da partida foi o artilheiro do Vascão: Conca cobrou escanteio, e Bruno saiu mal, catando borboletas; Leandro Amaral, aproveitando-se da falta de sorte do camisa 1 rubro-negro, cabeceou e abriu o placar. Sem fazer uma excelente partida, pelo menos no primeiro tempo, o Vasco se aproveitou de um lance isolado para marcar.

Para completar a situação indesejável, Joel Santana perdeu o meia Renato Augusto, com problemas musculares: Paulo Sérgio entrou em seu lugar. Porém, 10 minutos mais tarde, o mesmo Paulo Sérgio, que havia entrado há poucos instantes, sentiu fortes dores no ombro e foi substituído por Léo Medeiros. As alterações foram determinantes para a partida, já que o rubro-negro esbarrava na falta de capacidade de seus meias criativos. Como Rômulo e Jaílton tem pouca “intimidade” com a bola, Cristian procurou auxiliar os dois meias na função, e Obina procurou sair com pouco mais da área.

A partir daí, começou o espetáculo de Bruno: Após belos chutes de Conca e Perdigão, o camisa 1 fez duas boas defesas. Premiado com a situação, o Flamengo empatou a partida: Após um chutão de Fábio Luciano, a zaga do Vasco bateu cabeça e Leonardo Moura, aproveitando saída errada de Sílvio Luiz, tirou o goleiro do lance e empatou o placar. E, mais uma vez, não fazendo justiça àquilo que vinha sendo a partida. O Flamengo criava poucas oportunidades, e era bem previsível no setor ofensivo, enquanto o Vasco, sem contar com noite inspirada de Darío Conca – preso a forte marcação de Cristian, o melhor jogador na linha do Mengão -, superou suas limitações e dominou o jogo.

Sem alterações, as duas equipes voltaram a campo e o Vasco continuou melhor: Novamente, em chutes de Darío Conca e Perdigão, Bruno fez duas defesas plásticas, em voadas sensacionais no canto.

Bruno era decisivo, e o jogo parecia fadado ao empate. Celso Roth, percebendo a superioridade na partida, colocou Andrade no lugar de Perdigão, visando explorar a técnica no meio-campo, e colocou o “espírita” Alan Kardec no ataque, para a saída de Marcelinho, que fez boa partida. As equipes se mantinham cautelosas, e Conca, em jogada individual, invadiu a área e o arrojado Bruno tomou-lhe a bola.

A partida caiu no quesito nível técnico, porém em emoção, aumentou mais ainda. E o lance fatal da partida foi deixado para o último lance da partida: Leandro Amaral chutou a queima-roupa, e Bruno, pela quinta vez, fez uma nova defesaça na partida. Na sobra, Wágner Diniz chutou forte e Alan Kardec, atacante vascaíno, impediu o gol, com um toque de cabeça despretensioso, que foi fatal para os planos vascaínos, que não conseguiram voltar a zona da Libertadores. Já o Flamengo, que poderia alcançar a zona da Sul-Americana, manteve-se numa posição intermediária da tabela.

Flu não encontra dificuldades e vence o América de Natal

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Por Gabriel Seixas


Não foi do jeito que os tricolores imaginavam. Esperando uma atuação de gala da equipe contra o fraquíssimo time do América de Natal, o Fluminense fez um primeiro tempo inconstante, mas se achou no segundo e construiu sua vitória por 2 a 0, com gols de Alex Dias e Thiago Neves, sem maiores dificuldades. O tricolor carioca mantém a oitava posição, mas agora com uma vantagem: A equipe, por no mínimo uma rodada, não poderá perder mais posições na tabela, já que tem 40 pontos e o Sport, 9º colocado, tem 36. Já o América, fadado ao rebaixamento, é lanterna com apenas onze pontos.

Renato Gaúcho, apesar de contar com o lateral Gabriel para o duelo, em compensação, tinha os desfalques de Thiago Silva, contundido, e Maurício, expulso na última partida. Roger e Fabinho, respectivamente, os substituíram.

Já o América, atuando num revolucionário 3-7-0, já que nem Paulo Isidoro, tampouco Souza são atacantes (e ambos não fizeram a função nesse setor), o Mecão entrou com apenas dois jogadores de criação, e 3 volantes.

O Tricolor começou a partida em alta velocidade, impondo seu ritmo de jogo. Alex Dias, ainda aos 3 minutos, acertou a trave, num gol praticamente feito. Somália, aos 15, exigiu boa defesa do goleiro Sérvulo, que trabalhou – e muito – na partida. Após salvar outro gol do Flu, desta vez ameaçado por Luiz Alberto, Sérvulo foi protagonista de um lance curiosíssimo: O goleiro foi punido por ficar mais de seis segundos com a bola, o que infringe a regra básica do futebol. Na cobrança do tiro livre, Thiago Neves cobrou mal e mandou pra fora.

A insatisfação de Renato Gaúcho era notória. Tanto que, no intervalo, o técnico lançou Cícero no lugar do inoperante David, e promoveu a estréia do lateral Gabriel, para a saída de Rafael. A equipe entrou com outra postura, e após boa jogada de Gabriel pelo flanco direito, Thiago Neves mandou pra fora. A pressão e a soberania do Flu na partida foram recompensadas: Thiago Neves, após jogada confusa de Somália, levantou na área e Alex Dias mandou de cabeça, abrindo o placar. O mesmo Alex Dias, após passar pelo goleiro Sérvulo e pelo zagueiro do Flu, não conseguiu concluir a gol.

Renato Gaúcho queria mais: O técnico lançou o atacante Soares no lugar do volante Fabinho, mostrando sua insatisfação com o placar. Já Paulo Moroni gastou as suas três que lhe restavam: O meia Léo Papel substituiu Souza, o atacante Wendes, fazendo sua estréia, substituiu o isolado Paulo Isidoro, e o meia Rogélio Ávila entrou no lugar do volante Reinaldo. Provavelmente, você já deve ter notado algum Rogélio no América, não? Pois bem, o Mecão não só conta com um, e sim com dois Rogélios! Acredite se quiser!

Porém, a união rogeliana não foi suficiente para que Thiago Neves, em jogada individual, arriscasse de fora da área e mandasse um canhão no fundo do gol de Sérvulo, marcando um golaço, e fechando o placar em 2 a 0. Agora, o Fluminense tem o clássico “vovô” contra o Botafogo, enquanto o América visita o Goiás, no Serra Dourada.

domingo, 16 de setembro de 2007

Botafogo vence Timão fora de casa

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Por Matheus Mandy


Em jogo de estréias, Botafogo leva a melhor contra Corinthians


Em um jogo repleto de estréias, Corinthians e Botafogo se enfrentaram no Pacaembu neste domingo. O Timão estreava vários jogadores: Fábio Braz, Iran, Aílton e Héverton e o Botafogo tinha no gol, a estréia de Roger.
O jogo começou com o Corinthians indo para cima utilizando as laterais do campo. Em um cruzamento de Iran, Roger saiu bem mas a bola sobrou para Fábio Braz que chutou e Juninho salvou em cima da linha. Logo depois o lance mais polêmico da partida, Dodô ganhou de Fábio Braz e quando já estava dentro da área foi derrubado, o árbitro Carlos Eugênio Simon marcou apenas falta.
Ainda no primeiro tempo, Zé Roberto tabelou com Reinaldo e chutou por cima do gol de Marcelo, logo depois, após cabeça de Dodô a bola passou rente a trave. No final do primeiro tempo Bruno Octávio chutou e a bola passou perto do gol de Roger.
No segundo tempo o Botafogo tomou a iniciativa e dominava o meio-campo. Lúcio Flávio após rebatida da defesa chutou de primeira, assutando Marcelo. Aos 17 minutos, Dodô deu um lindo elástico entre as pernas de Fábio Braz e depois foi abafado por Iran.
Aos 27 minutos, Moreno lançou Adriano Felício (os dois haviam acabado de entrar), Felício dominou e rolou para Dodô, que gingou na frente de Fábio Bráz e chutou sem chances para Marcelo, 1 a 0 Botafogo. A partir daí o Corinthians pressionou o Botafogo, em chutes de Vampeta e Carlos Alberto o goleiro Roger fez boas defesas. Em bola parada, Moreno chutou forte e Marcelo fez boa defesa.
No final da partida, Fábio Braz aproveitou cruzamento de Héverton e cabeceou para grande defesa de Roger. Depois disso o Botafogo cozinhou o jogo e garantiu os três pontos.
Com a vitória o Botafogo voltou para a Zona da Libertadores, já o Corinthians voltou a ser assombrado pelo rebaixamento. O Timão volta a campo no próximo domingo, quando enfrenta o Palmeiras pelo Brasileirão. Já o Botafogo joga na quarta-feira pela Copa Sulamericana contra o River Plate/ARG e no domingo contra o Fluminense pelo nacional.

Público: 8.759 (7.794 pagantes)
Renda: R$120.182,00

Corinthians: Marcelo, Iran, Fábio Braz, Betão e Gustavo Nery; Bruno Octávio, Carlão, Vampeta (Carlos Alberto) e Ailton (Héverton); Arce (Lulinha) e Finazzi
Técnico: Zé Augusto.
Botafogo: Roger, Alex, Juninho e Renato Silva; Joilson, Leandro Guerreiro, Lucio Flavio (Coutinho), Zé Roberto e Athirson (Moreno); Reinaldo (Adriano Felício) e Dodô
Técnico: Cuca.

Cartões Amarelos: Fábio Braz, Gustavo Nery, Carlão e Vampeta (COR); Juninho, Leandro Guerreiro, Zé Roberto e Athirson (BOT)

Análise: Os dois times entraram com três zagueiros, o que baixava a qualidade na saída de bola das equipes. O Corinthians começou dominando o meio-campo, mas, deixou o Botafogo crescer na partida e foi encurralado no seu campo de defesa. Utilizando bem as pontas do campo, a equipe carioca fez o seu gol e criou outras oportunidades.

Análise da Arbitragem: Os assistentes Roberto Braarz e Luiz Porto foram poucos exigidos, mas, trabalharam bem. Já o árbitro Carlos Eugênio Simon, errou ao marcar falta de Fábio Braz em Dodô fora da área, quando na realidade foi dentro da área.

Jogaço no Mineirão!!! Cruzeiro vence e continua na briga

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Por Leonardo Martins


Foi um jogo que teve tudo o que um grande clássico tem que ter. Na tarde deste domingo, no Mineirão, Atlético e Cruzeiro fizeram o clássico mineiro. Em um jogo sensacional e cheio de acontecimentos, o Cruzeiro venceu o Atlético por 4 a 3 e continua na briga pelo título.

Desde os primeiros minutos a partida foi emocionante, as duas equipes partindo para cima e o jogo se tornou aberto. O Cruzeiro logo abriu o placar, aos 11 minutos, Roni recebeu passe na esquerda e chutou sem chances para Edson. O Cruzeiro explorava as subidas do lateral Coelho e criava chances de gols. Aos 22 minutos, o 1º lance polemico da partida aconteceu, Maicosuel foi derrubado fora da área e o juiz marcou pênalti, na cobrança, Roni cobrou bem e fez seu 2º gol na partida. Com a vantagem no placar, o Cruzeiro se afrouxou e deixou o Galo crescer na partida e, com falhas da zaga cruzeirense, conseguiu o empate. Aos 30 minutos, Coelho bateu falta e Fábio deu rebote para Gérson diminuir o placar. O Galo cresceu mais ainda e logo chegou ao empate, aos 37 minutos, o atacante Marinho aproveitou o cruzamento de Coelho e testou para o fundo das redes. A etapa terminou com muita calma e com o placar empatado

O segundo tempo chegou e com ele mais emoção e mais polemica. O Atlético continuava melhor no jogo e criando as melhores chances de marcar. Aos 11 minutos o juiz errou novamente em um pênalti, desta vez a favor do Galo, em um rápido contra-ataque, Marcinho tropeça em Fábio e o juiz marcou o pênalti. Na cobrança, o artilheiro Marinho cobrou com perfeição e virou o jogo para o Galo. Com a virada tomada, o técnico Dorival Júnior mexeu na equipe, colocando Kerlon e Guilherme assim como na partida com o Flamengo. Com as alterações, o Cruzeiro voltou a ter o comando da partida e fez a virada em cima do rival. Aos 16 minutos, começou a brilhar a estrela de Guilherme, ele acertou um chute de fora da área e empatou novamente a partida. O Atlético, nesta altura do jogo, já se encontrava perdido em campo, a zaga batia cabeça, propiciando vários lances de gols aos cruzeirenses. Aos 32 minutos, Guilherme novamente decidiu a partida como no 1º turno, após chute de Roni que Edson reboteou, o atacante mandou para as redes, virando novamente a partidas. Após o gol, a partida esquentou, aos 36 minutos, Kerlon fez a jogada da foquinha e o lateral Coelho não gostou e agrediu o cruzeirense, gerando um princípio de confusão, no final das contas, Coelho foi expulso por agredir Kerlon e deve pegar uma punição pesada no tribunal. Após a confusão, o Cruzeiro passou a administrar a partida e o Galo na base do desespero tentava alguma coisa, sem sucesso. Terminou o jogaço com vitória azul e um clássico sensacional.

O Cruzeiro, com o resultado, manteve a diferença de 9 pontos para o líder São Paulo e abriu boa vantagem em relação a Libertadores, com 48 pontos e a 7 do 1º fora da zona da Libertadores, na próxima rodada, o Cruzeiro tem um jogo duríssimo, enfrenta o Vasco no Rio. O Galo viu a zona de rebaixamento se aproximar com a derrota no clássico de hoje, está em 14º lugar e com 32 pontos, somente a dois da zona vermelha. Na próxima rodada, o Galo recebe o Inter no Mineirão.

Rodada de clássicos agita Brasileirão (2ª Parte)

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16/09 – 16h – Atlético-PR x Palmeiras

Jogo muito interessante em Curitiba. O Palmeiras, que entrou na zona da Libertadores na última rodada, pretende superar o Santos e tomar a 3ª colocação do time praiano, mas não conta com as estrelas do time, Valdívia e Edmundo, ambos machucados. Já o Furação conta com o retrospecto de nunca ter perdido para os paulistas na Arena da Baixada para sair da zona de rebaixamento. Jogo com um pouco de favoritismo para o Palmeiras.

16/09 – 16h – Sport x Paraná

Jogo de perigo para as duas equipes. Quem perder fica mais perto da zona de rebaixamento. Por isso espero um jogo aberto e com muitos gols. O Paraná pode voltar a zona de rebaixamento com uma derrota em Recife. O Sport pode se aproximar desta zona e conta com a força de sua torcida para que isso não ocorra. Favoritismo para o Sport por jogar em casa.

16/09 – 18h10 – Flamengo x Vasco

Promessa de recorde de público no Maraca hoje, são esperadas 70 mil pessoas para o clássico dos milhões. Será o 1º clássico entre as duas equipes dentro do campeonato, já que o do 1º turno foi adiado e será disputado em outubro. O Flamengo vem embalado com a vitória conseguida no último jogo contra o Cruzeiro e conta com os gols do xodó da torcida, Obina que jogará no lugar de Souza, suspenso, para se distanciar da zona de rebaixamento e continuar uma recuperação no campeonato. O Vasco saiu do G-4 após a derrota para o líder São Paulo na última rodada e pretende voltar a ela com uma vitória sobre o rival. O jogo é sem favoritos.

16/09 – 18h10 – Grêmio x Internacional

Outro clássico que pára um estado inteiro. As duas equipes buscam uma vitória para se aproximar do G-4 que vai a Libertadores. O Grêmio que joga em casa tem a força da sua torcida mas o inter quer devolver a derrota no 1º turno no Beira Rio. Tem tudo para ser um ótimo jogo com muita pegada e aberto. Sem favoritos.

16/09 – 18h10 – Figueirense x Juventude

Fechando a rodada em Florianópolis, um jogo de desesperados. O Juventude precisa da vitória para tentar sair da zona de rebaixamento. O Figueirense tem que continuar se recuperando no campeonato e se afastar da zona de rebaixamento. Jogo com favoritismo para o figueira.