domingo, 26 de agosto de 2007

Juventus e Lazio abrem a rodada inaugural do Calcio 07/08

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Por Gabriel Seixas


Nesta tarde de sábado, os Campeonatos Espanhol e Italiano deram o ponto de partida nesta temporada, com jogos de equipes tradicionais e muitos gols.
Pela Série A, a Juve estreou com o pé direito e, com show de Iaquinta e Trezeguet, goleou o Livorno por 5 a 1. Já a Lazio deu vexame em casa e, expondo suas deficiências, empatou com o Torino por 2 a 2, mesmo jogando com um a mais por pouco tempo da segunda parte do duelo. Confira o balanço:

A Série A teve seu ponto de partida dado hoje de tarde, pela recém-promovida Juventus, recebendo o Livorno. A equipe de Turim não precisou fazer muito esforço para vencer por 5 a 1, um placar elástico que deu moral a equipe frente a torcida.

Ranieri armou a Juve no 4-4-2 com algumas novidades: O jovem italiano Criscito fez companhia a Jorge Andrade na zaga, e por sinal, fez uma excelente partida. Nas laterais, o bom Salihamidzic e o italiano Chiellini fizeram boas partidas.No meio-campo, Ranieri lançou Almirón, Zanetti e Nocerino, que não comprometeram. Pavel Nedved, no auge aos seus 34 anos, mostra que é mesmo diferenciado. Numa partida até então discreta, em apenas um lance, ele consegue encantar todos os apreciadores deste belo esporte que é o futebol. Na frente, Del Piero começou como titular, deixando Iaquinta – que fez uma ótima pré-temporada – no banco.

Já o Livorno apostava na sua dupla de ataque, formada pelos jovens Rossini, e ela eterna promessa Francesco Tavano, para sair ao menos com um empate.

O goleiro Amélia teve muito trabalho no 1º tempo. Presa a forte marcação implantada pela equipe da Juve, o Livorno não levou perigo algum a meta de Buffon. Já a Juve encontrou o caminho do gol aos 28 minutos: Del Piero fez ótima jogada com Nedved e serviu Trezeguet, que de cabeça, marca o primeiro da Juve, e o primeiro gol do Calcio 07/08.

No segundo tempo, após ver seu time encurralado a forte marcação da Vecchia Signora, Orsi lançou o meio Volpe para a saída do inoperante Fillipini, e colocou o perigoso Diego Tristán no ataque, substituindo o apagado Tavano, que teve um mau início de temporada. Já Ranieri optou pela entrada do grandalhão Iaquinta para a saída de Del Piero, que até então, tanto tecnicamente quanto taticamente, vinha sendo importante a equipe da Juve. Ninguém entendeu.

Almirón teve uma boa chance no início do segundo tempo de marcar o segundo, porém desperdiçou. Mas, quem levou perigo de verdade foi o Livorno, em bom chute de Galante que saiu por cima.

Porém, o jogo era mesmo da Juve. Aos 26, Iaquinta comprova o seu faro de gol e marca o segundo da Juve na partida. Com o gol, Ranieri resolve lançar Zebina e Tiago nos lugares de Salihamidzic e Almirón.

Porém, o resultado elástico foi construído apenas no final da partida. Aos 40, novamente ele, Vincenzo Iaquinta, marca o segundo dele na partida, o terceiro da Juve. Trezeguet, aos 43, aumenta o placar e marca o quarto da Juve, o segundo dele na partida. O francês faz um início de temporada convincente, apagando a má impressão deixada na Série B, quando ficou no banco em algumas partidas.

Nos acréscimos, dois gols: O quinto da Juve foi fantástico: Nedved fez uma jogada sensacional e serviu Trezeguet, que fez seu hat-trick e abriu 5 a 0 para a Juve. No fim, ainda deu tempo de Loviso, aos 48 minutos da segunda etapa, descontar e fechar o placar em 5 a 1.

A Lazio, pouco depois do jogo da Juventus, também fez sua estréia no Calcio. Porém, a equipe não repetiu o feito da Vecchia Signora e ficou apenas no empate com o Torino, em casa, por 2 a 2. Após sair perdendo, a equipe virou o jogo, porém cedeu o empate.

O técnico Rossi decidiu manter o ousado 4-3-1-2, com Rocchi e Pandev na frente, sendo auxiliados por Ledesma, Del Nero e Mutarelli. Já o Torino apostava na dupla de ataque formada por Bjelanovic e Ventola, que não pôde contar com Di Michele, suspenso pela federação por 3 meses.

O que ninguém esperava era que a Lazio fosse surpreendida ainda no primeiro tempo. Mesmo tendo o domínio da partida, a equipe saiu perdendo, com um golaço do jovem Rosina, candidato a mais bonito da rodada.

Porém, logo aos 11 minutos, Pandev inicia uma reação imediata e empata a partida. 5 minutos depois, Rocchi vira a partida e deixa a Lazio em vantagem. Porém, Vailatti, aos 23 da segunda etapa, empatou a partida.

Pela Lazio, Scaloni e Meghni entraram para a equipe tentar buscar a vitória. No Torino, além da entrada de Vailatti (que marcou o gol da vitória) no lugar de Bjelanovic, entraram Zanetti e Rubin na equipe visitante.

No fim da partida, o defensor Comotto ainda foi expulso. Porém, não havia mais tempo para nada, e a Lazio, novamente expondo suas limitações, tanto táticas, quanto técnicas – assim como na partida contra o Dínamo Bucaresti – estréia com o pé esquerdo na competição.

Eredivisie – PSV Eindhoven vence mais uma e assume a liderança provisória do Holandês

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Por Gabriel Seixas


Quatro jogos marcaram o complemento da segunda rodada da Eredivisie, que ainda terá mais quatro jogos amanhã. Confira o balanço dos jogos de hoje:

Conquistando sua primeira vitória na competição, o VVV Venlo derrotou o Excelsior de virada por 3 a 1, e não deu chances a equipe adversária. Siebe Blondelle, Nordin Amrabat e Samir El Gaaouiri marcaram os gols da equipe da casa. Geert den Ouden descontou para o Excelsior, e a partida ficou nisso.

Já o Willem II deixa escapar uma vitória que parecia relativamente fácil, e cede o empate para o Sparta Rotterdam em 2 a 2. Em 32 minutos, Anouar Hadouir e Said Boutahar abrem 2 a 0 para a equipe da casa. Porém, ainda no 1º tempo, Charles Dissels marca seu segundo gol na competição e diminui o placar. Eis que, no último minuto de jogo, Darryl Roberts aproveita bobeira da zaga e fecha o placar, empatando a partida.

Já o Vitesse, que surge como principal zebra neste início de temporada, vence o empolgante AZ Alkmaar e agora também soma 6 pontos na competição. O gol da vitória foi marcado por Santi Kolk, aos 26 minutos da primeira etapa. Depois disso, o AZ ainda ensaiou uma reação, mas não concluía a gol. Sentindo a falta de Shota Arveladze, destaque na temporada passada, o AZ perde a primeira na Eredivisie.

Fechando a rodada, o todo poderoso PSV Eindhoven vence mais uma e goleia em casa o NEC Nijmegen, por 5 a 0. A equipe da casa iniciou o show logo aos 7 minutos, com Danko Lazovic. Aos 44, o ganes Eric Addo, que disputou a Copa do Mundo /06 pela seleção de Gana, aumentou o placar. E, nos 7 minutos finais de partida, três gols. Aos 38, Lazovic marca o segundo dele na partida, o terceiro do PSV. O quarto saiu dos pés do brasileiro Fagner, ex-Corinthians e que teve uma passagem relâmpago pelo Vitória-BA. Fechando o placar, Otman Bakkal fez 5 a 0 e decretou a liderança provisória da equipe de Eindhoven.

Superliga - Benfica decepciona e fica apenas no empate com o Vitória de Guimarães

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Por Gabriel Seixas


O Benfica, no Estádio da Luz, recebeu o mediano Vitória de Guimarães e se deu mal. Num jogo totalmente insosso, as duas equipes empataram em 0 a 0. Já o Sporting Braga, recuperando-se da derrota em casa para o Porto, visitou o Belenenses e venceu por 2 a 0.

O Braga, mesmo jogando fora de casa, teve as principais chances de gol desde o início da partida. Tanto que, logo aos 2 minutos, Hussaine chutou e o goleiro Costinha fez boa defesa. Na jogada seguinte, Vandinho arremata cruzado, mas a bola vai para a linha de fundo.

Aos sete minutos, o avançado João Tomás sai de campo contundido e é substituído pelo austríaco Ronald Linz, que fazia sua estréia com a camisa do Braga. Em seu primeiro lance, aos 21, o jovem é derrubado na área e o árbitro assinala pênalti. Na cobrança, César Peixoto faz 1 a 0 Braga.

O segundo tempo foi praticamente o mesmo que o primeiro, e o Braga, apesar de estar vencendo, continuava tendo as principais ações ofensivas da partida. Até que, aos 13, Hussaine rouba bola no meio-campo, lança Linz, que chuta e o goleiro defende. Na sobra, Vandinho conclui para as redes e marca o gol da vitória da equipe bracarense.

Até o fim da partida, o retrato manteve-se o mesmo, e o Braga consegue seus primeiros pontos na competição. Já o Belenenses tem apenas um ponto ganho, e complica sua situação no início da temporada.

Já o Benfica, apostando no técnico Camacho para sair com a vitória, decepcionou a torcida que compareceu ao Estádio da Luz e ficou no empate sem gols com o Vitória de Guimarães. Camacho lançou o jovem Miguel Victor na zaga, fazendo companhia a Katsouranis, que fez uma partida taticamente muito boa. No meio-campo, Petit e Rui Costa ficaram um pouco mais recuados, liberando Nuno Assis e Fábio Coentrão para jogarem numa faixa mais a frente. No ataque, a dupla Nuno Gomes – Cardozo, muito mal contra o Leixões, foi mantida.

A melhor chance do primeiro tempo foi desperdiçada por Nuno Gomes, que perdeu o gol mais feito da vida dele. Se no 1º tempo a pontaria não funcionou, no segundo ela ficou um pouco mais calibrada, mas não encontrou o caminho das redes. Logo no início, Rui Costa disparou por cima e Cardozo desviou, isolando a bola.

Camacho ainda decidiu lançar os jovens Romeu Ribeiro e Bergessio nos lugares dos inócuos Nuno Gomes e Cardozo. A pontaria não funcionou, e o Benfica não saiu do zero em casa.

Série C - Na abertura da quarta rodada, Coruripe perde a invencibilidade e o América é derrotado fora de casa

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Por Gabriel Seixas


Dois jogos abriram a quarta rodada da Série C neste sábado. No Serra Dourada, o Atlético Goianiense, com um gol em cada tempo, derrotou o América/RJ por 2 a 0. Já o ABC venceu em casa o Coruripe pelo mesmo placar e se reabilitou na competição. Mais do que a vitória, foi a perda da invencibilidade da equipe alagoana na competição. Agora, só o Bahia ainda não foi derrotado nesta Série C.

No Serra Dourada, o Atlético Goianiense recebeu o América do Rio. As equipes já haviam se enfrentado em Edson Passos, semana passada, e o Diabo havia goleado por 3 a 0, placar construído ainda no primeiro tempo. Porém, desta vez a história foi outra, e o vencedor foi o time goiano, por 2 a 0. O Atlético pressionou desde o início, e a primeira chance surgiu aos 20 minutos, quando Delmer fintou Santiago e bateu forte, para defesa de Donizeti. Aos 44, o mesmo Delmer entrou na área e chutou forte, abrindo o placar para o Dragão, na falha de Donizeti.

Aos 15 do segundo tempo, Marquinhos aproveita cruzamento da direita e marca o segundo, fechando o placar e levando o Atlético a liderança do grupo, em igualdade de pontos com o mesmo América. Porém, a equipe do Rio tem um saldo maior que a equipe goiana.

No Frasqueirão, o ABC, buscando a reabilitação no campeonato, recebeu o invicto Coruripe e contou com o apoio maciço da torcida. Mais de 11 mil torcedores lotaram o Frasqueirão, mostrando que o torcedor não desistiu da equipe.

Após ver um primeiro tempo insosso das duas equipes (com o Coruripe jogando nos erros da equipe potiguar), o ABC abriu o placar aos 13 da segunda etapa, com Nêgo. O lateral marcou o terceiro gol dele na competição, e tornou-se o artilheiro do alvinegro na Série C. 7 minutos depois, Rogerinho amplia e quebra a invencibilidade do Hulk na competição.

Cruzeiro vence Corinthians e Carpegiani cai

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Por Saimon Nouh

O Cruzeiro derrotou o Corinthians por 3x0 neste sábado, devolveu o placar do primeiro turno e se firmou na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. O resultado, que frustrou a torcida alvinegra, gerou a demissão do técnico Paulo César Carpegiani do comando da equipe do Parque São Jorge, que agora está sem técnico.
Com o placar, o Cruzeiro chegou aos 38 pontos, abriu quatro para o terceiro colocado Vasco e se concretiza como principal candidato a impedir o bicampeonato do líder São Paulo, que joga neste domingo, em casa, contra o Náutico.
O destaque da raposa, que não contou com Roni e Guilherme, machucados, e Wagner, suspenso, foi Alecsandro, irmão de Richarlysson. Com os dois gols marcados neste sábado, o atacante chega a nove desde que chegou ao clube no fim do primeiro turno e fica a três do topo da artilharia. Com a derrota, a equipe alvinegra fica com 27 pontos, na 13ª colocação do Campeonato Brasileiro, apenas seis acima do Flamengo, primeiro time a figurar na zona do rebaixamento e que tem dois jogos a menos que o Corinthians. Ao fim do jogo, o técnico Carpegiani foi demitido na saída do vestiário e fez o anúncio do fato em entrevista coletiva pouco após a partida. Então vamos ao jogo.

Aos 28min da primeira etapa, depois de cruzamento de Marcelo Moreno, Alecsandro dominou na pequena área, girou sobre Fábio Ferreira e tocou antes da saída de Felipe. O goleiro, aliás, foi o responsável pelo Corinthians não ter saído do jogo com uma "sacola de gols", como ele mesmo definiu no intervalo. No segundo tempo, o panorama continuou o mesmo. Desorganizados, os donos da casa não conseguiram criar no ataque, e ainda deixaram o time mineiro ampliar. Com chute de fora da área que desviou em Ricardinho, Jonathan fez aos 17min da segunda etapa. Aos 35min, Alecsandro aproveitou rebote de Felipe e marcou o terceiro.
Na próxima rodada, na quarta-feira, o Cruzeiro visitará o Paraná na Vila Capanema, enquanto o Corinthians irá até Minas Gerais para enfrentar o Atlético-MG.

Confira a ficha do jogo:

CORINTHIANS
Felipe; Fábio Ferreira, Zelão e Betão; Edson (Moradei), Vampeta, Ricardinho e Gustavo Nery; Arce (Everton Santos), Finazzi e Wilson (Dentinho).
Técnico: Paulo César Carpegiani.
CRUZEIRO

Fábio; Jonathan, Emerson, Thiago Heleno e Fernandinho; Charles, Ramires, Maicossuel (Marcinho) e Leandro Domingues (Aldo); Alecsandro e Marcelo Moreno (Nenê)
Técnico: Dorival Júnior.
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison e Paulo Ricardo Conceição (ambos do RS)
Cartões amarelos: Betão (CO), Emerson (CR), Ricardinho (CO) e Thiago Heleno (CR)
Gols: Alecsandro, aos 28min do primeiro tempo; Jonathan, aos 17min, e Alecsandro, aos 35min do segundo tempo.

Fluminense é prejudicado pela arbitragem e fica apenas no empate com o Grêmio

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Por Gabriel Seixas

Com uma atuação polêmica de Paulo César Oliveira, árbitro paulista da FIFA e que foi bastante questionado no gol do Grêmio, marcado aos 43 do 2º tempo, o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Grêmio e complicou a sua situação no campeonato. Se o fantasma do rebaixamento passava longe das Laranjeiras, agora está se aproximando cada vez mais. O Grêmio, momentaneamente é o sexto colocado, a 2 pontos do G-4 da competição.

No duelo de tricolores, o carioca vinha com algumas improvisações. Sem Carlinhos e Rafael, machucados, Renato Gaúcho teve de improvisar mais uma vez o jovem Maurício na lateral-direita. Romeu, suspenso, foi substituído por Fabinho, que voltou de contusão. Outra novidade era a presença de Alex Dias no banco de reservas. Renato armou no Fluminense no 4-3-1-2, apostando no talento de Thiago Neves – que vem desequilibrando a favor do Flu - , e na dupla de centroavantes, formada por Rodrigo Tiuí e Somália.

Já o tricolor gaúcho, sob o comando de Mano Menezes, foi armado no 4-2-3-1. Mano, sem contar com o trio Carlos Eduardo – Tcheco – Diego Souza, armou a meiuca com Ramon pelo meio, Anderson Pico aberto pela esquerda, e Kelly aberto pela direita, servindo o centroavante Marcel.

O Fluminense, desde o início da partida, tinha a maior posse de bola e as melhores chances e abrir o placar. Eis que, aos 14, em jogada ensaiada numa cobrança de falta, Thiago Neves rola para Thiago Silva que solta um foguete. Saja aceitou, e o Flu abriu o placar.
O jogo ficou morno, sem maiores chances de gol. O Grêmio só esboçava alguma reação nas bolas paradas, tanto com os escanteios, quanto pelas cobranças de falta. Tanto que, o Grêmio só veio criar uma boa jogada aos 21 minutos. Neste lance, Somália agarrou William na área e o árbitro Paulo César de Oliveira, corretamente, deu pênalti. Na cobrança, Marcel chutou forte no canto e Fernando Henrique fez uma defesa sensacional, mantendo a vitória parcial do Flu.

Era mesmo dia de Fernando Henrique. Aos 27, ele evita um gol sem querer de Hidalgo, que tentou o cruzamento, e acabou encobrindo o goleiro. O Fluminense ameaçava pouco, contando apenas com a individualidade de Thiago Neves em um ou outro lance.

Na volta para o intervalo, as duas equipes voltaram com as suas formações iniciais. E o Grêmio tomou a iniciativa no início da segunda etapa, e Kelly, aos 3 minutos, parou na muralha chamada Fernando Henrique, fazendo sua terceira defesa na partida.

A partir daí, os técnicos resolveram mexer. Renato Gaúcho, visando um contra-ataque mais poderoso, lançou os rápidos Soares e Alex Dias (que voltou aos gramados depois de quase 50 dias), nos lugares dos inócuos Somália e Rodrigo Tiuí. Mano Menezes colocou Patrício no lugar de Anderson Pico, e foi bastante contestado pelo torcedor gremista.

Aos 43 minutos, já com as entradas do jovem Adílson e do experiente Tuta na equipe do Grêmio, o tricolor gaúcho empatou a partida em um lance indiscutível. Aos 43 minutos, um cruzamento vem da esquerda e Fernando Henrique parecia segurar tranqüilamente a bola. Eis que Marcel, desviando a trajetória da bola com a mão, “serve” Patrício, que de frente para o gol, não desperdiça e empata a partida. Paulo César Oliveira e Ednilson Corona chegaram a um consenso e validaram o gol.

O Fluminense não se abateu, e aos 45, brilhou a estrela de Saja. Após falta cobrada por Thiago Neves, Alex Dias desvia e o goleiro argentino faz uma defesa sensacional, evitando a derrota.

sábado, 25 de agosto de 2007

Campeonatos Internacionais - Bundesliga e Eredivisie

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Por Gabriel Seixas


A Bundesliga teve sua terceira rodada iniciada com um jogo importante para o momento da competição: O Hamburgo, vice-líder da Bundesliga e em igualdade de pontos com o Bayern München, líder da competição, visitou o Bochum, que somou 4 pontos em dois jogos, e ocupava a quinta colocação na tabela. Jogando com um homem a menos por boa parte do segundo tempo, o HSV não evitou a derrota e perdeu por 2 a 1.

Huub de Stevens, técnico do Hamburgo, não contava com três jogadores para o duelo: Juan Pablo Sorín, Collin Benjamin e Mário Fillinger, todos contundidos. A escalação da equipe foi a mesma daquela que venceu o Bayer Leverkusen, por 1x0, mantendo o 4-2-3-1 tradicional da equipe.

Já o Bochum contava com força máxima, e uma demonstração de superação incrível no decorrer da partida. Marcel Köller manteve o 4-3-1-2, com o artilheiro Tommy Bechmann na frente, tendo a companhia do útil Epalle. Além dos dois, Stanislav Sestak era outra peça fundamental na partida, e no próprio elenco do Bochum, homem de confiança de Köller.

O jogo começou morno, e a melhor oportunidade só veio surgir aos 35: Zidan, na entrada da área, disparou e a bola foi pra rede....do lado de fora. O Bochum, jogando nos erros do adversário, acabou marcando o gol inaugural da partida. Ele veio com Sestak, que não deu bobeira e tirou do alcance do goleiro Rost, até então invicto na meta do HSV nesta Bundesliga.

Porém, o segundo tempo pegou fogo. Voltando com a mesma formação inicial, as duas equipes faziam um jogo equilibrado, e muito preso no meio-campo. Ambas as equipes sofriam com a falta de criatividade dos seus principais jogadores, tanto Bechmann para o Bochum, quanto van der Vaart para o Hamburgo.

Stevens, então, resolveu mexer. Trocou o inoperante Trochowski para a entrada de Ben-Hatira, visando uma maior velocidade nos contra-ataques da equipe visitante. Só que, a situação que já estava complicada para o HSV, ficou pior ainda um minuto depois: Vincent Kompany, que se destacou nos dois jogos iniciais do Hamburgo, perdeu a cabeça e deu uma entrada violenta em Bechmann, o que resultou na sua expulsão (já que era o último homem do HSV no setor defensivo).

Com isso, o Bochum passou a ter tranquilidade para tocar a bola e cadenciar a partida. O panorama da partida não mudou com a entrada de Olic, tampouco com a de Paolo Guerrero, nas vagas do apagado Zidan e do cansado Romeo Castelen. Koller optou pela entrada de Mieciel no lugar de Bechmann, que já tinha cartão amarelo.

Aos 37 da segunda etapa, Koller resolve colocar Imhof no lugar de Zdebel. Uma alteração que parecia ser como todas as outras, mas que alterou o panorama da partida e tranqüilizou a equipe da casa. Em 19 segundos no campo, Imhof acerta um bom chute (após cobrança de lateral) e bota no ângulo, fazendo 2 a 0 Bochum.

No final da partida, aproveitando pênalti sofrido por Jarolim, van der Vaart cobrou e diminuiu o placar. Sem saber lidar com um homem a menos, o HSV perde a primeira na competição, e provavelmente, deve se distanciar do líder Bayern de Munique.


Já a Eredivisie teve apenas um jogo realizado: O Roda, recuperando-se do empate na primeira rodada contra o NEC Nijmegen, derrotou o Heracles em casa por 2 a 1, e agora soma 4 pontos na competição. Entretanto, o Heracles continua sem marcar nenhum ponto, já que perdeu para o todo poderoso PSV Eindhoven na primeira rodada da Eredivisie.

Não demorou muito para o Roda abriu o placar, com Roland Lamah, que marcou seu segundo gol na competição, logo aos 4 minutos. A partir daí, gols só no segundo tempo: Aos 31 minutos, Klavan empatou para a equipe visitante. 4 minutos depois, Pa Modou Kah marcou o segundo do Roda, dando a vitória a equipe da casa.