domingo, 23 de março de 2008

Galo volta a sorrir no Mineirão

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Por Leonardo Martins

Na tarde deste domingo, no Mineirão, Atlético e Tupi realizaram partida pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro. O Atlético quebrou a invencibilidade da equipe do interior ao vencer por 3 a 0 e continua no G-4 que classifica para as semifinais. A Vitória veio dois dias antes do Centenário do Atlético.

O Galo contou com a volta do ídolo da torcida, Marques, e o esquema com 3 atacantes, começou em cima do Tupi. Logo no 2º minuto de jogo, Thiago Feltri foi derrubado na área por Reginaldo e o juiz marcou pênalti. Na cobrança, Márcio Araújo bateu bem e abriu o placar para o Galo. O Tupi saiu em busca do empate e equilibrou o jogo com uma marcação eficiente e bom toque de bola. O Atlético diminuiu o ritmo e deixou ser dominado pelos visitantes. A equipe do interior anulou as principais jogadas do Galo e aproveitou os erros para criar chances para empatar, mas o ataque não aproveitou essas chances. A melhor chance do Tupi no 1º tempo foi com Gedeon que, em chute de longe, exigiu uma boa defesa de Juninho. O Galo saiu para o intervalo sob vaias da torcida, mesmo com a vitória no placar.

O técnico atleticano sentiu que o time tava mal em campo e mexeu na equipe no intervalo, tirou o lateral Nêgo (que foi muito vaiado pela torcida) e o meia Souza para as entradas de Gérson e Marinho. O Galo voltou muito melhor, acertou a marcação e dominou o jogo. O Tupi sentiu a marcação e não conseguiu atacar. Os mandantes conseguiram o 2º gol aos 10 minutos, Danilinho alçou para Marques que devolveu para o atacante, de bicicleta, marcar na saída de Marcelo. O gol desestruturou a equipe de Juiz de Fora que desanimou na partida e foi presa fácil para o Galo fazer o 38º gol. Aos 17 minutos, Marques cruzou para a área e encontrou Gérson, que encheu o pé e decretou a vitória atleticana. Após o 3° gol, o jogo diminuiu o ritmo, o Galo administrando o resultado e o Tupi, sem forças para reagir, não criou chances. O Atlético quase fez o 4º com Danilinho que acertou o travessão em um lindo chute, aos 45 e o jogo terminou com uma boa vitória atleticana, que volta a vencer após 3 jogos.

O quase centenário Atlético (completa 100 anos na terça-feira) foi para o 3º lugar com 16 pontos e deu um bom passo rumo as semifinais. Na próxima rodada, o Galo vai a Andradas enfrentar o Rio Branco. O Tupi perdeu a invencibilidade no campeonato e caiu para o 2º lugar com 18 pontos e permanece na capital, já que na 4ª feira, vai Nova Lima enfrentar o Villa.

Atenção torcida atleticana, o Centenário do Galo será assunto nos próximos dias aqui no Esporte é Vida.

Cruzeiro sofre mas vence a Pantera

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Por Leonardo Martins


Na tarde deste sábado, em Governador Valadares, o Democrata local recebeu o Cruzeiro em jogo válido pela 9ª Rodada do Campeonato Mineiro. Jogando com 2 jogadores a menos a maior parte do jogo, a Pantera dificultou e muito as coisas para a Raposa, mas no final, a equipe da capital conseguiu a vitória por 2 a 1 e está praticamente classificada as semifinais do Mineiro.

Desta vez, Adilson não poupou jogadores e mandou a campo o que tinha de melhor no momento. Com os titulares, o Cruzeiro começou um pouco melhor em campo, com mais posse de bola. O Democrata apostava em contra-ataques puxados pela dupla de ataque, Ely Thadeu e Diego Campos, e numa marcação que dificultou as coisas para o time azul. O Cruzeiro usava a velocidade de Apodi para criar as melhores situações de gol. Aos 14 minutos, começaria a clarear as coisas para o Cruzeiro, Apodi sofre falta de Júlio César, que já tinha amarelo e leva outro amarelo e é expulso.

Com a vantagem numérica em campo, a Raposa começou a pressionar, mas sempre esbarrava na ótima marcação da Pantera e criava poucas chances, as melhores chances foram em 2 chutes de longe de Ramires e 1 de Apodi, que assustaram o goleiro Vilar. O Democrata abdicou do ataque, só passando a se defender. Apodi, com sua velocidade, enlouquecia a defesa democratense que só o parava em falta e passou a ser decisivo na história da partida. Aos 41 minutos, em mais uma arrancada do lateral, Everton faz falta violenta e também é expulso. A pressão Azul aumenta com outra expulsão, Jonathan acerta o travessão, aos 42. Aos 43, finalmente o 1º gol saiu, Wagner cruzou na medida para o centroavante Marcelo Moreno, de cabeça, mandar para o fundo das redes, 1 a 0 Cruzeiro. Antes do intervalo, Moreno acerta outra bola no travessão e o técnico Adilson Batista coloca o atacante Joabe no lugar do volante Elicarlos, dando mais poder ao ataque. Estaria se desenhando uma goleada azul no 2º tempo?

Com 3 atacantes e 2 jogadores a mais, todos os torcedores azuis que acompanhavam o jogo tinham certeza que pintaria uma goleada. Porém, a história foi outra. O Democrata, mesmo com 9 em campo, continuava com uma marcação eficiente e que dificultava as investidas do time da capital. Aos 9 minutos, Ely Tadeu marca o gol de empate em um chute de longe. Começaria ali, o drama azul em busca do gol da vitória. O jogo se tornou inteiramente do Cruzeiro, pois o Democrata ficou inteiro no campo de defesa e não abria espaços para a Raposa atacar. Adilson resolveu colocar mais duas pratas da casa, Zé Eduardo e Luiz Fernando, mas as dificuldades continuavam, o Cruzeiro tocava a bola de um lado para o outro esperando uma brecha para atacar. O tempo passava e a Pantera, heroicamente, segurava o Cruzeiro, que criou chances para marcar, com Marcelo Moreno e Wagner que obrigaram Vilar a fazer defesas importantes. Aos 42 minutos, Apodi, que continuara ser o melhor em campo na 2ª etapa, foi novamente decisivo para o resultado do jogo, o lateral acerta um belo chute da entrada da área e marcou o gol da vitória. Alívio para a Raposa e vitória consolidada.

O Cruzeiro voltou a liderança do campeonato com 19 pontos e tem jogo atrasado da 2ª rodada, na quinta-feira, contra o Ituiutaba, no pontal do triangulo. Já o Democrata continua ameaçado de rebaixamento, na 10ª posição com 9 pontos e na próxima rodada recebe o Social, em Valadares.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Aberta a 2ª fase da Copa do Brasil

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Neste meio de semana aconteceram os primeiros jogos de ida da 2ª fase da Copa do Brasil, foram 7 jogos disputados e algumas surpresas. O Inter foi a única equipe que conseguiu a vaga no 1º jogo. O Corinthians venceu fora mas não conseguiu a vaga antecipada. Atlético-MG e Vasco apenas empataram.

Nacional-AM 2x2 Atlético-MG – Por Leonardo Martins

Em Manaus, o Galo conseguiu o empate no último lance do jogo e levou um bom resultado para o Mineirão na partida de volta, dia 9 de Abril, onde pode empatar por até um gol que se classificará. O Atlético saiu na frente com uma bomba do volante Márcio Araújo, aos 19 minutos da 1ª etapa. O Naça virou com 2 falhas da defesa atleticana e com o artilheiro Garanha, no 1º gol ele mandou de cabeça após cruzamento de Esquerdinha, aos 25 da etapa inicial, e no segundo, aproveitou, de voleio lançamento da esquerda, aos 20 do 2º tempo. Quando a vitória do time amazonense já era dada como certa, Leandro Almeida empatou para os mineiros, aos 49 do segundo tempo. O lance gerou muita confusão, pois os jogadores do Nacional acharam que o bandeirinha tinha marcado lateral ao invés do escanteio, mas o juiz confirmou o gol de empate.

Chapecoense-SC 0x2 Internacional-RS – Por Leonardo Martins

O Inter foi a Chapecó e saiu com o resultado que queria, a vaga de forma antecipada as oitavas-de-final da Copa do Brasil e a não-realização do jogo de volta. O Inter venceu por 2 a 0 e eliminou a equipe catarinense da Copa do Brasil. O Colorado teve muitas dificuldades em Chapecó, mas conseguiu os gols no 2º tempo. Aos 29, Marcão cruza para a área e Alex de cabeça abre o placar. Quando o jogo já se encaminhava para o fim, o Inter marcou o gol da classificação. Aos 47, Adriano chutou cruzado e marcou. Final em Chapecó, 2 a 0 para os gaúchos e vaga assegurada na próxima fase.

Volta Redonda-RJ 0x0 Portuguesa-SP – Por Matheus Mandy

Jogando em Volta Redonda, a Portuguesa visitou o time da casa com um objetivo: eliminar o jogo de volta. No entanto, não contavam com a força ofensiva dos interioranos do Rio de Janeiro Logo no primeiro minuto de jogo, o atacante Fábio acertou um lindo voleio no travessão. A resposta foi imediata e Patrício quase abriu o placar de falta Denni e Fábio continuavam dando trabalho para André Luís, que se desdobrava para fazer defesas. No outro lado não era diferente, Christian e o lateral Patrício tentavam furar o bloqueio de Lugão. No segundo tempo, o jogo foi morno e sem grandes emoções. As equipes se enfrentarão ainda sem local definido daqui duas semanas.

Paraná/PR 1x0 Vitória/BA – Por Saimon Nouh

O Vitória foi até Curitiba tentando vencer o Paraná por dois gols de diferença para avançar diretamente as oitavas de final. Não conseguiu o que queria, e pior, nem conseguiu vencer o jogo.
O Paraná vinha embalado por duas vitórias seguidas no Campeonato Paranaense, a última até sobre o rival Atlético. Antes do jogo o Paraná apresentou o "novo mascote". Continua sendo a Gralha Azul, mas que agora está mais bonita.

O Paraná Clube atacou mais no primeiro tempo, mas pecou muito nas finalizações e não conseguiu fazer o gol. A melhor chance foi dos Paranaenses. Joélson arriscou uma bomba que passou do lado da trave. Ainda no primeiro tempo, Joélson marcou mas o juíz anulou, pois Joélson estava impedido.

No segundo tempo só dava Paraná. O gol saiu em uma jogada de bola parada. Clênio que entrou no intervalo sofreu a falta. Léo ajeitou a bola com carinho. A bola bateu no travessão e no rebote Joélson marcou de cabeça, 1x0 Paraná e placar final. O jogo de volta será dia 02 de abril, no Barradão. Se o Paraná marcar um gol, o Vitória vai precisar de três para alcançar a sua vaga.

Fortaleza/CE 1x2 Corinthians/SP – Por Saimon Nouh

O Corinthians foi até Fortaleza sabendo que não teria vida fácil pela frente. Isso foi comprovado logo no primeiro minuto de jogo. Erandir dividiu com Felipe e cabeceou para fora. O gramado estava horrível, pois chovia muito em Fortaleza e em todo o Ceará. Embalado no estadual o Fortaleza abriu o placar aos 30 minutos. Márcio Azevedo cruzou para Lúcio Bala que chutou, Felipe fez grande defesa, mas rebateu nos pés de Simão que sem querer abriu o placar para o time da casa.

A festa do FEC durou dois minutos. Foi o tempo que o Corinthians precisou para empatar o jogo. Marcel cobrou falta na área, e o zagueirão William, de costas para o gol, empatou o jogo em 1 a 1.Mano Menezes mudou a equipe para o segundo tempo. Tirou o apagado Evérton e pois Fábio Ferreira. O Corinthians melhorou mas ainda estava longe de marcar o gol. Irritado novamente, Mano tirou Marcel e colocou o uruguaio Beto Acosta, deixando o time mais ofensivo. E o uruguaio entrou bem e com quatro minutos em campo, virou o jogo para o Corinthians. O atacante oportunista aproveitou a bobeira dos zagueiros do Fortaleza e sem jeito virou o jogo.

O Corinthians teve nos pés de Carlos Alberto a chance de classificação sem a necessidade do jogo de volta. O volante, improvisado mais uma vez na lateral-direita foi lançado e acertou o travessão do goleiro Tiago Cardoso, ex-Atlético Paranaense. Essa foi a última chance do jogo e o técnico Mano Menezes até gostou do resultado final.

Juventus-SP 2x0 Náutico-PE – Por Fernando Murilo

Na noite da última quarta-feira, a equipe do glorioso alvirrubro de Rosa e Silva conheceu sua terceira derrota consecutiva na temporada, ao perder para a equipe da Juventus-SP, em jogo a contar pela segunda rodada da Copa do Brasil.

O jogo começou com uma escalação no mínimo inusitada pelo Treinador Roberto Fernandes: na tentativa de liberar as ações dos flancos da sua equipe, ele resolveu adotar o esquema 3-5-2, pouco utilizado ao longo deste início de temporada pelo timbu. O que parecia ser uma boa alternativa ofensiva acabou causando um efeito atípico para as pretensões do treinador, tendo em vista que o principal jogador do time, o meio-campo Geraldo, tendeu a jogar um pouco mais distante da área para apoiar a marcação do meio, causando um recuo das ações ofensivas. Os laterais Alessandro e Serginho, apesar de demonstrar uma boa disposição, pouco adicionam em qualidade técnica à equipe, o que ocasionou um avanço da marcação do moleque travesso.

O recuo natural do time alvirrubro devido à forte marcação do time paulista provocou com uma pressão absurda do time paulistano, que abriu o placar em uma jogada de escanteio em que a bola cruzou toda a área q foi escorada para o meio novamente, o goleiro Eduardo ainda espalmou, mas a bola sobrou limpa para Lima tirar o zero do placar.

O gol surtiu o efeito do abafa da equipe alvirrubra, porém perderam-se boas oportunidades com Wellington e Tição, em chutes pra fora. O segundo tempo começou com o técnico Roberto Fernandes desmontando seu esquema de 3 zagueiros, colocando o colombiano Laborde, que foi o grande responsável pelas jogadas ofensivas do segundo tempo. Porém, talvez por confusão dos esquemas, as brechas nos flancos alvirrubros continuavam, o que culminou com uma jogada de linha de fundo onde Lima deu números finais a partida, ainda faltando muito tempo para o final. O time pernambucano procurou criar várias chances, mas parou nas suas deficiências ofensivas.

A derrota já começa a acender o alerta para o time alvirrubro, já que não depende mais dele mesmo para conquistar o segundo turno do campeonato pernambucano, e possuía como válvula de escape a Copa do Brasil. O time que possuía um dos melhores ataques do certame pernambucano não conseguiu furar o bloqueio da pior defesa do certame paulista. Estes questionamentos já põem em xeque a competência e o cargo do treinador alvirrubro, considerando herói na última edição do Brasileirão, sendo badalado por muitos clubes.

Bragantino-SP 2x2 Vasco-RJ – Por Gabriela Avila e Leonardo Martins

Em Bragança Paulista, o Vasco não conseguiu a vaga antecipada, mas conseguiu um bom resultado para a partida de volta, no Rio. A equipe da Colina empatou por 2 a 2 e pode até empatar por um gol que seguirá em frente na Copa do Brasil. O Braga saiu na frente com Bill aos 9 minutos do 1º tempo. O Vasco virou com Eduardo, aos 34 da etapa inicial, e Alan Kardec, aos 34 minutos da segunda etapa. Mas no final, os paulistas empataram com Nunes, aos 41.

São Paulo deixa escapar vitória no fim

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Por Leonardo Martins


O São Paulo foi ao Paraguai, mais precisamente à Luque, enfrentar o Sportivo Luqueño pela 3ª rodada do Grupo 7 da Libertadores. O jogo foi bom para o São Paulo, mas o gol no final foi, até certo modo, frustrante para a equipe brasileira que saiu com um empate por 1 a 1, mas a liderança do grupo está assegurada até o próximo jogo.

O São Paulo começou o jogo com uma formação ousada, 3 atacantes (Borges, Adriano e Éder Luis), e melhor em campo, o tricolor arriscava em chutes de longe, em um deles, Jorge Wagner chutou na defesa paraguaia e a bola sobrou limpa para Borges, cara-a-cara com o goleiro, finalizar para a defesa de Garcia. Adriano também chutou de longe e assustou o goleiro paraguaio.

O Luqueño começou a crescer no jogo no lance que Richarlysson perdeu a bola para o atacante Paniagua, que chutou e a bola ainda bateu em André Dias antes de ir para escanteio. Os paraguaios ofereciam muitos contra-ataques ao tricolor, em um deles, o atacante Borges foi derrubado na área e o juiz nada marcou. Os brasileiros ainda perderam o zagueiro Miranda na 1ª etapa, machucado, ele deu lugar a Juninho. E foi só, o 2º tempo viria e com ele os gols da partida.

O segundo tempo começou, novamente, com o domínio tricolor e o Sportivo esperando o clube brasileiro. Aos 10, Muricy resolveu dar mais força ao ataque tirando Borges e colocando Aloísio. Logo no seu primeiro lance em jogo, o camisa 14 abre o placar. Aos 14, o lateral Éder cruzou na medida para Aloísio, de cabeça, tirar Garcia e colocar a bola no fundo das redes paraguaias.

Após o gol, a equipe do Morumbi começou a tocar a bola com mais tranqüilidade e continuava dominando o jogo. O Tricolor até criou mais chances para ampliar, mas os constantes erros de passe o atrapalharam nas conclusões. A melhor chance foi com Richarlysson que exigiu uma grande defesa de Garcia.

O Sportivo Luqueño passou a buscar o empate e via nos pés do habilidosíssimo Charles a melhor alternativa de criar chances de empate. O brasileiro, que foi dispensado do próprio Tricolor, criou uma ótima chance, ele acertou um lindo chute no canto de Rogério Ceni que fez um verdadeiro milagre. Mas aos 46 minutos não teve como salvar, Duarte pegou uma bomba na entrada da área e empatou o jogo, causando uma vibração muito grande no estádio em Luque.

Mesmo com o empate, o São Paulo assumiu a liderança do Grupo 7 com 5 pontos, um a mais que Atlético Nacional-COL e Luqueño. As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 2 de Abril em São Paulo.

Libertadores: Fla vence e assume a ponta

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Por Matheus Mandy


Contando com o apoio da torcida durante os noventa minutos, o Flamengo derrotou o Nacional do Uruguai pela Libertadores, e assumiu a ponta do grupo. Com dois gols de Marcinho, o time brasileiro saiu com a vitória de dois a zero e chutou para longe da desconfiança.

O jogo começou com polêmica logo no início. Aos quatro minutos, Souza deu um carrinho desleal em Richard Morález e recebeu cartão amarelo.A partir daí o Flamengo levou dois sustos. E nas duas vezes com Richard Morález: primeiro com uma cabeçada na trave e depois com um chute sem ângulo que obrigou Bruno a fazer boa defesa.

O Flamengo acordou e foi para cima. No primeiro ataque deixou a sua marca. Após bola alçada por Íbson, Angelim disputou no alto e a bola sobrou com Fábio Luciano, que de cabeça tocou para Marcinho, o meia chutou duas vezes para abrir o placar. Logo após o gol, o Flamengo quase ampliou com Íbson, o volante fez grande jogada e a bola desviou passando a centímetros do gol. No segundo tempo, os laterais rubro-negros começavam a aparecer, Juan e Luizinho criavam boas chances para os brasileiros. Em uma delas Souza perdeu um gol incrível.

Quando o Nacional, ensaiava uma pressão, Luizinho cruzou na cabeça de Juan que acertou a trave, no rebote Marcinho de cabeça marcou o segundo dele e o segundo dos cariocas: dois a zero. Depois disso o Flamengo, administrou e desperdiçou bons contra-ataques.

As equipes voltam a campo só em Abril , o Flamengo vai enfrentar o Cienciano na altitude de Cuzco, já o Nacional receberá o Coronel Bolognesi, em Montevidéu.

Santos perde na altitude

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Por Leonardo Martins


Na noite da última quarta-feira, na cidade boliviana de Oruro, San José e Santos realizaram partida pela 3ª rodada do Grupo 6 da Libertadores. Com a presença do presidente boliviano, Evo Morales, no estádio, os donos da casa venceram por 2 a 1 e encostaram nos brasileiros.

A estratégia santista era evitar um desgaste físico muito grande, por causa da altitude, e tentar o gol o mais rápido possível para que o time pudesse administrar o jogo com tranqüilidade. E o Peixe começou bem: logo aos sete minutos, Molina cruzou com perfeição para Kléber Pereira receber e completar para o gol de cabeça. Alívio brasileiro.Mas não durou muito tempo. Aos nove, Peña marcou de cabeça, mas o juiz anulou a jogada por causa de um empurra-empurra na área. Aos 11, Cerrutti bateu cruzado e acertou o canto direito do goleiro Fábio Costa. O jogo era emocionante, com chances claras para os dois lados.O brasileiro Alex da Rosa, do San Jose, assustou Fábio Costa aos 14 minutos. O troco veio com Molina, um minuto depois. Sebástian Pinto perdeu uma grande chance aos 20, de frente para o goleiro Vaca. E Peña soltou duas bombas, espalmadas pelo camisa 1 santista.Aos 37, o Santos perdeu duas oportunidades de marcar, com Sebástian e Molina, que tiveram os chutes defendidos por Vaca. O primeiro tempo terminou empatado em gols e eqüilíbrio.


O técnico Emerson Leão tirou Sebástian e colocou o zagueiro Evaldo, com o objetivo de fechar mais o Peixe e evitar o desgaste desnecessário. O time passou a investir ainda mais nos contra-ataques. Aos oito minutos, a torcida do Santos quase comemorou o segundo gol, de Kléber Pereira. Mas o chute rasteiro e cruzado passou pelas mãos de Vaca e ia entrar no canto direito, quando De Castro tirou a bola em cima da linha. O gol perdido custou caro ao Peixe. O San Jose, com mais fôlego, passou a pressionar mais, e, aos 16 minutos, Garcia arrancou com a bola, invadiu a área e chutou com precisão para fazer o segundo do anfitrião. Cansado pelos efeitos da altitude, o Santos diminuiu o ritmo. Leão não gostou do desempenho de Anderson Salles, que entrou na vaga de Marcinho Guerreiro, e trocou o substituto pelo atacante argentino Trípodi. O objetivo era dar novo gás ao ataque santista e tentar pelo menos o empate. O Peixe criou boa oportunidade aos 38, quando Kléber lançou o xará do ataque, mas este errou o chute. O auxiliar assinalou impedimento inexistente. O San Jose quase ampliou dois minutos depois, quando Morejón esteve perto o suficiente para concluir com tranqüilidade, mas errou a força e isolou a bola. Aos 43, Alvarenga puxou Kléber Pereira na área, e o atacante caiu e pediu o pênalti. O árbitro equatoriano Samuel Haro não marcou e ainda deu cartão amarelo para o jogador santista. O lance levou Leão ao desespero. A infração do anfitrião poderia dar ao Peixe o empate importante. Mas o placar ficou mesmo em 2 a 1 para o San Jose. Insatisfação brasileira em Oruro.

O Santos continua em 2º no grupo com 4 pontos, a mesma pontuação dos bolivianos, mas ganham no saldo de gols. As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 1º de Abril, na Vila Belmiro.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Flu vence no Paraguai

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Por Leonardo Martins


Na noite de ontem, em Assunção no Paraguai, o Fluminense enfrentou o Libertad pela 3ª rodada do Grupo 8 da Copa Libertadores. Em noite inspiradíssima do artilheiro Washington, a equipe carioca venceu por 2 a 1, de virada, e assumiu a liderança do grupo.

O Técnico Renato Gaúcho mudou o esquema que ele vinha atuando no Carioca, adiantou os dois meias, Thiago Neves e Conca, para auxiliar Washington no ataque e deixou Cícero como volante. O Flu não sentiu medo de jogar fora e tomou a iniciativa do jogo com um bom toque de bola, foi acalmando os paraguaios. No inicio do jogo, as duas equipes tiveram boas chances de marcar, mas as finalizações não foram certas. O goleiro paraguaio salvou o Libertad em dois lances, no 1º, Thiago Neves mandou uma bomba e o goleiro espalmou para a fora, no 2º foi a vez de Conca soltar a bomba para a defesa de González. Quando o Flu era melhor em campo, o Libertad fez o gol. Aos 29 minutos, Samudio aproveitou cobrança de escanteio e mandou de cabeça para o gol de Fernando Henrique.

O Fluminense sentiu um pouco o gol, mas logo voltou a ser melhor na partida e foi ao ataque buscar o empate, que logo veio. Aos 40 minutos, começou o show de Washington, Gabriel tabelou com Conca e cruzou para o artilheiro empatar, de cabeça, a partida no Paraguai. O gol foi muito importante, pois veio antes do intervalo e deu um animo maior para os brasileiros na 2ª etapa.

O Fluzão começou melhor o 2º tempo e foi em busca do gol da virada. Aos 5 minutos, brilhou novamente a estrela do artilheiro Washington, ele aproveitou vacilo da zaga paraguaia após escanteio de Conca e mandou desequilibrado para o fundo das redes e virar o jogo para os brasileiros. A equipe carioca não diminuiu o ritmo após o gol e foi em busca do 3º gol, mas Cícero e Washington desperdiçaram boas chances. O Libertad colocou o experiente Cuevas para tentar mudar o jogo e teve boas chances, a mais incrível foi a que Samudio errou livre na área.

Renato Gaúcho resolveu colocar mais gás na sua equipe ao tirar Arouca e Thiago Neves e colocar, respectivamente, Maurício e Tartá, para segurar a equipe, mas continuava ameaçando o gol paraguaio, como no chute de Gabriel que passou a direita. Júnior César também saiu para a entrada de Roger. Nos últimos minutos, os paraguaios assustaram o gol de Fernando Henrique, mas a falta de pontaria dos atacantes do Libertad e a defesa brasileira garantiram a vitória tricolor no Paraguai.

O Fluminense assumiu a liderança do Grupo 8 da Libertadores com 7 pontos, a mesma pontuação dos equatorianos da LDU mas com um saldo melhor. O Libertad ainda não pontuou. As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 2 de Abril no Rio, pela 4ª rodada do Grupo 8.